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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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quarta-feira, 13 de maio de 2026

Cine Dica: PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS DE 14 A 20 DE MAIO

 ESTREIAS:

PERTO DO SOL É MAIS CLARO

SURDA

Espanha/ Drama/ 2025/ 99min

Direção:EVA LIBERTAD

Sinopse: Ângela, uma mulher surda, vive pela primeira vez a experiência da maternidade, ao lado de seu parceiro ouvinte, Hector. Com a chegada do bebê, Ângela precisa enfrentar os desafios e complexidades de ser mãe em um mundo que não foi preparado para pessoas como ela.

Elenco:  Miriam Garlo, Álvaro Cervantes, Elena Irureta


PERTO DO SOL É MAIS CLARO

Brasil/Drama/2025/110min.

Direção: Regis Faria

Sinopse: Comovente retrato de Regi, engenheiro carioca de 85 anos, no momento em que lida com a perda recente de sua esposa. A resiliência e o poder do amor nas complexidades do envelhecimento.

Elenco: Reginaldo Faria, Marcelo Faria, Vanessa Gerbelli, André Faria.


EM CARTAZ:

AQUI NÃO ENTRA LUZ

Brasil/Documentário/2025/78min.

Direção: Karol Maia

Sinopse: Entre memórias pessoais e pesquisas históricas, uma cineasta, filha de uma trabalhadora doméstica, percorre o Brasil procurando rastros da escravidão na arquitetura. No caminho, encontra outras mulheres que enfrentam o mesmo legado.


HORÁRIOS SESSÕES DE 14 A 20 DE MAIO (não há sessões nas segundas):

15h: AQUI NÃO ENTRA LUZ

17h: PERTO DO SOL É MAIS CLARO

19h: SURDA


Ingressos: Os ingressos podem ser adquiridos a R$ 14,00 na bilheteria do CineBancários. Idosos (as), estudantes, bancários (as), jornalistas sindicalizados (as), portadores de ID Jovem e pessoas com deficiência pagam R$ 7,00. São aceitos PIX, cartões nas bandeiras Banricompras, Visa, MasterCard e Elo. Na quinta-feira, a meia-entrada é para todos e todas. EM TODAS AS QUINTAS TEMOS A PROMOÇÃO QUE REDUZ O VALOR DO INGRESSO PARA TODOS E EM TODAS AS SESSÕES PARA R$ 7,00.


C i n e B a n c á r i o s 

Rua General Câmara, 424, Centro 

Porto Alegre - RS - CEP 90010-230 

Fone: 51- 30309405

terça-feira, 12 de maio de 2026

Cine Dica: Em Cartaz – 'Surda'

Nota: O filme estreia dia 14 de maio.

Sinopse: A surdez de Angela gera preocupações durante sua gravidez sobre a conexão com sua filha. Após o parto, seu parceiro Héctor a apoia enquanto ela aprende a ser mãe em uma sociedade que não oferece acomodações adequadas para pessoas com deficiência auditiva.

Nos últimos tempos, o cinema tem explorado protagonistas cujo desafio é viver em um mundo silencioso e aprender a coexistir com ele. Se em "O Som do Silêncio" (2019) vemos o personagem lidando com uma perda súbita, e em "No Ritmo do Coração" (2021) testemunhamos uma família adaptada ao silêncio enfrentando o preconceito, "Surda" (2026) nos revela uma mulher que precisa aceitar um mundo onde o som é onipresente, enquanto busca o direito de ser compreendida em sua totalidade.

Dirigido por Eva Libertad, o filme narra a história de Angela (Miriam Garlo), uma mulher surda que vivencia a maternidade pela primeira vez ao lado de seu parceiro ouvinte, Héctor (Álvaro Cervantes). Com a chegada do bebê, Angela enfrenta as complexidades de ser mãe em uma estrutura social que não foi projetada para pessoas como ela.

Eva Libertad constrói a trama com uma delicadeza e simplicidade que cativam pelo carinho do olhar. Grande parte dessa atmosfera se deve ao fato de a cineasta dirigir a própria irmã; isso transforma a obra em algo que transcende a ficção, tornando-se um retrato quase real dos sentimentos da atriz Miriam Garlo. O filme parece ter sido moldado para ela, que consegue transmitir emoções genuínas, permitindo ao espectador uma dimensão mais profunda de sua realidade.

A protagonista Angela transita bem em seu cotidiano com o apoio de um parceiro que compreende sua condição. Contudo, após o nascimento da filha — que não possui a mesma deficiência — Angela passa a se sentir deslocada, como uma "estranha no ninho". Testemunhamos sua ação e reação: em boa parte da trama, ela observa o entorno, buscando formas de interagir sem se sentir isolada.

Em uma era de hiperconectividade e perda de privacidade, o filme revela que não ouvir o som ao redor tem seu lado negativo, mas também nos permite enxergar o que as pessoas, em geral, já não conseguem notar. A comunicação é o que nos torna humanos; mesmo na ausência de um sentido primordial, o toque e a compreensão bastam para eliminar o deslocamento. O ato final é primoroso: Angela aprende por meio de experiências duras, e o uso de cenas sem som algum torna a experiência cinematográfica sublime.

Vencedor de três prêmios Goya, "Surda" é um retrato delicado de quem luta contra limitações impostas pelo meio, ansiando apenas por ser notada e sentir-se verdadeiramente viva.

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Cine Dica: Newsletter de 14 a 20 de maio

Mostra Diana Ross no Cinema revisita a trajetória de uma das maiores figuras da cultura popular do século XX, enquanto as cópias restauradas de Suspiria e Veneno para as Fadas seguem em cartaz.A Cinemateca divulga sua programação de 14 a 20 de maio, com destaque para a mostra Diana Ross no Cinema, dedicada à trajetória cinematográfica de uma das figuras mais influentes da cultura popular no século XX e referência fundamental para a cultura afro-americana.

A mostra reúne três títulos estrelados por Diana Ross durante a década de 1970: o musical cult O Mágico Inesquecível (The Wiz, 1978), dirigido por Sidney Lumet; Mahogany (1975), melodrama ambientado no universo da moda; e O Ocaso de uma Estrela (Lady Sings the Blues, 1972), cinebiografia de Billie Holiday que rendeu à artista uma indicação ao Oscar. Todas as sessões da mostra têm entrada franca.

A programação da semana também conta com as cópias restauradas em 4K de Suspiria (1977), clássico absoluto do horror de Dario Argento, e Veneno para as Fadas (1986), obra-prima do cinema fantástico mexicano dirigida por Carlos Enrique Taboada. Informamos também que, devido a um problema técnico temporário, a divulgação da programação da Cinemateca está sendo realizada, neste momento, exclusivamente por meio de nosso Instagram (@cinematecacapitolio) e mailing eletrônico.

Confira a programação completa da Cinemateca clicando aqui.

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Cine Dica: Em Cartaz – 'Mambembe'

 Nota: O filme estreia dia 14 nos Cinemas. 

Sinopse: Um topógrafo viaja pelos cantos do Brasil e conhece três artistas de circo mambembe. As histórias desses personagens revelam uma trama contemplativa sobre o acaso e a construção artística.

"Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo" (2009), de Marcelo Gomes e Karim Aïnouz, fez escola na história do cinema brasileiro. A partir dele, consolidou-se uma onda de híbridos entre documentário e ficção, em que histórias elaboradas transitavam pelo viés documental, fundindo real e fantasia em um único projeto. Filmes como "Branco Sai, Preto Fica" (2014) e "A Vizinhança do Tigre" (2014) fortaleceram essa tendência, na qual as fronteiras entre o verídico e o inventado tornavam-se propositalmente nebulosas.

"Mambembe" (2026) segue essa mesma cartilha, mas com um diferencial: o filme não camufla onde começa e termina cada instância, o que torna a experiência cinematográfica ainda mais interessante. Dirigido por Fábio Meira — realizador de longas como "As Duas Irenes" (2017) e "Tia Virgínia" (2023) —, o filme narra o encontro de três mulheres de um circo itinerante (Índia Morena, Madonna Show e Jéssica) com um misterioso topógrafo. A partir dessas interações, desenha-se uma trama que mistura realidade e ficção ao longo de 15 anos, revelando-se uma jornada sobre o tempo, a arte circense e o próprio cinema.

Em seus trabalhos anteriores, Fábio Meira explora laços familiares que, por vezes, fogem do ideal de "família perfeita", revelando a face autêntica do cotidiano brasileiro. Pode-se dizer que "Mambembe" é seu filme mais pessoal ao transformar o fotógrafo andarilho, vivido por Murilo Grossi, em uma espécie de representação de seu próprio pai. É uma obra feita com evidente afeto, que presta homenagem ao universo circense — hoje em declínio, mas que mantém intacta a arte da resistência cultural.

O grande charme da obra reside na transição entre o registro ficcional e o documental. Enquanto Dandara Ohana dá vida a Jéssica (ex-artista de Belém), Índia Morena e Madonna Show interpretam a si mesmas, revisitando o passado ao cruzarem o caminho do protagonista. O resultado são atuações autênticas, em que o valor não está no improviso, mas na presença genuína dessas mulheres e no que elas se tornaram ao longo da vida.

Diferente das referências citadas no início, aqui Fábio Meira deixa as divisões mais claras, colocando-se à frente da câmera para dirigir seus intérpretes. É como se o projeto, inicialmente concebido como ficção, ganhasse força ao revelar sua própria construção, expondo a vontade de colocar a cultura em prática. Em muitos momentos, o que começa como uma cena simples ganha complexidade, como se qualquer passo em falso exigisse que os envolvidos recomeçassem do zero.

Além disso, o diretor utiliza com maestria o formato Super-8, remetendo ao início dos anos 80, quando essa estética era popular entre realizadores que buscavam um cinema fora dos padrões. Além de surgir em cena, o cineasta conduz uma ótima narração em off, essencial para momentos que não vemos, mas sentimos. Exemplo disso é a cena do encontro de Madonna com seu filho, cuja reconstituição ocorre apenas pela voz de Meira, tornando o momento digno de nota.

Acima de tudo, "Mambembe" é um filme sobre a resistência da arte brasileira perante os tempos de mudança. Em uma época em que o público anseia por novidades, o longa oferece os ingredientes ideais para quem deseja desfrutar de algo que foge das convenções. É uma experiência em que documentário e ficção se entrelaçam para revelar a força da cultura circense como um todo.

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Cine Dica: “Cinema socioambiental” tem três sessões com debate

Com nove produções brasileiras na programação, como Ilha das Flores (1989), “Xingu” (2011) e “Lixo extraordinário” (2010), a Sala Redenção convida o público a refletir sobre o cenário global de crise climática por meio da mostra “Cinema socioambiental”. A programação, realizada em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis do Rio Grande do Sul (Ibama/RS), acontece de 8 a 22 de maio com entrada franca.

A mostra inicia no dia 8, às 14h, com “Xingu” (2011), longa-metragem de Cao Hamburger que acompanha os irmãos Villas-Bôas na Expedição Roncador-Xingu, na década de 1940. No dia 14, no mesmo horário, “Lixo extraordinário” (2010) documenta o trabalho do artista visual Vik Muniz no Jardim Gramacho (RJ), maior aterro sanitário da América Latina. Ambas as sessões são seguidas de conversa com o setor Educativo do Ibama/RS.

Já no dia 15 de maio, às 14h, são exibidos os curta-metragens “O veneno está na mesa” (2011), “Ilha das Flores” (1989) e “Recife frio” (2009). Após a sessão, integrantes do G6+Direitos Humanos, grupo ligado ao Serviço de Assessoria Jurídica Universitária da UFRGS, conduzem um bate-papo sobre os filmes. Na noite do mesmo dia, às 19h, a programação segue com “Águas de maio” (2025), longa-metragem que registra o trabalho voluntário realizado pela Faculdade de Farmácia da UFRGS e por outras entidades farmacêuticas durante as enchentes de 2024 no estado. A exibição é seguida de conversa com o diretor Lucas Moraes.

No dia 21, às 19h, é a vez de “Comida de mentira” (2025), documentário sobre a indústria dos ultraprocessados cuja apresentação é acompanhada de conversa com as professoras Tatiana Camargo e Marilisa Hoffman, do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências (PPGECI), e com os mestrandos Edu Lopes e Julia Sokolovsky.

Para finalizar a mostra, no dia 22 de maio, a Sala Redenção exibe “25 anos da Feira do Menino Deus: a cidade encontra o campo” (2020) e “Mãos à terra” (2025), às 14h e às 16h, respectivamente. Ambas as sessões contam com bate-papo com as pessoas realizadoras.

“Cinema Socioambiental” tem apoio da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Casa de Cinema de Porto Alegre, Vitrine Filmes e ACT Promoção da Saúde.

confira a programação completa no site oficial da sala clicando aqui. 

domingo, 10 de maio de 2026

Cine Especial: Próximo Cine Debate - 'Uma Carta à Minha Juventude'

Sinopse: Em um orfanato, um jovem rebelde e seu cuidador formam um vínculo inesperado enquanto tentam superar seus passados dolorosos.

Certos traumas são difíceis de deixar para trás, principalmente aqueles que envolvem a perda de alguém. A situação se agrava quando isso acontece precocemente, cabendo ao lado sábio de uma pessoa vivida identificar o problema e oferecer ajuda, fundamentada em seus próprios dilemas superados. O filme indonésio "Uma Carta à Minha Juventude" (2026) é uma fábula verossímil sobre cicatrizes emocionais que parecem jamais fechar.

