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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Cine Especial: Próximo Cine Debate – 'Toscana'

Sinopse: Após a morte do pai distante, Theo herda uma bela propriedade com um restaurante na Itália.

Pode-se dizer que a gastronomia ganhou um subgênero próprio dentro da história do cinema. Se no clássico "Tomates Verdes Fritos" (1991) um café se torna o epicentro de encontros e transformações, o brasileiro "Estômago" (2007) revela como o talento culinário pode levar alguém a caminhos imprevisíveis. Chegamos, assim, a "Toscana" (2022), no qual o universo da alta gastronomia serve como pano de fundo para uma história sobre redenção e reconciliação.

Dirigido por Mehdi Avaz, o longa acompanha um chef dinamarquês que viaja à Itália com o objetivo inicial de vender o negócio deixado por seu pai. Lá, o convívio com uma mulher local o inspira a repensar suas prioridades quanto à vida e ao amor, forçando-o a encarar as sombras do passado para abraçar um novo futuro.

Apostando em uma mistura entre drama e humor que transita com fluidez, o diretor constrói uma trama simples, porém eficiente em cativar quem aprecia a boa culinária. Logo na abertura, vemos o protagonista liderar sua equipe com um perfeccionismo inflexível, onde qualquer deslize soa como ruína iminente. Essa sequência funciona muito graças ao empenho do ator Anders Matthesen, que imprime no personagem uma obsessão rígida pelo trabalho sem esconder as feridas abertas de um passado mal resolvido. Ao se ver como herdeiro da propriedade de um pai com quem quase não mantinha contato, os sentimentos conflituosos do protagonista vêm à tona de forma bastante expressiva. O filme demonstra, assim, que a gastronomia não é apenas uma profissão, mas um dom capaz de atravessar gerações — mesmo quando os laços afetivos se romperam pelo caminho.

Por outro lado, a narrativa perde um pouco de ritmo ao focar no reencontro do chef com sua paixão de infância, interpretada por Cristiana Dell'Anna. Embora a atriz tenha entregue um trabalho marcante em "Cabrini" (2024), seu desempenho aqui acaba limitado por um dilema pessoal pouco convincente e por um envolvimento amoroso previsível. Ainda assim, a dinâmica entre a dupla consegue reforçar a ligação emocional com o cenário local, sintetizada simbolicamente por uma curiosa fotografia do passado.

Conduzido por uma lição de moral já conhecida em produções do gênero, "Toscana" compensa a previsibilidade ao entregar uma atmosfera charmosa, cenários deslumbrantes e um carinho genuíno pela arte de cozinhar. Pode não ser o expoente máximo desse subgênero, mas certamente desperta a vontade de apreciar um bom vinho. Trata-se de uma obra sobre atritos familiares e sobre a importância de saber a hora de deixar velhos dilemas para trás.

Onde Assistir: Netflix

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Cine Dica: Mostra reúne filmes sobre música hispânica e povos ciganos

Neste mês de setembro, a Sala Redenção apresenta “Recortes da cultura hispânica 2026”, realizada em parceria com o Instituto Cervantes de Porto Alegre. A mostra reúne dois ciclos de cinema já realizados pelo Instituto: “Música para os teus olhos”, com documentários que celebram a potência histórica e cultural da música; e “Ciganos por trás da câmera”, que oferece novas perspectivas de valorização da cultura cigana. A programação é gratuita e acontece entre 14 e 17 de setembro.

Entre os destaques do primeiro ciclo está “O canto das mãos” (2025), estreia da atriz María Valverde como diretora. Exibido no dia 14, às 19h, o documentário acompanha três músicos surdos da Venezuela que enfrentam o desafio de encenar a ópera “Fidelio”, de Beethoven, em língua de sinais. Na noite do dia 15, é a vez de “A guitarra flamenca de Yerai Cortés” (2024), de Antón Álvarez. O longa-metragem retrata como uma parceria musical entre o diretor e Yerai Cortés os leva a explorar um segredo de família.

