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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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terça-feira, 28 de julho de 2026

Cine Dica: PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS 30 DE JULHO A 05 DE AGOSTO

 CineBancários exibe estreia de “A Fabulosa Máquina do Tempo” e “Não sei Viver sem Palavras”, sobre Ignácio de Loyola Brandão, na cinesemana de 30 de julho

Premiado documentário de Eliza Capai estreia junto de filme sobre um dos grandes nomes da literatura brasileira; “Pequenas Criaturas” segue em cartaz na sala

Estreia dia 30 de julho o documentário “A Fabulosa Máquina do Tempo”, após estrear mundialmente no Festival de Berlim. Dirigido por Eliza Capai e rodado no Piauí, o filme acompanha de perto um grupo de meninas, que, através de conversas e brincadeiras, revelam um universo lúdico que dialoga diretamente com temas que vão desde a complexidade do casamento e das diferenças de gênero até as alegrias da infância.

Recentemente, no Cine PE, o longa conquistou o Troféu Calunga nas categorias de Melhor Longa-metragem pela ABRACCINE; Melhor direção (Eliza Capai); Melhor trilha sonora (Décio 7 com participação especial de Juliana Linhares); e Melhor Atriz, concedido ao coletivo de meninas que protagonizam juntas o filme. A Mostra Ecofalante contemplou a produção com o prêmio de Melhor Longa-metragem pelo voto popular e concedeu Menção Honrosa. Além disso, o filme esteve no FICA - Festival Internacional de Cinema Ambiental, em Goiás, na Mostra  Macambira, no Rio Grande do Norte, e passou anteriormente pelo É Tudo Verdade, principal festival de documentários da América Latina.

“A Fabulosa Máquina do Tempo” reforça também a projeção internacional do cinema brasileiro. O filme conquistou o prêmio de Melhor Feito Técnico-artístico da Competição Ibero-americana de Documentários do Festival Internacional de Cinema de Guadalajara (FICG). Além disso, teve exibições no Festival Internacional de Cinema de Shanghai, consolidando uma trajetória notável do longa, que foi iniciada na estreia mundial no Festival de Berlim, abrindo a Mostra Generation Kplus, e se expandiu para eventos de destaque como: Krakow Film Festival, na Polônia; Festival Internacional de Cine en Puerto Vallarta, no México; Thessaloniki International Documentary Festival, na Grécia; Festival Cinematográfico Internacional del Uruguay; e Festival Internacional de Cine de Cartagena de Índias, na Colômbia.

Ignácio de Loyola Brandão desvendado pelas lentes do filho, fotógrafo e cineasta

A outra estreia da semana é “Não sei Viver sem Palavras”, documentário sobre Ignácio de Loyola Brandão, um dos principais nomes da literatura brasileira, dirigido pelo filho do escritor, André Brandão. Nascido em Araraquara (SP) em 1936, Ignácio inscreveu seu nome na literatura brasileira com romances, crônicas, livros infanto-juvenis, biografias, relatos de viagens, peças de teatro, entre tantos outros textos. O documentário resgata de forma bastante pessoal essa trajetória a partir de depoimentos do escritor e um rico material de arquivo. O longa teve sua première no Festival do Rio e também foi exibido na Mostra de São Paulo.

O filme nasceu na pandemia, quando, vivendo novamente com seu pai, André começou a filmar despretensiosamente o cotidiano deles. Depois, percebeu que desse material poderia surgir um documentário. “O filme é muito caseiro, feito a poucas mãos. Fizemos oito entrevistas de duas a três horas cada, principalmente na casa dele, mas também no bairro Praça Roosevelt, onde morou por dez anos quando chegou em São Paulo, na biblioteca municipal e na estação de trem de Araraquara - lugares importantes na história dele”, resume o diretor.

André, que teve uma longa carreira como fotógrafo, e fez uma transição para o cinema em 2015, conta que muito do material de arquivo do filme veio do próprio Ignácio. O artista mantém bastante organizada uma rica coleção de materiais: “Atrelado ao escritório dele tem um pequeno quartinho, com muitas caixas, e cada uma tem muitos envelopes dentro. A maioria dos envelopes tem fotos, mas tem também uma boa quantidade com cartões postais, programas de peças, de museus, exposições etc. E cada envelope tem um texto escrito do lado de fora , explicando, em detalhes, o que tem lá dentro”.

Além disso, André encontrou nesse arquivo 38 rolos de Super-8, todos filmados pelo escritor durante a década de 1970. Essas imagens acabaram se tornando uma parte importante do filme. Numa camada mais íntima, são imagens da família, de São Paulo, dele próprio, Araraquara, Berlim, até do nascimento do cineasta.

