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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Cine Dica: MAIS DE TRÊS FOI O DIABO QUE FEZ no 7º festival CineMúsica

A produção do documentário “MAIS DE TRÊS FOI O DIABO QUE FEZ” orgulhosamente anuncia que o filme terá a sua estreia em festivais na noite de hoje, no 7º Festival CineMúsica, na cidade de Conservatória, no Rio de Janeiro.
O CineMúsica é o único festival de cinema do Brasil dedicado ao som, e  traz mais de 50 filmes, alguns em pré- estreia nacional! Um grande evento que reúne produtores, diretores e artistas do mundo do cinema e da cultura. Espetáculos de dança, concertos sinfônicos, filmes inéditos, sessões e oficinas infantis, palestras e gastronomia, movimentam o Festival CineMúsica.
O tema desse ano é o BRock. Por isso, o documentário estará abrindo o festival. Quem quiser acompanhar tudo sobre o evento, pode clicar no site  www.festivalcinemusica.com.br.
E quem quiser acompanhar as novidades sobre o filme, pode clicar no site www.maisdetres.com.


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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Cine Especial: Mestres & Dragões: Parte 8

Na minha 30ª participação no Cena Um, essa atividade ministrada pelo escritor e editor César Almeida, que irá ocorrer nos dias 07 e 08 de setembro no Santander Cultural, irá desvendar um pouco mais sobre o universo das artes marciais no cinema e que conquistou o ocidente durante as décadas de 70 e 80. Enquanto os dois dias da atividade não chegam, irei postar aqui um pouco mais desse gênero, cuja a sua influencia é sentida até hoje. 

Arrebentando em Nova York 

Sinopse: Keung (Jackie Chan) é um perito em artes marciais de Hong Kong que viaja para o casamento do seu tio em Nova York. Durante sua estada no Bronx, ele compra briga com motoqueiros e mafiosos, causando um verdadeiro terremoto de pancadaria na cidade. Para piorar, os policiais não conseguem controlar a situação e o lutador vai ter que resolver a situação pelas próprias mãos.

Quando Jackie Chan estrelou esse filme, ele já era veterano em filmes de artes marciais na China, mas essa produção onde a trama se passa em Nova York é especial por dois motivos: uma porque foi o filme no qual eu o conheci e fez me interessar em conhecer os outros filmes que ele estrelou na China como o divertidíssimo  Dragões em dose Dupla. O outro motivo é que essa foi à primeira produção de Hong Kong ao estrear em primeiro lugar nas bilheterias dos EUA. Com isso, as portas se abriram para Jackie Chan no cinema americano e fez com que ele estrelasse franquias de sucesso como á Hora do Rush, Bater ou Correr e Karatê Kid.  
O filme é divertidíssimo, pois coloca Jackie Chan como um cara comum (embora talentoso nas artes marciais), mas que acaba se metendo com gangues barra pesada e criminosos sem escrúpulo. Isso tudo é mera desculpa para colocar Chan em fazer o que faz de melhor: lutar kung fu ao máximo, mas ao mesmo tempo auxiliado com tudo que está ao redor, desde as cadeiras, mesas, garrafas, varas etc.
Claro que embora seja um mestre nisso tudo, Chan não é infalível e muitas vezes ele já se machucou seriamente em seus filmes e aqui não foi diferente. Durante as filmagens ele quebrou seriamente o tornozelo e se você assistir os créditos verá não só os erros de gravação, como também as inúmeras cenas em que o ator se ralou feio durante as cenas. Com um final divertidíssimo, lutas e perseguições adoidado, Arrebentando em Nova York pode ser resumido como uma espécie de melhor representante do que já rolou em toda a carreira de Jackie Chan. 

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Cine Dica: Em DVD e Blu-Ray: DENTRO DA CASA


Sinopse: Um pouco cansado da rotina de professor, Germain (Fabrice Luchini) chega a atormentar sua esposa Jeanne (Kristin Scott Thomas) com suas reclamações, mas ela também tem seus problemas profissionais para resolver e nem sempre dá a atenção desejada. Até o dia em que ele descobre na redação do adolescente Claude (Ernst Umhauer) um estilo diferente de escrever, que dá início a um intrigante jogo de sedução entre pupilo e mestre, que acaba envolvendo a própria esposa e a família de um colega de classe.

