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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sendo frequentador dos cursos do CENA UM (tendo já 43 certificados),sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros e musica erudita mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Constantine ou me escrevam para beniciodeltoroster@gmail.com

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sexta-feira, 27 de março de 2015

Cine Especial: Ficção Científica dos Anos 50: Parte 4



Para mim será agora que 2015 começa, pois em início de abril, eu estarei retornando para as atividades do Cena Um (agora Cine Um). Nos dias 06, 07,08 e 09 de abril participarei do curso de cinema Ficção Científica dos anos 50, que será ministrado pelo Jornalista, crítico, historiador e pesquisador dedicado a tudo que se refere ao cinema de horror mundial Carlos Primati. Enquanto os dias da atividade não chegam, irei postar por aqui sobre os melhores filmes que melhor sintetizaram o temor e a paranoia da civilização nos anos 50.

 
O Ataque da Mulher de 15 Metros

Sinopse: Uma esposa bêbada em apuros com o marido mulherengo tem sua vida mudada depois de um encontro com um alienígena gigante. Depois do encontro do outro mundo, a mulher passa a crescer até atingir a altura de 50 pés e sai em perseguição do marido infiel destruindo a cidade.
Dirigido por Nathan Juran (Simba e a princesa) o filme foi lançado no auge em que o cinema americano fazia inúmero filmes de ficção científica com diversos tipos de história, desde monstros alienígenas vindo do espaço como monstros terrestres radioativos. Agora, criar uma mulher ciumenta, furiosa com o marido, sabendo que ele esta traindo e transformar ela numa mulher gigante, não é algo para se levar a sério, mas o legal do filme é que surpreendentemente a trama leva a situação a sério, tanto que a forma que é mostrada o casal em crise é bem convincente em meio a uma trama de ficção boba, mas divertida. Embora os efeitos tenham envelhecido mal, o filme até hoje é lembrado e esta entre os melhores filmes B da historia.




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Cine Dicas: Estreias do final de semana (27/03/14)

Cinderela
Sinopse:Após a trágica e inesperada morte do seu pai, Ella (Lily James) fica à mercê da sua terrível madrasta, Lady Tremaine (Cate Blanchett), e suas filhas Anastasia e Drisella. A jovem ganha o apelido de Cinderela e é obrigada a trabalhar como empregada na sua própria casa, mas continua otimista com a vida. Passeando na floresta, ela se encanta por um corajoso estranho (Richard Madden), sem desconfiar que ele é o príncipe do castelo. Cinderela recebe um convite para o grande baile e acredita que pode voltar a encontrar sua alma gêmea, mas seus planos vão por água abaixo quando a madrasta má rasga seu vestido. Agora, será preciso uma fada madrinha (Helena Bonham Carter) para mudar o seu destino.

Branco Sai, Preto Fica

Sinopse: Tiros em um baile de black music na periferia de Brasília ferem dois homens, que ficam marcados para sempre. Um terceiro vem do futuro para investigar o acontecido e provar que a culpa é da sociedade repressiva.


 

O Sal da Terra

Sinopse: O filme conta um pouco da longa trajetória do renomado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado e apresenta seu ambicioso projeto "Gênesis", expedição que tem como objetivo registrar, a partir de imagens, civilizações e regiões do planeta até então inexploradas.



Eduardo Coutinho, 7 de Outubro
Sinopse:Diante de sua fiel equipe, Eduardo Coutinho concede a Carlos Nader uma entrevista de quatro horas. Ele, o homem acostumado a questionar, assume aqui um diferente papel e revela suas ideias.


Se Fazendo de Morto
Sinopse: Jean (François Damiens) ganhou o prêmio César de melhor revelação em 1987, mas questões de ego o levaram a escolhas erradas na carreira. Aos 40 anos, ele hoje mal consegue emprego como ator. A única chance que surge é de interpretar o morto na reconstituição de um violento crime ocorrido em uma cidade ao norte da França. Ele aceita a tarefa mas, ao chegar, logo bate de frente com a juíza Noémie Desfontaines (Géraldine Nakache), que não gosta dos pitacos que ele dá nas investigações feitas pela polícia.

