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Sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Cine Dicas: Lançamento em DVD:

inédoque, Nova York
A mente criativa de Charlie Kaufman atua na direção e não decepsiona 



sinopse:

Caden Cotard (Philip Seymour Hoffman) é um diretor de teatro que está preparando uma nova peça, ao mesmo tempo em que enfrenta problemas pessoais. Sua esposa, Adele Lack (Catherine Keener), resolveu deixá-lo para morar em Berlim, levando consigo a filha Olive (Sadie Goldstein). Madeleine Gravis (Hope Davis), sua terapeuta, aparenta estar mais interessada em divulgar seu best seller do que em ajudá-lo. Preocupado com a vida e seu estado de saúde, cada vez mais debilitado, Caden decide reunir um grupo de atores em um armazém de Nova York. Lá ele pode enfim dar vazão à sua criatividade, buscando uma peça que seja cada vez mais um paralelo de sua própria vida.


Sinédoque, New York é uma viagem no imaginário do escritor e diretor, Charlie Kaufman, conhecido por seu gosto pelo incomum (assim como Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças e Adaptação) mas que desta vez, surpreende com a criação de uma obra-prima quase instantânea repleta de significados, como fúria, solidão, complexidade, dor, perdão paixão, poesia e amor. E se ele já surpreendia  fazendo roteiros, dirigindo agora tem tudo para ter uma carreira mais do que solida no cinema idependente  

Curiosidades:
Sinédoque, segundo o dicionário Houaiss, significa “tipo especial de metonímia baseada na relação quantitativa entre o significado original da palavra usada e o conteúdo ou referente mentado”.
O sobrenome do personagem Caden Cotard é uma citação à síndrome de Cotard, uma rara desordem psiquiátrica em que a pessoa tem a ilusão de estar morta ou não existir.



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