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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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sexta-feira, 3 de abril de 2026

Cine Dica: PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS 02 A 08 DE ABRIL

 ESTREIAS:


CRONOLOGIA DA ÁGUA

França- Letônia- Estados Unidos – Reino Unido/Drama/2025/128min

Direção: Kristen Stewart

Sinopse: Tendo crescido em um ambiente assolado pela violência e pelo álcool, Lidia tem dificuldade em encontrar seu caminho. Ela consegue fugir de sua família e entra na universidade, onde encontra refúgio na literatura.

Elenco Imogen Poots, Thora Birch, James Belushi :


RUAS DA GLÓRIA

Brasil/ Drama/ 2025/109 min.

Direção: Felipe Sholl

Sinopse:Ao sofrer uma grande perda, Gabriel deixa o Recife para se reinventar no Rio de Janeiro. Sozinho na nova cidade, o professor encontra Adriano, um garoto de programa com quem desencadeia uma conturbada paixão, que beira a obsessão.

Elenco: Caio Macedo, Alejandro Claveaux, Diva Menner.


BARBA ENSOPADA DE SANGUE

Brasil/Drama/2025/128min

Direção: Aly Muritiba

Sinopse:Após a morte de seu pai, Gabriel parte para a praia da Armação em busca de suas origens. Lá, ele encontra uma trama complexa em torno da figura misteriosa de seu avô, um esqueleto de baleia e uma cidade que quer enterrar seu passado a qualquer custo.

Elenco:  Gabriel Leone, Thainá Duarte, Ivo Müller , Roberto Birindelli.


HORÁRIOS DE 02 A 08 DE ABRIL (não há sessões nas segundas):

14h50: RUAS DA GLÓRIA

16h50: CRONOLOGIA DA ÁGUA

19h10: BARBA ENSOPADA DE SANGUE


Ingressos: Os ingressos podem ser adquiridos a R$ 14,00 na bilheteria do CineBancários. Idosos (as), estudantes, bancários (as), jornalistas sindicalizados (as), portadores de ID Jovem e pessoas com deficiência pagam R$ 7,00. São aceitos PIX, cartões nas bandeiras Banricompras, Visa, MasterCard e Elo. Na quinta-feira, a meia-entrada é para todos e todas. EM TODAS AS QUINTAS TEMOS A PROMOÇÃO QUE REDUZ O VALOR DO INGRESSO PARA TODOS E EM TODAS AS SESSÕES PARA R$ 7,00.


C i n e B a n c á r i o s 

Rua General Câmara, 424, Centro 

Porto Alegre - RS - CEP 90010-230 

Fone: 51- 30309405

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Cine Dica: Streaming -  'À Paisana'

Sinopse: Lucas (Tom Blyth), um jovem policial infiltrado, é treinado para atrair e prender homens gays em banheiros públicos. Sua carreira e convicções são abaladas ao se apaixonar por Andrew (Russell Tovey), um de seus alvos. 

Entre os anos oitenta e noventa havia uma perseguição contra  a comunidade LGBT devido ao temor da AIDS. Infelizmente devido essa perseguição havia opressão, fazendo com que muitas pessoas não serem elas mesmas e fazendo se esconderem para não se machucarem internamente. "À Paisana" (2026) é o retrato de tempos conservadores onde o indivíduo se vê sufocado por não poder ser ele mesmo.

Dirigido por Carmen Emmi, o filme conta a história de Lucas (Tom Blyth), agente secreto com a missão de atrair homens gays para detê-los dentro dos banheiros. No entanto, durante uma festa de ano novo, ele se desespera com a possibilidade de encontrarem uma carta dele - que ninguém deveria ler. Há alguns meses, Lucas conseguiu aprender um homem chamado Andrew (Russell Tovey), mas o encontro com ele foi ainda mais íntimo e intenso.

Estreando na direção, Carmen Emmi cria uma curiosa edição de cenas, onde assistimos certas imagens pela perspectiva do protagonista, sendo que elas são granuladas, como se estivéssemos vendo cenas reais documentadas. Isso talvez seja proposital, já que o filme retrata tempos passados, cuja as imagens eram analógicas, sendo uma representação curiosa das câmeras escondidas que eram usadas com frequência pela vigilância conservadora. Neste caso, por exemplo, há uma vigilância ferrenha contra os gays no local onde o protagonista trabalha e fazendo do cenário do banheiro se tornar claustrofóbico e um beco sem saída.

