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Sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Cine Dica: Em Cartaz: O Orgulho

Sinopse: Neila Salah é uma jovem que cresceu em Creteil e sonha em ser advogada. Desde o primeiro dia de aula na renomada Faculdade de Direito de Paris, ela se depara com Pierre Mazard, um professor conhecido pela sua má conduta que, para se redimir, aceita ser seu mentor em um concurso. Porém, ambos precisam enfrentar seus preconceitos.

O diretor Yvan Attal nasceu em Tel Aviv, em 4 de janeiro de 1965. Seus pais são judeus argelinos franceses e ele cresceu nos arredores de Paris. Yvan também é ator e sua estreia atuando foi em Un monde sans pitié, de Éric Rochant (1989), cujo desempenho lhe valeu o prêmio “Cesar”, de Ator Mais Promissor. Seu primeiro longa como diretor foi Ma femme est une actrice (2001), co-estrelando Charlotte Gainsbourg, (atriz e cantora anglo-francesa), sua companheira na vida real, com quem tem dois filhos.
O filme O Orgulho coloca em pauta um assunto  polêmico que é o racismo, assunto difícil de se lidar, principalmente na Europa de hoje e de países que se dizem não ter racismo como no caso aqui no Brasil. A atriz Camelia Jordan (vem de família de argelinos) faz o papel da estudante de direito Neila Salah. É uma boa atriz e cantora pop, trazendo em seu  currículo vários créditos por seus trabalhos, além do prêmio de atriz revelação pelo filme.
Neila vive com a mãe e a avó num prédio modesto nos arredores de Paris. Ela está decidida a se tornar advogada e por isso se inscreve na Universidade de Paris, mas chega atrasada logo no primeiro dia e sofre o ataque de um professor veterano, que é interpretado com maestria  por Daniel Auteiul que, atualmente, é um dos maiores atores franceses. Daniel está impecável como o professor racista e e pouco sociável.  Ele a ofende e isso provoca uma reação negativa dos alunos e dos outros professores. Para não ser despedido, tem que enfrentar um desafio: ensaiar a moça e lhe ensinar todos os truques da profissão.
O Orgulho tem momentos criativos e revela, de forma inteligente, denúncias sobre problemas com relação ao preconceito que ainda persiste em viver no nosso mundo contemporâneo. 

Em Cartaz: Sala Paulo Amorim. R. dos Andradas, 736 - Centro de Porto Alegre. Horário: 15h15min. 


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