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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Especial: Clube de Cinema - 'Circusboy'

 ​Nota: Filme exibido para os associados no dia 23/05/26.

Sinopse: O filme acompanha Santino, um garoto de circo que viaja pelo país com sua família e seus animais. Para ele, o lar está aqui hoje e lá amanhã.

​Por ter nascido no início dos anos oitenta, cheguei a conhecer os circos dos velhos tempos, época em que o picadeiro nos brindava com verdadeiros espetáculos. Posteriormente, conheci o clássico "O Maior Espetáculo da Terra" (1952), no qual as andanças de um grupo circense através dos EUA eram retratadas como uma grande aventura. Hoje, o circo já não é mais o mesmo de seus tempos dourados.

​Com o advento de novas tecnologias e o fácil acesso a outros meios de entretenimento, o circo atual sobrevive apenas através da paixão daqueles que não sabem viver de outra forma a não ser manter o espetáculo vivo, mesmo com poucos recursos. O filme brasileiro "O Grande Circo Místico" (2018) sintetiza bem essa realidade ao retratar uma família que, de geração em geração, insiste em manter a lona erguida mesmo quando se encontra à beira da falência. É aí que chegamos ao ponto central de "Circusboy" (2025), um documentário alemão sobre a cruzada de uma família circense através das décadas, testemunhada pelo olhar de uma criança sonhadora.

​Dirigido por Julia Lemke e Anna Koch, o documentário foca em Santino, um menino que cresce em um circo itinerante, onde o lar é a sua família, e não um lugar geográfico. Seu bisavô Ehe, um lendário diretor de circo alemão, compartilha histórias de sua carreira, incutindo em Santino o amor pela vida nômade. Em seu aniversário de 11 anos, Ehe o desafia a descobrir seu próprio talento e a contribuir ativamente para a comunidade.

​Assistir ao documentário não apenas me fez relembrar a minha infância, como também trouxe à memória os filmes citados acima. No longa, não vemos as cineastas interagindo com as figuras centrais da obra; elas optam por registrar o dia a dia de forma observacional, conduzidas pela perspectiva do pequeno Santino. Os minutos iniciais são uma representação genuína dessa escolha estética, já que a câmera o acompanha de perto, tornando-se uma extensão do nosso próprio olhar sobre o que virá a seguir.

​Santino procura sempre ser prestativo nas tarefas diárias para erguer a lona e começar o espetáculo. Ao mesmo tempo, o documentário revela o peso desse nomadismo precoce, já que a rotina itinerante faz com que o jovem mude de escola inúmeras vezes. Curiosamente, nada abala o garoto, que se encontra totalmente encantado pelo universo criado por sua família.

​Esse encanto é fortalecido pelo bisavô, que comanda o circo desde a juventude e mantém a tradição viva através das décadas. É nessa relação, por exemplo, que o documentário revela seu real charme: o uso de desenhos tradicionais como uma espécie de reconstituição do passado da família. Essa jornada entre altos e baixos nos encanta pela criatividade, sendo impossível não se emocionar com a trajetória de um determinado elefante que se tornou figura fundamental para aquela comunidade circense.

​Acima de tudo, "Circusboy" não é apenas um documentário sobre a resistência da arte circense em pleno século XXI, mas também sobre a jornada de um jovem em busca de seu lugar no picadeiro. Um longa que reforça a importância de mantermos nossos sonhos intactos, mesmo quando as adversidades surgem com o tempo. O show precisa continuar, mesmo quando o mundo diz o contrário.

​"Circusboy" é uma sensível declaração de amor para aqueles que guardam boas lembranças da era de ouro do circo e para os que, ainda hoje, lutam para manter esse espetáculo vivo.

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Cine Dica: CINEMA ESTRUTURAL: UMA BATALHA CONTRA A ILUSÃO

De Frederico Franco

* Datas: 06 e 07 / Junho (sábado e domingo)

* Local: Cinemateca Capitólio (Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro - Porto Alegre - RS)

* Horário: 14h30 às 17h30


Apresentação

Em 1969, o historiador do cinema P. Adams Sitney publica na revista Film Culture Reader o texto Structural Film. Nesse curto artigo, o autor propõe uma nova nomenclatura para uma específica produção de cinema experimental norte-americano: Filmes Estruturais. A categoria de Sitney diz respeito a obras que priorizam a forma em detrimento do conteúdo através de uma objetividade da linguagem. Planos simples, movimentos de câmera, cópias em loop e o efeito de flicker são utilizados com o objetivo de revelar as particularidades materiais da película, ou, como descrito no ensaio, revelar sua “estrutura”.

