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Sendo frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 70 certificados),sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para beniciodeltoroster@gmail.com

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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Cine Especial: HISTÓRIA DO CINEMA GAÚCHO: Parte 1




Nos dias 30 e 31 de Maio eu estarei participando do curso História do Cinema Gaúcho, criado pelo Cine Um e ministrada pela Doutora, jornalista e professora  Miriam de Souza Rossini. Enquanto os dois dias da atividade não chegam, estarei postando por aqui os filmes rodados em nossa terra (de ontem e de hoje) e que eu tive o privilegio de assistir.




PORTO DOS MORTOS



Sinopse: Num mundo devastado onde as regras da realidade são ditadas por magia e loucura, um policial vingativo persegue um assassino serial possuído por um demônio numa batalha contra o mal absoluto.


A tentativa de se fazer outros gêneros de filmes no Brasil é sempre bem vinda, mesmo que o resultado final dá aquela sensação de que poderia ter sido melhor. Ao assistir Porto dos Mortos, o cinéfilo mais atento irá notar um grande número de referencias de outros filmes, desde ao gênero western spaghetti, Mad Max e a todo filme de zumbi que é lançado hoje em dia. Mas quem espera uma turbinada de zumbis na tela, pode acabar um pouco se decepcionando, pois a trama se entrega para outros rumos e com isso os comedores de carne ficam um pouco pelo caminho durante a história.
Talvez a intenção do cineasta Davi de Oliveira Pinheiro era jamais se prender a um único tema, mas sim criar uma trama em que, pudesse reunir todos os ingredientes, do qual sempre curtiu nos filmes de terror ao longo dos anos. Claro que, nem todos irão comprar essa brincadeira, mas visto com a mente aberta, há de se aceitar numa boa e sem compromisso de se levar a sério. Mas é uma pena que tenhamos que, engolir certos personagens que, surgem na história, não tem muito que acrescentar e sendo que um deles lembra por demais um dos personagens dos filmes de George A. Romero. Quem se sai melhor é o Policial (Rafael Tombini), que possui todas aquelas típicas características de anti-herói solitário, de poucos amigos e com um passado nebuloso (um pouco explicado num curioso flashback). Visualmente, o filme se limita em exibir a capital gaúcha assolada pelo apocalipse e devido a isso, poderia ter sido feita em qualquer outro lugar que o resultado seria então o mesmo. Porém, existem alguns pontos conhecidos pelo público que surge na tela.
Embora tenha uma bela fotografia do início ao fim, Porto Dos Mortos talvez sirva mais como exemplo de como podemos ir mais longe dentro do gênero fantástico aqui no Brasil. Se a primeira vista para alguns o filme ficou devendo, quem sabe os próximos que terem a ideia de fazer um filme de terror possam ir ainda mais longe. Afinal de contas, já faz um bom tempo (como exemplo vindos do Fantaspoa) que nós não vivemos mais apenas de  Zé do Caixão.



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