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PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS DE 30 DE JULHO A 5 DE AGOSTO


ESTREIAS:


A FABULOSA MÁQUINA DO TEMPO

Brasil/Documentário/2025/70 min.

Direção: Eliza Capai

Sinopse: No sertão do Piauí, meninas de 10 anos navegam entre TikTok, cultos evangélicos e sonhos de futuro. Ao inventarem uma máquina do tempo, revisitam as histórias duras de suas mães e avós, marcadas pela pobreza e desigualdade, e viajam para um futuro onde se enxergam livres e realizadas. Entre brincadeiras e fabulação, elas questionam o que significa se tornar mulher. Um filme sobre o delicado limiar entre infância e adolescência, narrado por quem ainda está vivendo essa travessia.



NÃO SEI VIVER SEM PALAVRAS

Brasil/Documentário/2026/81 min.

Direção: André Brandão

Sinopse: Um filme sobre um dos grandes nomes da literatura brasileira: Ignácio de Loyola Brandão — escritor, jornalista, cinéfilo, observador atento da realidade, sonhador. Subvertendo os papéis, este documentário transforma o contador de histórias em personagem principal de uma narrativa que entrelaça os muitos homens que existem em um só. Muito mais do que uma biografia, porém, “Não Sei Viver Sem Palavras” é um devaneio pelas obras, memórias e desejos de Loyola. Além de um encontro. Um jogo de lembranças e invenções, em que um filho, o diretor André Brandão, se debruça sobre o pai para decifrá-lo — ou se perder ainda mais em seus labirintos narrativos.

EM CARTAZ:


PEQUENAS CRIATURAS

Brasil/Drama/ 2025/ 106min.

Direção: Anne Pinheiro Guimarães

Sinopse: Helena e a família se mudam para a futurista Brasília de 1986, mas ela é deixada para trás pelo marido em uma viagem de negócios. Frustrada, Helena lida com a adaptação à cidade desconhecida e as crises do filho adolescente e do caçula, de sete anos.

Elenco:  Carolina Dieckmann, Letícia Sabatella, Caco Ciocler




HORÁRIOS DE 30 DE JULHO A 5 DE AGOSTO

(não há sessões nas segundas)

15h: PEQUENAS CRIATURAS

17h: NÃO SEI VIVER SEM PALAVRAS

19h: A FABULOSA MÁQUINA DO TEMPO


Ingressos: Os ingressos podem ser adquiridos a R$ 14 na bilheteria do CineBancários. Idosos (as), estudantes, bancários (as), jornalistas sindicalizados (as), portadores de ID Jovem e pessoas com deficiência pagam R$ 7. São aceitos cartões nas bandeiras Banricompras, Visa, MasterCard e Elo. Nas quintas-feiras, a meia-entrada (R$ 7) é para todos e todas.


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Mais informações pelo telefone (51) 3030.9405 ou pelo e-mail cinebancarios@sindbancarios.org.br


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terça-feira, 21 de julho de 2026

Cine Dica: PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS 23 A 29 DE JULHO

 Vencedor de Melhor Filme no Festival do Rio, “Pequenas Criaturas” estreia no CineBancários junto de “Mil Luas”, longa que se debruça sobre a velhice

Dia 22 de julho estreiam, no CineBancários, dois filmes nacionais: “Pequenas Criaturas”, estrelado por Carolina Dieckman e vencedor do prêmio de Melhor Filme no Festival do Rio, e “Mil Luas”, dirigido pela brasiliense Carina Bini.

“Pequenas Criaturas”, segundo longa-metragem da diretora e roteirista Anne Pinheiro Guimarães, foi um dos grandes destaques do Festival do Rio 2025. Estrelado por Carolina Dieckmmann, que também assina como produtora associada, Caco Ciocler e grande elenco, o filme venceu o Troféu Redentor de Melhor Longa-metragem de Ficção na mostra Première Brasil e também recebeu o prêmio de Direção de Arte, concedido a Claudia Andrade.

O longa, inteiramente rodado em Brasília e ambientado no ano de 1986, acompanha Helena (Carolina Dieckmmann), uma mulher que acaba de se mudar para a capital federal com o marido e os dois filhos. Em um momento de transformações pessoais e familiares, ela precisa se adaptar a uma nova cidade enquanto lida com as frequentes ausências do marido, que passa longos períodos viajando a trabalho.

Ao mesmo tempo em que enfrenta os desafios dessa nova rotina, Helena acompanha as mudanças vividas pelos filhos. André (Théo Medon), o mais velho, atravessa as descobertas da adolescência e do primeiro amor. Dudu (Lorenzo Mello), o caçula, encontra novas amizades e explora o mundo a partir do olhar próprio da infância. Cada integrante da família vive, à sua maneira, o processo de adaptação a um ambiente desconhecido.