Objetivos

O curso CINEMA ESTRUTURAL: UMA BATALHA CONTRA A ILUSÃO, ministrado por Frederico Franco, tem como objetivo analisar as principais características estéticas e as principais obras que moldaram o Cinema Estrutural norte-americano ao longo dos anos 1960 e 1970. Ao longo dos encontros, serão observados seus diálogos com sua herança vanguardista, os debates que formaram o movimento, possíveis interlocuções com as artes visuais e reflexos no cinema brasileiro. Ao final, busca-se compreender como o estrutural não representa apenas uma força reativa formal, mas também um instrumento de subversão política.

Ministrante: Frederico Franco

Pesquisador e crítico de cinema. Bolsista de Doutorado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGAV | UFRGS), na linha de pesquisa Imagem, cultura e memória. Mestre em Cinema e Artes do Vídeo pela Universidade Estadual do Paraná (PPG-CINEAV | UNESPAR). Autor de artigos e um capítulo de livro a respeito do cinema estrutural e da obra de Michael Snow. Atualmente pesquisa interlocuções entre cinema experimental e artes visuais, cinema experimental brasileiro e cultura marginal a partir da obra de Torquato Neto.

Informações / Inscrições

https://cinemacineum.blogspot.com/2026/05/cinema-estrutural.html

domingo, 24 de maio de 2026

Cine Dica: Streaming - 'The Pitt 2ª Temporada'

Sinopse: acompanha o veterano Dr. Robby lidando com um severo esgotamento (burnout) e graves crises de saúde mental enquanto orienta novos médicos. 

A primeira temporada de "The Pitt" (2025) conquistou o público e a crítica de forma imediata. Seguindo os moldes da estrutura de "24 Horas", o programa retratou em tempo real o cotidiano de uma ala de emergência, mostrando como cada minuto pode se tornar um beco sem saída a partir do momento em que o médico esgota todos os métodos para salvar uma vida. "The Pitt – 2ª Temporada" (2026) surpreende ao manter o mesmo ritmo, provando que os realizadores não estão interessados em mexer em time que está ganhando.

Criada por R. Scott, a série explora ao longo de seus 15 episódios o que acontece em um turno de pronto-socorro. O Dr. Michael "Robby", interpretado pelo ator Noah Wyle, é o encarregado de liderar a equipe mais uma vez. No entanto, ele está prestes a sair de férias após vários meses de trabalho exaustivo — embora uma sucessão de obstáculos o faça duvidar se realmente conseguirá se afastar do hospital.

É curioso observar que os realizadores optaram por não arriscar inventar algo novo em termos de formato ou roteiro, seguindo a cartilha apresentada no ano anterior. Contudo, os roteiristas foram engenhosos ao explorar assuntos atuais dentro da trama, como o impacto da Inteligência Artificial e da internet, e como essas ferramentas tornaram as pessoas excessivamente dependentes em tempos de crise. Além disso, os criadores foram felizes ao traçar uma crítica contundente e muito bem-vinda às políticas anti-imigração, fazendo com que o programa dialogue perfeitamente com os dilemas debatidos no mundo real.

O Dr. Michael "Robby" é novamente o coração da série, defendido com maestria por Noah Wyle. Ele procura, de todas as formas, manter intacta a sua tão sonhada viagem de moto pelos próximos três meses, mas a responsabilidade que carrega dentro do ambiente de trabalho o faz questionar se um dia poderá, de fato, embarcar sem rumo. Do começo ao fim, o espectador se pergunta qual será o seu destino derradeiro, gerando até mesmo um certo temor pelo seu futuro.

Os demais personagens também ganham seu lugar de destaque, com ênfase na estreante Dra. Baran Al-Hashimi (Sepideh Moafi), que assumirá a chefia da equipe na ausência de Robby. Defensora do uso de IA e da tecnologia para otimizar o atendimento hospitalar, ela entra em constante conflito com o protagonista. Paralelamente, a personagem esconde segredos que vão sendo revelados aos poucos ao longo do percurso.

Acima de tudo, esta é uma série com a qual facilmente nos identificamos, mesmo não sendo médicos. Afinal, todos temos noção do que é trabalhar sob pressão no dia a dia — especialmente lidando com vidas humanas, onde cada paciente carrega a sua própria história. Por conta disso, nos pegamos torcendo pelos personagens, não apenas para que salvem as vidas que chegam à emergência, mas também para que, ao final do expediente, estejam mentalmente bem para enfrentar o dia seguinte.

A segunda temporada de "The Pitt" mantém as cartas de um jogo que já havia dado certo, consolidando seu status como uma das melhores séries dos últimos anos.


