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Sendo frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 70 certificados),sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para beniciodeltoroster@gmail.com

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Cine Especial: FRANCIS FORD COPPOLA: O APOCALIPSE DO CHEFÃO: EXTRA



Mais um final de semana de conquista, pois conclui minha participação no curso sobre Francis Ford Coppola criado pelo Cine Um. Durante dois dias, o crítico de cinema Robledo Milani (do site Papo de Cinema) nos abriu uma janela do tempo, onde íamos e voltávamos para o passado e presente e conhecíamos mais a fundo sobre a carreira desse cineasta. Entre altos e baixos, Coppola lutou pela sua liberdade artística em meio aos engravatados do estúdio, para sim ter atualmente o que ele sempre quis fazer, ou seja, criar pequenas produções para sim nos brindar com histórias genuínas.
Mesmo eu sendo crítico de cinema nem todos os filmes eu assisti como esse, por exemplo, que me surpreendeu bastante e decidi assisti-lo antes da atividade.  

Cotton Club (1984)



Sinopse: O Cotton Club é uma famosa casa noturna no Harlem durante os anos 30. Lá, circulam damas e gângsteres, cantoras e músicos. É o universo do jazz e do crime organizado retratado através da história de um homem, sua mulher e um amante.

 
Cotton Club mistura o filme de gângster ao musical ao tratar de um club em Nova York que realmente existiu nos anos 20 e 30 e foi administrado e frequentado por gangsters, onde se tocava jazz e se exibia espetáculos de sapateadores. O Cotton club ainda foi um dos primeiros lugares a aceitar negros como frequentadores em uma época em que a maior parte dos estabelecimentos dividiam-se entre os que aceitam só brancos e os de negros. Por vezes, o protagonista é o próprio Coppola, que pelas contingências e de maneira não inocente, se envolve com um grande mafioso, faz coisas a contragosto, mas sua arte é a reserva de sua dignidade, no fim das contas. Coppola se preocupa muito aqui em fazer as distinções certas entre espetáculo (e suas negociatas) e criação. É essa sua franqueza, seu não-romantismo de resistência e sua consciência de que trabalhar para um mafioso não necessariamente é trabalhar para a máfia. E esse é seu encanto, algo que vem menos de sua alteridade moral e mais por revelar a arte como um ato de resistência no inferno.

Há também alguns filmes do início da carreira do cineasta que eu não vi, mas que não me interessam muito, pois nesse período ele ainda não tinha a sua liberdade artística definida. Porém, destaco Demência 13, uma bela produção barata em preto e branco (cortesia do produtor Roger Corman) que eu também não assisti ainda, mas foi um dos grandes destaques do curso, pois o filme lembra muito as principais obras de Alfred Hitchcock, sendo então uma bela homenagem. Para aqueles que têm interesse de se aprofundarem mais sobre cada filme de Coppola, solto abaixo a sua filmografia completa:


2012     Virgínia            

2009     Tetro   

2007     Velha Juventude          

2000     Supernova       

1997     O Homem Que Fazia Chover    

1996     Jack     Diretor

1992     Drácula de Bram Stoker           

1990     O Poderoso Chefão 3  

1989     Contos de Nova York  

1988     Tucker, Um Homem e Seu Sonho

1987     Jardins de Pedra

1986     Peggy Sue - Seu Passado a Espera    

1984     Cotton Club     

1983     O Selvagem da Motocicleta     

1983     Vidas Sem Rumo

1982     O Fundo do Coração

1979     Apocalypse Now

1974     A Conversação

1974     O Poderoso Chefão 2

1972     O Poderoso Chefão    

1969     Caminhos Mal Traçados

1968     O Caminho do Arco-Íris

1966     Agora Você é Um Homem

1963     Demência 13

1962     The Bellboy and the Playgirls   

1962     Tonight for Sure          


Leia mais sobre o cineasta clicando aqui.

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