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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Cine Dica: Em Cartaz - 'Extermínio: O Templo dos Ossos'

Sinopse: O Dr. Kelson se vê envolvido em um novo e chocante relacionamento com consequências que podem mudar o mundo como ele o conhece. Enquanto isso, o líder de uma seita Jimmy Crystal instiga medo e violência por onde passa.

"Extermínio: A Evolução" (2025) foi uma grata surpresa para aqueles que nem imaginavam que Danny Boyle retornaria para esse universo zumbi que o mesmo havia criado e surpreende pelo fato que foi o início de uma nova trilogia. No filme anterior foi colocado em prática novas regras de sobrevivência neste mundo, assim como também o surgimento de novas figuras surpreendentes, como no caso do gigante zumbi Alfa. Na segunda parte, "Extermínio: O Templo dos Ossos" (2026) não somente dá continuidade aos eventos do filme anterior,como também revela a faceta mais sombria do ser humano perante um mundo apocalíptico.

Dirigido agora por  Nia DaCosta, acompanhamos as histórias de Dr. Kelson (Ralph Fiennes) e Jimmy Crystal (Jack O’Connell), líder de uma seita satanista e cujos os personagens irão se colidir em determinada passagem da trama. Enquanto Dr. Kelson arca com as consequências de sua relação com um zumbi Alfa, Spike (Alfie Williams) e Jimmy Crystal se tornam um pesadelo inescapável para o Dr. O resultado acaba se tornando uma descida ao inferno de uma forma jamais vista.

Antes de mais nada é preciso deixar claro que Nia DaCosta não é que nem Danny Boyle e por conta disso a sua direção é mais econômica, mas não menos eficaz ao dar continuidade a história. O filme começa imediatamente após o jovem  Spike dar de encontro com um grupo de jovens liderados por pelo fanático  Jimmy Crystal e do qual se torna a vilania principal da trama. Verdade seja dita, os zumbis aqui ficam em segundo plano enquanto o horror é tudo orquestrado por Crystal e sendo magistralmente interpretado pelo ator  Jack O’Connell.

Crystal nada mais é do que uma síntese sobre o falso profeta que surge aos montes no nosso mundo real e que obtém adoradores que são facilmente persuadidos e obedecendo às suas ordens. Curiosamente, sua figura faz um paralelo com a onda satanista que surgiu no final dos anos sessenta e início dos anos setenta e revelando a real faceta de determinados grupos religiosos que surgem cujo o único intuito é poder e seguidores de todas as partes do mundo. Qualquer semelhança com  o assassino Charles Manson não é mera coincidência.

Em contrapartida,  Dr. Kelson ganha mais espaço na sua busca por uma cura contra o vírus e cuja sua relação inusitada com o zumbi alfa acaba se tornando uma das maiores surpresas do longa. Ralph Fiennes brilha ao dar vida a um personagem que tinha tudo para dar errado nas mãos de outro, mas consegue obter aqui uma atuação eficaz e digna de nota. Vale destacar o encontro do seu personagem com Crystal e gerando uma das situações mais inusitadas da franquia até agora. Vale destacar também a presença do zumbi alfa, apelidado de Sanção pelo Dr. e nos brindando com um novo degrau com relação a esses zumbis deste universo criado por  Danny Boyle.

Com a participação especial de um velho conhecido da franquia que surge do nata nos minutos finais do longa, "Extermínio: O Templo dos Ossos" é uma prova que o gênero zumbi não está com as ideias esgotadas, mas sim somente sendo mal conduzidas. 



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Cine Dica: Newsletter Cinemateca Capitólio - 26.02 a 04/03

 Longa espanhol em estreia exclusiva e clássico de Peter Watkins vencedor do Oscar de melhor documentário na Cinemateca Capitólio~

A programação da Cinemateca Capitólio entre os dias 26 de fevereiro e 4 de março tem como principal destaque a estreia da elogiada comédia dramática Volveréis, de Jonás Trueba. O filme acompanha um casal que, após viver junto durante 15 anos, decide dar uma festa para comemorar sua separação, deixando seus entes queridos perplexos. Dirigida por um dos expoentes do cinema espanhol contemporâneo, Jonás Trueba, filho do veterano diretor Fernando Trueba, Volveréis foi eleito um dos 10 melhores filmes de 2024 pela revista Cahiers du Cinéma.