O filme aborda temas como maternidade, pertencimento, relações familiares e os desafios de recomeçar em diferentes fases da vida. A trajetória da personagem principal reflete questões que permanecem presentes na realidade de muitas mulheres, especialmente aquelas que conciliam o cuidado com os filhos, a gestão da vida doméstica e a busca por espaço para suas próprias escolhas e desejos.

“Pequenas Criaturas” também propõe um olhar sobre as transformações que marcam a passagem da infância para a adolescência e os impactos que mudanças familiares e geográficas exercem sobre cada geração. Ao acompanhar uma família em processo de adaptação, o filme explora vínculos afetivos, construção de identidade e a formação de novas redes de apoio.


“Mil Luas” reflete sobre envelhecimento e liberdade


“Mil Luas” é um filme sobre a coragem humana de conquistar a liberdade e a autonomia a qualquer tempo. Protagonizado por Thaia Perez, acompanha a imigrante italiana Chiara, uma mulher de 80 anos, mãe solo e independente, que vê seu mundo ruir com a venda do restaurante La Bambina - que construiu ao seguir o sonho de uma vida melhor para si e sua filha Angelina (Beta Rangel). Entre memórias e perdas, ela embarca numa jornada  sobre o tempo, o afeto e a liberdade, redescobrindo sua força, autonomia e a coragem de recomeçar. Uma história sobre envelhecer com dignidade na certeza de que nunca é tarde para escolher a si mesma. “Mil Luas” é uma fábula sobre a envelhecência. 

Ao sentir que está perdendo seu legado, Chiara mergulha em um processo doloroso de enfrentamento da finitude. Mas o encantamento da pequena Ana Beatriz (Luara Tiera), o encontro inesperado com o jovem místico Francisco (Victor Abrão) e as amizades de Marco (Nuno Leal Maia) e Raimunda (Paula Passos) mostram que a vida pode surpreender. Ao fazer as pazes com o presente, Chiara decide que nunca é tarde para seguir seus sonhos, ressignificando a própria velhice.

O longa ressoa com os dados mais recentes do Censo 2022, que mostram o acelerado envelhecimento da população brasileira e o crescimento expressivo da presença digital de pessoas com mais de 65 anos. “Mil Luas” coloca em foco uma personagem idosa que desafia estigmas e se reconecta com a vida por meio da arte, da espiritualidade e dos afetos, um retrato contemporâneo e necessário da velhice no Brasil.


PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS DE 23 A 29 DE JULHO


ESTREIAS:


PEQUENAS CRIATURAS

Brasil/Drama/ 2025/ 106min.

Direção: Anne Pinheiro Guimarães

Sinopse: Helena e a família se mudam para a futurista Brasília de 1986, mas ela é deixada para trás pelo marido em uma viagem de negócios. Frustrada, Helena lida com a adaptação à cidade desconhecida e as crises do filho adolescente e do caçula, de sete anos.

Elenco:  Carolina Dieckmann, Letícia Sabatella, Caco Ciocler

MIL LUAS

Brasil/Drama/2025/ 75min.

Direção: Carina Bini

Sinopse: Chiara, uma imigrante italiana de 80 anos, precisa lidar com a dor da perda ao ver seu restaurante ser vendido. Ela, então, começa uma jornada para descobrir mais sobre si mesma por meio de encontros com novas pessoas.

Elenco: Thaia Perez, Nuno Leal Maia, Beta Rangel



EM CARTAZ:


A NOITE DE ALAÍDE

Brasil/ Documentário/2025/100min

Direção: Liliane Mutti

Sinopse: Um retrato sensível e contemporâneo da artista Alaíde Costa, combinando muita música, arquivos inéditos, atores e uma abordagem poética da memória. Revela a força estética e emocional de Alaíde, que atravessou diferentes períodos da cultura brasileira sem fazer concessões.



HORÁRIOS DE 23 A 29 DE JULHO

(não há sessões nas segundas)

15h: A NOITE DE ALAÍDE

17h: MIL LUAS

19h: PEQUENAS CRIATURAS


Ingressos

Os ingressos podem ser adquiridos a R$ 14 na bilheteria do CineBancários. Idosos (as), estudantes, bancários (as), jornalistas sindicalizados (as), portadores de ID Jovem e pessoas com deficiência pagam R$ 7. São aceitos cartões nas bandeiras Banricompras, Visa, MasterCard e Elo. Nas quintas-feiras, a meia-entrada (R$ 7) é para todos e todas.


