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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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domingo, 16 de agosto de 2026

Cine Especial: Próximo Cine Debate – 'Steve'

Sinopse: É um dia decisivo na vida de Steve (Cillian Murphy), o dedicado diretor de um reformatório inglês nos anos 90.

Tim Mielants é um cineasta belga que construiu uma sintonia notável ao dirigir Cillian Murphy. Após trabalharem juntos na terceira temporada de "Peaky Blinders" (2013-2022) e na adaptação de "Pequenas Coisas Como Estas" (2024), a parceria se repete em "Steve" (2025). Aqui, o diretor extrai ao máximo o talento do ator em meio a uma trama que coloca todos os personagens à beira de um ataque de nervos e rebeldia.

Com roteiro assinado por Max Porter, inspirado em seu próprio livro (Shy), acompanhamos um único dia na vida do protagonista Steve (Cillian Murphy), diretor de um reformatório inglês na década de 1990. Enquanto tenta proteger a integridade da instituição e evitar o seu iminente fechamento, ele enfrenta a deterioração de sua própria saúde mental, esgotada pela exaustão e pelas exigências do trabalho. Em paralelo aos esforços de Steve, o jovem Shy (Jay Lycurgo) lida com os traumas do passado e a escassez de perspectivas para o futuro.

O subgênero de filmes ambientados em reformatórios não é novidade na história do cinema. Infelizmente, algumas obras acabam passando despercebidas pelo grande público, como o elogiado "O Reformatório Nickel" (2025). "Steve", contudo, conta com a vantagem de ser estrelado por um ator vencedor do Oscar — embora a narrativa entregue muito mais do que apenas um grande nome no elenco.

Para começar, Mielants não poupa esforços para nos imergir naquele cenário — por vezes acolhedor, por vezes infernal. Sua câmera desliza com facilidade por corredores, salas de professores e salas de reunião, onde as discussões se tornam cada vez mais acaloradas à medida que o tempo avança. O filme explora a virtude daqueles profissionais em querer ajudar os jovens, evidenciando o contraste com a omissão governamental, mais interessada em mover as engrenagens do sistema do que em investir em uma educação que acolha os excluídos.

Por conta disso, vemos um belo casamento entre a direção e o elenco. Cillian Murphy se entrega ao personagem de corpo e alma; sua obsessão em ajudar aqueles garotos levanta questionamentos no espectador, mas aos poucos compreendemos suas motivações e o motivo de seu ritmo incansável mesmo quando tudo parece ruir. Quando detalhes de seu passado vêm à tona, percebemos que Steve não é apenas uma figura virtuosa, mas alguém em busca de redenção para aplacar seus próprios fantasmas.

Vale destacar também o excelente elenco jovem. A obra explora uma estética quase documental inserida na ficção, conferindo um tom ainda mais cru e naturalista às cenas. Nota-se que parte das sequências nasce do improviso, onde os atores reagem organicamente à urgência do ambiente — aquele espaço que representa, ao mesmo tempo, uma segunda chance e a iminência do declínio. O destaque vai para Jay Lycurgo, que protagoniza momentos angustiantes e leva os personagens ao seu redor a testarem os próprios limites.

Em suma, o filme é um belo exemplo de direção autoral aliada a atuações entregues e viscerais. Resta aguardar a próxima colaboração entre Tim Mielants e Cillian Murphy, parceria que continua rendendo obras marcantes. Em "Steve", caminhamos lado a lado com o protagonista para adentrar seus conflitos e sua constante busca pela paz de espírito.


Onde Assistir: Netflix

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Cine Dica: Próximo Cineclube Torres - 'O Cheiro da Papaia Verde'

 Sessão do Cineclube Torres de segunda-feira, dia 17 às 20h, com o filme franco-vietnamita "O cheiro da papaia verde" (1993) de Tran Anh Hung.

O filme encerra o ciclo de filmes de julho com protagonistas femininas ligadas a trabalhos de limpeza e faxinas, na Sala Audiovisual Gilda e Leonardo. Mui trabalhou a vida inteira como empregada. O seu último e mais recente trabalho foi em uma família muito rica da alta sociedade chinesa. Agora, anos depois, ela é casada com um pianista e pouco se lembra dos tempos difíceis da juventude. Mas tem uma coisa que a faz sempre relembrar do passado: o cheiro do mamão papaia verde.

Serviço:

O que: Exibição do filme "O Cheiro da Papaia Verde" (1993) de Tran Anh Hung (França/Vietnam)

Onde: Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, junto à escola Up Idiomas, Rua Cincinato Borges 420, Torres

Quando: Segunda-feira, 17/8, às 20h

Ingressos: Entrada Franca, até lotação do local (aprox. 22 pessoas).


