Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte.
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Sinopse: Após a perda do marido, uma mulher enlutada busca consolo com seus sogros na isolada casa de campo da família. No entanto, o reencontro logo se transforma em um inferno na Terra quando o Livro dos Mortos liberta forças demoníacas que os transformam em Deadites um por um.
Moana
Sinopse: Moana acompanha Moana Waialiki, uma jovem corajosa que vive em uma ilha e sonha em explorar o oceano além das margens que cercam seu lar.
Primavera
Sinopse: Cecilia, uma violinista talentosa confinada em um orfanato, conhece Vivaldi, que se torna seu professor. Sob a mentoria dele e por meio de sua música, ela ganha coragem para se libertar do destino que lhe foi imposto e seguir sua verdadeira paixão.
Últimos dias da mostra itinerante da Cinemateca Brasileira e retrospectiva de indicados ao Prêmio Grande Otelo em cartaz na Cinemateca Capitólio
A Cinemateca Capitólio segue com uma programação que coloca em destaque o cinema brasileiro. Entre os dias 9 e 12 de julho acontecem as últimas exibições da mostra A Cinemateca é Brasileira – Da Comédia ao Drama, em cartaz desde 16 de junho. Nestes últimos dias, serão exibidos os longas Roberto Carlos em Ritmo de Aventura, de Roberto Farias, Los Silencios, de Beatriz Seigner, Últimas Conversas, de Eduardo Coutinho, Morto não Fala, de Dennison Ramalho, Abrigo Nuclear, de Roberto Pires, A Hora e Vez de Augusto Matraga, de Roberto Santos, Candinho, de Abílio Pereira de Almeida, O Homem do Pau-Brasil, de Joaquim Pedro de Andrade, São Bernardo, de Leon Hirszman, O Menino e o Mundo, de Alê Abreu, Branco Sai, Preto Fica, de Adirley Queirós, e O Estranho Mundo de Zé do Caixão, de José Mojica Marins, e os curtas Escasso, de Clara Anastácia e Gabriela Gaia Meirelles, A Entrevista, de Helena Solberg, O Pedestre, de Otoniel Santos Pereira, A Velha a Fiar, de Humberto Mauro, Lé com Cré, de Cassandra Reis, e O Duplo, de Juliana Rojas. Todas as sessões da mostra têm entrada franca.
A partir de terça-feira, dia 14 de julho, a Cinemateca Capitólio dá início à programação dedicada ao Prêmio Grande Otelo 2026, que este ano exibirá os 16 filmes indicados às categorias de melhor documentário, melhor drama e melhor comédia, nesta que é a mais importante premiação do cinema brasileiro. Nos dias 14 e 5 de julho, serão exibidos Velhos Bandidos, Sonhar com Leões, Ritas, Mambembe, Apocalipse nos Trópicos e Hora do Recreio (aguarde divulgação específica). Todas as exibições também terão entrada franca.
Confira a programação completa no site oficial da cinemateca clicando aqui.
Sinopse: Nanning é um menino de 12 anos que vive na remota ilha de Amrum durante os últimos dias da Segunda Guerra Mundial.
Fatih Akın é um realizador autoral, mesmo ao conduzir obras que aparentam ser muito distintas entre si. Se por um lado ele explora a degradação do ser humano em "O Bar Luva Dourada" (2019), por outro, investiga um país ainda assombrado pelo fascismo em "Em Pedaços" (2017). "Em Uma Infância Alemã" (2025), o diretor descortina os impactos da guerra pela perspectiva de uma criança e mostra como ela precisa aprender a lidar com os ventos da mudança.
A trama se passa nas semanas finais da Segunda Guerra Mundial e acompanha, na reclusa ilha de Amrum, a vida do jovem Nanning. Os dias do menino se resumem a caçar focas no mar traiçoeiro da região, pescar à noite e ajudar a mãe a alimentar a família, trabalhando em uma fazenda perto de casa. Apesar das dificuldades e da rotina exaustiva, a vida de Nanning se torna uma jornada de constante aprendizado sobre como encarar as adversidades trazidas pela queda iminente de seu próprio país.
Não é de hoje que o cinema retrata a Segunda Guerra através do olhar infantil. Basta lembrarmos de bons exemplos como o premiado "jojo Rabbit" (2019), de Taika Waititi, para termos uma síntese de como a ingenuidade pode ser desconstruída pela realidade nua e crua. Porém, se naquele longa havia toques de fantasia e humor satírico, aqui o lado cru e realista rodeia o jovem protagonista do começo ao fim, obrigando-o a amadurecer precocemente diante dos percalços cotidianos.
