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Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Cine Dica: Mostra Jacques Rivette: Não Toque no Machado.


Sinopse: O belo e jovem general Armand de Montriveau tem cruzado os mares à procura da mulher por quem se apaixonou loucamente há cinco anos. Ele finalmente encontra Antoinette, a duquesa de Langeais, vivendo enclausurada num convento em Maiorca. No passado, foi um caso de amor à primeira vista quando Montriveau a conheceu como uma jovem coquette casada, que freqüentava os mais extravagantes bailes de Paris na época da Restauração francesa, em 1820. Ali, hipocrisia e vaidade reinavam. Lisonjeada por suas atenções, Antoinette orquestrou um jogo calculado de sedução, mas recusava Montriveau repetidamente. Apesar da sinceridade de seu amor, sua paixão continuou não sendo correspondida. Apenas quando um humilhado Montriveau arquitetou uma vingança, o amor de Antoinette aflorou. Mas pode ter sido tarde demais para os amantes.
  
Não Toque no Machado é um filme orgulhoso de sua raiz literária. Adaptado duma obra de Balzac, Rivette inclui até intertítulos que interrompem a narrativa pra descrever a hora e local de cada cena – e até os sentimentos dos personagens. São dois, aliás: uma duquesa e um general que pouco entende das regras do clero ou da alta sociedade. O que começa como um flerte infantil da parte da duquesa se transforma numa paixão quase doentia da parte do general. Ao longo do filme a relação entre os dois se torna cada vez mais infernal e antagônica. Mesmo assim, na triste conclusão, o general define a história entre eles como “um poema”. Havia sim amor – escondido nas entrelinhas.


Mais informações da mostra você confere na pagina da sala clicando aqui.

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