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Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Cine Dicas: Em DVD e Blu-Ray (21/09/12)


Tucker e Dale Contra o Mal

Sinopse:Tucker & Dale estão de férias em sua cabana em ruínas na montanha quando são atacados por um grupo de estudantes que os confundem com assassinos seriais. Agora as férias desses 2 que deveria ser apenas com cerveja, pescaria e bons momentos se transforma numa perseguição sangrenta.

A trama de um grupo de jovens sem noção, que são atacados um por um por um assassino psicopata, já foi usado tantas, mas tantas vezes que virou piada no gênero. Filmes como a cine série Sexta Feira 13, é exemplo de como a formula se tornou saturada, mas nunca é tarde para, não só fazer piada desse gênero, como também homenageá-lo e criar uma boa trama inusitada.
No seu primeira longa metragem, Eli Craig pega todas essas formulas conhecidas e as inverte, como o fato dos supostos assassinos (Alan Tudyk e Tyler Labine) serem na verdade pessoas bacanas, mas devido as suas aparências rústicas, acabam sendo tachados de forma errada, por um grupo de jovens sem noção, paranóicos e liderados por um jovem (Jesse Moss) com um passado nebuloso. A trama em si, é uma mera desculpa, para acontecer momentos inusitados, onde cada jovem sofre acidentalmente uma morte absurda, para somente aumentar mais a paranóia do restante do grupo com relação a dupla central de pescadores.
Não faltam momentos em que o filme homenageia Sexta feira 13, O Massacre da Serra Elétrica, A Morte do demônio e até mesmo com relação aos filmes de terror atualmente, em que usam o artifício de falso documentário, como a cine serie Atividade Paranormal. Uma pequena jóia do gênero “terrir” que merece uma conferida.   

A Delicadeza do Amor

Sinopse:Nathalie (Audrey Tautou) é jovem, bonita, tem um casamento perfeito e leva uma vida tranquila, com tudo no lugar. Contudo, quando seu marido vem a falecer após uma acidente, seu mundo vira de cabeça para baixo. Para superar os momentos tristes, ela decide focar no trabalho e deixa de lado seus sentimentos. Até o dia em que ela, sem mais nem menos, tasca um beijo em Markus (François Damiens), seu colega de trabalho e os dois acabam embarcando numa jornada emocional não programada, revelando uma série de questões até então despercebida por ambos, o que os leva a fugir para redescobrir o prazer de viver e entender melhor esse amor récem-descoberto.

Ainda hoje, todo mundo se lembra de Audrey Tautou pelo seu desempenho em Amélie Poulan, e com isso, é interessante reparar como ela se encaixa em personagens inusitados, em situações inusitadas, mas que beira ao realismo. Em suas estréias na direção, os irmãos David e Stéphane Foenkinos, usam e abusa da forma de se fazer cinema, para contar uma trama pé no chão, mas com ingredientes para tornar a trama mágica, apartir do encontro inusitado do casal central.
Tudo é construído de uma forma delicada, que beira do pastelão, para o lírico, mas de uma forma que façamos crer que poderíamos participar também de uma situação parecida. Embora simples em alguns momentos, o filme nos brinda com uma trama romântica, que jamais deixa decair no lugar comum. Muito diferente das comedias românticas descartáveis americanas hoje em dia.     

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