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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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sexta-feira, 24 de abril de 2026

Cine Especial: Clube de Cinema - 'Amores Expressos'

Filme Exibido para os associados no dia 18/04/26

Wong Kar-Wai é frequentemente apontado como o último grande romântico do cinema. Isso se deve à habilidade do realizador em criar longas nos quais o romantismo se torna o mote principal da obra. Porém, suas histórias de amor não caem na vala comum da previsibilidade.

Até pouco tempo, eu acreditava que sua maior obra-prima fosse "Amor à Flor da Pele" (2000), cujos encontros e desencontros do casal central formam uma das melhores experiências cinematográficas que assisti neste século. O feito se repetiria em "2046 - Os Segredos do Amor" (2004), elevando ainda mais seu cinema autoral no tratamento do tema. No entanto, sua obra-prima acaba sendo justamente "Amores Expressos" (1994), um filme sobre conexões em meio a uma metrópole em constante movimento.

Nas ruas de Hong Kong, as tramas se entrelaçam: uma mulher misteriosa de peruca loira, um jovem policial que a persegue na multidão e uma garçonete sonhadora que se apaixona por outro oficial. Todos se cruzam em uma cidade frenética, enquanto suas vidas se tornam mais complexas do que se imagina.

Segundo registros, Quentin Tarantino fez questão de intermediar um acordo com a Miramax para que o filme fosse exibido nos EUA. É evidente que o diretor identificou ali uma obra que não apenas falava sobre os dilemas do amor, mas que era embalada pelo melhor da cultura pop dos anos 90. O longa talvez seja a melhor síntese daquela década, em tempos nos quais o ser humano se via cada vez mais refém de um capitalismo desenfreado.

Estamos diante de uma Hong Kong saturada de luzes e cores, onde pessoas ocupadas parecem ignorar o que acontece ao redor. O comércio é incessante; vendedores ambulantes oferecem de itens legais a ilícitos nos lugares mais improváveis. Neste cenário de sobrevivência, o amor encontra espaço, desde que se mantenha a resiliência.

A mulher de peruca loira é a figura mais enigmática. Testemunhamos ela operando no submundo do crime, dançando conforme a música e tentando estar sempre um passo à frente. Quando o Policial 223 tenta conquistá-la em um bar, ela encara a situação como algo banal, enquanto ele ainda nutre esperanças de aplacar a solidão. Enquanto ela já experimentou o lado cru da vida, ele demonstra acreditar em contos de fadas em meio a uma realidade rígida.

Tudo isso é orquestrado por um Wong Kar-Wai inspirado, alternando cenas reflexivas com sequências frenéticas. Por instantes, parece que assistimos a um filme policial, com elementos de film noir e uma narração em off que se ajusta perfeitamente ao ambiente. Mas então, surge o inesperado.

Uma lanchonete em um beco qualquer serve como ponto de referência para uma nova história. O filme possui duas narrativas distintas, unidas pelo cenário e pelo romantismo dos personagens. Porém, se na primeira parte tudo parecia caminhar para o sombrio, a segunda nos conduz por uma trilha de leveza e reflexão.

A relação do Policial 663 com a garçonete Faye é tão contagiante que chegamos a esquecer a trama anterior. Isso se deve não apenas ao talento de Tony Leung, mas à atuação ambígua de Faye Wong, que constrói uma personagem enigmática cujas ações inusitadas revelam seu interesse pelo policial de forma singular.

É curioso observar como o diretor analisa a comunicação humana através dos objetos, como se as posses dissessem algo sobre nós. A casa do policial torna-se um mosaico de sua personalidade, ganhando profundidade quando Faye a "invade" para reorganizar sua vida. Essa premissa recorda o coreano Casa Vazia (2004), de Kim Ki-duk, embora com desdobramentos distintos.