Mais informações e imagens de divulgação podem ser acessadas no link:

http://www.zetafilmes.com.br/filme.php?id=111


Em homenagem ao cineasta inglês Peter Watkins (1935-2025), recentemente falecido, a Cinemateca Capitólio também exibe ao longo da semana o cultuado O Jogo da Guerra (1966), falso documentário produzido para a televisão inglesa sobre os efeitos de um ataque nuclear à Grã-Bretanha. O filme provocou uma comoção nacional à época de sua difusão, e acabaria sendo reconhecido pela Academia de Hollywood com o Oscar de melhor documentário no ano seguinte. Foi o único mockumentary a receber o prêmio em toda a história da Academia. Lançado há 60 anos, O Jogo da Guerra é uma obra de perturbadora atualidade diante dos atuais rumos da política internacional, e suas impressionantes imagens em preto e branco seguem impactantes.

Completando a programação, o fenômeno O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, tem sessões no horário das 16h.

Finalmente, no domingo, dia 1º de março, a partir das 10h, a grande atração será a realização do primeiro Carna Capitólio, festa de rua que pretende resgatar os tradicionais eventos carnavalescos realizados na década de 1930 no antigo Cine -Theatro Capitólio.


Semana de 26 de fevereiro a 4 de março de 2026


26 de fevereiro (quinta-feira)

15:00 – O Jogo da Guerra (entrada franca) – 45 minutos

16:00 – O Agente Secreto (R$ 16,00 e R$ 8,00) – 161 minutos

19:00 – Volveréis (R$ 16,00 e R$ 8,00) – 114 minutos


27 de fevereiro (sexta-feira)

15:00 – O Jogo da Guerra (entrada franca) – 45 minutos

16:00 – O Agente Secreto (R$ 16,00 e R$ 8,00) – 161 minutos

19:00 – Volveréis (R$ 16,00 e R$ 8,00) – 114 minutos


28 de fevereiro (sábado)

15:00 – O Jogo da Guerra (entrada franca) – 45 minutos

16:00 – O Agente Secreto (R$ 16,00 e R$ 8,00) – 161 minutos

19:00 – Volveréis (R$ 16,00 e R$ 8,00) – 114 minutos


1º de março (domingo)

Sem a primeira sessão em virtude da realização do Carna Capitólio

16:00 – O Agente Secreto (R$ 16,00 e R$ 8,00) – 161 minutos

19:00 – Volveréis (R$ 16,00 e R$ 8,00) – 114 minutos


3 de março (terça-feira)

15:00 – O Jogo da Guerra (entrada franca) – 45 minutos

16:00 – O Agente Secreto (R$ 16,00 e R$ 8,00) – 161 minutos

19:00 – Volveréis (R$ 16,00 e R$ 8,00) – 114 minutos


4 de março (quarta-feira)

15:00 – O Jogo da Guerra (entrada franca) – 45 minutos

16:00 – O Agente Secreto (R$ 16,00 e R$ 8,00) – 161 minutos

19:00 – Volveréis (R$ 16,00 e R$ 8,00) – 114 minutos


Confira a programação completa no site oficial da Cinemateca clicando aqui. 

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Cine Dica: Próxima Atração do Cine Clube Torres - "Tantas Almas"

 XI CICLO DE FILMES DE EXPRESSÃO IBERO-AMERICANA

"O HEMISFÉRIO É NOSSO"

O ciclo de verāo do Cineclube Torres encerra com uma singular produção colombiana "Tantas Almas" (2019), do diretor Nicolás Rincón Gille, segunda dia 23 de fevereiro, às 20h. Um pescador atravessa o maior rio da Colômbia em busca dos corpos de seus dois filhos, assassinados por paramilitares, determinado a impedir que permaneçam como almas errantes.

"Tantas Almas" retrata sem imagens violentas e com com as tintas do realismo mágico a tragédia da explosão da violência na Colômbia em 2002 e 2003, quando grupos paramilitares, tacitamente encorajados pelo então presidente Uribe e com a desculpa do combate ao terrorismo, promoveram uma matança indiscrimada de pescadores e agricultores.