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quarta-feira, 15 de julho de 2026

Cine Dica: ROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS 16 a 22 DE JULHO

Homenagem a uma das vozes negras fundadoras da Bossa Nova, A NOITE DE ALAÍDE estreia no CineBancários em 16 de julho

Filme sobre cantora e compositora de 90 anos terá sessão especial com debate dia 22 de julho, integrando a programação do Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha do SindBancários.

Dia 16 de julho estreia, no CineBancários, A NOITE DE ALAÍDE, dirigido pela cineasta Liliane Mutti, dedicado à cantora e compositora brasileira Alaíde Costa. Este é o quarto longa-metragem da diretora, que assina outras obras importantes para a memória da música brasileira, como Miúcha, A Voz da Bossa Nova e Madeleine à Paris. A obra será debatida em sessão especial, dia 22 de julho, às 19h, com a presença da sambista Glau Barros e da produtora cultural Silvia Duarte. A atividade integra a programação do Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha do SindBancários e tem entrada franca para mulheres. Para demais, o ingresso custa R$ 14 e R$ 7 a meia-entrada.

Mais do que um retrato biográfico, o filme é um resgate histórico da trajetória de Alaíde Costa, considerada, ao lado de Johnny Alf, uma das vozes negras fundadoras da Bossa Nova. Aos 90 anos de idade, Alaíde segue ativa nos palcos e se consolida como uma personagem essencial da música popular brasileira.

Comemorando 70 anos de carreira e 90 anos de vida de Alaíde Costa, o longa A Noite de Alaíde mistura ficção, animação e imagens de arquivo em uma viagem de 100 minutos pela história da música brasileira. O público revisita clássicos do repertório da artista, como “Dindi”, “Me Deixe em Paz” e “A Voz do Povo”, entre outras canções emblemáticas de sua trajetória.

A Noite de Alaíde foi exibido no dia 15 de abril no Festival de Cinema Brasileiro de Paris, seguido de show da artista na sede mundial da Aliança Francesa, em Paris. O filme é uma produção da TOCA Filmes em parceria com o Canal Curta!, financiamento da Ancine/FSA, apoio da Rede Paradiso e patrocínio do BNDES.

SINOPSE: Alaíde Costa, uma garota simples do subúrbio carioca, chega às rodas da zona sul do Rio de Janeiro dos anos 60. Ali, conquista os holofotes, figurando ao lado de João Gilberto, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, e se torna a cantora, pianista, compositora e parceira desses que são tidos como a tríade de ouro da Bossa Nova. Mas, no auge da carreira, como a voz feminina negra e essencial do movimento, Alaíde é sumariamente ignorada pelas gravadoras. Junto com Johnny Alf, outro pioneiro negro da Bossa Nova, ela é vetada da lendária apresentação no Carnegie Hall, em Nova York. Agora, do alto dos seus 90 anos, Alaíde vai atravessar a América em busca do palco que é seu por direito.


Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=vRb73nIRtvk


PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS DE 16 A 22 DE JULHO


ESTREIA:

A NOITE DE ALAÍDE

Brasil/ Documentário/2025/100min

Direção: Liliane Mutti

Sinopse: Um retrato sensível e contemporâneo da artista Alaíde Costa, combinando muita música, arquivos inéditos, atores e uma abordagem poética da memória. Revela a força estética e emocional de Alaíde, que atravessou diferentes períodos da cultura brasileira sem fazer concessões.


EM CARTAZ:


TOQUINHO: ENCONTROS E UM VIOLÃO

Brasil/Itália, 2024, 90 min

Direção: Erica Bernardini

Sinopse: Resistindo ao tempo e passando de geração em geração, as canções ocupam um lugar importante no coração das crianças e adultos no Brasil e no mundo. Depoimentos de amigos e parceiros para celebrar os 56 anos de carreira de Antonio Pecci, conhecido artisticamente como “Toquinho”. Com raras imagens de arquivos de shows, entrevistas, vídeos na Itália e depoimentos de amigos, o documentário revivi momentos marcantes da carreira de Toquinho. As canções de Toquinho transitam por diferentes décadas e sua trajetória musical é um registro da história da música popular brasileira com reconhecimento nacional e internacional.


SALVAÇÃO

Turquia/Drama/2025/117min.

Direção: Emin Alper

Sinopse: Numa aldeia remota no alto das montanhas turcas, o regresso de um clã exilado reacende uma antiga disputa de terras. Ressentimentos adormecidos ressurgem e Mesut, irmão do líder local, é acometido por visões perturbadoras que acredita serem avisos divinos. À medida que as convicções religiosas, as lutas pelo poder e as tensões aumentam na comunidade, eles seguirão para a tragédia ou para a salvação? Ganhador do Urso de Prata no Festival de Berlim 2026.

