Quem sou eu

Minha foto
Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sendo frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 70 certificados),sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para beniciodeltoroster@gmail.com

Pesquisar este blog

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Cine Dica: Em Cartaz: A Série Divergente: Insurgente



Sinopse: Sequência de Divergente (2014) filme de ficção científica baseado no romance homônimo de Veronica Roth. A trama segue a aventura de Tris em um mundo distópico onde ele deve esconder o fato de não pertencer a nenhuma facção oficial.



Um dos maiores acertos da série de filmes iniciada em “Divergente” eram seus ótimos efeitos especiais, mostrando um mundo que usa e abusa da realidade virtual, criando locações imensas, maravilhosas, algumas vezes destruindo tudo e situações inserindo diferentes pessoas em variados contextos. E em “A Série Divergente: Insurgente“, a situação se mantém, com a computação gráfica sendo o grande chamariz do longa. Em “Insurgente”, Shailene Woodley volta como Tris, a menina que não se encaixa em nenhuma das facções do mundo pós-apocalíptico da série.
E se no primeiro filme a moça precisava evoluir, como quem sai da infância para adolescência, pode-se dizer que neste segundo ela precisa lidar consigo mesma, com quem realmente ela é. O segundo filme da série é quase um grito de aceitação, mostrando Tris tendo de amadurecer e aceitar seu papel na distópica sociedade. Novamente fazendo um paralelo com as fases da vida humana, se o primeiro filme era a passagem da infância para a adolescência, “A Série Divergente: Insurgente” é um adolescente rebelde que busca compreender o seu papel no universo que vive.
Do restante dos personagens, é meio complicado se identificar com alguns deles, sendo que cada um deles devem um pouco de  personalidade própria. Apenas o Peter de Miles Teller como o salvador da pátria, volta e meia criando situações de conflito com Tris. Tirando isso, é preciso concordar com relação à preocupação em trazer efeitos visuais ainda mais belos do que os do filme anterior, gerou a criação de um longa que conta com alguns dos melhores efeitos de computação gráfica do cinema recente, mas não há nada que justifique o 3D na produção, sendo que ele somente esta ali unicamente para lhe cobrar mais caro o ingresso.
Mesmo com a mudança de diretor, com a entrada de Robert Schwentke no lugar de Neil Burger, Insurgente ainda herdou de Divergente o óbvio do “bem vence o mal”, que se passa em uma sociedade futurista onde existe uma divisão muito rígida e delimitada por grupos com divergências econômicas e de status. Aqueles que possuem mais poder encontram sempre a culpa vindo do mal de outro grupo. Aí é que Tris cresce no filme. Ela precisa encontrar aliados, além de ter que conviver com todas as coisas envolvidas da vida de sua família contra a sedenta líder da Erudição. 
Boas sequências de ação e diálogos, mas o ritmo é um tanto quanto truncado. Vale destacar também a concepção do cenário das facções (ou das cidades) no futuro. Tudo bem elaborado. O ponto alto de Insurgente fica para o final. Tris tem que passar por um teste exigindo de sua Erudição: lealdade, perdão, amor ao próximo para abrir uma caixa que contém a suposta solução por essa Chicago do futuro segregada por diferentes facções. Com um final redondinho e meio que previsível, A Série Divergente: Insurgente, por incrível que pareça, consegue a proeza de criar segundos finais, que nos fazem desejar ver o quanto antes a conclusão dessa saga literária no cinema.



Me sigam no Facebook, twitter e Google+

Nenhum comentário: