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Sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Cine Dica: Em DVD e Blu-Ray: A Dama de Ferro

Sinopse: Antes de se posicionar e adquirir o status de verdadeira dama de ferro na mais alta esfera do poder britânico, Margaret Thatcher (Meryl Streep) teve que enfrentar vários preconceitos na função de primeiro-ministra do Reino Unido em um mundo até então dominado por homens. Durante a recessão econôminica causada pela crise do petróleo no fim da década de 70, a líder política tomou medidas impopulares, visando a recuperação do país. Seu grande teste, entretanto, foi quando o Reino Unido entrou em conflito com a Argentina na conhecida e polêmica Guerra das Malvinas.
É de conhecimento de todos, que Meryl Streep é uma atriz que se transforma, ao interpretar cada personagem que ela incorpora, fazendo dela, uma verdadeira cama leoa e se tornando uma verdadeira recordista de indicações ao Oscar. Sendo assim, fica até mesmo difícil de imaginar outra atriz que siga os mesmos passos, sendo que a única que vi, com uma trajetória semelhante (embora seja cedo dizer isso) é Kate Blanchet.       
Se para muitas atrizes, é complicado chegar ao patamar em que ela chegou, imagine depois de "A Dama de Ferro"! Meryl conseguiu atingiu o seu ápice, mesmo num filme que por vezes passa certas irregularidades. Na trama "A Dama de Ferro", é mostrada a trajetória da Primeira Ministra da Inglaterra, Margaret Thatcher, que esteve no comando do governo britânico de 1979 a 1990. Confesso que não sei muito sobre Thatcher. Só sei que foi uma mulher que ousou lutar pelo seu país em uma época complicada. Devido a sua força e ousadia, ela conseguiu o seu objetivo e ajudou a Inglaterra a prosperar e a se tornar a grande nação.
Mesmo com o pouco conhecimento sobre os fatos verídicos, fica bem claro na tela, que eles tentaram resumir certos fatos e que alguns ficaram de fora. A direção de Phyllida Lloyd também não ajuda, tanto na forma de dirigir como no desenvolvimento da trama, mas quando o filme descamba para mediocridade, tudo é salvo pela presença de Meryl, porque mesmo em filmes ruins (como A Casa dos Espíritos e Rio Selvagem), ela sempre segurou as pontas, colocando certa alma nestes projetos menores.
Logicamente, o filme será somente lembrado, por ter dado o tão adiado terceiro Oscar para atriz, além de ter ganhado um merecido Oscar de melhor maquiagem, no qual fez Meryl ficar idêntica a Tacher, tanto nos tempo quando jovem, como nos seus anos atuais de velhice. 


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