O filme não se limita aos acontecimentos do fim da guerra; ele também explora com propriedade o papel da família perante o conflito — dividida entre aqueles que escolhem lutar pela pátria e os que decidem recomeçar do zero em outro país. Isso acaba por revelar outra faceta do ser humano em tempos de hitlerismo. A mãe do protagonista, por exemplo, tem interesse em denunciar traidores da causa e tampouco se imagina vivendo em uma nação derrotada. Essa atmosfera gera um conflito interno no jovem, que passa a acreditar piamente que, se conseguir um pão branco para a mãe, conseguirá reanimar suas forças.
Por conta disso, o jovem adentra uma verdadeira encruzilhada em busca dos ingredientes para o alimento. Nessa jornada, ele não apenas se depara com o estado de espírito do povo alemão naquele momento histórico, mas também descobre camadas ocultas do passado de sua própria família. Curiosamente, essa busca obstinada por ingredientes remete ao recente "O Bolo do Presidente" (2024), uma vez que ambos os longas exploram os reflexos do autoritarismo na vida comum, mesmo em épocas e países distintos.
Jasper Billerbeck entrega uma excelente atuação como o pequeno protagonista. Seu personagem muda gradativamente para melhor, demonstrando um altruísmo tocante até mesmo com aqueles que o perseguem no decorrer da história. Além disso, o longa discute a busca por um papel social diante de um mundo em profunda transformação, onde os indivíduos já não sabem ao certo onde se encaixar. Se por um lado a grande guerra finalmente caminha para o fim, por outro, há o desafio de se redescobrir perante a nova realidade que surge.
Fatih Akın ainda presta uma bela homenagem a um clássico literário de Herman Melville (Moby Dick), inserindo o livro na trama como uma pequena peça narrativa, mas que ganha um significado grandioso no desfecho. No fim das contas, o filme nos ensina que, mesmo nos tempos mais sombrios, a prática do bem é essencial para nos mantermos humanos e vivos, ainda que para isso seja necessário atravessar verdadeiros obstáculos. Vale salientar que a obra é baseada nas memórias de infância do renomado roteirista Hark Bohm, que de fato cresceu na ilha germânica de Amrum.
"Uma Infância Alemã" é, fundamentalmente, sobre o fim precoce da inocência em tempos de guerra e intolerância.
A cinesemana de 9 a 15 de julho traz três estreias na nossa programação. Um dos destaques é PRIMAVERA, primeiro longa-metragem do diretor de óperas Damiano Michieletto e baseado em um episódio da vida do compositor Antonio Vivaldi. Também entramos no circuito de O CONVITE, filme dirigido e protagonizado por Olivia Wilde e que coloca em cena dois casais que discutem as relações. Outra novidade é o longa brasileiro HERANÇA DE NARCISA, produção de gênero que competiu no Fantaspoa e tem a assinatura de Clarissa Appelt e Daniel Dias.
Seguem em cartaz as cinebiografias FRANZ, a elogiada produção da polonesa Agnieszka Holland sobre o escritor Franz Kafka, e FANON, que destaca o trabalho do psiquiatra Franz Fanon na Argélia. A programação da semana mantém títulos bem recebidos pelo público, como UMA INFÂNCIA ALEMÃ, de Fatih Akin; a produção iraquiana O BOLO DO PRESIDENTE; e os romances UM TRISTE E BELO MUNDO, ambientado no Líbano, e 8 DÉCADAS DE AMOR, que tem como pano de fundo os conflitos na Espanha.
Confira a programação completa no site oficial da cinemateca clicandoaqui.
Sinopse: Acompanha Alice em uma intensa batalha judicial pela guarda de seus filhos. Sob forte pressão, ela enfrenta uma juíza e precisa confrontar o pai das crianças, buscando provar as denúncias de violência e protegê-los antes que seja tarde demais.
O subgênero dos filmes de tribunal é muito apreciado ao longo da história do cinema. Se por um lado temos uma análise acalorada sobre o papel do júri no clássico "12 Homens e Uma Sentença" (1957), do outro, testemunhamos o peso da audiência na questão da separação no filme "Custódia" (2018). É nesse cenário que recebemos o belga "Nós Acreditamos em Vocês" (2026), no qual testemunhamos o relato de ambas as partes, mas onde fica notório quem diz a verdade.
Dirigido por Charlotte Devillers e Arnaud Dufeys, a trama acompanha Alice (Myriem Akheddiou) em uma audiência para decidir a guarda de seus filhos. Sob grande pressão, a mãe enfrenta a juíza com o desejo de não cometer erro algum, pois a segurança das crianças depende dela e de suas palavras. Acusando o pai (Laurent Capelluto) de um terrível crime, a sessão envereda por caminhos imprevisíveis.