Já o ciclo “Romanies atrás das câmeras” estreia com “Pandaripén: a história silenciada do povo cigano” (2025), narrado por Lolita Flores com uma direção de Alfonso Sánchez. No documentário, exibido no dia 16, às 16h, pessoas ciganas explicam e contextualizam a história de seu povo, incluindo os relatos daqueles que foram perseguidos e marginalizados. No mesmo dia, às 19h, a sessão conjunta de “Karmenstein” (2022) e “Jacques Léonard: o payo chique” (2019), é seguida de conversa com três representantes da comunidade cigana no Rio Grande do Sul – Primo Augusto Bonaldo, Rose Winter e Vanessa Bonaldo, e com Mégui del Ré – Doutora em Desenvolvimento Rural (UFRGS).

A sessão de encerramento da mostra, no dia 17, às 19h, apresenta “Conhecemos este México melhor que o mapa” (2016), de Lorenzo Armendáriz. O fotógrafo documenta a vida de famílias ciganas que percorriam o México oferecendo à população projeções cinematográficas e outros espetáculos. A exibição é seguida de apresentação de danças romanies com Andressa Porto e Roberta Bello.

A Sala Redenção está localizada no Campus Centro da UFRGS, com acesso mais próximo pela Eng. Luiz Englert, 333. A mostra “Recortes da cultura hispânica” tem apoio do Instituto Cervantes de Porto Alegre. 

Confira a programação completa no site oficial da sala clicando aqui. 

domingo, 13 de setembro de 2026

Cine Dica: Streaming — 'Batman: Cruzado Encapuzado' (2ª Temporada)

Sinopse: O Homem-Morcego prossegue em sua cruzada contra o crime em Gotham, mas uma figura misteriosa e aterradora começa a emergir gradualmente das sombras.

A primeira temporada de "Batman: Cruzado Encapuzado" (2024) não apenas despertou a nostalgia dos fãs da clássica série animada dos anos 1990, como também surpreendeu pelo tom retrô, adulto e, por vezes, visceral. Com personagens bem desenvolvidos e revitalizados por reinterpretações corajosas, a animação conquistou o público e deixou uma forte expectativa por novas aventuras. Esta segunda temporada (2026) pode até não superar o impacto do ano de estreia, mas mantém o ótimo nível de equilíbrio e impressiona pela audácia em diversos episódios.

Na trama, líderes de gangues começam a ser assassinados enquanto o Charada se consolida como o novo chefão do submundo. Ao mesmo tempo em que Batman e seus poucos aliados na polícia enfrentam tanto a emergência de novas ameaças quanto a corrupção enraizada nas forças da lei, uma figura de rosto pálido passa a agir sorrateiramente nos bastidores.

Quem acompanhou o desfecho do primeiro ano esperava que o Coringa assumisse de imediato o posto de vilão central. No entanto, os roteiristas optaram por introduzi-lo de forma gradual, abrindo espaço para o desenvolvimento de outros nomes — a exemplo de Edward Nygma, retratado aqui de maneira muito mais ameaçadora e cerebral. Outro ponto alto é o arco de Arlequina, que ganha contornos de redenção e destaque em um episódio chave, deixando seu futuro novamente em aberto.

Esteticamente, a temporada continua sendo um deleite para os apreciadores da atmosfera noir. Temos aqui um Batman "raiz", cujas características remetem diretamente às suas primeiras aparições nas HQ de 1939. Os criadores não pouparam na violência: até mesmo figuras clássicas do universo do herói enfrentam destinos sombrios e surpreendentes. Pode-se dizer que os limites impostos à série noventista foram aqui totalmente superados e levados à potência máxima.

Ainda assim, o grande trunfo da temporada reside na presença intimidadora do Coringa. O personagem reserva o riso histérico apenas para as suas vítimas — expostas ao seu sinistro gás —, mantendo uma postura predominantemente séria, sarcástica e inclinada a demonstrar o quanto ele e o Cavaleiro das Trevas compartilham da mesma insanidade. Sua participação culmina nos dois episódios finais, disparado os momentos mais memoráveis deste ano.