Lucas se vê diante de diversos dilemas, pois aqueles que ele caça não são muito diferentes dele, sendo que o mesmo somente coloca para a fora a sua real natureza a partir do momento que conhece uma de suas vítimas de forma mais íntima. Tom Blyth surpreende em um papel que exige de sua pessoa, principalmente nas cenas onde ocorrem ataques de ansiedade e fazendo com que o protagonista deseje liberar todo o seu ser. Reparem, por exemplo, onde testemunhamos o passado e presente do protagonista, sendo que não temos uma certa noção em que período se passa certas cenas, mas cujo ato final as explicações vêm à tona.

Curiosamente,  o filme me lembrou do recente "Ato Noturno" (2025), dos diretores Filipe Matzembacher e Marcio Reolon. Em ambos os casos são longas que exploram a questão do indivíduo com receio perante o olhar conservadores da sociedade, mas que chega um ponto que o segredo se desfaz quando o ódio sufoca os oprimidos e fazendo com que os mesmos lutem para serem eles mesmos. Ao final, a liberação acontece em forma explosiva independente das consequências que venham a seguir.

"À Paisana" é um retrato cru de tempos mais conservadores e onde o diferente não podia agir como eles mesmos perante os olhares contestadores. 


Onde Assistir: Filmelier

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Cine Dica: Newsletter Três filmes de John Malkovich

Cinemateca Capitólio exibe três filmes de John Malkovich na semana em que o ator se apresenta na cidade


Entre os dias 2 e 8 de abril, a Cinemateca Capitólio realiza uma pequena mostra dedicada a John Malkovich, exibindo três títulos marcantes na trajetória artística do ator norteamericano, que na noite de 3 de abril estará no palco do Theatro São Pedro apresentando o espetáculo The Infamous Ramírez Hoffman.

A mostra 3X John Malkovich tem entrada franca e reúne os filmes Um Lugar no Coração (que valeu a Malkovich sua primeira indicação ao Oscar, como melhor ator coadjuvante), Ligações Perigosas (a atuação que o consagrou, como o maquiavélico e sedutor Visconde de Valmont) e A Sombra do Vampiro (filme sobre os bastidores de filmagens da obra-prima expressionista Nosferatu, em que interpreta o diretor alemão F. W. Murnau).

Uma chance rara de assistir na tela grande a três performances que contribuíram para consolidar a persona cinematográfica de Malkovich, um dos atores mais talentosos de sua geração. E com a possibilidade extra de talvez ainda cruzar com Mr. Malkovich em carne e osso em alguma sessão.

Confira a programação completa no site oficial da cinemateca clicando aqui. 

terça-feira, 31 de março de 2026

Cine Dica: Em Cartaz - 'Nino de Sexta a Segunda'

 Nota: O filme estreia nos cinemas dia 23 de Abril

Sinopse: Nino é um jovem que vive em Paris e descobre em um exame de rotina que tem câncer. O tratamento deve começar no início da semana seguinte.  

Filmes em que o protagonista descobre que possui uma doença terminal pode tanto soar como um grande dramalhão como também um filme que faz nos identificar com o personagem e sua situação. Se por um lado temos algo que soa artificial como "Lado a Lado" (1998), ao menos de vez em quando surge algo que nos faça refletir como no caso do clássico "Filadélfia" (1993).  "'Nino de Sexta a Segunda'" (2025) é um caso interessante em que a busca do personagem não é com relação a cura de sua doença, mas sim na busca motivacional de seguir em frente pela sua vida.

Dirigido por Pauline Loquès, na história acompanhamos a vida de um jovem garoto (Théodore Pellerin) que mora em Paris e recebe um diagnóstico de câncer. Tendo que iniciar o tratamento na semana seguinte, o rapaz procura da maneira mais delicada possível contar a verdade, seja para os seus parentes, ou para os seus amigos próximos. Dessa fase complexa surge uma nova forma dele enxergar as coisas com relação a sua própria vida.

Embora aborde um assunto delicado, a diretora Pauline Loquès procura nos convidar para assistir uma trama que nos faça ficarmos ao lado do protagonista, como se fossemos um visitante e ele o nosso guia com relação ao que ele fará em seguida após saber de sua doença. Há, portanto, um casamento perfeito entre direção e atuação, sendo que o jovem ator Théodore Pellerin carrega o filme nas costas em cenas  emocionais e que se tornam fáceis da gente se emocionar. Além disso, ao procurar uma forma de revelar a verdade para os seus entes queridos, eis que o filme nos conquista como um todo.

Curiosamente, o filme me remeteu ao título "Dois Dias, Uma Noite" (2015), estrelado por   Marion Cotillard, onde sua personagem se vê em um beco sem saída na possibilidade de perder o seu emprego, mas tendo uma nova perspectiva a partir do momento que interage com as pessoas que vão trilhando pelo seu caminho. Neste caso, o filme de Pauline Loquès segue por uma premissa similar, onde vemos o protagonista interagindo com a sua mãe, amigos em sua festa de aniversário e o seu reencontro com uma antiga colega de escola. São nesses momentos que nos revela que o calor humano é o único elo para continuarmos existindo, mesmo quando o outro lado da situação nos diz o contrário.

