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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e Diretor de Comunicação e Informática do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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terça-feira, 4 de outubro de 2022

Cine Dica: Em Cartaz - 'O Livro dos Prazeres'

Sinopse: Lóri (Simone Spoladore) é uma professora com uma vida monótona tanto profissionalmente quanto romanticamente. Tudo muda quando ela conhece Ulisses (Javier Drolas), um provocador professor argentino. Com ele, Lóri vivencia novas experiências, trocas e aprende, enfim, o que é amar. 

Em tempos em que cada vez mais se prega o individualismo e somente a preocupação consigo próprio se tem um distanciamento cada vez maior entre as pessoas e um medo de abraçar sentimentos dos quais nos faz realmente humanos. Antes disso, porém, é preciso apreciar os pequenos prazeres da vida, desde um mergulho no mar como também apreciar as situações mais simplórias que podem ocorrer. "Livro dos Prazeres" (2022) fala sobre o medo de não querer alcançar a felicidade plena unicamente por receio ao adentrar em um novo cenário.

Dirigido por Marcela Lordy, o filme é baseado na obra de Clarice Lispector, que conta a história de Lóri (Simone Spoladore), uma professora com uma vida monótona tanto profissionalmente quanto romanticamente. Tudo muda quando ela conhece Ulisses (Javier Drolas), um provocador professor argentino. Com ele, Lóri vivencia novas experiências, mas antes disso, terá que lidar consigo mesma.

Dividida em capítulos, dos quais os mesmos remetem ao livro, o filme começa de forma gradual, onde a personagem nos é apresentada e aos poucos vai sendo revelado a sua pessoa assim como também o cenário em que ela vive. Logo se descobre que ela é uma professora que herdou um apartamento de sua falecida mãe, mas que começa a ficar inquieta e tenta amenizar isso através do sexo passageiro. Observa-se, portanto, que através do prazer ela tenta conter uma dor interna da qual a mesma não consegue explicar, mas cuja a dúvida começa a ser sanada a partir do encontro com o professor Ulisses.

Tendo a conhecido no ótimo "Elvis e Madona" (2010) Simone Spoladore nos brinda com uma de suas melhores atuações da carreira, onde ela consegue construir para a sua personagem uma personalidade complexa, pouco sociável, mas cuja as características podem prejudica-la durante o processo. Por conta disso, o filme ganha contornos tanto dramáticos como também com algumas pitadas de suspense, já que tememos pelos conflitos que ela sente internamente e fazendo a gente desejar que, de alguma forma, se amenize.

O filme fala também sobre questões familiares, de como a história de nossos pais podem influenciar os rumos de nossas vidas e obrigando a gente a tentar descobrir quando e onde devemos começar a nossa. Lóri se vê como a mãe no passado, da qual a mesma nós nunca vemos em cena, mas a sentimos através dos objetos e do próprio cenário do apartamento como um todo. Há ainda uma sensação de luto pela perda da mãe e da qual faz a protagonista também se perguntar se não terá o mesmo destino, já que ambas eram bastante parecidas segundo o irmão da protagonista.

Na medida em que Lóri se envolve com Ulisses há um verdadeiro jogo de gato e rato, já que a primeira deseja o professor, porém, o mesmo não deseja alguém que não consegue desabrochar para a vida e sendo ela mesma. Ambos se complementam por serem dois lados da mesma moeda, mas enquanto Ulisses já sabe o que quer, por outro lado, Lóri precisa enxergar além do que os seus olhos podem ver. É a partir do momento em que a protagonista começa a se abrir e ouvir é que o filme começa a ter contornos ainda mais surpreendentes.

O filme faz, portanto, um paralelo com relação a sociedade atual cada vez mais preocupada consigo mesma do que se preocupar com alguém próxima a ela e que se preocupe com a mesma. Curiosamente, o sexo se faz presente na trama em momentos que sintetizam os sentimentos da protagonista, sejam quando ela se encontra em declínio, como também nos momentos em que ela está decidida a tomar novos rumos. A cena final, portanto, se casa perfeitamente com a curiosa abertura e selando a cruzada da protagonista.