A sessão será realizada na Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, na rua Pedro Cincinato Borges 420, contando para isso com a parceria e o patrocínio da Up Idiomas Torres. A entrada franca até a lotação do espaço. O Cineclube Torres é uma associação sem fins lucrativos, em atividade desde 2011; Ponto de Cultura certificado pela Lei Cultura Viva federal e estadual; Ponto de Memória pelo IBRAM; Sala de Espetáculos e Equipamento de Animação Turística certificada pelo Ministério do Turismo (Cadastur); Selo Destaque no Turismo da Georrota Cânions do Sul.

Serviço:

O que: Exibição do filme "Tantas Almas" (2019) de Nicolás Rincón Gille

Onde: Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, junto à escola Up Idiomas, Rua Cincinato Borges 420, Torres

Quando: Segunda-feira, 23/2, às 20h

Ingressos: Entrada Franca, até lotação do local (aprox. 22 pessoas).


Cineclube Torres

Associação sem fins lucrativos

Ponto de Cultura – Lei Federal e Estadual Cultura Viva

Ponto de Memória – Instituto Brasileiro de Museus

Sala de Espetáculos e Equipamento de Animação Turística - Cadastur


CNPJ 15.324.175/0001-21

Registro ANCINE n. 33764

Produtor Cultural Estadual n. 4917

Cine Especial: Próximo Cine Debate - 'Frankenstein'

Guillermo del Toro construiu a sua carreira através do que leu e assistiu em sua vida. Através dos seus filmes testemunhamos seres que mais parece que saíram de um velho armário, mas todos moldados com coração e perfeccionismo. "'Frankenstein" (2025) é a realização de um sonho antigo do cineasta e que obtém aqui com certo êxito.

Na trama, acompanhamos o cientista Victor Frankenstein (Oscar Isaac) que decide criar vida através de corpos de falecidos durante a guerra. Da tragédia nasce a sua criatura (Jacob Elordi), mas da qual é abandonada pelo seu criador a partir do momento que ela não corresponde com as suas expectativas. O monstro, por sua vez, irá assombrá-lo por tê-lo abandonado no passado.

Confira a minha crítica já publicada clicando aqui e participe do próximo Cine Debate. 

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Cine Especial: Revisitando 'O Morro dos Ventos Uivantes (1939)'  

Nem tinha a intenção de rever este filme tão cedo. Porém, devido a mais nova adaptação recente do conto literário indo ao cinema, me bateu a curiosidade para revisita-la. Clássico em quase todos os sentidos, o filme pertence ao seleto grupo de longas clássicos pertencentes à era de ouro de Hollywood. Mas é clássico no sentido de ser um dos filmes mais lembrados do ano de 1939, sendo apontado por muitos como o ano de ouro do cinema norte americano. Parece exagero, mas é só pegarmos o cardápio de títulos lançados naquele ano para termos uma noção do seu peso histórico.

Outro fator que me fez revisitar "O Morro dos Ventos Uivantes" é da obra ser dirigida  por William Wyler, produtor e diretor que dentre outras coisas fez o seu clássico "Ben-Hur" (1959). E, convenhamos, ele realmente fez um belo trabalho, cortando sem piedade personagens pouco importantes para que o filme fluísse bem. As quase duas horas de filme passam como se fossem apenas trinta minutos de projeção.

Na trama, o protagonista Heathcliff, é vivido pelo shakespeariano Laurence Olivier, que dá a dramaticidade necessária para tornar o personagem ao mesmo tempo puro de amor e envenenado por sentimentos de vingança e ressentimento. O personagem surge como um garotinho de aspecto cigano que foi adotado por uma família e que é o xodó do patriarca. Isso, até o velho bater as botas e ele ser transformado em criado, humilhado pelo irmão de criação, enquanto morre de amores por Catherine (Merle Oberon), que desde criança brincava com ele nos campos e com o tempo essa amizade foi se transformando em paixão.

Acontece que Catherine é uma garota que também sente atração pelo luxo, pela riqueza, e sente-se tentada a aceitar o pedido de casamento de um rapaz rico, Edgar (David Niven), não apenas maltratando o coração de Heathcliff, mas humilhando-o. É quando ele sai do vilarejo e volta rico, disposto a se vingar daqueles que o maltrataram. A sua presença repercute como um veneno para os habitantes daquele lugar.

O estilo discreto na direção de William Wyler contribui para que esqueçamos que estamos vendo um filme. Ainda que seja pouco valorizado dentre os adeptos da "política do autor", Wyler possui uma filmografia rica em títulos interessantes e memoráveis. Isso tudo faz com que o longa se torne uma de suas obras mais notáveis. O tema prevalecente é, sobrenaturalmente, o da paixão que vence a morte.