Marcas da Água

Sinopse: Através de vários países do mundo, este documentário busca retratar a interação entre os seres humanos e a água. O filme busca compreender nossa necessidade de água, como ela separa os povos e atrai as pessoas, e quais são as consequências do seu uso. Entre as locações filmadas estão um imenso aqueduto na China e o delta do rio Colorado, nos Estados Unidos.


Dívida de Honra

Sinopse:1854. Por mais que seja forte e independente, Mary Bee Cuddy (Hilary Swank) guarda uma profunda mágoa devido à solidão que sente. Ela precisa levar três mulheres insanas até o Iowa, onde poderão viver em paz. No caminho ela encontra Georges Briggs (Tommy Lee Jones), um criminoso que tem sua vida salva por Mary Bee. Em retribuição, ele segue viagem ao lado dela e a ajuda em sua jornada.

Marcas da Água

Sinopse: Através de vários países do mundo, este documentário busca retratar a interação entre os seres humanos e a água. O filme busca compreender nossa necessidade de água, como ela separa os povos e atrai as pessoas, e quais são as consequências do seu uso. Entre as locações filmadas estão um imenso aqueduto na China e o delta do rio Colorado, nos Estados Unidos.





O Garoto da Casa ao Lado 
Sinopse:Após ser traída pelo marido, a professora Claire Peterson (Jennifer Lopez) está em vias de se divorciar. Ela vive sozinha com o filho adolescente, até perceber que um jovem acaba de se mudar para a casa ao lado. O sedutor Noah Sandborn (Ryan Guzman) rapidamente oferece ajuda nas tarefas da casa e se torna o melhor amigo do filho de Claire. Aos poucos, o vizinho passa a seduzi-la, levando a uma noite de amor entre os dois. No dia seguinte, a professora está decidida que tudo foi apenas um erro, mas Noah não pretende abandoná-la tão cedo. O caso de amor torna-se uma perigosa obsessão.

  
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quinta-feira, 26 de março de 2015

Cine Especial: Ficção Científica dos Anos 50: Parte 3



Para mim será agora que 2015 começa, pois em início de abril, eu estarei retornando para as atividades do Cena Um (agora Cine Um). Nos dias 06, 07,08 e 09 de abril participarei do curso de cinema Ficção Científica dos anos 50, que será ministrado pelo Jornalista, crítico, historiador e pesquisador dedicado a tudo que se refere ao cinema de horror mundial Carlos Primati. Enquanto os dias da atividade não chegam, irei postar por aqui sobre os melhores filmes que melhor sintetizaram o temor e a paranoia da civilização nos anos 50.

 
 Guerra dos Mundos (1953)

Sinopse: Um locutor de rádio explica como as armas de guerra ficaram mais poderosas, destrutivas e mortais durante o século XX. O locutor fala sobre como os habitantes de Marte tiveram que abandonar o mundo deles, que está morrendo, e procurar um lugar novo para viver. Em uma pequena cidade da Califórnia, Linda Rosa, os habitantes ficam excitados quando um flamejante meteoro aterriza nas colinas, fazendo Clayton Forrester (Gene Barry), um cientista, chegar ao lugar acompanhado de dois outros cientistas para investigar o acontecido. Uma pequena multidão se formou no local, que inclui Sylvia Van Buren (Ann Robinson). Constatando que o meteoro ainda está muito quente para uma aproximação, Clayton decide ficar na cidade e esperar. Três homens são mantidos de guarda no local. Logo um som estranho é ouvido, como se desparafusassem a parte de cima do meteoro. Com o topo fora emerge uma sonda longa, que se assemelha à cabeça de uma cobra. Os guardas decidem mostrar que são pacíficos e caminham para a máquina com uma bandeira branca. Com um som intenso os homens são desintegrados imediatamente, ficando claro que uma guerra está começando.
Dirigido por Byron Haskin, o filme é baseado no livro de ficção científica de H.G Wells, cuja história, já era muito conhecida pelo público, devido à trama ter sido narrada no radio pelo futuro cineasta Orson Wells e causado pânico nas pessoas desavisadas. Um marco nos efeitos especiais (vencedores do Oscar) o filme foi um dos grandes estopins para a inauguração da mania de invasores do espaço que tanto o cinema americano explorou até a exaustão durante a década e cinquenta. Admirado por muitos, o filme se tornou modelo de inspiração para inúmeros cineastas, como Steven Spielberg que prestou uma homenagem ao filme numa cena de ET, além de ter criado sua própria visão sobra a obra num filme de 2005 de grande sucesso de bilheteria.