Ao final, entre encontros e desencontros, o longa ensina que sempre haverá recomeços, mesmo quando o amor não corresponde às nossas expectativas. É uma síntese sobre pessoas comuns em busca de sonhos na selva de pedra, tentando manter a essência mesmo quando o mundo diz o contrário. Com uma trilha icônica que inclui "California Dreamin'" e a versão de Faye Wong para "Dreams", "Amores Expressos" é um clássico que sintetiza os dilemas amorosos em um mundo em eterna mutação.


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Cine Dica: Sessão dupla no Clube de Cinema: "O Que Vale é a Palavra" (25/04) no Instituto Goethe e "Sunshine Express" (26/04)

Neste final de semana, teremos jornada dupla no Clube de Cinema de Porto Alegre!

No sábado, dia 25, nos encontramos no auditório do Instituto Goethe para assistir O Que Vale é a Palavra, filme ainda inédito no Brasil e dirigido por İlker Çatak, conhecido por A Sala dos Professores, que concorreu ao Oscar de Melhor Filme Internacional pela Alemanha em 2024.

Já no domingo, dia 26, nos reunimos na sala Eduardo Hirtz da Cinemateca Paulo Amorim para mais uma sessão em parceria com o Fantaspoa: dessa vez, exibiremos o filme iraniano Sunshine Express, de Amirali Navaee.


Confira os detalhes da programação:


SÁBADO (25/04, 10h15)

O Que Vale é a Palavra (Es gilt das gesprochene Wort)

Alemanha, 2019, 120min

Direção: İlker Çatak

Roteiro: İlker Çatak, Nils Mohl, Johannes Duncker

Elenco: Anne Ratte-Polle, Oğulcan Arman Uslu, Godehard Giese

📍 Local: Instituto Goethe – Rua 24 de Outubro, 112 - Moinhos de Vento, Porto Alegre

Sinopse: O encontro entre mundos distintos desencadeia uma relação inesperada quando Baran, um jovem turco que busca melhores condições de vida, conhece Marion, uma piloto alemã, nas praias de Marmaris. Ao convencê-la a levá-lo para a Alemanha, o que começa como um acordo pragmático gradualmente se transforma em um vínculo mais complexo.


DOMINGO (26/04, 10h15)

Sunshine Express

Irã, 2025, 100min

Direção e roteiro: Amirali Navaee

Elenco: Sam Nakhai, Babak Karimi, Azadeh Seifi, Shayesteh Sajadi, Mohammad Aghebati

📍 Local: Cinemateca Paulo Amorim, Sala Eduardo Hirtz

Casa de Cultura Mário Quintana – Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre

Sinopse: Um grupo de pessoas embarca em uma viagem encenada rumo a um destino mítico, assumindo papéis dentro de um jogo controlado por regras rígidas. À medida que a experiência avança, a dinâmica lúdica revela tensões, frustrações e desejos dos envolvidos, transformando a jornada em um reflexo crítico de suas próprias limitações e aspirações.

Nos vemos no final de semana!

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quinta-feira, 23 de abril de 2026

Cine Dicas: Estreias do Final de Semana (23/04/26)

 MICHAEL

Sinopse: Cinebiografia do Rei do Pop, Michael Jackson. O longa traz uma representação de sua vida e do legado, contando sua história além da música, traçando sua jornada desde a descoberta de seu talento até se tornar o artista visionário, cuja ambição criativa alimentou uma busca incansável para se tornar o maior artista do mundo.


BOA SORTE, DIVIRTA-SE, NÃO MORRA

Sinopse: Um homem, que afirma ser do futuro, faz reféns, os clientes de uma icônica lanchonete de Los Angeles, em busca de recrutas improváveis para uma missão de salvar o mundo.


UM PAI EM APUROS

Sinopse: No limite da tensão, uma mãe cansada de cuidar sozinha da casa e dos filhos decide se dar férias e deixa tudo sob os cuidados do marido.


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Cine Dica: Newsletter Cinemateca Capitólio - 23 a 29 de abril de 2026

 Últimos dias do Fantaspoa na Cinemateca Capitólio, em semana que tem ainda a estreia de dois filmes.