Elenco: Caner Cindoruk, Berkay Ateş, Feyyaz Duman



HORÁRIOS DE 16 A 22 DE JULHO

(não há sessões nas segundas)

15h: SALVAÇÃO

17h10: TOQUINHO

19h: A NOITE DE ALAÍDE


Ingressos

Os ingressos podem ser adquiridos a R$ 14 na bilheteria do CineBancários. Idosos (as), estudantes, bancários (as), jornalistas sindicalizados (as), portadores de ID Jovem e pessoas com deficiência pagam R$ 7. São aceitos cartões nas bandeiras Banricompras, Visa, MasterCard e Elo. Nas quintas-feiras, a meia-entrada (R$ 7) é para todos e todas.


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terça-feira, 7 de julho de 2026

Cine Dica: PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS 09 A 15 DE JULHO

 "Toquinho: Encontros e um Violão" estreia no CineBancários dia 9 de julho

O CineBancários exibe, dia 9 de julho, a estreia de TOQUINHO – ENCONTROS E UM VIOLÃO, um documentário musical (como “Elis & Tom” e “Ritas”) emocionante sobre a vida e a obra de um dos maiores ícones da música brasileira.

Um tributo ao célebre violonista e cantor brasileiro Antonio Pecci, conhecido artisticamente como “Toquinho”, o filme de Érica Bernardini vai além do simples documentário musical. Explora a vida pessoal e artística do mestre, entrelaçando performances musicais a momentos de reflexão sobre suas experiências mais íntimas e significativas. Através das palavras do próprio Toquinho e das pessoas próximas a ele, o filme pinta um retrato tocante de um artista que deixou uma marca indelével na música mundial. 

Com entrevistas exclusivas, imagens de arquivo e momentos marcantes, Toquinho – Encontros e um Violão é um retrato sensível e emocionante de um dos maiores artistas da música brasileira. O filme celebra sua trajetória, suas parcerias inesquecíveis e a conexão que sua obra mantém com diferentes gerações.

A sala exibe ainda os filmes Anatomia do Caos, às 15h, e Salvação, às 16h50.


PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS DE 9 A 15 DE JULHO


ESTREIAS:

TOQUINHO: ENCONTROS E UM VIOLÃO

Brasil/Itália, 2024, 90 min

Direção: Erica Bernardini

Sinopse: Resistindo ao tempo e passando de geração em geração, as canções ocupam um lugar importante no coração das crianças e adultos no Brasil e no mundo. Depoimentos de amigos e parceiros para celebrar os 56 anos de carreira de Antonio Pecci, conhecido artisticamente como “Toquinho”. Com raras imagens de arquivos de shows, entrevistas, vídeos na Itália e depoimentos de amigos, o documentário revivi momentos marcantes da carreira de Toquinho. As canções de Toquinho transitam por diferentes décadas e sua trajetória musical é um registro da história da música popular brasileira com reconhecimento nacional e internacional.

EM CARTAZ:

SALVAÇÃO

Turquia/Drama/2025/117min.

Direção: Emin Alper

Sinopse: Numa aldeia remota no alto das montanhas turcas, o regresso de um clã exilado reacende uma antiga disputa de terras. Ressentimentos adormecidos ressurgem e Mesut, irmão do líder local, é acometido por visões perturbadoras que acredita serem avisos divinos. À medida que as convicções religiosas, as lutas pelo poder e as tensões aumentam na comunidade, eles seguirão para a tragédia ou para a salvação? Ganhador do Urso de Prata no Festival de Berlim 2026.

Elenco: Caner Cindoruk, Berkay Ateş, Feyyaz Duman


ANATOMIA DO CAOS

Brasil/ Documentário/89min.

Direção: Dandara Ferreira

Sinopse: Com acesso inédito ao Senado, o filme acompanha por dentro a trajetória da CPI da Covid-19 e transforma esse registro em um retrato de um dos períodos mais marcantes e difíceis da nossa história recente.



HORÁRIOS DE 09 A 15 DE JULHO

(não há sessões nas segundas)


15h: ANATOMIA DO CAOS

16h50: SALVAÇÃO

19h: TOQUINHO – ENCONTROS E UM VIOLÃO


Ingressos

Os ingressos podem ser adquiridos a R$ 14 na bilheteria do CineBancários. Idosos (as), estudantes, bancários (as), jornalistas sindicalizados (as), portadores de ID Jovem e pessoas com deficiência pagam R$ 7. São aceitos cartões nas bandeiras Banricompras, Visa, MasterCard e Elo. Nas quintas-feiras, a meia-entrada (R$ 7) é para todos e todas.


