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Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Cine Dicas: Em Blu-Ray, DVD, Netflix e locação via TV a cabo



O Congresso Futurista

Sinopse: Uma atriz em fim de carreira (Robin Wright) decide aceitar uma proposta ousada, mas muito bem paga, para ter melhores condições de cuidar de seu filho, portador de deficiência física. Segundo o acordo, ela deve colaborar com uma empresa que vai fazer uma versão digital de sua imagem, criando assim uma atriz virtual idêntica à ela mesma. Enquanto a empresa pode utilizar essa imagem virtual para os fins que desejar, a atriz real será proibida de atuar até o resto de sua vida. Aos poucos, ela começa a perceber as consequências catastróficas da atitude que tomou.


Baseado na obra do polaco Stanisław Lem, O Congresso do Futuro, o filme propõe uma alegórica metaficção sobre os rumos da sociedade e da representação desta por meio da cultura e do entretenimento. Interpretando uma versão de si mesma, Robin Wright é uma consagrada atriz de Hollywood considerada um ponto de resistência em meio aos recursos tecnológicos disponíveis à narrativa cinematográfica, uma das últimas atrizes que ainda não cederam ao contrato de fornecer sua imagem definitiva à captação de movimentos para, depois, se aposentarem da profissão.
A narrativa contrapõe a tecnologia e a concepção artística, ponderando-as em uma dicotomia existencial. A tecnologia evolui a favor da arte ou a arte necessita da tecnologia como forma de existir? É evidente que, desde a criação do Cinema, especificamente, os avanços caminharam simultaneamente. Porém, diante de uma gama cada vez maior de tecnologia inserida nas produções, até onde o papel do ator será importante na elaboração de uma história?  

Instinto Materno 
Sinopse: Barbu (Bodgan Dumitrache) é um homem infeliz que, aos 34 anos, busca a independência ao sair da casa da mãe, Cornelia (Luminita Gheorghiu). A situação não a agrada nem um pouco, pois gosta de ter o filho sob seus cuidados. Para piorar a situação, Barbu passa a namorar uma jovem que não a agrada nem um pouco. Quando ele se envolve em um acidente trágico, que o deixa em estado de choque, Cornelia coloca o instinto protetor de mãe em primeiro lugar e faz de tudo para impedir que ele seja preso.


Vencedor do Urso de Ouro e do Prêmio da Crítica em Berlim em 2013, o filme traz uma interpretação brilhante de Luminita Gheorghiu. Aos 64 anos, sua Cornelia não dá tréguas a qualquer fragilidade mostrada pelos outros personagens como  Barbu, seu marido Domnul, a nora Carmen, sem abrir mão de sua própria sensibilidade. No entanto, mesmo tal sensibilidade, que lhe permitiria compreender o luto da família do menino morto, está permeada pelo egoísmo, pois ela própria apenas sente algo semelhante ao perder o controle sobre a vida do filho. E esse amor que a todos consome, ao final, será a mola propulsora de todas as suas atitudes.
 

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