No clássico do cinema mudo "A Paixão de Joana D'Arc" (1928), o diretor foca exclusivamente na atriz Renée Jeanne Falconetti que, ao interpretar a personagem histórica, se entrega de corpo e alma diante da câmera. Algo similar acontece em Nós Acreditamos em Vocês. A câmera foca quase exclusivamente na protagonista, que inicialmente não consegue domar o próprio filho para levá-lo à audiência, tornando os minutos iniciais angustiantes. Tudo é baseado na ação e reação da personagem central, cuja expressão tem mais a dizer do que meras palavras — mérito que se deve, principalmente, à incrível atuação de Myriem Akheddiou.
Gradativamente, começamos a entender o cenário: vemos essa mãe tentar proteger os filhos de um pai ausente e que as crianças não querem ver. Em poucos minutos de filme, compreendemos que os pequenos agem por um impulso quase destrutivo, cujas razões vão sendo esclarecidas à medida que a protagonista expõe as suas dores. É aí que o filme encontra a sua alma: na sequência da audiência.
Devillers e Dufeys procuram dar espaço para cada um dos personagens — a mãe, o pai e seus respectivos advogados —, permitindo que todos defendam suas versões. Em meio a isso, temos a noção de quão difícil é colocar em prática uma "justiça justa", para que não se cometa nenhuma injustiça. Isso é bem sintetizado na expressão da juíza, que não esconde o temor de tomar uma decisão da qual venha a se arrepender depois.
Porém, uma vez que a mãe e o pai apresentam seus depoimentos, tudo fica bastante claro, e a realidade daquela família nos puxa para o seu dia a dia. Através do relato de Alice, temos a dimensão do horror que ela ouviu e testemunhou no decorrer dos anos, que privou seus filhos de uma infância saudável e quase a levou a um colapso. A câmera dos realizadores, por sua vez, capta cada nuance do olhar da protagonista, fazendo com que fiquemos o tempo todo ao seu lado.
Os diretores acertam ao ambientar a audiência em um espaço pequeno, o que torna tudo ainda mais claustrofóbico e faz com que os ânimos fiquem à flor da pele. Curiosamente, todos ali têm um papel relevante, seja nas palavras ou no jogo de olhares que reage ao que está sendo dito. Portanto, a última cena com a juíza, na qual ela se vê esgotada, é a representação de nós mesmos diante daquele testemunho, desejando que ela tome a decisão mais correta.
Em tempos de denúncias cada vez mais frequentes de abusos no ambiente familiar, o filme surge como um alerta para que ninguém sofra em silêncio e para que o passo da denúncia seja dado. Assim, a cena final da mãe com os filhos, após uma montanha-russa de emoções, não é apenas um momento de paz rara, mas também de um peso extraído da própria consciência. Nunca é tarde para fazer o que é certo por si e por quem amamos.
"Nós Acreditamos em Vocês" é poderoso em suas cenas e cirúrgico em seu realismo ao tratar de um assunto que jamais pode ser banalizado em nosso mundo.
"Toquinho: Encontros e um Violão" estreia no CineBancários dia 9 de julho
O CineBancários exibe, dia 9 de julho, a estreia de TOQUINHO – ENCONTROS E UM VIOLÃO, um documentário musical (como “Elis & Tom” e “Ritas”) emocionante sobre a vida e a obra de um dos maiores ícones da música brasileira.
Um tributo ao célebre violonista e cantor brasileiro Antonio Pecci, conhecido artisticamente como “Toquinho”, o filme de Érica Bernardini vai além do simples documentário musical. Explora a vida pessoal e artística do mestre, entrelaçando performances musicais a momentos de reflexão sobre suas experiências mais íntimas e significativas. Através das palavras do próprio Toquinho e das pessoas próximas a ele, o filme pinta um retrato tocante de um artista que deixou uma marca indelével na música mundial.
Com entrevistas exclusivas, imagens de arquivo e momentos marcantes, Toquinho – Encontros e um Violão é um retrato sensível e emocionante de um dos maiores artistas da música brasileira. O filme celebra sua trajetória, suas parcerias inesquecíveis e a conexão que sua obra mantém com diferentes gerações.
A sala exibe ainda os filmes Anatomia do Caos, às 15h, e Salvação, às 16h50.
PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS DE 9 A 15 DE JULHO
ESTREIAS:
TOQUINHO: ENCONTROS E UM VIOLÃO
Brasil/Itália, 2024, 90 min
Direção: Erica Bernardini
Sinopse: Resistindo ao tempo e passando de geração em geração, as canções ocupam um lugar importante no coração das crianças e adultos no Brasil e no mundo. Depoimentos de amigos e parceiros para celebrar os 56 anos de carreira de Antonio Pecci, conhecido artisticamente como “Toquinho”. Com raras imagens de arquivos de shows, entrevistas, vídeos na Itália e depoimentos de amigos, o documentário revivi momentos marcantes da carreira de Toquinho. As canções de Toquinho transitam por diferentes décadas e sua trajetória musical é um registro da história da música popular brasileira com reconhecimento nacional e internacional.
