No sábado, dia 6 de junho, nos reunimos às 10h15 na Sala Eduardo Hirtz da Cinemateca Paulo Amorim para assistir Betty Blue, de Jean-Jacques Beineix. Lançado em 1986, o filme tornou-se uma das obras mais emblemáticas do chamado Cinéma du look, movimento que marcou o cinema francês da década de 1980 por sua forte estilização visual e intensidade emocional. A narrativa acompanha o relacionamento entre Zorg, um aspirante a escritor que vive de trabalhos temporários, e Betty, uma jovem impulsiva e apaixonada. O que começa como uma história de amor transforma-se gradualmente em um retrato complexo de desejo, obsessão, fragilidade emocional e criação artística.
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Confira os detalhes da programação:
SESSÃO DE SÁBADO NO CLUBE DE CINEMA
📅 Data: Sábado, 06/06, às 10h15 da manhã
📍 Local: Sala Eduardo Hirtz – Cinemateca Paulo Amorim
Casa de Cultura Mário Quintana – Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre
Betty Blue (37°2 le matin)
França, 1986, 119min
Direção: Jean-Jacques Beineix
Elenco: Béatrice Dalle, Jean-Hugues Anglade, Gérard Darmon e Consuelo De Haviland
Sinopse: Zorg é um escritor solitário que vive na costa mediterrânea da França. É lá que ele conhece Betty, uma jovem de 22 anos intensa e imprevisível que transforma completamente a sua vida. Por alguns meses, os dois vivem uma relação marcada por episódios de obsessão, loucura, ciúmes e um amor quase incondicional. Baseado no romance homônimo de Philippe Djian, o filme foi uma das maiores bilheterias do cinema francês e teve indicações ao Oscar, Bafta e César. O relançamento, com cópia recuperada em 4k, comemora os 40 anos do filme e traz a sua versão original.
Sobre o Filme: Na abertura, em que Zorg (Jean-Hugues Anglade) e Betty (Béatrice Dalle) transam na frente do quadro da Mona Lisa, "Betty Blue" (1986) acaba se tornando contagiante na medida em que os minutos passam. Um curioso caso de filme dramático em que a história de amor, e não exatamente as coisas que eles prezam, se tornam o foco principal. Zorg, é um pau para toda obra, não tendo muitas ambições no decorrer de sua vida. Ao conhecer Betty a mesma acaba morando com ele e ambos vivem uma tórrida relação que transita entre o amor e a loucura.
"Betty Blue" pode ser interpretado tanto a frente do seu tempo como também como um longa que sintonizou a nova geração daquele período de 1986. Pode ser analisado como uma representação de uma geração francesa que buscava a sua identidade própria. Zorg vai até o fundo do poço por Betty, desde agredir, roubar e até mesmo quase a matar. Tudo por Betty, mesmo com a possibilidade de leva-lo à ruína iminente.
Confira a minha crítica completa já publicada clicando aqui.
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