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Rua General Câmara, 424 – Centro – Porto Alegre

Mais informações pelo telefone (51) 3030.9405 ou pelo e-mail cinebancarios@sindbancarios.org.br


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quinta-feira, 2 de julho de 2026

Cine Dica: PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS 02 A 08 DE JULHO

Documentário nacional “Anatomia do Caos” estreia junto do drama turco “Salvação” dia 2 de julho no CineBancários

O CineBancários exibe duas estreias no próximo 2 de julho: o documentário nacional “Anatomia do Caos”, às 17h, e o longa-metragem “Salvação”, Grande Prêmio do Júri no Festival de Berlim, às 19h. Na sessão das 15h, a sala exibe o filme "Quinze Dias", de Daniel Lieff.

“Salvação”, escrito e dirigido por Emin Alper, focaliza os mecanismos por trás de um massacre motivado politicamente no núcleo de um clã na Turquia. É uma parábola perturbadora sobre o medo do outro, na qual o exílio e o retorno alimentam a divisão, a história enterrada ressurge, e um novo poder emerge ao instrumentalizar o passado e as crenças antigas.

Ambientado em uma remota vila montanhosa, "Salvação" gira em torno de um conflito desencadeado por uma disputa de terras. É inspirado em um caso real ocorrido em 2009, no qual 12 membros de uma família em uma vila na região curda da Turquia invadiram um casamento e mataram 44 pessoas, incluindo mulheres e crianças. “Foi um evento chocante para mim. Comecei a me perguntar: ‘Como pessoas podem agir coletivamente dessa maneira?’. Entendi que havia um líder incitando os perpetradores. Então me questionei: ‘Como um líder pode convencer tanta gente?’. Li as notícias, entrevistas, mas não consegui formar uma imagem satisfatória com todas essas informações. Então me vi escrevendo um roteiro que faz referência à história moderna da humanidade, que envolve massacres, genocídios e guerras”, declarou Alper à Variety. 

“Como doutor em História, vejo uma conexão clara entre essa história e o contexto mais amplo. Todos estão hoje fazendo a pergunta: ‘Para onde estão levando o mundo esses líderes [Netanyahu, Trump, Putin]?’ Essa questão se tornou repentinamente mais atual do que quando eu estava escrevendo o filme, há quatro anos”, completou o diretor. Este é o quinto longa de sua carreira.

“Salvação” também traz elementos sobrenaturais, que apontam para a tradição sufi e de maneira geral para as experiências religiosas místicas na Turquia, quase sempre atreladas aos sonhos - e sua capacidade de moldar visões de mundo em diferentes culturas. O diretor esteve na Berlinale em 2019 com “A Tale of Three Sisters”, seguido por seu filme arrebatador para Cannes em 2022, “Burning Days”. 


“Anatomia do Caos” investiga as omissões na gestão da pandemia de Covid-19


Depois de uma bem-sucedida estreia no cinema de ficção com a cinebiografia de Gal Costa (“Meu Nome É Gal”), protagonizada por Sophie Charlotte, Dandara Ferreira volta ao circuito agora com um documentário político. No dia 2 de julho, chega aos cinemas “Anatomia do Caos”, em que a cineasta baiana mostra a negligência do governo de Jair Bolsonaro na pandemia de coronavírus a partir dos trabalhos da CPI da Covid. A diretora teve acesso aos bastidores da comissão no Senado e entrevistou parlamentares no longa que pretende discutir memória e justiça no Brasil.

O filme chega aos cinemas com distribuição da Descoloniza Filmes e relembra as omissões do governo federal e da extrema-direita durante a pandemia que culminaram na morte de mais de 700 mil brasileiros. A obra traça um panorama nacional de como decisões deliberadas e a falta de respostas adequadas diante de uma emergência sanitária global moldaram o cenário de crise em todo o país, revelando registros de bastidores inéditos de senadores, documentos e investigações que expõem as falhas estruturais na condução da crise.

A gênese do projeto remonta a abril de 2021, quando a diretora decidiu ir a Brasília registrar os trabalhos da comissão em um momento de incerteza e medo. “O que me movia naquele momento era a percepção de que o país atravessava algo maior do que uma crise sanitária. Havia uma disputa brutal em torno da própria realidade”, afirma Dandara Ferreira.