Dirigido por Sim F, o longa narra a história de um jovem rebelde cujo caminho se cruza com o de um cuidador introspectivo durante sua passagem por uma instituição de acolhimento. Apesar das dificuldades iniciais, ambos constroem uma relação sincera, na qual os traumas do passado tornam-se o combustível ideal para a manutenção dessa amizade.

A trama inicia-se de forma curiosa: passado e presente se intercalam sem aviso prévio, exigindo atenção redobrada do espectador. Esse recurso é essencial para compreendermos as motivações de um dos protagonistas e as razões que o levam a agir de forma quase paranoica em relação aos cuidados com a filha. Quando ele é forçado a encarar o passado, somos apresentados a um grande e revelador flashback.

É interessante notar como o diretor Sim F conduz uma narrativa em que os elementos dramáticos se elevam, mas também abre espaço para momentos de humor e ternura através do elenco mirim, permitindo que o longa dialogue com todas as idades. O filme destaca-se pela atuação do veterano Agus Wibowo, que interpreta o cuidador do orfanato. Ele constrói um personagem contido, que esconde dores latentes. Através do jovem protagonista, ele percebe que ainda é útil, buscando evitar que o rapaz cometa os mesmos erros que ele próprio cometeu outrora.

Embora produzido na Indonésia, o filme aborda temas universais, desde a prática do bem até a resiliência necessária para amadurecer perante os obstáculos. É uma obra com a qual nos identificamos; embora as dores emocionais possam nos assombrar, a mensagem de um terceiro pode aliviar o pesar e permitir o crescimento. "Uma Carta à Minha Juventude" é uma pequena e poderosa lição de vida para aqueles que ainda enfrentam perdas nesta jornada.

Onde Assistir: Netflix. 


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Cine Dica: Próxima Atração do Cine Clube Torres - 'Paraíso Perdido'

 "Paraíso Perdido", musical de Monique Gardenberg, na tela do Cineclube Torres na próxima segunda, dia 11, às 20h, com entrada franca.

Segue a programação do ciclo de maio na Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, em homenagem ao ator porto-alegrense Júlio Andrade. Segue a programação do ciclo de maio na Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, em homenagem ao ator portoalegrense Júlio Andrade. Paraíso Perdido é um clube noturno alternativo gerenciado por José (Erasmo Carmo) e movimentado por apresentações musicais de membros da família, os filhos Ângelo (Júlio Andrade) e Eva (Hermila Guedes), o filho adotivo Teylor (Seu Jorge) e os netos Celeste (Julia Konrad) e Imã (Jaloo), todos unidos pela música.

Neste musical, repleto de música popular romântica, também apelidade de "brega", o Júlio Andrade mostra também a faceta de cantor, interpretando a canção "Não Creio em Mais Nada" de Paulo Sérgio. "Poema boêmio, "Paraíso Perdido" é um convite a se discutir formações familiares erigidas na incongruência do querer, mas também um convite a se repensar convenções morais do nosso cinema." (Rodrigo Fonseca em O Estado de São Paulo).

A exibição integra um ciclo de 4 filmes que mostram a versatilidade de Júlio Andrade, hoje um dos mais talentosos atores da sua geração a nível nacional. A sessão será realizada na Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, na rua Pedro Cincinato Borges 420, contando para isso com a parceria e o patrocínio da Up Idiomas Torres. Entrada franca até a lotação do espaço.

O Cineclube Torres é uma associação sem fins lucrativos, em atividade desde 2011; Ponto de Cultura certificado pela Lei Cultura Viva federal e estadual; Ponto de Memória pelo IBRAM; Biblioteca Comunitária no Mapa da Cultura, Sala de Espetáculos e Equipamento de Animação Turística certificada pelo Ministério do Turismo (Cadastur); Selo Destaque no Turismo da Georrota Cânions do Sul.


Serviço:

O que: Exibição do filme "Paraíso Perdido" (2018) de Monique Gardenberg

Onde: Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, junto à escola Up Idiomas, Rua Cincinato Borges 420, Torres

Quando: Segunda-feira, 11/5, às 20h

Ingressos: Entrada Franca, até lotação do local (aprox. 22 pessoas).

Cineclube Torres

Associação sem fins lucrativos

Ponto de Cultura – Lei Federal e Estadual Cultura Viva

Ponto de Memória – Instituto Brasileiro de Museus

Sala de Espetáculos e Equipamento de Animação Turística - Cadastur


CNPJ 15.324.175/0001-21

Registro ANCINE n. 33764

Produtor Cultural Estadual n. 4917