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terça-feira, 23 de maio de 2017

Cine Especial: Fantaspoa XIII: THE VOID



Sinopse: O policial Carter encontra homem ferido e o leva a um hospital que está prestes a ser fechado. Misteriosos seres encapuzados rodeiam o prédio, aparentemente desencadeando ocorrências estranhas e violentas. Porém, Carter e os sobreviventes acabam descobrindo um terrível segredo no hospital.   

A série da netflix Stranger Things prestou uma bela homenagem para aqueles que curtiam tudo que era de bom vindo da década de 80. Principalmente para aqueles que curtiam um bom filme de terror e que visto hoje dá sempre aquela sensação de nostalgia. The Void vai mais ou menos por esse caminho, sendo mais um filme dessa fase nostalgia, em que os realizadores olham para trás e resgatam a estéticas e o conteúdo daquele período que funcionava com perfeição.   
The Void é uma produção independente fruto de crowdfunding, escrito e dirigido pela dupla Jeremy Gillespie e Steven Kostanski que sempre estiveram envolvidos com a parte visual de grandes produções. Gillespie fez parte da equipe de direção de arte de Circulo de Fogo (2013) e da série Hannibal por exemplo. Já Kostanski tem uma filmografia bem mais expressiva sendo responsável pelos efeitos especiais de maquiagem de Nurse 3D (2014), Hannibal (a série), Clown (2014), ABC Da Morte 2 (2014), A Colina Escarlate (2015) e mais recentemente Esquadrão Suicida (2016).
Embora tenha sido feito no ano passado, visualmente o filme nos engana, já que ele possui uma estética dos anos 80 que vai muito além que o próprio Stranger Things e indo pelo caminho da quase perfeição. Aliás, é mais do que explicito que os realizadores são grandes fãs de diretores de filmes de horror daquela década como, por exemplo, John Carpenter (Fuga de Nova York), pois a todo o momento surgem cenas que da quais nos faz lembrar as obras do diretor e de outros cineastas. Começando como uma espécie de Assalto ao 13o.DP (1976), o filme gera uma mistura de referências, que vai desde O Enigma do Outro Mundo (de Carpenter) ao Videodrome (de David Cronenberg) e até mesmo Hellraiser (de Clive Barker).
Além disso, tecnicamente, o filme possui raramente algum efeito digital, sendo moldado com efeitos práticos e muita maquiagem, sendo uma coisa cada vez mais rara hoje em dia, mas ao mesmo tempo muito bem vinda. Com muito gore e violência explicita, o filme é pura tensão do começo ao fim e com certeza irá agradar em cheio o público que procura por algo que fuja do convencional. O final deixa claramente que poderá haver uma continuação, mas isso já é outra história. 
 
NOTA: O filme terá uma reprise dia 01 de Junho as 15horas na Cinemateca Capitólio.



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