Para a realizadora, a CPI da Pandemia surge no documentário como um palco trágico nacional, um teatro político onde o país encenou publicamente suas fraturas morais e seus mecanismos de apagamento. O filme explora como o discurso oficial produziu uma confusão deliberada, transformando a morte em ruído político e a ciência em inimiga. “Não se tratava apenas de negligência. Havia uma construção narrativa em curso, uma política da desinformação que transformava a morte em estatística e a dor coletiva em deboche”, pontua a cineasta, que buscou capturar o país à deriva enquanto os eventos ainda se desenrolavam em rede nacional.

“Anatomia do Caos” também confronta a impunidade dos responsáveis diretos pela condução política da crise, tratando a ausência de consequências como uma das imagens mais violentas deixadas pelo período. Segundo a diretora, o documentário não busca apenas revisitar o passado, mas questionar o presente e o que significa seguir adiante sem justiça ou responsabilização. “Esse filme nasce da necessidade pessoal de registrar esse período e da certeza de que algumas imagens precisam continuar abertas, porque elas ainda nos olham de volta”, conclui.


PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS DE 2 A 8 DE JULHO


ESTREIAS:


SALVAÇÃO

Turquia/Drama/2025/117min.

Direção: Emin Alper

Sinopse: Numa aldeia remota no alto das montanhas turcas, o regresso de um clã exilado reacende uma antiga disputa de terras. Ressentimentos adormecidos ressurgem e Mesut, irmão do líder local, é acometido por visões perturbadoras que acredita serem avisos divinos. À medida que as convicções religiosas, as lutas pelo poder e as tensões aumentam na comunidade, eles seguirão para a tragédia ou para a salvação? Ganhador do Urso de Prata no Festival de Berlim 2026.

Elenco: Caner Cindoruk, Berkay Ateş, Feyyaz Duman



ANATOMIA DO CAOS

Brasil/ Documentário/89min.

Direção: Dandara Ferreira

Sinopse: Com acesso inédito ao Senado, o filme acompanha por dentro a trajetória da CPI da Covid-19 e transforma esse registro em um retrato de um dos períodos mais marcantes e difíceis da nossa história recente.



EM CARTAZ:

APENAS COISAS BOAS

Brasil/Drama/2025/104’

Direção: Daniel Nolasco

Sinopse: Catalão, interior de Goiás, 1984. A região rural da Batalha dos Neves é formada por grandes pastos de lavoura, algumas poucas fazendas e dividida ao meio pelo rio São Marcos. Antonio vive sozinho e isolado cuidando dos afazeres de sua pequena fazenda até o dia em que seu destino cruza com o de Marcelo, um motoqueiro solitário que sofre um acidente atravessando a região. Antonio cuida das feridas de Marcelo. Os dois se apaixonam e vivem uma história que transforma, desestabiliza e provoca rupturas em cada um deles.

Elenco: Lucas Drummond, Fernando Libonati, Liev Carlos, Renata Carvalho, Igor Leoni, Guilherme Théo, Norval Berbari, Lizz Miranda, Brenda Oliveira



HORÁRIOS DE 02 A 08 DE JULHO

(não há sessões nas segundas)

15h: APENAS COISAS BOAS

17h: ANATOMIA DO CAOS

19h: SALVAÇÃO


Ingressos

Os ingressos podem ser adquiridos a R$ 14 na bilheteria do CineBancários. Idosos (as), estudantes, bancários (as), jornalistas sindicalizados (as), portadores de ID Jovem e pessoas com deficiência pagam R$ 7. São aceitos cartões nas bandeiras Banricompras, Visa, MasterCard e Elo. Nas quintas-feiras, a meia-entrada (R$ 7) é para todos e todas.


CineBancários

Rua General Câmara, 424 – Centro – Porto Alegre

Mais informações pelo telefone (51) 3030.9405 

ou pelo e-mail cinebancarios@sindbancarios.org.br

terça-feira, 23 de junho de 2026

Cine Dica: PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS DE 25 DE JUNHO A 01 DE JULHO

 Com um premiado filme nacional e um elogiado filme libanês, o CineBancários traz duas estreias importantes em 25 de junho

O CineBancários tem duas estreias no próximo dia 25 de junho, o nacional APENAS COISAS BOAS, de Daniel Nolasco, estreia na sessão das 19h  e o libanês UM TRISTE E BELO MUNDO, de Cyril Aris, na sessão das 17h. Na sessão das 15h permanece em cartaz o filme QUINZE DIAS, de Daniel Lieff.