"O Livro dos Prazeres" é a sobre a dúvida e o medo da sociedade atual em abraçar o amor e no receio de não ser feliz consigo mesmo ao abraçar velhos sentimentos em tempos complexos. 


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Cine Dica: CINEMATECA CAPITÓLIO PROGRAMAÇÃO 6 a 12 de outubro de 2022

Dias. 

 

DIRETORAS NORUEGUESAS EM DESTAQUE

Nesta sexta-feira, 7 de outubro, às 19h30, a Cinemateca Capitólio apresenta Mulheres, longa de abertura da mostra Anja Breien e suas Irmãs, que celebra a filmografia da cineasta e a forte presença feminina na direção de filmes na Noruega. Realizada em 1975, a obra é uma releitura de Os Maridos, de John Cassavetes. Entrada franca.

O crítico e pesquisador norueguês Jan Erik Holst, diretor do Instituto Norueguês de Cinema entre 1988 e 2004, fará uma apresentação antes da exibição. A mostra também exibe filmes de diretoras como Vibeke Løkkeberg, Laila Mikkelsen, Edith Carlmar e Liv Ullmann e segue até o dia 20 de outubro.

No domingo, 9 de outubro, às 19h, há uma sessão especial do filme Contradição, de Erik Løchen, um “irmão” geracional de Breien, em que a ordem da narrativa será decidida pelos espectadores.


Mais informações: http://www.capitolio.org.br/novidades/5445/anja-breien-e-suas-irmas/


TSAI MING-LIANG NA SESSÃO PLATAFORMA

A Sessão Plataforma apresenta no sábado, 08 de outubro, às 19h, na Cinemateca Capitólio, o longa-metragem Dias, de Tsai Ming-liang, um dos grandes nomes do cinema contemporâneo. Todas as pessoas podem pagar meia entrada na sessão (R$8,00).


Mais informações: http://www.capitolio.org.br/eventos/5483/sessao-plataforma-dias/


GRADE DE HORÁRIOS

6 a 12 de outubro de 2022


6 de outubro (quinta-feira)

16h30 – Os Maridos

19h – Marte Um


7 de outubro (sexta-feira)

15h – Marte Um

17h – Os Maridos

19h30 – Mulheres

 

8 de outubro (sábado)

15h – A Traição

17h – Crescimento

19h – Sessão Plataforma: Dias

 

9 de outubro (domingo)

15h – Jogos de Amor e Solidão

17h – Mulheres Dez Anos Depois 

19h – Contradição


11 de outubro (terça-feira)

15h – Parente

17h – Crescimento

19h – A Caça à Bruxa

 

12 de outubro (quarta-feira)

15h – Flores Ardentes

16h30 – Infiel

19h30 – Sessão de aniversário do Cine Theatro Capitólio

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Cine Dica: Em Cartaz - 'Os Ossos da Saudade'

Sinopse: Os Ossos da Saudade é um documentário que trata das ausências, narrado a partir das vivências de personagens que habitam os territórios do Brasil, Portugal, Angola, Moçambique e Cabo Verde, cinco países que compartilham do mesmo idioma, a língua portuguesa. 

Há quem diga que a vida na terra começou a partir do oceano e do qual o mesmo trouxe os primeiros seres vivos na beira da praia de diversas partes do mundo. Não é de surpreender que os seres humanos nasceram para ganhar o mundo, mas tendo aquela sensação lá no fundo de retornar as suas raízes, não nas profundezas do oceano, mas em terra firme.  "Os Ossos da Saudade" (2022) falam sobre indivíduos comuns que viajam para o mundo em busca de algo novo, mas tendo aquela sensação forte que bate no peito e tendo o desejo retornar ao ponto onde haviam começado.

