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Sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Cine Clássicos: Especial Mês das Bruxas: LOBISOMEM

Clássico de horror de 1941 apresentava Lon Chaney Jr, filho do lendário Lon Chaney

Sinopse

Lawrence Stewart "Larry" Talbot volta para seu lar ancestral em Llanwelly, Wales, depois de passar dezoito anos nos Estados Unidos. Seu irmão mais velho morrera então ele resolveu se reconciliar com seu pai, Sir John Talbot, e ajudá-lo a cuidar da propriedade. Pouco depois da sua chegada ele se interessa por uma garota local chamada Gwen Conliffe, balconista de um antiquário. Como pretexto para falar com ela, Larry compra uma bengala decorada com um ornamento de prata, com desenhos de um lobo e de um pentagrama. Gwen lhe conta que este é o símbolo do lobisomem, um "homem que se transforma em lobo em certas épocas do ano".
Naquela noite, Larry sai com Gwen e a amiga dela, Jenny, e vão para um acampamento de ciganos. Jenny pede ao cigano Béla que lhe leia a mão. O cigano tem uma visão de um pentagrama na mão da garota e imediatamente pede que ela saia do acampamento.
Enquanto esperavam por Jenny, Larry e Gwen conversam próximo à tenda. Eles ouvem um grito de Jenny e Larry corre até ela na mata e a vê sendo atacada por um lobo. Ele mata o animal com golpes de sua bengala, e acaba sendo mordido. Mais tarde a mãe de Béla, a idosa cigana Maleva, conta à Larry que seu filho era um lobisomem, e que ele está condenado a se transformar no monstro devido a mordida que sofreu.


Lon Chaney, Jr provou neste filme que tinha luz propia e não precisava da sombra do seu falecido pai, o lendario Lon Chaney (Fantasma da Opera) para se promover. George Waggner cria um verdadeiro drama com toques de terror e suspense algo digno de nota, já que na época os estudios estavam mais preocupados em querer asssustar as plátéias mas com esse filme provou-se que drama misturado com outro gênero na medida certa daria um otimo filme. Inevitavelmente surgiram inumeras sequencias mas nenhuma se iguala a primeira aparição da criatura  no cinema.  

Curiosidades:
No filme de 1941 não foi usada a idéia da influência da "lua cheia" na transformação do homem em lobisomem, o que ocorreria apenas nas produções posteriores.
O Lobisomem quando está na forma humana de Talbot tem consciência de seus ataques e assassinatos e vive atormentado. Sua principal característica é a do "monstro relutante". Na sequência, quando Lobisomem revive, isto fica mais claro pois Talbot tenta de todas as formas encontrar um meio de se suicidar para acabar com a maldição. A figura trágica de Talbot seria uma influência sofrida pelo escritor Curt Siodmak advinda da mitologia grega.

2 comentários:

As Tertulías disse...

Interessantíssima postagem. Lembro-me de ter visto este filme há muitos, muitos anos atrás na TV, quando ainda vivia no Brasil. Nao me lembrava deste fator "lua cheia". Lon Chanmey Jr. - Continue escrevendo estas maravilhas!

Marcelo Castro Moraes disse...

Pode ter serteza