Cineclube Torres

Associação sem fins lucrativos

Ponto de Cultura – Lei Federal e Estadual Cultura Viva

Ponto de Memória – Instituto Brasileiro de Museus

Sala de Espetáculos e Equipamento de Animação Turística - Cadastur


CNPJ 15.324.175/0001-21

Registro ANCINE n. 33764

Produtor Cultural Estadual n. 4917

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Cine Especial: Revisitando 'A Hora da Zona Morta'

Muitos filmes que assisti quando criança me marcaram bastante, principalmente pelo fato de eu não estar preparado para eles. Em alguns casos, foram longas que vi no Supercine, da Rede Globo, e que assisti acompanhado de minha mãe, que fazia questão de estar ao meu lado nessas sessões. "A Hora da Zona Morta" (The Dead Zone, 1983) foi um desses títulos que me pegaram desprevenido e que, com o passar do tempo, só cresceram na minha memória.

Dirigido pelo mestre David Cronenberg e baseado na obra de Stephen King, o filme conta a história de Johnny Smith (Christopher Walken), um professor de literatura prestes a se casar que sofre um grave acidente de carro e fica cinco anos em coma. Ao recobrar a consciência, descobre que perdeu sua carreira e sua noiva, Sarah Bracknell (Brooke Adams). Em contrapartida, adquiriu poderes paranormais que lhe permitem ver o futuro. Ele passa a ter a capacidade de alterar o curso dos acontecimentos, o que estabelece seu grande dilema: interferir ou sofrer sozinho ao antever as tragédias prestes a acontecer?

Entre o final dos anos 1970 e o início dos anos 1980, as obras literárias de Stephen King eram adaptadas em profusão para o cinema, alcançando enorme sucesso — movimento impulsionado pelo impacto de "Carrie, a Estranha" (1976). No entanto, ficou célebre o atrito entre o escritor e o diretor Stanley Kubrick ao adaptar "O Iluminado" (1980), já que o longa se distanciou da fonte original para se tornar uma obra mais autoral do cineasta do que do próprio autor. Esperava-se, portanto, que a direção de David Cronenberg pudesse ter um destino semelhante, mas não foi exatamente o que ocorreu.

Vindo de uma carreira construída com produções autorais marcantes, como "Videodrome - A Síndrome do Vídeo" (1983), assumir uma adaptação de um escritor tão popular poderia não parecer o território mais propício para um realizador de estilo tão vincado. Contudo, é fascinante notar como o longa funciona perfeitamente como adaptação. Quem leu o livro reconhecerá diversas passagens transpostas fielmente para a tela, ainda que certas tramas tenham sido sintetizadas — caso do romance entre o protagonista e sua noiva, que teve o tempo de tela reduzido. A meu ver, o realizador optou por focar na dimensão humana de um homem que acorda do coma após anos e descobre um dom que pode ajudar os outros, mas ao custo de um fardo devastador.

Em vez de adentrar o gênero fantástico de forma imediata, Cronenberg prefere ancorar os personagens em um território de forte realismo dramático. Por conta disso, nos simpatizamos genuinamente com o protagonista: temos tempo de conhecê-lo antes do famigerado acidente. A partir do momento em que ele acorda, ficamos cada vez mais intrigados com suas dores e com os limites a que esse dom o levará.

Com uma estética de contornos góticos — muito característica do suspense e do horror da época —, o longa ostenta um visual elegante e mórbido que continua a fascinar. Não envelheceu; pelo contrário, apurou-se como um bom vinho. Destaco a sequência em que o protagonista investiga o assassinato de uma jovem em uma praça, cuja revelação sobre o culpado choca até hoje. Lembro-me perfeitamente do impacto da cena da tesoura — e quem já assistiu ao filme sabe do que estou falando.

Vindo de uma ascensão meteórica após ser agraciado com o Oscar de Ator Coadjuvante por "O Franco Atirador" (1978), Christopher Walken nos brinda com uma interpretação marcante. Seu Johnny Smith é uma figura tragicamente presa a uma dádiva que só lhe traz dor, enquanto busca desesperadamente entender o propósito de sua condição. Curiosamente, a resposta para o seu tormento surge na figura do candidato a presidente Greg Stillson.

Era o início dos anos 1980, e o mundo ainda vivia sob a sombra da Guerra Fria. O presidente era Ronald Reagan, ex-ator que prometia uma nova utopia ao povo americano enquanto desgastava a nação em conflitos geopolíticos e econômicos. O Greg Stillson apresentado na trama não é apenas uma caricatura megalomaníaca do cenário reaganista, mas também um anteparo profético de lideranças populistas e de extrema-direita, tornando esse trecho do filme mais atual do que nunca. Martin Sheen brilha ao interpretar um sujeito consumido por suas próprias ambições, mestre em persuadir uma multidão sedenta por falsas promessas.

O desfecho surge de forma abrupta, porém extremamente corajosa para os padrões da época, marcando profundamente minha infância. Vale lembrar que o livro ganhou outra adaptação anos mais tarde, desta vez para a TV na série "O Vidente" (2002–2007), embora sem alcançar o status cult que o filme de Cronenberg consolidou com o tempo. Outra curiosidade instigante: no início do longa, Johnny sugere aos seus alunos a leitura de "A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça"; anos depois, em 1999, o próprio Christopher Walken interpretaria o lendário vilão na adaptação dirigida por Tim Burton.

Lançado no Brasil em uma apurada edição física pela Obras Primas do Cinema, "A Hora da Zona Morta" é um verdadeiro sobrevivente ao teste do tempo — e uma daquelas obras inesquecíveis que marcaram a minha juventude.


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quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Cine Dica: Clube de Cinema: "Corra, Lola, Corra" (15/08) no Instituto Goethe

Neste sábado (15/08), o Clube de Cinema de Porto Alegre se reúne às 10h15 da manhã no auditório do Instituto Goethe para uma exibição do cult Corra, Lola, Corra, de Tom Tykwer.

Combinando ação, romance, animação e experimentação narrativa, o filme acompanha Lola, uma jovem que recebe um telefonema desesperado de seu namorado, Manni. Ele perdeu uma grande quantia de dinheiro e precisa recuperá-la em apenas 20 minutos. A partir daí, ela precisa atravessar as ruas de Berlim em uma corrida contra o tempo, enquanto pequenos acontecimentos parecem ser capazes de alterar o rumo da história.


Confira os detalhes da sessão:

SESSÃO DE SÁBADO NO CLUBE DE CINEMA

📅 Data: Sábado, 15/08, às 10h15 da manhã

📍 Local: Instituto Goethe -

Rua 24 de Outubro, 112 - Moinhos de Vento, Porto Alegre

🎟️ Entrada franca e aberta à comunidade


Corra, Lola, Corra (Lola rentt)

Alemanha, 1998, 81min

Direção e roteiro: Tom Tykwer

Elenco: Franka Potente, Moritz Bleibtreu, Herbert Knaup, Armin Rohde

Sinopse: Lola recebe um telefonema do namorado Manni, que perdeu uma grande quantia de dinheiro e precisa recuperá-la em apenas vinte minutos. Ela parte então em uma corrida desesperada por Berlim, numa tentativa de evitar que ele cometa um ato irreversível.

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Cine Dicas: Estreias do Final de Semana (13/08/26)

 O FIM DA RUA

Sinopse: Após um misterioso evento cósmico arrancar a Rua Oak do subúrbio e transportar o bairro para um lugar desconhecido, a família Platt logo descobre que sua sobrevivência depende de permanecerem unidos enquanto enfrentam um ambiente agora irreconhecível.


A MORTE DE ROBIN HOOD

Sinopse: Heróis se vão. Lendas são para sempre. Atormentado pelas cicatrizes de uma vida marcada pelo crime, Robin Hood (Hugh Jackman) sobrevive por pouco àquela que acreditava ser sua batalha final. Gravemente ferido, ele é encontrado por uma mulher misteriosa que o recolhe das sombras e passa a cuidar de seus ferimentos. Com o corpo fora de combate, cada erro cometido no passado volta para assombrá-lo.


PATRULHA CANINA: UMA AVENTURA DINO

Sinopse: A maior aventura que a nossa Patrulha favorita já enfrentou! 

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quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Cine Dica: Streaming – 'Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba - Castelo Infinito'

Sinopse: Tanjiro e os Hashira entram em uma batalha final colossal. Após o líder do Esquadrão de Caçadores ficar em perigo, eles avançam até a base secreta, mas acabam sugados para o misterioso e distorcido labirinto da fortaleza de Muzan Kibutsuji, dando início à guerra definitiva.

Foi-se o tempo em que as maiores bilheterias mundiais pertenciam exclusivamente ao território norte-americano. A animação chinesa "Ne Zha 2: O Renascer da Alma" (2025) impressionou o mundo ao ultrapassar a marca de dois bilhões de dólares em bilheteria, provando a força avassaladora do mercado audiovisual chinês. Por sua vez, o anime japonês "Demon Slayer: Castelo Infinito" (2025) não apenas dá continuidade a uma franquia de estrondoso sucesso, mas fortalece ainda mais a presença da cultura pop do Terra do Sol Nascente no cenário global.