Dirigido por Marcos Pimentel o documentário trata das ausências, narrado a partir das vivências de personagens que habitam os territórios do Brasil, Portugal, Angola, Moçambique e Cabo Verde, cinco países que compartilham do mesmo idioma, a língua portuguesa. Essas pessoas contam no filme, seus sentimentos de falta e distância, sintetizadas em uma só palavra: Saudade. O documentário apresenta um panorama sobre singularidades e semelhanças culturais entre esses países lusófonos, enfatizando as ligações afetivas que existem entre as pessoas, ligações essas que são capazes de criar pontes e atravessar oceanos.

Na abertura, por exemplo, acompanhamos diversos peixes no fundo do oceano, dos quais sintetizam os primeiros seres vivos do mundo e do qual remete o meu pensamento com relação ao início deste texto. O filme fala sobre essas pessoas que decidem saírem do seu ninho para assim obter novos rumos na vida. Embora cada pessoa se encontra em um país diferente é interessante como cada cultura possui certa similaridade uma com a outra e isso sem contar a língua portuguesa que se encontra cada um desses cenários em abundância. Acompanhamos um pouco a vida de cada um desses personagens e os motivos que os levaram a querer mudar de cenário por tempo indeterminado.

Tecnicamente a obra é um verdadeiro colírio para os olhos, desde ao testemunharmos um vulcão adormecido, como também testemunhar belas paisagens vistas na beira da praia. Curiosamente, há também cenários em decomposição, desde casas abandonadas ou de antigas cidades que algum dia tiveram uma grande história a ser contada e cujo os protagonistas ficam perambulando as suas entranhas. Se torna irônico, portanto, essas pessoas desejarem conhecer um novo mundo, sendo que o próprio se encontra com algumas rachaduras e fazendo despertar nelas a dúvida se valeu mesmo a pena mudar de vida.

O documentário vem em um momento em que os brasileiros se encontram na dúvida de saírem ou não do país em meio ao cenário político desastrado. Ao meu ver, estamos livres de decidir ir em busca de novas oportunidades, mas que sempre haverá aquela sensação de que deixamos algo para trás, desde os parentes que amamos como também o que nós havíamos criado no passado. Independentemente do que aconteça, iremos sobreviver e termos o direito de ir e vir assim como os protagonistas da obra.

"Os Ossos da Saudade" fala sobre o livre-arbítrio do ser humano ir em busca de novos desafios, mas sempre tendo aquela sensação de retornar ao lar outra vez. 

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Cine Dica: SESSÃO PLATAFORMA APRESENTA NOVA OBRA-PRIMA TAIWANESA

A Sessão Plataforma apresenta no sábado, 08 de outubro, às 19h, na Cinemateca Capitólio, o longa-metragem Dias, de Tsai Ming-liang, um dos grandes nomes do cinema contemporâneo.


Todas as pessoas podem pagar meia entrada na sessão (R$8,00)


Aclamado por seu inconfundível estilo radicalmente imersivo e visual, Tsai é diretor de obras fundamentais como Vive L'Amour (1994), O Buraco (1998) e mais recentemente Cães Errantes (2013). O diretor nascido na Malásia e radicado em Taiwan realizou até hoje 12 longas-metragens e já venceu o Leão de Ouro em Veneza, duas vezes o Urso de Prata em Berlim e o Prêmio da Crítica em Cannes. Dias competiu em Berlim em 2020.


SESSÃO PLATAFORMA

DIAS

(Rizi)

Taiwan/França, 2020, 127 minutos, DCP

Sinopse: Kang vaga por Hong Kong em procura tratamento para uma doença crônica, enquanto o jovem imigrante laosiano Non trabalha em Bangkok. Esses dois homens solitários acabam se encontrando em um momento de cura, ternura e liberação sexual.


sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Cine Dica: Streaming - 'Top Gun: Maverick'

Sinopse: Depois de mais de 30 anos de serviço como um dos principais aviadores da Marinha, Pete "Maverick" Mitchell está de volta, rompendo os limites como um piloto de testes corajoso. No mundo contemporâneo das guerras tecnológicas, Maverick enfrenta drones e prova que o fator humano ainda é essencial. 