Contando ainda com uma bela e emotiva homenagem ao Fantasma Cinzento, a segunda temporada de "Batman: Cruzado Encapuzado" consolida o acerto da proposta original e entrega aos fãs um retrato corajoso, maduro e envolvente do Homem-Morcego. 


Onde Assistir: Prime Vídeo 

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Cine Dica: Próximo Cineclube Torres - 'Vermiglio, a noiva da montanha'

 "Vermiglio, a noiva da montanha" de Maura Delpero é o próximo filme do Cineclube Torres, na segunda dia 14/9, às 20h na Sala Audiovisual Gilda e Leonardo.

Segue o ciclo "Mestras e Mestres do Cinema Italiano" com uma autora que, após carreira de documentarista, recentemente se consagrou na ficção. Em 1944, quase no final da segunda guerra, um desertor do exército Italiano, Pedro, chega em Vermiglio, uma remota aldeia nas montanhas. Acolhido por uma família local, vai mudar o curso da vida do vilarejo.

"Trazendo leves pitadas de um doce e pueril humor que ajudam a dar um sabor especial a essa quase trágica jornada familiar, Vermiglio é um drama cru e honesto sobre a vida, o tempo e todos os seus entremeios." (Rafaela Gomes, Cinepop). No Festival de Veneza de 2024 o filme venceu o Leão de Prata, o grande prêmio do Júri, e dominou em 2025 a edição dos Prêmios David di Donatello, os Oscars italianos, levando 7 troféus, incluindo de melhor filme e de melhor direção para a Maura Delpero.

A sessão é realizada na Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, na rua Pedro Cincinato Borges 420, em parceria com a Up Idiomas Torres e com entrada franca até a lotação do espaço. O Cineclube Torres é uma associação sem fins lucrativos, em atividade desde agosto 2011; Ponto de Cultura certificado pela Lei Cultura Viva federal e estadual; Ponto de Memória pelo IBRAM; Biblioteca Comunitária no Mapa da Cultura, Sala de Espetáculos e Equipamento de Animação Turística certificada pelo Ministério do Turismo (Cadastur); Selo Destaque no Turismo da Georrota Cânions do Sul.

Serviço:

O que: Exibição do filme "Vermiglio, a noiva da montanha" (2023) de Maura Delpero (Itália) 

Onde: Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, junto à escola Up Idiomas, Rua Cincinato Borges 420, Torres

Quando: Segunda-feira, 14/9, às 20h

Ingressos: Entrada Franca, até lotação do local (aprox. 22 pessoas).

Cineclube Torres

Associação sem fins lucrativos

Ponto de Cultura – Lei Federal e Estadual Cultura Viva

Ponto de Memória – Instituto Brasileiro de Museus

Sala de Espetáculos e Equipamento de Animação Turística - Cadastur

CNPJ 15.324.175/0001-21

Registro ANCINE n. 33764

Produtor Cultural Estadual n. 4917

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Cine Especial: Clube de Cinema - 'The Rocky Horror Picture Show'

 Nota: Filme exibido para os associados no dia 05/09/26.

O recente filme "A Noiva" (2025), de Maggie Gyllenhaal, foi massacrado pela crítica e não convenceu o público a ir ao cinema. Porém, nota-se que é o típico longa que vai conquistando uma fatia de espectadores aos poucos, ganhando status de cult no seu devido tempo. O fato de a obra pegar personagens conhecidos do universo do horror e recolocá-los em uma proposta que vai contra o convencional faz com que prenda a nossa atenção — seja agora ou em uma sessão futura.

Não faltaram, ao longo da história do cinema, experimentos que se tornaram fracassos retumbantes de bilheteria para, posteriormente, serem adorados pelo público. David Lynch, por exemplo, provou o gosto do fracasso comercial com o seu primeiro longa, "Eraserhead" (1977), mas logo alcançou a consagração através das midnight movies — sessões da meia-noite em que produções B, relegatedas a horários marginais, conquistavam um público fiel e duradouro. "The Rocky Horror Picture Show" (1975) é um desses casos: um filme completamente fora dos padrões da época, mas que tirava de trás das cortinas o desejo de uma parcela da sociedade de libertar sua verdadeira faceta.

