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Sendo frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 70 certificados),sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para beniciodeltoroster@gmail.com

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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Cine Especial: Filmes e Sonhos: Parte 3


Nos dias 16 e 17 de setembro eu estarei na Cinemateca Capitólio de Porto Alegre, participando do curso Cinema e Sonhos, criado pelo Cine Um e ministrado pelo Psicanalista Leonardo Della Pasqua. Enquanto os dias da atividade não chegam, estejam por aqui comigo, para mergulhar nos melhores exemplos cinematográficos e que tentam retratar um pouco esse nosso universo do sonhar.
 
Sonhos e fantasias

O gênero contos de fadas é cheios de significados, alguns até bem nítidos com relação ao seu conteúdo. Abaixo, cito dois exemplos de adaptações cinematográficas sobre dois contos de fada clássicos, em que o sonho tem papel fundamental, mas que somente nos damos conta disso nos minutos finais da obra.
 
O Mágico de OZ (1939)

Sinopse: Dorothy e seu cachorro Totó são levados para a terra mágica de Oz quando um ciclone passa pela fazenda de seus avós no Kansas. Eles viajam em direção à Cidade Esmeralda para encontrar o Mago Oz e no caminho encontram um Espantalho, que precisa de um cérebro, um Homem de Lata sem um coração e um Leão Covarde que quer coragem. O Mago pede ao grupo que tragam a vassoura da Bruxa Malvada do Oeste a fim de ganharem sua ajuda.
Glorioso musical da Metro, baseado em um romance de L. Frank Baum. Tudo é perfeitamente encantador: Historia, elenco, direção, cenário, coreografias e canções primorosas. Judy, então com 16 anos ganhou um Oscar especial (uma miniatura, por ser criança) outras duas estatuetas foram para canção OverThe Rainhow (musica de Harold Arlen, letra do E. Y. Hurburg) e para a trilha sonora do Herbert Stothart.

Curiosidades: A estrada de tijolos amarelos inicialmente seria verde. A mudança de cor aconteceu após uma das paralisações nas filmagens, quando ficou definido que a cor amarela seria a melhor a ser usada em um filme feito com Technicolor. A Bruxa Má do Oeste de O Mágico de Oz tem dois olhos, enquanto que no livro tem apenas um.

Alice no País das Maravilhas (1953)

Sinopse: Alice é uma menina curiosa e cansada de seu mundo monótono. Ao seguir o apressado Coelho Branco, acaba caindo no maluco País das Maravilhas.
Alice no País das Maravilhas (em inglês: Alice in Wonderland) é um filme de animação de longa-metragem, considerado um clássico, produzido pelos estúdios Disney em 1951. É uma adaptação do clássico de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas.  O filme seguiu uma rota bem diferente das produções anteriores do estúdio, pois afinal de contas, o conto original é cheio de significado e muito conteúdo, cujo qual Disney queria passar ao máximo na tela. Contudo, com pouco mais de uma hora, o filme condensou inúmeras partes e alguns personagens ficaram de fora, entretanto manteve toda a excentricidade que o livro possuía com seus personagens incomuns como o mestre Gato. 
Tendo sido um relativo fracasso na época, o filme acabou conquistando aos poucos o publico em suas reprises na tv e aos poucos ganhou status de cult.Tim Burton criou uma espécie de continuação da história que acabou gerando um maior sucesso e com isso uma nova geração acabou descobrindo esse clássico de 1953.

Curiosidades: No Brasil o filme teve duas dublagens, a original feita no ano de 1951 no estúdio Continental Discos, e uma segunda feita em 1991 na Herbert Richers sob encomenda do SBT. A dublagem original foi lançada em VHS e atualmente em DVD, enquanto a segunda dublagem, só foi exibida apenas no SBT no início de 1991, e depois disso acabou sendo substituída pela dublagem original de 1951 nas exibições do canal.


Mais informações sobre o curso Filmes e Sonhos você confere clicando aqui.

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