É um filme que aborda os laços famíliares de hoje, a interatividade das pessoas em meio a falta de comunicação do mundo real cada vez mais latente e a possibilidade de abraçar um novo recomeço. Claro que nem todos se sentem à vontade para assistir a um assunto delicado como esse, mas cabe a gente enfrentá-lo sem medo e para assim nos darmos conta que não é tão difícil encararmos os nossos próprios medos. Acima de tudo, sempre devemos buscar um ombro amigo em tempos que soem nebulosos.

"Nino de Sexta a Segunda'" é um filme delicado, porém necessário para ser visto e analisado. 

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Cine Dica: Curso - Novo Cinema Alemão

Apresentação

O movimento dos cinemas novos dos anos 1960 inaugurou uma outra maneira de entender a sétima arte e consolidou uma vertente crítica dentro das estéticas cinematográficas. Jean-Luc Godard, Glauber Rocha, Agnès Varda, Pier Paolo Pasolini, grandes nomes se formaram a partir deste momento da cultura. Na Alemanha, contudo, essa efervescência não é compreendida de imediato, e é apenas no final da década que veremos um grupo de cineastas reivindicar o chamado "cinema de autor" para si.

Rainer Werner Fassbinder, Werner Herzog e Wim Wenders se tornam as grandes personalidades do chamado Novo Cinema Alemão, que ainda contaria com cineastas tão díspares quanto Alexander Kluge, Jean-Marie Straub e Danièle Huillet, Volker Schlöndorff, Margarethe Von Trotta, Rosa Von Praunheim, Ulrike Ottinger, Harun Farocki e outros. Se na França e no Brasil a tendência do cinema moderno foi de radicalizar a denúncia dos clichês narrativos, na Alemanha, salvo exceções, tomou-se o rumo de refundar a narração a partir das experiências da juventude. Um cinema "sem pais, apenas avós", como disse Herzog, tinha de se haver com o passado sombrio do nazismo para poder reformular uma outra relação entre estética e política.


Objetivos

O curso NOVO CINEMA ALEMÃO: CRÔNICAS DO SUBLIME, ministrado por Lennon Macedo, percorre a história e a geografia do cinema moderno na Alemanha, suas origens, seus diálogos com o passado e com o presente, seus principais nomes e filmes. A partir desse exame, será possível compreender a contribuição alemã para o movimento dos cinemas novos e suas influências sobre o cinema contemporâneo. As aulas serão expositivas e dialogadas, onde serão trabalhadas cenas de filmes e citações de textos recomendados.


Ministrante: Lennon Macedo

Professor e pesquisador da Associação de Pesquisas e Práticas em Humanidades (APPH). Doutor em Comunicação pela UFRGS, participa do Grupo de Pesquisa em Semiótica e Culturas da Comunicação (GPESC/UFRGS) e da Unidade de Investigação em Artes da Universidade da Beira Interior, de Portugal (iA*/UBI). Atuou como jornalista no fanzine de crítica de cinema Zinematógrafo e em festivais como Cine Esquema Novo e Fantaspoa. Compõe também o coletivo de arte gráfica Selo Manada, em Porto Alegre. Investiga atravessamentos entre Audiovisualidades, Comunicação e Semiótica, com foco em Cinema Contemporâneo, Teoria de Cineastas, Teorias da Comunicação e Pós-Estruturalismo. Ministrou os cursos O Dragão Vive: Glauber Rocha 80 Anos (2019) e Cinema de Fluxo: A Estética Desacelerada do Contemporâneo (2025) para a Cine UM.


Informações / Inscrições

https://cinemacineum.blogspot.com/2026/03/cinema-alemao.html

segunda-feira, 30 de março de 2026

Cine Dica: Em Cartaz - 'A Cronologia da Água'

 Nota: O filme estreia dia 02/04/26   

Sinopse: Tendo crescido em um ambiente assolado pela violência e pelo álcool, Lidia tem dificuldade em encontrar seu caminho. Ela consegue fugir de sua família e entra na universidade, onde encontra refúgio na literatura.

Acompanho Kristen Stewart desde quando a conheci no filme "O Quarto do Pânico" (2002) onde ela faz o papel da filha da personagem de Jodie Foster. A consagração viria na saga "Crepúsculo", do qual a tornou conhecida mundialmente, mas fazendo muitos duvidarem da sua versatilidade. Isso mudou com o passar do tempo ao se entregar em papéis que desafiavam a sua pessoa.