"Rocky Horror" foi concebido originalmente como um espetáculo teatral musical, surgindo como uma grande homenagem aos filmes de terror e ficção científica das décadas de 1940 a 1970. O sucesso nos palcos foi estrondoso, resultando em adaptações pelo mundo todo — inclusive no Brasil, com Wolf Maya no elenco. Posteriormente, em 1975, ganhou sua versão cinematográfica.

Dirigido por Jim Sharman, o longa acompanha Brad Majors (Barry Bostwick), que decide pedir sua noiva, Janet Weiss (Susan Sarandon), em casamento. Antes da cerimônia, eles partem em uma viagem de carro, mas acabam se perdendo sob uma forte tempestade. Com o veículo quebrado, buscam ajuda em um castelo próximo, onde são recepcionados por Riff Raff (Richard O'Brien), o criado do dr. Frank-N-Furter (Tim Curry), o extravagante dono da propriedade.

Logo na abertura, o filme diz a que veio: a escuridão da tela é invadida por grandes lábios vermelhos que cantam "Science Fiction/Double Feature". A letra faz referência a diversos clássicos do horror e da ficção científica, de Flash Gordon a King Kong, passando por Frankenstein e Drácula. Porém, mesmo com esse início magnético e imprevisível, ninguém imaginava o delírio que estaria por vir.

Basicamente, a obra é um grande musical que pega carona em sucessos como "Cabaret" (1972) e o cultuado "O Fantasma do Paraíso" (1974). Esses dois exemplos sintetizam a sobrevivência de um gênero que parecia em decadência, mas que injetava na tela elementos estéticos que se tornariam populares na era MTV nos anos 1980 — momento em que extravagância e criatividade andavam de mãos dadas. O filme de Sharman, contudo, atinge essa potência em grau máximo.

Podemos simplificá-lo como uma reverência aos clássicos de horror dos anos 1930 e à onda de ficção científica B dos anos 1950 que assolava o cinema norte-americano. Todavia, o longa revela nas entrelinhas que essas obras pregressas operavam sob uma lógica conservadora ao usarem monstros para amedrontar a plateia, enquanto o verdadeiro monstro estava encravado na própria estrutura social. O mundo ainda tinha vergonha de encarar suas próprias barbáries, desde os horrores do Holocausto até a bomba de Hiroshima.

Os anos 1970, por sua vez, revelaram um cinema cada vez mais desafiador após a derrocada do Código Hays, exigindo que o público aceitasse a metamorfose em curso no mundo. Renegada às sombras, a comunidade LGBTQIA+ via-se marginalizada e perseguida; quando "Rocky Horror" chegou às telas, tornou-se um grito de protesto contra o conservadorismo opressor. Mesmo sob o véu do absurdo e do deboche, é impressionante como o longa carrega simbolismos potentes, tornando-se mais atual do que nunca, mesmo passados mais de cinquenta anos.

O casal central representa a elite puritana norte-americana, incapaz de esconder seus desejos reprimidos à medida que a narrativa avança. Frank-N-Furter surge como uma força da natureza que se recusa a viver nas sombras, seduzindo e libertando todos ao seu redor através de sua extravagância. Tim Curry, que demonstrou imensa versatilidade ao longo da carreira, jamais perdeu a marca dessa interpretação icônica que entrou para a história da sétima arte.

A crítica da época, previsivelmente, detestou a produção, taxando-a de incompreensível e obscena. O grande público também não deu atenção imediata, mas a obra cresceu no boca a boca, tornando-se a rainha das sessões da meia-noite, das cinematecas e das exibições com participação da plateia. Revisto hoje, "The Rocky Horror Picture Show" permanece como um ponto fora da curva: um filme transgressor, genial e à frente de seu tempo, perante o qual até o conservadorismo acabou se rendendo.