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Cine Dica: “Branco Sai, Preto Fica” e “Senhor do Labirinto” no CineBancários

“Branco Sai, Preto Fica” e “O Senhor do Labirinto” estreiam na sala de cinema do CineBancários dia 26 de março (quinta-feira). Os ingressos podem ser adquiridos no local a R$6,00. Estudantes, idosos, bancários sindicalizados e jornalistas sindicalizados pagam R$3,00.

BRANCO SAI, PRETO FICA
 
Dirigido por Adirley Queirós e grande vencedor do Festival de Brasília em 2014, “Branco Sai, Preto fica” recebeu o prêmio de Melhor Filme de longa metragem dado pelo júri oficial do Festival, além de outras dez premiações, entre elas, Melhor Ator, Melhor Direção de Arte e Melhor Montagem. Internacionalmente, o filme foi exibido no Festival de Mar del Plata, de onde saiu com o prêmio de Melhor Filme, Festival de Vienna, Hamburgo entre outros.
Sinopse: Tiros em um baile black na periferia de Brasília ferem dois homens. Um terceiro vem do futuro para investigar o acontecido e provar que a culpa é da sociedade repressiva.
O longa narra uma violenta ação policial em um baile black, discute racismo e exclusão na periferia de Brasília.
Diretor: Adirley Queirós é diretor de cinema e roteirista. Dos 16 aos 25 anos foi jogador de futebol profissional. Afastado da carreira, retornou os estudos. Aos 28 anos ingressou na Universidade de Brasília (UnB), onde graduou-se em Cinema em 2005, já com 35 anos. Desde então, tem uma atuação cultural constante, principalmente junto à periferia do Distrito Federal, mais especificamente na cidade de Ceilândia/DF. Durante este tempo realizou filmes, foi curador de mostras de cinema, jurado de festivais e realizador de encontros para formação na área de cinema. Em 2005, realizou o filme “Rap, O Canto da Ceilândia”, documentário curta-metragem que ganhou treze prêmios no Brasil
Em 2009, foi diretor, roteirista e produtor executivo dos filmes Dias de Greve” (ficção, 35mm, 24 min) e do filme “Fora de Campo” (documentário para TV, 52 min, vídeo digital).
Em 2010, foi diretor, roteirista e produtor executivo do premiado “A Cidade É Uma Só?”, ganhador de vários festivais no Brasil, inclusive a Mostra de Cinema de Tiradentes, tendo participado de alguns festivais internacionais, dentre eles Word Cinema Amsterdam, Brazilian Hollywood Festival - Los Angeles, BAFICI – Argentina.
      Festivais e prêmios:
Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro (Melhor filme, Melhor Ator para Marquim Do Tropa, Melhor Direção de Arte, Troféu Câmera Legislativa: Melhor Longa Metragem, Melhor Ator, Melhor edição de som, Melhor capacitação de Som. Prêmio de Exibição TV Brasi, Prêmio Abracine: Melhor Longa Metragem)
Festival Internacional De Cine Mar Del Plata (Melhor filme na Mostra Latino Americana)
Mostra de tiradentes (Menção Honrosa do Júri Oficial e do Júri Popular)
Festival de Curitiba Olhar de Cinema (Prêmio Olhares Brasil, Prêmio Especial do Júri)
Cachoeira Doc (Melhor Filme pelo Júri Oficial, Melhor Filme pelo Júri Jovem)
Mostra Internacional De São Paulo
Festival Internacional De Fronteiras (Melhor Filme na Mostra Competitiva Internacional de Longas)
Vitória Cine Vídeo (Melhor Roteiro, Melhor Desenho de Som)
Panorama Internacional Coisa De Cinema
Semana Dos Realizadores Rio De Janeiro
Doc Lisboa
Vienalle
Festival De Hamburgo
Tourino Film Festival
      Trailer: 

FICHA TÉCNICA
BRASIL
Gênero: Ficção Cientifica
Duração: 90 min
Ano: 2014
Direção: Adirley Queirós
Elenco: Marquim, Shokito, Dilmar Durães, Jamaika
Produção: Cinco da Norte
Distribuição: Vitrine Filmes