A Cinemateca Capitólio recebe até 26 de abril, domingo, as últimas sessões do Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre – FANTASPOA, um dos eventos mais importantes do gênero na América Latina, que encerra com êxito sua 22ª edição.

Realizado anualmente em Porto Alegre desde 2005, o Fantaspoa consolidou-se como o maior festival da região dedicado exclusivamente ao cinema fantástico, reunindo produções de fantasia, ficção científica, horror e thriller. Tendo mais uma vez a Cinemateca Capitólio como sua sala principal, com cinco sessões diárias e local do ponto de encontro do festival, o Fantaspoa 2026 contou com 210 filmes em sua programação, entre curtas e longas-metragens, a grande maioria inédita no Brasil. No domingo, 26 de abril, às 20:30, a Capitólio recebe a cerimônia de premiação do festival, seguida da exibição do filme Remanente: Voltagem, em sessão comentada pelo diretor Kapel Furman e membros da equipe.

A partir de terça-feira, 28 de abril, a Cinemateca Capitólio realiza a estreia de dois filmes muito aguardados, a cópia restaurada em 4K do clássico italiano Suspiria, de Dario Argento, e o documentário pernambucano Mangue Bit, de Jura Capella, sobre o movimento liderado por Chico Science que revolucionou a cena musical brasileira na década de 90. A sessão de Mangue Bit na terça-feira, dia 28, às 19h, será seguida de debate com o diretor Jura Capella e o professor e crítico de cinema Milton do Prado.

Finalmente, na quarta-feira, dia 29, a Cinemateca Capitólio volta a receber a Sessão Abraccine, projeto da Associação Brasileira de Críticos de Cinema que acontece simultaneamente em vários estados do país, exibindo produções independentes brasileiras ainda sem distribuição comercial. Na estreia da edição 2026 do projeto, será exibido Jamex e o Fim do Medo, produção baiana de 2024, com direção de Ramon Coutinho. A sessão tem entrada franca.

Confira a programação completa da cinemateca no site oficial clicando aqui. 

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Cine Dica: Em Cartaz – 'Mãe e Filho'

 Nota: O filme estreia dia 30 de Abril

Sinopse: Acompanhamos uma enfermeira viúva enfrentando conflitos familiares e dilemas emocionais após um acidente marcante.

Com a guerra contra o Irã, fica difícil prever qual será o futuro do cinema local, ou se veremos outros longas-metragens que tenham tanto a dizer sobre o país. Até lá, é necessário aproveitar ao máximo as obras produzidas sob restrições de um governo, por vezes, totalitário, mas cujos realizadores sabem transmitir mensagens poderosas nas entrelinhas. "Mãe e Filho" (2025) é um desses casos: um filme que diz muito sobre sua nação, mesmo sob o olhar onipresente da censura.

Sob a direção de Saeed Roustaee, acompanhamos uma enfermeira viúva em meio a conflitos familiares e dilemas emocionais. Ela está prestes a se casar com um colega de trabalho, mas teme contar a verdade aos filhos. No entanto, o desenrolar dos fatos traz acontecimentos terríveis e revelações surpreendentes.

Roustaee nos conduz por uma trama em que os olhares dos personagens comunicam muito mais do que meras ações. Inicialmente, o movimento parte principalmente do filho da protagonista — um jovem rebelde diante de uma realidade repleta de regras que, contudo, não conseguem conter seu ímpeto destrutivo. A mãe, por sua vez, tenta contornar a situação; para isso, omite certas verdades que acabam se acumulando até transbordar.

Parinaz Izadyar entrega uma interpretação magistral, dando vida a uma personagem que se "descasca" gradualmente, revelando alguém que vai muito além do que o entorno imagina. Sua figura é uma representação da força de vontade das mulheres iranianas contemporâneas, que não se deixam intimidar pelo autoritarismo, mesmo quando a justiça opta pela cegueira em vez da verdade. Nesse aspecto, o filme expõe uma justiça viciada por leis que tendem a ser sistematicamente menos severas com os homens.