Onde Assistir: HBO MAX

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Cine Especial: Próximo Cine Debate - 'PARASITA'

Sobre o Filme: Joon-ho Bong é um desses casos de cineastas autorais que conseguem fazer uma análise crítica sobre o mundo contemporâneo em que vivemos através de diversos gêneros. Se por um lado "Expresso do Amanhã" (2013) era uma ficção futurística sobre a luta entre as classes dentro de um único cenário, do outro,  "Okja" (2017) fala de uma sociedade consumista, zumbi e sem se importar com o consumo vindo de seres que não podem nem se defender.  Eis então que chegamos ao filme "Parasita", onde novamente se tem um estudo sobre o atrito entre as classes e culminando em desdobramentos surpreendentes.

O filme conta a história da família Ki-taek que se encontra desempregada, vivendo num porão sujo e apertado. Uma obra do acaso faz com que o filho adolescente da família comece a dar aulas de inglês à garota de uma família rica. Fascinados com a vida luxuosa destas pessoas, pai, mãe, filho e filha bolam um plano para se infiltrarem também na família burguesa, um a um. Porém, os segredos e mentiras necessários à ascensão social custarão caro a todos.

Confira a minha crítica completa já publicada clicando aqui e participe da próxima live do Cine Debate. 

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Cine Dica: Próxima Atração do Cine Clube Torres - 'Aos Olhos de Ernesto'

Cineclube Torres encerra o ciclo dedicado ao ator porto alegrense Júlio Andrade com o filme "Aos Olhos de Ernesto" da Ana Luiza Azevedo na segunda-feira dia 25 de maio, às 20h.

 “Aos olhos de Ernesto” conta a história de um velho fotógrafo uruguaio que está ficando cego e tenta conviver com as limitações da velhice. Até que Bia, uma jovem e descuidada cuidadora de cães, atropela a sua vida colocando em risco seu metódico cotidiano e Ernesto descobre que a vida e o amor ainda são possíveis. A história de Ernesto é inspirada na vida do fotógrafo italiano Luigi Del Re, morador da capital gaúcha e pai do fotógrafo Fábio Del Re, com quem Ana Luiza trabalhou em seu longa de estreia, Antes que o mundo acabe (2009).

O filme obteve o Prêmio da Crítica n Mostra de São Paulo em 2019 e recebeu o prêmio de melhor filme pelo Júri Popular e Melhor ator protagonista (Jorge Bolani) no Festival de Punta del Este em 2020. A sessão será realizada na Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, na rua Pedro Cincinato Borges 420, contando para isso com a parceria e o patrocínio da Up Idiomas Torres. Entrada franca até a lotação do espaço.

O Cineclube Torres é uma associação sem fins lucrativos, em atividade desde 2011; Ponto de Cultura certificado pela Lei Cultura Viva federal e estadual; Ponto de Memória pelo IBRAM; Biblioteca Comunitária no Mapa da Cultura, Sala de Espetáculos e Equipamento de Animação Turística certificada pelo Ministério do Turismo (Cadastur); Selo Destaque no Turismo da Georrota Cânions do Sul.

Serviço: 

O que: Exibição do filme "Aos Olhos de Ernesto" (2019) de Ana Luiza Azevedo

Onde: Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, junto à escola Up Idiomas, Rua Cincinato Borges 420, Torres

Quando: Segunda-feira, 25/5, às 20h

Ingressos: Entrada Franca, até lotação do local (aprox. 22 pessoas).

Cineclube Torres

Associação sem fins lucrativos

Ponto de Cultura – Lei Federal e Estadual Cultura Viva

Ponto de Memória – Instituto Brasileiro de Museus

Sala de Espetáculos e Equipamento de Animação Turística - Cadastur

CNPJ 15.324.175/0001-21

Registro ANCINE n. 33764

Produtor Cultural Estadual n. 4917

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Cine Especial: Conhecendo 'A Liberdade é Azul'

Em sua curta, porém marcante carreira, Krzysztof Kieślowski construiu obras que não falavam apenas de sua Polônia natal, mas também da França, país que tão bem o acolheu. Seus filmes trazem sempre uma exploração profunda sobre o individualismo e as escolhas que movem o sujeito — temática que foi brilhantemente explorada, por exemplo, em Sorte Cega (1987).

Contudo, a questão do individualismo talvez tenha encontrado seu ápice no período em que a sociedade atravessava a transição entre as décadas de 1980 e 1990. Naqueles primeiros anos da última década do século XX, o mundo caminhava para um cenário de solidão, onde a preocupação com o próximo parecia ceder lugar ao autocentramento. "A Liberdade é Azul" (1993) envereda por esse pensamento: nele, a protagonista aprende, a duras penas, que não é possível desvencilhar-se tão facilmente do calor humano.