Vi pouco, ou quase nada da filmografia de François Ozon, sendo que o ultimo que me lembro que vi foi 8 mulheres e vendo esse seu ultimo trabalho, faz me arrepender bastante por não ter o acompanhado mais de perto. Baseado na obra do dramaturgo espanhol Juan Mayorga, o filme não só mergulha no universo da literatura, como também é uma espécie de estudo da alma humana, que vai desde as suas obsessões, sonhos, desejos e vidas frustradas. Tudo isso acontece, no momento que o jovem Claude (Ernst Umhauer) se infiltra na família do seu melhor amigo, para então fazer uma analise detalhada do dia a dia deles, escrevendo no seu papel e fazendo ganhar confiança e respeito do seu professor Germain (Fabrice Luchini).
O que começa como uma simples curiosidade e admiração de professor para o seu aluno, acaba se tornando em um verdadeiro jogo de gato e rato, mas que jamais desce para o gênero de suspense, mas que faz com que o espectador tema pelo pior a cada momento que passa. No momento que o jovem invade o universo dessa família, acaba por então descascando as suas verdadeiras personalidades, onde se encontra de tudo um pouco: desejos reprimidos, frustrações, alienações e a quebra da imagem da família perfeita internamente. Tudo isso pelo olhar do jovem, que vai da curiosidade, para o surgimento de um interesse mais sério que começa a sentir por cada um deles, principalmente pela dona da casa (Emmanuelle Seigner).
Na  medida em que a obsessão toma conta do jovem, ao mesmo tempo desperta um desejo de curiosidade e obsessão também no seu professor, desejando então que o seu aluno vá mais ao fundo disso. No decorrer da trama, ficamos nos perguntando quais são os motivos para o professor desejar tanto que o aluno prossiga com isso, que vai de teorias de um possível desejo homossexual, paternidade que nunca chegou ou simplesmente vê nele alguém que ele jamais foi um dia. Além de uma direção agiu de Ozon, o filme conta também com um desempenho incrível de cada um do elenco, principalmente da dupla central Germain (Fabrice Luchini) e Claude (Ernst Umhauer), onde ambos nos rendem momentos inspirados tanto quando estão juntos em cena, como também quando estão separados durante á historia.
Atenção também para o ótimo desempenho de Kristin Scott Thomas, que embora sua personagem seja um tanto que secundaria, se torna peça fundamental no ato final da trama. Um agiu, imaginativo filme e que nos faz querer conhecer mais a filmografia de François Ozon.

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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Cine Especial: Mestres & Dragões: Parte 7

Na minha 30ª participação no Cena Um, essa atividade ministrada pelo escritor e editor César Almeida, que irá ocorrer nos dias 07 e 08 de setembro no Santander Cultural, irá desvendar um pouco mais sobre o universo das artes marciais no cinema e que conquistou o ocidente durante as décadas de 70 e 80. Enquanto os dois dias da atividade não chegam, irei postar aqui um pouco mais desse gênero, cuja a sua influencia é sentida até hoje.  

Lutar ou Morrer 

Sinopse: O chinês Chen Zhen (Jet Li) estuda engenharia em Kyoto e está apaixonado por Mitsuko Yamada, a filha do diretor. Ele retorna para Shangai, ocupada pelos japoneses, após descobrir que o seu mestre de kung fu morreu em uma luta contra o campeão japonês Ryuichi Akutagawa. Zhen tenta provar que o guerreiro morreu envenenado, começando uma disputa que vai colocar a honra da China e do Japão em teste.