O filme aborda a união feminina perante uma realidade patriarcal, mesmo quando algumas sucumbem por acreditarem não haver alternativa. A protagonista encarna a mulher que "cai atirando": pode ser rotulada como louca, mas não se calará até obter justiça. Se em "Dez" (2002), do mestre Abbas Kiarostami, esse sentimento já era pressentido, aqui Roustaee nos diz que sempre haverá um meio de sobrevivência. Mesmo que o papel da mulher seja colocado em xeque, ela acaba surpreendendo a todos — e a si mesma — por sua resiliência.

"Mãe e Filho" é o retrato contundente da mulher iraniana que, apesar das limitações impostas pelo patriarcado, luta contra um olhar conservador e injusto.



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Cine Dica: Cinesemana de 23 a 29 de abril de 2026

A última cinesemana de abril traz uma novidade muito aguardada pelo público cinéfilo: a reestreia de BETTY BLUE, drama erótico francês que volta aos cinemas em versão restaurada para comemorar seus 40 anos de lançamento. A outra estreia é CASO 137, filme que rendeu a Léa Drucker o prêmio César de melhor atriz. Também teremos duas sessões de pré-estreia na nossa programação da semana. Uma delas é A SOMBRA DO MEU PAI, elogiado filme nigeriano que estreou no Festival de Cannes, junto com NINO DE SEXTA A SEGUNDA, sobre a jornada de um jovem diante da notícia de uma doença terminal.

Seguem em cartaz filmes elogiados pela crítica e prestigiados pelo público, com destaque para PAI MÃE IRMÃ IRMÃO, vencedor do Festival de Veneza, e O ESTRANGEIRO, baseado na obra de Albert Camus. Em última semana, o público pode conferir A CRONOLOGIA DA ÁGUA, com a atriz Imogen Poots dando vida às memórias da escritora Lidia Yuknavitch, e CINCO TIPOS DE MEDO, grande vencedor do Festival de Gramado em 2025.

Confira a programação completa no site oficial da cinemateca clicando aqui. 

terça-feira, 21 de abril de 2026

Cine Dica: Premiado em Cannes, “O Riso e a Faca” tem sessões de pré-estreia dias 28 e 29 de abril no CineBancários


Depois de ser premiado no Festival de Cannes e terminar em 5º lugar na lista da Cahiers du Cinéma de melhores filmes do ano passado, O RISO E A FACA ganha duas sessões de pré-estreia no CineBancários, nos dias 28 e 29 de abril, às 18h. O longa-metragem estreia dia 30 de abril, às 18h30. Lançado pela Vitrine Filmes, a coprodução entre Portugal, França, Romênia e Brasil reúne diversos profissionais brasileiros na equipe.

O novo filme do português Pedro Pinho lança um olhar sobre a complexa relação entre Europa e África, marcada por invasões territoriais e dominação econômica. Pinho mostra que, hoje, essa história ganhou gestos, tons e formatos diferentes.

O longa é inspirado na letra da música de mesmo título composta pelo baiano Tom Zé. Na trama, acompanhamos Sergio, engenheiro português enviado por uma ONG a uma metrópole africana. Sua missão é fazer um estudo sobre o impacto ambiental da construção de uma estrada. Lá, ele se envolve com dois moradores locais, Diára e Gui. O trio é vivido por Sergio Coragem, conhecido por filmes como Verão Danado e Fogo-Fátuo; Cleo Diára, que venceu o prêmio de Melhor Atriz na mostra Un Certain Regard, em Cannes, por este filme; e Jonathan Guilherme, brasileiro que estreia no cinema.

