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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Cine Especial: Quadrilogia ALIEN: Parte 2


ALIEN 3

Sinopse: A tenente Ripley (Sigourney Weaver) vai parar em um planeta que na verdade uma colônia penal de segurança máxima, onde todos os internos são assassinos e estupradores. Lá não existem armas e um lugar totalmente isolado do mundo civilizado. Dentro deste contexto, o alienígena volta a atacar, matando tudo que se move, mas com uma misteriosa diferença: ele não ataca a tenente Ripley.


Na época a terceira parte da série cinematográfica dividiu as opiniões. Seus detratores acusam o diretor estreante David Fincher, vindo do mundo dos clipes, ter diluído a seqüência da série. Mas mesmo sendo menos vibrante a muita ação e um clímax que poderia muito bem ter encerrado a cine série do cinema. Visto hoje, percebesse que o filme difere e muito dos anteriores e muitos elementos e modo de filmar que Fincher usaria posteriormente nos anos seguintes (como Seven e Clube da Luta) podem ser vistos aqui. Muito embora o diretor prefira riscar esse seu trabalho de sua filmografia, o que comprova que ele não teve total liberdade criativa na época.     

Curiosidades: Vários scripts para o terceiro filme da série Alien foram escritos e enviados para a 20th Century Fox, produtora da série. Em vários deles a ação se passava no planeta Terra e em um deles a Tenente Ripley passa a maior parte do filme em coma.

Alien - A Ressurreição

Sinopse: A tenente Ripley (Sigourney Weaver) se matou para não permitir que o governo levasse um monstruoso alienígena para o nosso planeta. Mas, após 200 anos, em uma nave espacial, ela acorda e descobre que cientistas a ressuscitaram através da clonagem, conseguiram com sucesso retirar a rainha dos alienígenas de seu corpo. A intenção é ter um exército de aliens que, acreditam eles, possam controlar. Durante este processo o DNA da tenente é misturado com o da rainha e ela desenvolve algumas características alienígenas. Os pesquisadores começam a criar os aliens, mas estes logo escapam, provocando terror e morte. Como a nave está rumando para a Terra, eles precisam ser detidos o quanto antes, principalmente pelo fato da rainha ter tido uma nova ninhada, que poderá significar o fim dos humanos. Neste contexto, apenas a tenente e alguns contrabandistas, que se encontram na nave naquele momento, podem impedir esta tragédia.

Foram necessários um cachê de US$11milhões na época, mais o cargo de produtora executiva e a palavra final sobre o nome do diretor para convencer a atriz Weaver a voltar a interpretar a personagem que a consagrou. O esforço de trazê-la de volta valeu a pena, pois o quarto (e ultimo estrelado com Weaver), recupera o estilo visual dos dois primeiros filmes e apóia-se num bom roteiro que possui inúmeras revelações, reviravoltas e um novo tipo de personalidade que Weaver injeta em sua personagem. Pois se tratando de ser uma clone da Ripley original, a atriz foi feliz em interpretar a personagem de uma forma bem diferente e o resultado solta a vista. O diretor francês Jean-Pierre Jeunet é o mesmo de Delicatessen e Ladrão de Sonhos, que assinou ao lado de Marc Caro.
Pode não ter encerrado por definitivo as historias dos Aliens no cinema (depois viria os fatídicos encontros com os Predadores), mas pelo menos cumpriu o que prometeu. Destaque para a presença de Winona Ryder, que aqui faz um andróide, cheia de sentimentos e entrando na galeria de andróides, que tanto aparecem nesta saga cinematográfica. 

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