Embora seja um clássico dos anos oitenta eu nunca fui muito fã de "Top Gun: Ases Indomáveis" (1986) de Tony Scott, sendo que eu achava que o filme havia feito o sucesso que fez graças a sua contagiante trilha sonora e sendo liderada pelo tema "Take My Breath Away". O problema que quando eu havia assistido eu era ainda muito jovem, tinha uma outra mentalidade e talvez não havia capitado a mensagem principal da obra como um todo, de que devemos superar os nossos limites e alcançarmos o que parecia impossível de ser feito. Pois bem, "Top Gun: Maverick" (2022) fez o que parecia impossível, superou o primeiro filme, funciona como uma obra independente, quebra todos as previsões negativas e nos brinda da melhor maneira possível sobre como se faz realmente cinema.

Dirigido por Joseph Kosinski, que já havia trabalhado com Ton Cruise em "Oblivion" (2013), o filme acompanha a história de Pete “Maverick” Mitchell, um piloto à moda antiga da Marinha que coleciona muitas condecorações, medalhas de combate e grande reconhecimento pela quantidade de aviões inimigos abatidos nos últimos 30 anos. Entretanto, nada disso foi suficiente para sua carreira decolar, visto que ele deixou de ser um capitão e tornou-se um instrutor. A explicação para esse declínio é simples: Ele continua sendo o mesmo piloto rebelde de sempre, que não hesita em romper os limites e desafiar a morte. Nesta nova aventura, Maverick precisa provar que o fator humano ainda é fundamental no mundo contemporâneo das guerras tecnológicas. 

O filme em si não é muito diferente de outros títulos que foram criados para nos despertar aquela nostalgia em nós, mas não somente por aqueles que são fãs do longa original, como também para aqueles que cresceram na década de oitenta e da qual se torna cada vez mais dourada na medida em que o tempo passa. Porém, o filme não se sustenta somente por essa fórmula, como também consegue sair da sombra da obra original e obter a sua voz própria. Mesmo que você não tenha visto o clássico de 1986 irá compreender toda a proposta desse longa como um todo e podendo degusta-lo de uma forma mais tranquila e sem ter que vasculhar o que havia sido feito no passado.

Aqui Maverick é o veterano, que não sabe fazer mais nada na vida, a não ser pilotar um avião e procurando sempre se superar na medida certa. A partir do momento que é chamado para treinar novos recrutas para uma missão suicida se percebe que as novas regras não dependem somente da nova tecnologia, como também da mão humana e que ainda é a melhor arma para se criar algo em que a máquina não supera. Tom Cruise, enfim, aceita que está realmente envelhecendo, mas querendo provar que ainda pode nos oferecer algo e pelo visto ele consegue aqui essa mensagem com bom êxito.

Falando em tecnologia, o filme é uma resposta mais do que obvia sobre o que está acontecendo com o cinema atual, principalmente com relação aos blockbusters de hoje que se encontram cada vez mais carregados de CGI sem nenhum peso, sem vida e dos quais os mesmos irão envelhecer muito mal algum dia. Não é o que acontece aqui, onde vemos os próprios atores dentro dos aviões, voando realmente no céu aberto e tornando tudo mais verossímil. Tudo feito em grande escala para ser visto e revisto em uma tela IMAX e provando que as velhas técnicas de se filmar sempre serão validas para fazer o cinema de verdade continuar a existir.

Mas como eu disse acima, é um filme que funciona mesmo se você não assistiu ao clássico. Porém, a trama faz questão de sempre resgatar uma peça importante da obra original e por conta disso a imagem de Goose (Anthony Edwards), ala e amigo de Maverick no primeiro filme se torna uma aura constante dentro da trama principalmente com a presença do seu filho Bradley "Rooster" Bradshaw (Miles Teller) e que possui certos atritos com o protagonista devido ao passado. Passado esse que bate à porta de uma maneira ainda mais forte quando surge em cena o personagem Tom "Iceman" Kasanzky (Val Kilmer), rival do passado do protagonista e agora almirante e grande amigo do protagonista.