O SENHOR DO LABIRINTO
 Baseado no livro “Arthur Bispo do Rosario – O senhor do labirinto”, de Luciana Hidalgo, o filme tem direção de Geraldo Motta Filho e co-direção de Gisella Mello, passou pela Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e venceu o prêmio de melhor filme na escolha do júri popular do Festival do Rio. O diretor e a escritora também são responsáveis pelo roteiro do longa de ficção.
Sinopse: “O Senhor do Labirinto” começa numa abafada noite de 22 de dezembro de 1938, quando, guiado por um imaginário exército de anjos, Arthur Bispo do Rosario sai pelas ruas do Rio de Janeiro com o propósito de anunciar ao mundo que é o “Enviado”, e que está encarregado por Deus de “julgar os vivos e os mortos”. Diagnosticado como esquizofrênico-paranoico, Bispo é internado na Colônia Juliano Moreira. Em meio à clausura e à violência desta instituição psiquiátrica, ele produz, ao longo de 50 anos, assombrado por misticismos e alucinações, um acervo de bordados, estandartes e assemblages com insuspeitos traços de arte pop contemporânea.
O personagem principal é interpretado por Flávio Bauraqui (do longa “Faroeste Caboclo” e da novela “Meu Pedacinho de Chão”). Irandhir Santos (de “Tatuagem”, “A História da Eternidade”, “Ausência” e “Tropa de Elite”) faz o papel de Wanderley, funcionário da instituição e Maria Flor (de “360”) interpreta a psicóloga Rosângela.
Trailer:

Fotos em alta: http://we.tl/E73VgHhomX
Ficha técnica:
Gênero: Ficção
Duração: 80 min
Direção: Geraldo Motta
Co-direção: Gisella de Mello
Roteiro: Geraldo Motta, Luciana Hidalgo
Elenco: Flávio Bauraqui, Irandhir Santos, Maria Flor, Odilon Esteves, Eriberto Leão, Luiz Carlos Reis, Rodrigo Riszla, Edlo Mendes, José Carlos Ngão, Andrea Villela, Diane Velôso
Fotografia: Kátia Coelho
Montagem: Karen Akerman
Direção de Arte: Sérgio Silveira
Figurino: Simone Aquino
Trilha Sonora: Egberto Gismonti
Som: Toninho Muricy
Produtora: Tibet Filme
Distribuidora: Eh! Filmes
GRADE DE HORÁRIOS
26 de março (quinta-feira)
15h – Branco Sai Preto Fica, de Adirley Queirós
17h – O Senhor do Labirinto, de Geraldo Motta Filho e Gisella de Mello
19h – O Senhor do Labirinto, de Geraldo Motta Filho e Gisella de Mello

27 de março (sexta-feira)
15h – Branco Sai Preto Fica, de Adirley Queirós
17h – O Senhor do Labirinto, de Geraldo Motta Filho e Gisella de Mello
19h – O Senhor do Labirinto, de Geraldo Motta Filho e Gisella de Mello

28 de março (sábado)
15h – Branco Sai Preto Fica, de Adirley Queirós
17h – O Senhor do Labirinto, de Geraldo Motta Filho e Gisella de Mello
19h – O Senhor do Labirinto, de Geraldo Motta Filho e Gisella de Mello

29 de março (domingo)
15h – Branco Sai Preto Fica, de Adirley Queirós
17h – O Senhor do Labirinto, de Geraldo Motta Filho e Gisella de Mello
19h – O Senhor do Labirinto, de Geraldo Motta Filho e Gisella de Mello

31 de março (terça-feira)
15h – Branco Sai Preto Fica, de Adirley Queirós
17h – O Senhor do Labirinto, de Geraldo Motta Filho e Gisella de Mello
19h – O Senhor do Labirinto, de Geraldo Motta Filho e Gisella de Mello

1º de abril (quarta-feira)
15h – Branco Sai Preto Fica, de Adirley Queirós
17h – O Senhor do Labirinto, de Geraldo Motta Filho e Gisella de Mello
19h – O Senhor do Labirinto, de Geraldo Motta Filho e Gisella de Mello

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