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Sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Cine Especial: Neorrealismo Italiano: Parte 6



Nos dias 24 e 25 de novembro, estarei participando do curso Neorrealismo Italiano, criado pelo Cena Um e ministrado  pelo jornalista Franthiesco Ballerini. Enquanto os dois dias não chegam, estarei por aqui escrevendo sobre os principais filmes, desse movimento que é considerado um dos mais importantes da historia do cinema mundial.
  
A Estrada da Vida

Sinopse: Gelsomina é vendida por sua mãe para Zampanò. Ambos não têm nada em comum: o jeito ingênuo e humilde da jovem é o oposto da rudeza de Zampanò, um artista mambembe. A chegada de um equilibrista que admira especialmente Gelsomina trará acontecimentos inesperados.
  
Pode não ser a obra prima máxima de Fellini, mas é um dos meus filmes preferidos do cineasta. Embora não tenha uma beleza deslumbrante como outras atrizes da época, a atuação de Giulietta Masina (que era casada com o diretor na vida real) que interpreta Gelsomina, uma jovem que é vendida por sua mãe para trabalhar junto a Zampano (Anthony Quinn, brilhante), homem forte e insensível, em um circo itinerante, é realmente espetacular e rende momentos tocantes.
Quinn por sua vez cria um desempenho digno de nota e que se destaca até mesmo ao lado de seus outros personagens memoráveis como Zorba: O Grego. Quando o seu personagem Zampano encontra um velho rival, o artista Louco (Richard Basehart), sua fúria chega ao ponto máximo.
Embora "A estrada da vida", ainda ecoe o cinema neorrealista, Fellini deixa um pouco para trás essas indicações familiares, para uma fábula singela sobre o amor e a crueldade que vem de dentro de todos nos, criando assim desempenhos inesquecíveis. Com esse filme, o diretor conquistou o coração do público e dos críticos em todo o mundo. Foi vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1956.


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