Dirigido por Haruo Sotozaki, o longa retoma a trajetória do jovem Tanjiro, que descobre que sua família foi exterminada por criaturas demoníacas conhecidas como Onis, e cuja irmã acabou transformada em uma dessas entidades. Ele se junta à organização dos Caçadores de Demônios determinado a curar a irmã e derrotar o responsável por essa tragédia. Durante essa jornada, o grupo é lançado para o interior da fortaleza mutável de Muzan Kibutsuji, deflagrando o confronto final.

Com quatro temporadas já consolidadas entre o público otaku e amante da cultura pop, a expansão do universo de Demon Slayer para as telonas era questão de tempo. A escolha dos realizadores em adaptar o clímax da história como uma trilogia cinematográfica iniciada por este filme provou-se um acerto monumental. Estamos presenciando uma nova era dos animes no cinema; poucas vezes se viu um fenômeno de público desse porte, mesmo resgatando precedentes históricos como o aclamado "A Viagem de Chihiro" (2001).

Trata-se, contudo, de uma experiência melhor aproveitada por quem já acompanha a série de TV. O filme não perde tempo e lança os protagonistas diretamente no epicentro da ação, o que pode exigir um esforço extra de adaptação do espectador de primeira viagem. Ainda assim, a direção é ágil ao inserir flashbacks pontuais para os personagens principais, construindo uma camada emocional genuína a partir de origens trágicas. A sequência de combate entre Tanjiro e Akaza é espetacular — com este último praticamente assumindo o protagonismo no ato final ao ter seu passado sombrio revelado.

Esteticamente, a produção ostenta um dos visuais mais deslumbrantes do cinema recente. O desenho arquitetônico da fortaleza distorcida não fica devendo em nada a concepções como a Dimensão Espelhada de "Doutor Estranho" (2016) ou o universo dos sonhos de "A Origem" (2010). O grande mérito da Ufotable está em mesclar a linguagem da animação tradicional ao topo da tecnologia em computação gráfica (CGI), conferindo peso e tridimensionalidade a cada movimento.

Para quem cresceu assistindo a clássicos como "Os Cavaleiros do Zodíaco", o longa é um prato cheio ao explorar guerreiros que canalizam forças elementares em combate. O resultado são sequências de ação que operam como um verdadeiro balé: uso preciso da câmera lenta, cortes árabes, giros espaciais audaciosos e uma paleta de cores vibrante que arremata a fotografia. Tudo isso profundamente enraizado na tradição cultural japonesa, ainda que envelopado pelo gênero da alta fantasia.

O único ponto negativo é a inevitável ansiedade pela espera dos dois capítulos seguintes. Até lá, o filme certamente terá angariado uma nova legião de admiradores, impulsionando a busca tanto pela série animada quanto pelos mangás originais. Se as continuações mantiverem esse nível de apuro técnico e dramático, cada segundo de espera terá valia.

"Demon Slayer: Castelo Infinito" consolida-se como uma das maiores e mais gratificantes surpresas do ano, demonstrando que o alcance do cinema de animação japonês definitivamente não possui mais fronteiras.

Onde Assistir: Crunchyroll

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Cine Dica: Cinesemana de 13 a 19 de agosto de 2026

A cinesemana de 13 a 19 de agosto traz a aguardada estreia de ACAMPAMENTO MIASMA: SEXO, ADOLESCÊNCIA E MORTE, o terror slasher dirigido por Jane Schoenbrun e que lotou a sessão de pré-estreia realizada no final de semana passado. Outro destaque é HONESTINO, misto de documentário e ficção que recupera a trajetória de Honestino Guimarães, líder estudantil sequestrado pela ditadura militar brasileira. Também recebemos a MOSTRA DO CINEMA PERNAMBUCANO, que reúne quatro longas restaurados em 4k e representativos de várias décadas da produção de diretores de Pernambuco.

Seguem em cartaz CHAMPAGNE: UMA VIAGEM DE PAI E FILHO, do diretor holandês Tim Kamps, que faz um relato emocionante do reencontro entre um pai doente e seu filho distante, e YUNAN, do diretor sírio Ameer Fakher Eldin, sobre um escritor que busca um sentido para sua vida em uma ilha remota. Em terceira semana, A PROFESSORA DE PIANO, com Isabelle Huppert, completa 25 anos e reforça a direção hábil de Michael Haneke na abordagem da psique humana.

A programação da semana segue com filmes prestigiados, incluindo O CONVITE, da diretora Olivia Wilde, sobre dois casais que discutem as relações, e FRANZ, da polonesa Agnieszka Holland, sobre a trajetória do escritor Franz Kafka.

Confira a programação completa no site oficial da cinemateca clicando aqui.