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Sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Cine Clássicos: ESPECIAL MÊS DAS BRUXAS: o Homem Invisivel

Revolucionário nos efeitos visuais, filme impressiona até hoje

sinopse:

Em Ipping, um lugar remoto na Inglaterra, chega um misterioso estranho que tem seu rosto coberto por bandagens. É impossível ver seus olhos, pois ele usa óculos com lentes extremamente escuras. Ele aluga um quarto em uma pousada e fica trancado nele o tempo inteiro. O estranho se chama Jack Griffin (Claude Rains), que criou uma fórmula que o permite ser invisível. Entretanto ele precisa criar um antídoto para reverter o processo, caso contrário ficará desta forma para sempre. Além disto, Jack sonha ser muito rico após vender esta fórmula para algum pais, que teria um exército invisível, o que o tornaria praticamente invencível. Paralelamente Flora Cranley (Gloria Stuart), sua noiva, mostra-se bem preocupada, pois não tem idéia do que está acontecendo. Ela relata suas inseguranças para seu pai (Henry Travers), que é um pesquisador e mentor de Griffin. Estas aflições também são ditas para Kemp (William Harrigan), outro pesquisador, que é apaixonado por Flora. Enquanto isto, na pousada, Jack está para ser mandado embora do local, pois além de nunca pagar foi muito agressivo com os proprietários. Quando um policial chega para detê-lo, Jack, rindo histericamente, tira suas bandagens e, para espanto geral, revela a todos que é invisível.


Eficiente mistura de terror e ficção cientifica, com toques de humor negro que apresenta toques de efeitos especiais inovadores para época e que impressionam até mesmo hoje em dia. O filme marca a estreia de Rains (Casablanca, 1942) e tem direção do competente Whale (Frankenstein 1931). Entreterimento de primeira e acima de tudo uma boa aula de cinema.

Curiosidades:
Para criar o efeito de Jack Griffin parecer invisível quando retirasse suas bandagens, o diretor James Whale fez com que Claude Rains vestisse apenas roupas de veludo preto e o colocou a frente de um cenário feito com a mesma cor de sua roupa.
A 1ª escolha da Universal Pictures para interpretar o Homem Invisível era Boris Karloff, mas o diretor James Whale o descartou por querer um ator que possuísse uma voz mais “intelectual”. A 1ª e única escolha do diretor foi Claude Rains, que ficou com o papel.

Um comentário:

As Tertulías disse...

Intersantíssimo... Qual o nome deste filme em ingles? Gostaria de tentar comprá-lo... normalmente estes efeitos invisíveis eram (nao sei porque) já na época dio Tecnicolor feitos sobre fundos laranjas... pode? Adorei a postagem! Whale... ótimo diretor! Rains... também ótimo!