Na cena, surge a esposa de Iceman que conta para Maverick que o seu câncer havia retornado. Como consequência disso, o personagem de Val Kilmer conversa por meio de um computador, convencendo Maverick a aceitar o seu papel na Top Gun. Para aqueles que não sabem, Kilmer realmente enfrentou um câncer na garganta, sendo que isso é melhor explicado em seu documentário "Val" (2021) e fazendo com que essa cena aqui se torne ainda mais impactante e, na minha opinião, uma das melhores partes do filme.

Ao mesmo tempo, a trama procura nos dizer que caminha com os novos tempos, onde um certo machismo acentuado na obra original procura aqui se atualizar com a presença forte da mulher atual. Embora Penny (Jennifer Connelly) seja o novo par romântico de Maverick, na cena do bar ela ensina ao mesmo que certas paqueras de hoje podem sim ter consequências e fazendo de a briga dos sexos ficar melhor anivelada. E se ela não é o suficiente para as feministas de plantão, a piloto Phoenix, por sua vez, segura todas as pontas no ar e correspondendo para aqueles que esperam maior diversidade.

O ato final em si é tudo aquilo que os fãs esperam, cuja as cenas de ação são desde já uma das melhores do ano e alinhado com uma carga de pura tensão que nos faz respirar fundo. Ao final, concluímos que Tom Cruise não é muito diferente do seu Maverick, sendo uma pessoa que tenta sempre superar os seus próprios limites, mesmo quando corre um sério risco de se machucar realmente. A missão foi cumprida e só nos restando a dúvida o que virá logo em seguida.

"Top Gun: Maverick" vem em um momento em que o cinema atual procura resgatar sobre o que era ser realmente cinema em grande escala e o filme nos mostra da melhor maneira possível de como essa arte precisa ser dirigida. 

Onde Assistir: Locação pelo Youtube.

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Cine Dica: PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS DE 29 DE SETEMBRO A 05 DE OUTUBRO

 ESTREIA:

OS OSSOS DA SAUDADE

Direção:Marcos Pimentel

Brasil/ Documentário/2022/1h47min.

Sinopse: Os Ossos da Saudade é um documentário que trata das ausências, narrado a partir das vivências de personagens que habitam os territórios do Brasil, Portugal, Angola, Moçambique e Cabo Verde, cinco países que compartilham do mesmo idioma, a língua portuguesa. Essas pessoas contam no filme, seus sentimentos de falta e distância, sintetizadas em uma só palavra: Saudade. O documentário apresenta um panorama sobre singularidades e semelhanças culturais entre esses países lusófonos, enfatizando as ligações afetivas que existem entre as pessoas, ligações essas que são capazes de criar pontes e atravessar oceanos. 


EM CARTAZ:


DESTERRO

Direção - Maria Clara Escobar

Brasil/ Argentina/ Portugal, 2020, 123'

World Premiere - Rotterdam International Film Festival 2020

Sinopse - Desterro. Descompasso. O que se passa dentro de Laura (Carla Kinzo) parece estar sempre em um espaço diferente e em um ritmo distinto daquilo que se espera dela. Desconfortável, Laura decide sair de casa e seguir uma jornada pessoal sem rumo definido. Num percurso de autodescoberta, ela se depara com situações imprevisíveis e outras histórias de vida que vão reconfigurar suas próprias ideias.

Elenco:  Carla Kinzo, Otto Jr., Rômulo Braga


O LIVRO DOS PRAZERES

Direção: Marcela Lordy

Brasil/Argentina/ Drama/ 2021/ 100min

O longa fez sua estreia na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, em 2020, quando o evento aconteceu exclusivamente online, e ficou no top 3 dos mais vistos e bem votados da edição. Depois disso, o longa viajou o mundo em festivais presenciais e virtuais, recebendo diversos prêmios como no 22˚ BAFICI (Competição Americana – Prêmio de Melhor Atriz para Simone Spoladore e Menção Honrosa para o longa); 26 ̊ Festival de Cinema de Vitória (Prêmio de Melhor Roteiro, Melhor Interpretação para Simone Spoladore e Menção Honrosa para Fotografia de Mauro Pinheiro Júnior, ABC); e Festival do Rio 2021