Pinho diz que o filme parte “da ideia central da relação entre o poder e os corpos dos ‘outros’” e afirma que o longa “mergulha no calor sufocante, nos escritórios climatizados das ONGs, nos jipes brancos, nas ruas empoeiradas, nas buzinas dos carros e nas festas glamourosas — todos, símbolos da presença da comunidade expatriada num cenário de capitalismo pós-colonial”. Segundo ele, “no coração do filme está o eterno ‘encontro’ entre a Europa e África, em contraste com uma batalha furtiva por um devir queer, que se desenha nas discotecas e nas ruas de uma cidade da África Ocidental”.


O DIRETOR

Pedro Pinho nasceu em Lisboa e viveu em Paris, Barcelona, Maputo (Moçambique) e Mindelo (Cabo Verde). Em 2009, fundou, com outros cinco cineastas, a produtora Terratreme. O seu primeiro documentário, Bab Sebta (co-realizado com Frederico Lobo), estreou no FIDMarseille em 2008, onde ganhou o Prêmio Espérance de Marselha.

O média-metragem de ficção Um Fim do Mundo participou da seção Generation, da Berlinale, em 2013. Em 2014, o documentário As Cidades e as Trocas (co-realizado com Luísa Homem) estreou no FIDMarseille e no Art of the Real no Lincoln Center, em Nova York. Em 2017, sua estreia em longas-metragens de ficção, A Fábrica de Nada, estreou na Quinzena de Cineastas de Cannes, onde ganhou o Prêmio FIPRESCI da Crítica Internacional e recebeu outros 20 prêmios em festivais em todo o mundo. O filme recebeu ainda dois prêmios Sophia, o Oscar do cinema português e foi lançado comercialmente em países da Europa, Ásia e América Latina, entre eles o Brasil.


FILMOGRAFIA

2025 – O Riso e a Faca (longa)

2017 - A Fábrica de Nada (longa)

2017 - Cidade (série de TV)

2014 - As Cidades e As Trocas (longa), co-dirigido com Luísa Homem

2013 - Um Fim do Mundo (média)

2008 - Bab Sebta (longa), co-dirigido com Frederico Lobo

2008 - Zone d’Attente #00 (curta), co-dirigido com Frederico Lobo e Luísa Homem

2005 - No Ínicio (curta)

2004 - Perto (curta)

Assista aqui ao trailer de O Riso e a Faca 


SESSÕES DE PRÉ-ESTREIA


28 e 29 de Abril – 18h

ESTREIA

30 de abril a 06 de maio – 18h30


O RISO E A FACA

Portugal / Brasil / Romênia / França/2025/212 min

Direção: Pedro Pinho

Sinopse: Sérgio viaja para uma metrópole da África Ocidental. Vai trabalhar como engenheiro ambiental para uma ONG, na construção de uma estrada entre o deserto e a selva. Ali, envolve-se numa relação íntima mas desequilibrada com dois habitantes da cidade, Diára e Gui. À medida que adentra nas dinâmicas neocoloniais da comunidade de expatriados, esse laço frágil torna-se o seu último refúgio perante a solidão ou a barbárie.


Elenco:

Sérgio Coragem | Sérgio

Cleo Diára | Diára

Jonathan Guilherme | Gui

Renato Sztutman | ele mesmo

Jorge Biague | Borjan

Nástio Mosquito | Horatio

Bruno Zhu

Kody McCree

Everton Dalman


Ingressos

Os ingressos podem ser adquiridos a R$ 14 na bilheteria do CineBancários. Idosos (as), estudantes, bancários (as), jornalistas sindicalizados (as), portadores de ID Jovem e pessoas com deficiência pagam R$ 7. São aceitos cartões nas bandeiras Banricompras, Visa, MasterCard e Elo. Nas quintas-feiras, a meia-entrada (R$ 7) é para todos e todas.


CineBancários

Rua General Câmara, 424 – Centro – Porto Alegre

Mais informações pelo telefone (51) 3030.9405 ou pelo e-mail cinebancarios@sindbancarios.org.br