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Sendo frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 70 certificados),sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para beniciodeltoroster@gmail.com

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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Cine Dicas: Em Blu-Ray, DVD, Netflix e locação via TV a Cabo:



O Novíssimo Testamento 

Sinopse: Deus (Benoît Poelvoorde) está vivo, é casado, tem uma filha e se diverte na hora de criar as formas como as pessoas vão morrer. Ele é ríspido com a família e cansada da forma com o pai lhe trata, a menina toma uma atitude drástica. Ela invade o computador de Deus e envia SMS para todas as pessoas da Terra com a data de morte delas, gerando um caos e muitas dúvidas ao redor do mundo.

Comédia leve, inteligente e fácil de assistir, é um adendo ao que há de melhor no cinema belga hoje. Quinta ficção de Jaco Van Dormael, a fantasia já se faz característica em seus filmes. Candidato ao Globo de Ouro esse ano como filme estrangeiro, levou outros 6 prêmios e 4 indicações em outros festivais. Imperdível.
  



Conspiração e Poder 
 
Sinopse: Em 2004, a produtora Mary Mapes (Cate Blanchet), o apresentador  Dan Rather (Robert Redford) e a equipe do programa jornalístico 60 Minutes conseguem documentos importantes. As evidências provam que o presidente americano George W. Bush teve tratamento especial nos anos 1970, quando servia na Guarda Nacional do Texas. Isso teria garantido ao político a chance de não prestar serviço na Guerra do Vietnã. A reportagem é exibida, dando origem uma crise de credibilidade midiática, pois os tais documentos não foram checados com eficiência e depois foi confirmado que as informações não eram verdadeiras, causando a saída de Rather, Mapes e de outros funcionários da empresa.



Para quem ama cinema, o grande atrativo do filme é, de fato, a dobradinha Blanchett-Redford. Justiça seja feita, a australiana realmente teve em Carol o seu melhor trabalho de 2015, mas o mix de angústia, ansiedade, confiança e medo que ela imprime em Mary Mapes deixa esse filme dirigido por James Vanderbilt bem mais interessante que ele o é. Como Dan Rather, Redford tem pouco a fazer, mas a sua persona é fundamental para que vejamos o âncora como a lenda do jornalismo que ele é.


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