Ao fazer um remake do clássico de Bruce Lee A Fúria do Dragão, Jet Li fez o seu próprio clássico. Embora não tenha ido tão bem no mercado asiático, no Ocidente sempre aparece nas listas dos melhores filmes de kung fu de todos os tempos. O filme enfoca o tema clássico da rivalidade entre chineses e japoneses, o que rende lutas espetaculares entre Chen Zen e lutadores japoneses, incluindo uma escola inteira (referência à cena mais conhecida do filme de Lee), um honrado mestre de karatê e um perigoso militar (o responsável pela morte do mestre). A lenda viva Yasuaki Kurata é o mestre que luta com Li e o ensina a se adaptar ao estilo do adversário para vencer, o que será crucial na luta final com Billy Chau, o general assassino. Reunindo algumas das mais insanas lutas de todos os tempos, Lutar ou Morrer é, na humilde opinião (ao lado de Herói), um dos melhores filmes de Jet Li.  


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Cine Dica: FRANCES HA segue em cartaz no CineBancários


O CineBancários segue com o novo filme de Noah Baumbach, FRANCES HA, até dia 15 de setembro, às 15h, 17h e 19h, de terça a domingo. O filme destacou-se nos Estados Unidos como um grande sopro de renovação autoral junto às produções americanas.

Comparado á Manhatan, de Woody Allen, Frances Ha conta a estória de Frances (Greta Gerwig), que mora em Nova York, mas na verdade ela não tem um apartamento. Frances é aluna numa companhia de dança, mas não é de fato uma bailarina. Frances tem uma melhor amiga chamada Sophie, mas na verdade elas não estão se falando mais. Frances se joga de cabeça em seus sonhos, mesmo que a possibilidade de realização seja pequena. Frances deseja muito mais do que tem, mas ela leva sua vida com leveza e uma alegria inexplicável. FRANCES HA é uma divertida fábula moderna, na qual Noah Baumbach explora Nova York, a amizade, classes, ambição, fracasso e redenção.

Mais informações e horários das sessões, vocês conferem na pagina da sala clicando aqui. 

Leia a minha critica sobre o filme clicando aqui. 

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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Cine Especial: Mestres & Dragões: Parte 6


Na minha 30ª participação no Cena Um, essa atividade ministrada pelo escritor e editor César Almeida, que irá ocorrer nos dias 07 e 08 de setembro no Santander Cultural, irá desvendar um pouco mais sobre o universo das artes marciais no cinema e que conquistou o ocidente durante as décadas de 70 e 80. Enquanto os dois dias da atividade não chegam, irei postar aqui um pouco mais desse gênero, cuja a sua influencia é sentida até hoje. 

OPERAÇÃO DRAGÃO GORDO


Sinopse: Ah Lung, rapaz gordo e caipira, vai trabalhar em Hong Kong e acaba tendo que enfrentar os três melhores lutadores do mundo. Fã de Bruce Lee, de tanto observar o seu ídolo, se tornou também um mestre do kung-fu.
  
Esse filme eu descobri através dos meus pais, quando eles assistiam adoidados nas reprises da Band nos anos 80. Operação Dragão Gordo, Sammo Hung, estrela e dirige esta inteligente paródia do clássico de Bruce Lee, Operação Dragão, como um Bruce inflado que nem um suíno. Este filme é uma homenagem fenomenal ao culto a Bruce Lee, de uma forma divertida e respeitosa.
Sammo Hung era praticamente um guri quando dirigiu essa paródia e qualquer semelhança com o Kung Fu Panda não deve ser mera coincidência. O cara é ingênuo, trabalha no restaurante fuleiro do tio, se mete em confusão e luta no melhor estilo kung fu. Até o sonho dele no início lembra o do panda.
O filme na verdade veio na época (1978), para fortalecer mais o gênero de kung fu, misturado com altas doses de comédia, o que distanciava bastante de outros filmes em que eram levados mais a sério como o Dragão Chinês. As cenas de lutas são geniais, mas ao mesmo tempo um verdadeiro pastelão e algo que se viria muito nos filmes seguintes estrelados por Jackie Chan, que alias é grande amigo de Sammo  Hung. O resultado é mais uma ótima diversão para os fãs do gênero.


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Cine Dica: SALA P. F. GASTAL EXIBE SHOAH



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