Embora rodado nos arredores de Los Angeles, o filme foi produzido com capricho pelo executivo Samuel Goldwin e, em todos os níveis, reconstitui muito bem a atmosfera gótica do romance, cuja roteirização ficou a cargo da excelente dupla Ben Hecht e Charles McArthur. A fotografia – um elemento chave em um filme de atmosfera – ficou com um dos melhores de Hollywood, o mestre da luz Gregg Toland.

O diretor William Wyler, na época em plena ascensão, fez uma carreira brilhante e não há dúvidas de que este é um dos seus melhores trabalhos, ainda hoje reconhecido pela crítica revisora. Aprendendo com Wyler a atuar diante das câmeras (segundo depoimento pessoal), o até então ator dos palcos londrinos Laurence Olivier encarna um Heathcliff impressionante, embora – reclama a crítica – a bela Merle Oberon não empolgue muito como a atormentada Cathy. De fato, é possível imaginar que show teria dado nesse papel, por exemplo, a insuperável Olívia de Havilland, não estivesse ela ocupada, fazendo a sua parte num filme do mesmo ano, E o vento levou… Por falar nisso, "O morro dos ventos uivantes" teve sete indicações ao Oscar e, com certeza, só não levou o de melhor filme porque o concorrente era justamente E o vento levou…

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Cine Dica: Sessão do Clube de Cinema: "Sorte Cega" (21/02) na Cinemateca Paulo Amorim


Após uma pequena folga para curtir o carnaval, o Clube de Cinema retoma as suas atividades neste sábado, dia 21 de fevereiro, às 10h15 da manhã, com uma sessão do filme Sorte Cega, do diretor polonês Krzysztof Kieslowski, na Cinemateca Paulo Amorim.

Frequentemente lembrado por obras como o Decálogo e a Trilogia das Cores, Sorte Cega foi realizado em 1981 e permaneceu censurado até 1987. No filme, o diretor polonês se propõe a construir uma reflexão sobre o destino, a liberdade e a responsabilidade individual.

A partir de uma situação aparentemente simples – a tentativa de um jovem de pegar um trem –, o filme apresenta três distintas possibilidades de vida para o protagonista Witek. Cada uma delas nasce de um instante decisivo, revelando como acaso e escolha se entrelaçam e moldam a nossa existência.


Confira os detalhes da sessão:


SESSÃO DE SÁBADO NO CLUBE DE CINEMA

📅 Data: Sábado, 21/02, às 10h15 da manhã

📍 Local: Sala Eduardo Hirtz, Cinemateca Paulo Amorim

Casa de Cultura Mário Quintana – Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre


Sorte Cega (Przypadek)

Polônia, 1987, 114 min

Direção e roteiro: Krzysztof Kieslowski

Elenco: Boguslaw Linda, Tadeusz Lomnicki, Zbigniew Zapasiewicz, Boguslawa Pawelec

Sinopse: Diante de um futuro incerto, Witek, um jovem estudante de Medicina polonês, suspende seus estudos e corre para pegar um trem rumo a Varsóvia. A partir desse instante, o filme apresenta três desdobramentos possíveis de sua vida, cada um determinado por ter alcançado ou não o trem — e pelas escolhas que se seguem.


Nos vemos lá!

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Cine Dicas: Estreias do Final de Semana (19/02/26)

PARA SEMPRE MEDO

Sinopse: O casal Malcolm e Liz viaja para uma cabana isolada para uma celebração romântica. Quando Malcolm parte inesperadamente para a cidade, Liz é confrontada por uma presença sinistra.


O FRIO DA MORTE

Sinopse: Barb, uma viúva proprietária de uma pequena loja de artigos de pesca, parte em uma peregrinação ao Lago Hilda, no remoto norte de Minnesota. Foi lá que ela passou suas primeiras férias com o marido recentemente falecido e onde prometeu espalhar suas cinzas. Atingida por uma nevasca, ela se perde pelas estradas perto do lago e para em busca de ajuda em uma cabana isolada na floresta. 


ANÊMONA

Sinopse: ANEMÔNA explora os laços complexos e profundos que existem entre irmãos, pais e filhos. 

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