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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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terça-feira, 26 de abril de 2016

Cine Dicas: Em Blu-Ray, DVD, Netflix e locação via TV a Cabo:



Star Wars: O Despertar da Força


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CAROL


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 MACBETH: AMBIÇÃO E GUERRA


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45 ANOS



Sinopse: Brevemente, Kate (Charlotte Rampling) e Geoff (Tom Courtenay) vão completar 45 anos de casamento. O marido recebe a notícia de que o corpo de uma antiga namorada foi encontrado nos Alpes Suíços, onde morreu acidentalmente há 50 anos. Isso basta para o relacionamento sólido e estável do casal correr o risco de chegar ao fim.


A direção do cineasta Andrew Haigh faz com que os sentimentos conflituosos vividos pelos dois protagonistas sejam algo crível visto na tela. Através de cenas mais abertas, quando mostra o lado corriqueiro do casal central, e também momentos onde a câmera foca os rostos deles, para explorar toda a fragilidade daquele relacionamento. O roteiro, assinado pelo próprio cineasta, cria um clima de conflito ao da trama e da aproximação da comemoração dos 45 anos de casamento. De forma gradual, quando novas revelações vão surgindo, Kate e também Geoff iniciam uma jornada intima, numa cruzada pelo seu passado e uma reflexão sobre a vida juntos e o futuro do casal.
Se a obra funciona, muito se deve ao casal de protagonistas que leva o longa nas costas. Charlotte e Tom foram ganhadores, entre outros prêmios, do Urso de Ouro no Festival de Berlim do ano passado. Charlotte ainda conseguiu uma indicação ao Oscar desse ano. Embora não tenha ganhado, Charlotte se entrega de corpo e alma a essa personagem cheia de camadas, dúvidas e incertezas em relação a um relacionamento que ela acreditava ser perfeito. Ao longo dos acontecimentos ela vai dando um ar mais questionador à personagem, que culmina no final do filme absolutamente melancólico, mas ao mesmo tempo realista. De fato, a cena final na festa de casamento é daquelas que valem o filme como um todo. 
45 Anos é daqueles títulos que você sai do cinema com ele na sua mente. Como um filme tão simples e com tão poucos atrativos à primeira vista pode ser tão avassalador. Pode ser pelo elenco impecável e também pelos recursos de direção e roteiro, mas acredito que seja mesmo pela dura e cruel realidade que exibe para nós. Mostra a vida que a gente não quer ver, aquela que a gente esconde das pessoas e de nós mesmos. Um filme cru, mas absolutamente real. 


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Um comentário:

Marcelo Castro Moraes disse...

Sim, mas quem quer saber?