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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Cine Dicas: Em Cartaz: MEGAMENTE

Sinopse: Megamente é um vilão magro usa roupas nas cores azul e preta e sua cabeça é careca e grande devido ao cérebro privilegiado. Ele deseja conquistar a cidade de Metro City e faz diversas tentativas muitas delas são frustradas. O vilão precisa ter oponentes para que sua vida tenha sentido e após a morte de Metro Man (Brad Pitt) Megamente cria Titan um herói para ter com quem rivalizar.
Afinal, nascemos bons ou maus ou nos tornamos bons ou maus ao longo da vida? Essa é a questão levantada na mais nova animação da DreamWorks, em uma aventura que satiriza o mundo dos super heróis e ao mesmo tempo desconstrói o mito do herói. Aqui o herói é na verdade o vilão, mas que de vilão tornasse herói, confuso? Não é pra ser. O filme apresenta os dois lados da mesma moeda, o herói Metro Man (voz de Bratt Pitt) e de Megamente (voz Will Ferrell), ambos vindos de planetas diferentes prestes a serem destruídos (já viu essa historia né) e que acabam caindo na terra, só que cada um de um lado. Metro Man numa casa de classe media alta com pais carinhosos que dão a melhor educação, já Megamente teve o azar de cair num presídio e ser adotado pelos piores bandidos que acabaram lhe ensinando o mundo da maldade.
Crescidos, ambos se tornaram herói e vilão e brigavam a todo custo pelo domínio da cidade, até que um dia, Megamente (meio que sem querer) mata MetroMan e assim conquista a cidade que tanto queria. Mas é ai que o filme se torna bem original, pois Megamente se da conta que a vida não faz mais sentido sem um desafio e de que adianta ser vilão se não tem ninguém para enfrentá-lo? E é então, que ele decide criar outro super herói através do DNA de Metro Man para então assim as coisas voltarem nos eixos.
É neste momento que o filme soube bem explorar a personalidade de Megamente, pois, apesar de tudo, ele é vilão unicamente porque achava que era o seu destino, mas ira descobrir com o tempo (e da aparição de alguém inesperado) que não é bem assim que a coisa funciona.
O legal do filme são as inúmeras referencias que  faz ao mundo dos super heróis, ao começar pelo visual bem cartunesco e cheio de luz, fazendo uma referência a era de ouro das HQ, isso sem contar uma porções de referencias ao Superman. Nem mesmo uma versão descarada de Jo-El (meio poderoso Chefão) fica atrás em um momento muito engraçado que só lamento que nem todos irão entender a piada.
Alias, essa é a aposta mais certeira da casa de Sherk em sempre manter o humor de primeira em suas animações e com pitadas de lição de moral aqui e ali. Nada que rivalize com a campeã Pixar, mas pelo menos a DreamWorks fala por si,

Um comentário:

Lorena ;D disse...

Muito bem falado. Esse filme é ótimo e tem muitas piadas que os espectadores as vezes não veem. Um exemplo é uma sátira do "Yes we can", slogan de Barak Obama, pois quando Megamente toma posse de Metro City, aparece um cartas lá atrás dizendo "No you can't", até imitam a foto do Obama!
Adorei demais esse filme. Principalmente pelas cenas aéreas (que achei o forte nesse filme) e o drama <3