EM CARTAZ:
SALVAÇÃO
Turquia/Drama/2025/117min.
Direção: Emin Alper
Sinopse: Numa aldeia remota no alto das montanhas turcas, o regresso de um clã exilado reacende uma antiga disputa de terras. Ressentimentos adormecidos ressurgem e Mesut, irmão do líder local, é acometido por visões perturbadoras que acredita serem avisos divinos. À medida que as convicções religiosas, as lutas pelo poder e as tensões aumentam na comunidade, eles seguirão para a tragédia ou para a salvação? Ganhador do Urso de Prata no Festival de Berlim 2026.
Elenco: Caner Cindoruk, Berkay Ateş, Feyyaz Duman
ANATOMIA DO CAOS
Brasil/ Documentário/89min.
Direção: Dandara Ferreira
Sinopse: Com acesso inédito ao Senado, o filme acompanha por dentro a trajetória da CPI da Covid-19 e transforma esse registro em um retrato de um dos períodos mais marcantes e difíceis da nossa história recente.
HORÁRIOS DE 09 A 15 DE JULHO
(não há sessões nas segundas)
15h: ANATOMIA DO CAOS
16h50: SALVAÇÃO
19h: TOQUINHO – ENCONTROS E UM VIOLÃO
Ingressos
Os ingressos podem ser adquiridos a R$ 14 na bilheteria do CineBancários. Idosos (as), estudantes, bancários (as), jornalistas sindicalizados (as), portadores de ID Jovem e pessoas com deficiência pagam R$ 7. São aceitos cartões nas bandeiras Banricompras, Visa, MasterCard e Elo. Nas quintas-feiras, a meia-entrada (R$ 7) é para todos e todas.
CineBancários
Rua General Câmara, 424 – Centro – Porto Alegre
Mais informações pelo telefone (51) 3030.9405 ou pelo e-mail cinebancarios@sindbancarios.org.br
Sinopse: Ansiosa por um recomeço e desempregada, Agneta aceita trabalhar como au pair na Provença. Uma mudança de cenário muito bem-vinda, mas que é acompanhada por um despertar inesperado.
Sempre que se fala sobre cinema sueco, logo me vêm à mente os filmes de Ingmar Bergman. Porém, têm surgido por lá cada vez mais cineastas que chamam a atenção ao redor do mundo, surpreendendo inclusive em outros gêneros. 'Meu Nome é Agneta' (2026) parece um "estranho no ninho" em relação ao país de Bergman, mas demonstra que, sim, até por lá se pode fazer uma boa comédia.
Dirigido por Johanna Runevad, o longa conta a história de Agneta, uma mulher beirando os cinquenta anos que está cansada da vida de casada e da monotonia do seu dia a dia. Certo dia, ela aceita uma vaga em Provença, na França, para cuidar de alguém que imaginava ser um menino, quando na verdade se trata de um senhor de idade cheio de histórias para contar. Não demora muito para que ambos compartilhem suas vivências e se ajudem mutuamente.
A comédia é baseada no livro homônimo de Emma Hamberg, um grande sucesso de vendas e crítica na Suécia. Por conta disso, era questão de lógica que a obra fosse logo adaptada. O resultado é um filme dinâmico, onde os personagens se apresentam de um jeito, mas vão se "descascando" no decorrer da trama, revelando suas verdadeiras essências. Agneta, por exemplo, é uma pessoa cheia de energia, que começa a se libertar na medida em que seu novo amigo lhe apresenta um mundo até então desconhecido.
Eva Melander se sai muito bem em uma personagem cômica, transitando entre um olhar de curiosidade em relação ao novo mundo e a revelação de uma faceta de si mesma que estava adormecida. Já Claes Månsson demonstra classe, desenvoltura e, ao mesmo tempo, transmite uma doçura incomum através de um personagem cujo passado possui diversas camadas a serem reveladas conforme a trama avança. A química entre os dois é o coração pulsante da história, fazendo com que a gente os acompanhe fascinado do início ao fim do conto.
Em tempos de comédias escassas e sem criatividade, o filme encontra o seu humor através de personagens humanos, falhos e ricos em conteúdo. E quando achamos que tudo poderia terminar em uma tragédia grega, o roteiro nos prega uma peça — tanto em nós, espectadores, quanto nos próprios protagonistas. Ao final, Agneta se vê livre e sem rumo, mas com a plena consciência de que o seu passado nublado não terá mais retorno.
'Meu Nome É Agneta' é uma divertida comédia sueca cuja lição de vida nos soa universal e muito bem-vinda.