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Cine Especial: Clube de Cinema: "A Natureza das Coisas Invisíveis" (12/09) no Cine Bancários

Neste sábado (12/09), às 10h15 da manhã, o Clube de Cinema de Porto Alegre se reúne na sala do Cine Bancários para uma sessão do filme A Natureza das Coisas Invisíveis, primeiro longa de Rafaela Camelo. Selecionado pela Academia Brasileira de Cinema para compor a lista de pré-indicados do Brasil ao Oscar, o filme acompanha duas meninas que se conhecem em um hospital e constroem uma amizade a partir de pequenas descobertas sobre a vida e a morte, acompanhando mudanças na percepção das duas personagens à medida que elas lidam com questões que os adultos nem sempre conseguem explicar.


Confira os detalhes da sessão:


SESSÃO DE SÁBADO NO CLUBE DE CINEMA

📅 Data: Sábado, 12/09, às 10h15 da manhã

📍 Local: Cine Bancários

Rua General Câmara, 424 – Centro Histórico – Porto Alegre

A Natureza das Coisas Invisíveis

Brasil e Chile, 2025, 90min

Direção e roteiro: Rafaela Camelo

Elenco: Laura Brandão, Serena, Larissa Mauro, Camila Márdila, Aline Marta Maia

Sinopse: Durante as férias de verão, Glória, filha de uma enfermeira, e Sofia, que visita a bisavó internada com Alzheimer, se conhecem em um hospital. A amizade entre as duas as leva a compartilhar descobertas e experiências que modificam sua maneira de perceber a vida e a morte.

Sobre o Filme: Quando se é criança a mesma possui uma curiosidade que a faz sempre perguntar diversas coisas para a pessoa adulta próxima. É claro que determinados dilemas, seja com relação sobre a vida e a morte, tornam o assunto algo difícil para ser dialogado para uma criança que recém está conhecendo o mundo. "A Natureza das Coisas Invisíveis" (2025) nos revela um retrato singelo da inocência perante as adversidades da vida que fazem os adultos se sentirem esgotados em alguns momentos  nesta jornada.

Dirigido por Rafaela Camelo, o filme conta a história de duas meninas que se conhecem em um hospital em suas férias e, ao compartilharem o desejo de sair, formam uma amizade entre momentos difíceis. Glória (Laura Brandão), uma menina de dez anos, está com a mãe no hospital onde ela trabalha e acaba conhecendo Sofia (Serena), da mesma idade. Entediadas por estarem perdendo suas férias dentro de um hospital, elas exploram o lugar juntas e vão formando um laço de amizade.

Confira a minha crítica completa já publicada clicando aqui. 

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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Cine Dicas: Estreias do Final de Semana (10/09/26)

 DA MAGIA À SEDUÇÃO: FEITIÇO DE AMOR

Sinopse: O filme retorna a um universo envolto em travessuras à luz da lua e em uma poderosa magia ancestral. As irmãs Owens precisarão enfrentar a sombria maldição que ameaça destruir sua família de uma vez por todas.


A ILHA ESQUECIDA

Sinopse: Jo e Raissa, recém-formadas no ensino médio e melhores amigas desde a infância, estão prestes a seguir caminhos distintos. Enquanto celebram a sua última noite juntas, elas encontram um portal misterioso que as transporta para a fantástica ilha de Nakali.


A MARAVILHOSA ÁRVORE ENCANTADA

Sinopse: Em uma jornada mágica para toda a família, A MARAVILHOSA ÁRVORE ENCANTADA acompanha Tim (Andrew Garfield), Polly (Claire Foy) e seus três filhos, que deixam a cidade grande para recomeçar no interior da Inglaterra. Longe das telas, as crianças descobrem uma árvore mágica que os leva a mundos fantásticos.


CÓDIGO: VINGANÇA

Sinopse: Após testemunhar o assassinato de seu chefe bilionário e ser injustamente incriminado pelo crime, Cole Reed (Jason Statham) embarca em um navio cargueiro em uma cruzada solitária para vingar a morte de seu chefe. 

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