Na trama, após um trágico acidente que vitima seu marido e sua filha, Julie (Juliette Binoche) decide renunciar à sua própria história. Ela se afasta de tudo e de todos, assumindo o anonimato em meio à multidão parisiense. Essa existência fantasmagórica começa a ruir quando ela se vê compelida a lidar com uma importante obra inacabada de seu falecido esposo, um compositor de fama internacional.

Kieślowski filma como poucos. Sua fotografia fria sintetiza o estado emocional de uma personagem que tenta, a todo custo, não expressar sentimentos. Além disso, quando Julie é confrontada por perguntas de outros personagens, o diretor frequentemente faz uso de fades para o preto (escurecendo a imagem), como se, em seu interior, ela buscasse forças para responder. É como se houvesse um lapso temporal; o mundo à sua volta já não é urgente o suficiente para exigir uma resposta imediata.

Juliette Binoche — que muitos conheceram pelo clássico O Paciente Inglês (1996) — nos brinda com uma atuação que sustenta o filme. Ela constrói um ser que busca a assepsia emocional, mas que recupera a humanidade aos poucos, conforme pessoas ligadas ao seu passado ressurgem. Os personagens secundários, por sua vez, orbitam Julie em busca de suas próprias respostas, revelando-se também em jornadas particulares de autodescoberta.

"A Liberdade é Azul" abre a "Trilogia das Cores" de Kieślowski, seguida por "A Igualdade é Branca" (1994) e encerrada com "A Fraternidade é Vermelha" (1994). Há quem diga que as cores são apenas uma homenagem à bandeira francesa, mas elas funcionam, primordialmente, em sintonia com os sentimentos da trama. Aqui, o azul talvez seja uma representação do amor que cerca a personagem; um sentimento que ela recusa, mas que a impregna conforme a narrativa avança.

Com um teor psicológico e, por vezes, sombrio, o longa é apontado como uma obra à frente de seu tempo, antecipando dilemas que o cinema exploraria com afinco na virada do milênio. Assim como "Amores Expressos" (1994), o filme de Kieślowski é um daqueles casos que tardei a assistir, mas que, ao conhecer, percebo o quanto ainda há de "diamantes" dos anos 90 a serem descobertos. Nunca é tarde para apreciá-los.

"A Liberdade é Azul" é Kieślowski em sua essência: uma poderosa representação da alma humana em tempos de mudança.

Onde Assistir: MUBI. 

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Clube de Cinema de Porto Alegre: "Circusboy" (23/05) no Instituto Goethe

Neste sábado, dia 23 de maio, nosso encontro será no auditório do Instituto Goethe, às 10h15 da manhã, onde assistiremos ao filme Circusboy, dirigido por Julia Lemke e Anna Koch.

Misturando elementos de documentário, animação e road movie, o filme acompanha o cotidiano de uma das últimas famílias circenses itinerantes da Europa a partir do olhar de Santino, um menino de 11 anos que tenta descobrir qual será o seu lugar dentro do circo. Ao longo de um ano de viagens, apresentações e mudanças de cidade, o documentário observa não apenas a rotina de trabalho e convivência dessa comunidade, mas também as ambiguidades de uma forma de vida marcada simultaneamente pela liberdade, pela instabilidade e pela permanência de tradições familiares.

Também gostaríamos de te lembrar que o Clube de Cinema está em busca de recursos para realizar seu projeto de preservação da memória de seus 80 anos. Estamos participando de uma seleção pública por meio de uma emenda parlamentar na qual os projetos mais votados serão contemplados. Participar é muito simples: basta acessar o formulário neste link, preencher seus dados e avançar para a próxima etapa. Primeiro, é necessário votar em um projeto da área da saúde. Depois, na aba “Demais Áreas”, você poderá selecionar o Clube de Cinema de Porto Alegre (código 0058). Após escolher um projeto da saúde e um projeto em “Demais Áreas”, confirme seu voto!


Confira dos detalhes da sessão:


SESSÃO DE SÁBADO NO CLUBE DE CINEMA

📅 Data: Sábado, 23/05, às 10h15 da manhã

📍 Local: Instituto Goethe

Rua 24 de Outubro, 112 - Moinhos de Vento, Porto Alegre

Circusboy (Zirkuskind)

Alemanha, 2025, 86min

Direção e roteiro: Julia Lemke e Anna Koch

Sinopse: Acompanhando a rotina de um circo itinerante familiar, o filme segue Santino, um garoto de 11 anos que cresce entre viagens, apresentações e encontros passageiros enquanto tenta descobrir qual será o seu papel dentro da tradição circense herdada de sua família.

Esperamos contar com a tua presença!

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