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Sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Cine Clássicos: Especial Mês das Bruxas: O Médico e o Monstro

A MELHOR VERSÃO DA HISTORIA DO Dr Jekyll EM 1932  SE TORNOU UMA PRODUÇÃO A FRENTE DO SEU TEMPO

Sinopse:
A clássica história baseada no romance de Robert Louis Stevenson. Dr. Jekyll, um renomado médico, estuda a possibilidade de separação do lado "bom" e do lado "mau" das pessoas. Numa de suas experiências, deixa seu lado negro tomar conta e acaba transformando-se em um monstro, o que lhe trará terríveis consequências.


Inspirado em livro de Robert Louis Stevenson, o filme tem um ponto de vista. Quando ele toma a poção, regride para um homem primitivo, como um Picantropus Erectus (a otima maquiagem retrata isso). Ele não se torna exatamente um Monstro. A fita é soberba  pela direção  de Mamoulian que libertava a câmera do controle do microfone (era o começo do cinema falado que complicou na época para alguns). É brilhante como começa com o ponto de vista subjetivo do herói, primeiro tocando órgão e depois mostrando sua casa e clube dessa forma (esse recurso voltará a ser usado quando ele se olha no espelho, depois de feita a transformação).




Curiosidades:
Na história da Academia do Oscar, só houve dois empates. O primeiro aconteceu quando Fredric March de O Médico e o Monstro e Wallace Beery (O Campeão) empataram a categoria de Melhor Ator em 1932 e dividiram o prêmio. Como o resultado era desconhecido a Academia teve que providenciar mais um troféu às pressas.

Um comentário:

As Tertulías disse...

E o segundo empate foi com Katherine Heoburn e Brabra Streisand? correto?
Nunca assisti esta primeira versao... só conheco a com Ingrid... Tenho uma entrevista com ela - em alemao - na qual ela conta toda esta estória (da troca de papéis). Gravei quando vim para a Austria em 1981... Deveria colocar no Youtube, né?