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Sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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quarta-feira, 25 de março de 2015

Cine Especial: Ficção Científica dos Anos 50: Parte 2



Para mim será agora que 2015 começa, pois em início de abril, eu estarei retornando para as atividades do Cena Um (agora Cine Um). Nos dias 06, 07,08 e 09 de abril participarei do curso de cinema Ficção Científica dos anos 50, que será ministrado pelo Jornalista, crítico, historiador e pesquisador dedicado a tudo que se refere ao cinema de horror mundial Carlos Primati. Enquanto os dias da atividade não chegam, irei postar por aqui sobre os melhores filmes que melhor sintetizaram o temor e a paranoia da civilização nos anos 50.
 
O Dia em que a Terra Parou

Sinopse: Um disco voador pousa em Washington, capital dos Estados Unidos. Seu único ocupante é Klaatu (Michael Rennie), um ser humanóide que pede paz aos terráqueos. Confundido com uma criatura perigosa, Klaatu é atingido por um soldado. O ataque desperta a fúria de Gort (Lock Martin), um robô que acompanha Klaatu e tem por missão protegê-lo, o que resulta na destruição do capitólio. Klaatu ordena que Gort cesse o ataque, aceitando ser levado a um hospital para conhecer melhor o estilo de vida dos humanos.
 
O Dia em Que a Terra Parou teve um bom nível de popularidade dentre o público na época (1951). Afinal o diretor desta obra é ninguém menos que Robert Wise, o mesmo dos musicais premiados Amor, Sublime Amor e A Noviça Rebelde. Ainda assim, muitos consideram este pequeno filme de aproximadamente US$ 1 milhão o melhor e mais importante do diretor até hoje. O mais impressionante é que os efeitos especiais ainda resistem ao tempo, isso porque o filme não era lotado deles como os filmes de hoje tem em costume. O efeito mais notável mesmo é o vôo da espaçonave de Klaatu no principio do filme – um efeito que não poderia ficar muito melhor nos dias atuais, devido à sua simplicidade e funcional. 
A história também é simples e direta, mas de tamanha importância que dura hoje. Era um lembrete direto para as pessoas e principalmente para os governos de todo o mundo que viam-se ameaçados sob a sombra de uma devastadora e até provável guerra nuclear. O alienígena Klaatu viajou, juntamente do robô Gort, pôr 200 milhões de milhas para chegar à Terra e mandar uma mensagem a todos os seus representantes: se continuarem constituindo uma ameaça a outros planetas (com a criação de foguetes essa ameaça existiria em breve), todo o planeta deve ser exterminado! Porém, assim que chega à Terra – mais precisamente em Washington – as pessoas não parecem querer ouvi-lo, e fazem de sua presença uma grande ameaça. Acuado, Klaatu (de aparência igual à dos terráqueos) vai conviver pôr um tempo com uma típica família de classe média, para decidir se vale a pena ou não tentar realmente salvar nosso planeta da destruição iminente.




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