Foi a partir de filmes como "Personal Shopper" (2016) que a crítica especializada via nela como alguém que poderia avançar mais em termos dramáticos. Foi então que veio "Spencer" (2021), longa onde ela encarna a princesa Diana e cuja sua interpretação assombrosa espantou os mais céticos. Eis então que ela embarca em um novo desafio na carreira como diretora no filme "A Cronologia da Água" (2026), sendo um projeto provocador e que faz a gente pensar quais serão os seus próximos projetos.

O filme é uma adaptação da autobiografia de Lídia Yuknavitch. Atualmente como escritora, ela já foi uma aspirante a nadadora olímpica, e essa oportunidade a fez se libertar de um ambiente repleto de violência e abusos. Fadado ao fracasso, Lidia Yuknavitch conseguiu superar traumas através da arte da escrita. Hoje, ela tenta encorajar meninas a retomarem suas próprias histórias sangrentas, para que assim, suas vozes sejam ouvidas.

Ao levar às telas a vida dessa pessoa  Kristen Stewart busca criar uma representação das memórias da protagonista ao criar uma edição de cenas em que sintetize uma mente, por vezes, fragmentada. A opção para isso talvez se deva à forma em que a protagonista nos é apresentada, ao ser uma espécie de entidade da natureza pronta para explodir, mas que inicialmente não sabemos porquê. Porém, aos poucos, as cenas vão sendo jogadas diante de nós, para que então possamos montar um enorme quebra cabeça, mas cuja as respostas já temos uma noção devido ao que virá em seguida.

A questão do abuso físico e psicológico é colocada na mesa, ao ponto que o filme nos entrega certos momentos de tensão e faz a gente se preocupar com o que virá em seguida. Porém,  Kristen Stewart procura não explicitar o que realmente está acontecendo nas cenas, mas usando momentos em que a sugestão é muito mais dura do que qualquer cena que soaria por demais explícita. Se em um determinado ponto do longa já tínhamos uma noção da real natureza do pai da protagonista, muito se deve ao que já havia sido apresentado no decorrer da trama.

Imogen Poots entrega uma atuação cujo seu olhar tem muito mais a dizer do que meras palavras. Porém, a sua narração off faz com que tenhamos uma melhor noção sobre o que a sua personagem passa e sintetizando ainda mais a sua dolorida jornada em busca de sua redenção em meio a violência, sexo e drogas. Desde já uma das interpretações mais interessantes que eu vi neste início de ano.

Curiosamente, não me admiraria se a diretora tivesse buscado inspiração nas obras de outros cineastas. Ao assistir o filme ele me lembrou bastante "A Árvore da Vida" (2011), de Terrence Malick, sendo que em ambos os casos são longas que abordam as questões familiares e que, mesmo com os seus atritos infinitos, os laços de sangue são dificilmente cortados. Embora com um final reconfortante ele também não esconde o fato que toda a jornada que se preze é um desafio que nem todos conseguem obter um certo equilíbrio.

"A Cronologia da Água" revela o talento de Kristen Stewart por detrás das câmeras,  ao nos apresentar uma jornada complexa de uma jovem em busca de um sentido na vida através dos percalços que teve que enfrentar ao longo de sua jornada.


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Cine Dica: Sala Redenção apresenta adaptações de clássicos da literatura

Por mais um ano, o cinema da UFRGS promove o ciclo “Filmes & Livros”. Com curadoria conjunta entre a Sala Redenção e a professora e pesquisadora Fatimarlei Lunardelli, o projeto convida o público a refletir sobre as estratégias e os procedimentos adotados pelo cinema ao adaptar obras literárias. Neste primeiro semestre, o ciclo se debruça sobre as obras-primas de duas grandes escritoras, a britânica Emily Brontë e a francesa Marguerite Duras.

No dia 2 de abril, quinta-feira, às 16h, a Sala Redenção exibe o filme “Morro dos Ventos Uivantes” (1939), de William Wyler, adaptação do clássico homônimo de Emily Brontë. Na segunda-feira seguinte, dia 6, às 15h, as obras são discutidas em um bate-papo conduzido por Fatimarlei. Já no dia 1º de junho, o livro “Os pequenos cavalos de Tarquínia”, de Marguerite Duras, e sua adaptação para o cinema, “Azuro” (2021), de Matthieu Rozé, são o tema da sessão-debate. Ambas as obras acompanham um grupo de amigos que tem suas férias pacatas interrompidas com a chegada de um homem misterioso.

O ciclo “Filmes & Livros” tem entrada franca e aberta à comunidade geral. A Sala Redenção está localizada no campus centro da UFRGS, com acesso mais próximo pela Rua Eng. Luiz Englert, 333. 

Confira a programação completa no site oficial da sala clicando aqui.