Sinopse: Simone Spoladore interpreta a protagonista, Lóri, uma professora fluminense recém chegada no Rio de Janeiro com dificuldade de estabelecer elos afetivos mais profundos, até conhecer Ulisses (Javier Drolas), um professor de filosofia argentino, com quem viverá um relacionamento intenso. As personagens e a direção feminina, em um filme livremente inspirado na obra de uma autora mulher, aborda justamente os prazeres femininos, de uma maneira ainda pouco vista nos cinemas.

Elenco: Simone Spoladore e Javier Drolas.


HORÁRIOS DE 29/9 A 05/10:

NÃO HÁ SESSÕES NAS SEGUNDAS-FEIRAS!


15h: OS OSSOS DA SAUDADE

17h: O LIVRO DOS PRAZERES

19h: DESTERRO


Os ingressos podem ser adquiridos por R$ 12,00 na bilheteria do cinema . Idosos, estudantes, bancários sindicalizados, jornalistas sindicalizados, portadores de ID Jovem, trabalhadores associados em sindicatos filiados a CUT-RS e pessoas com deficiência pagam R$ 6,00.

Aceitamos Banricompras, Visa, MasterCard e Elo.

quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Cine Dicas: Estreias do Final de Semana (29/09/2022)

 SORRIA

Sinopse: Após testemunhar um incidente bizarro envolvendo um paciente, a médica Rose Cotter (Sosie Bacon) começa a passar por eventos assustadores que não consegue explicar. Para sobreviver e conseguir seguir sua vida, ela precisará confrontar seu passado e tomar decisões difíceis que a levarão para fora dessa horrível realidade.


A Queda

Sinopse: A Queda é um agoniante filme com a produção da Lionsgate, conta a história de duas melhores amigas escaladoras Becky (Grace Fulton) e Hunter (Ginny Gardner) que decidem escalar uma antena a centenas de metros de altura. Até que se encontram presas e isoladas a quilômetros do chão, para sobreviverem será necessário usarem todos os seus dons e instintos de sobrevivência. 



ENNIO, O MAESTRO

Sinopse: O documentário segue a carreira do lendário compositor Ennio Morricone, duas vezes vencedor do Oscar e autor de mais de 500 trilhas sonoras. Com entrevistas e depoimentos de artistas e diretores como Quentin Tarantino, Quincy Jones, Bruce Springsteen, John Williams e Clint Eastwood, o longa traz fatos não revelados sobre o compositor, como seu amor por xadrez, que pode ter ajudado em suas composições e seus pensamentos por trás de cada faixa.



LIMA BARRETO, AO TERCEIRO DIA

Sinopse: Nos três últimos dias de sua internação em um manicômio, o escritor Lima Barreto, que sofreu com depressão e alcoolismo, relembra sua vida como jovem autor enquanto escrevia "Triste Fim de Policarpo Quaresma", uma de suas principais obras. 



KOMPROMAT – O DOSSIÊ RUSSO

Sinopse: A espetacular fuga de um diretor da Aliança Francesa da Sibéria. Vítima de uma trama orquestrada pelo FSB (Serviço Federal de Segurança da Rússia), esse intelectual terá que se transformar em homem de ação para escapar de seu destino.


DUETTO

Sinopse: Duetto se passa na Itália, em 1965, e conta a história de encontro entre Cora, uma adolescente brasileira, e o famoso e controverso cantor italiano Marcello Bianchini. Mas a história começa em São Paulo. Depois da trágica morte de seu pai em um acidente de carro, Cora viaja com a avó, Lúcia, para a sua cidade natal, na Apúlia. Entre o passado familiar, os dramas e histórias da cidadezinha italiana, Cora trilhará seu caminho para a maturidade e a vida adulta.


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