Na  semana em que é comemorado o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, chega ao CineBancários   “Apenas CoisasBoas”, com produção da Rensga Filmes e coprodução da Caprisciana Produções,  que utiliza do realismo fantástico e dos gêneros do melodrama e do suspense, em uma narrativa protagonizada por personagens LGBTQIAP+. “O filme explora a vulnerabilidade, a fantasia, o erotismo e a intensidade em personagens que escapam dos estereótipos do homem sertanejo”, comenta Daniel Nolasco, que também assina o roteiro da produção. “Apenas Coisas Boas” oferece um olhar íntimo sobre vivências marginalizadas, contando a história de dois homens que se apaixonam e ficam juntos por mais de 40 anos, tendo como cenário Goiás, um dos estados mais conservadores do Brasil. Uma reflexão intimista é proposta sobre como conquistas sociais e mudanças no comportamento e na percepção da sociedade contemporânea influenciam na vida cotidiana de um casal homoafetivo. No município de Catalão, em uma paisagem rural, Antonio, interpretado por Lucas Drummond, é um fazendeiro que vive sozinho e isolado, cuidando dos afazeres de sua pequena fazenda. Seu destino cruza com o de Marcelo, vivido por Liev Carlos, um motociclista solitário que sofre um acidente ao passar pela região. Desacordado, ele é resgatado por Antonio, que cuida de seus ferimentos e o abriga durante sua recuperação, dando início a uma história de amor que transforma, desestabiliza e provoca rupturas em cada um deles. "O longa propõe uma reflexão sobre os dilemas éticos e morais presentes no mundo contemporâneo, que impõem determinados tipos de modelos de relacionamentos e casamentos que são, por sua vez, aceitos socialmente, embora não consigam abarcar toda a diversidade afetiva e sexual presente na nossa sociedade. Aborda, entre outros temas, o casamento homoafetivo; a sexualidade na terceira idade; a violência; o desejo dissidente; e a homofobia estrutural", comenta o cineasta. Além do protagonismo queer na tela, a produção também reuniu profissionais da comunidade LGBTQIA+ por trás das câmeras.


Prêmios

“Apenas Coisas Boas” teve sua estreia mundial no Festival de Guadalajara, no México, em 2025. No Brasil, o filme foi lançado no 14o Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba, na Mostra Competitiva Brasileira, levando os prêmios de Melhor Roteiro, Melhor Som e Melhor Direção de Arte. A produção ainda foi premiada no Frameline Completion Fund, fundo norte-americano destinado a filmes com temática LGBTQ+. No For Rainbow Fortaleza, em 2025, o longa levou os prêmios de Melhor Ator (Lucas Drummond) e Melhor Direção de Arte. Já no QueerCineMad, Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+ de Madrid, recebeu menção especial de Melhor Atriz (Renata Carvalho), no último ano. No Mix Brasil São Paulo 2025, o longa levou menção especial na Competição Nacional de Longas-Metragens, e no Reelout Queer Film Festival Kingston deste ano, recebeu o prêmio de Melhor Ator (Lucas Drummond). 


Ficha Técnica:

“Apenas Coisas Boas” (Brasil | 2025 | 104’)

Direção e Roteiro: Daniel Nolasco

Elenco: Lucas Drummond, Fernando Libonati, Liev Carlos, Renata Carvalho, Igor Leoni,

Guilherme Théo, Norval Berbari, Lizz Miranda, Brenda Oliveira.

Classificação: 18 anos

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=H3k4MDITYcA


A outra estreia da semana, o libanês UM TRISTE E BELO MUNDO, de Cyril Aris, venceu o prêmio do público na Jornada dos Autores 2025 e representou o Líbano na disputa pelo Oscar de Melhor Filme Internacional

Ele é um otimista incorrigível. Ela, uma realista preocupada. Mas Nino e Yasmina nasceram no mesmo dia, no mesmo hospital em Beirute, com apenas um minuto de diferença, enquanto as tensões assolavam o Líbano - e pareciam destinados a se apaixonar. Narrado com uma energia visual pulsante que percorre encontros e desencontros ao longo de três décadas, “Um triste e belo mundo” arrebatou o Festival de Veneza 2025 e conquistou o prêmio do público na Jornada dos Autores.

Primeiro longa-metragem de ficção do libanês Cyril Aris, que também assina o roteiro ao lado de Bane Fakih, foi saudado pela crítica internacional, sobretudo pela química indiscutível entre os protagonistas, Mounia Akl e Hasan Akil, e pela destreza do diretor ao conduzir os personagens na dança do destino, da infância à idade adulta, sem cansar o espectador. Não à toa, o filme coleciona 16 prêmios internacionais e uma extensa carreira em festivais. “As atuações carismáticas e a sintonia entre Akl e Akil não deixam dúvidas de que Yasmina e Nino foram feitos um para o outro. Os olhares prolongados e os momentos de humor desarmam a plateia e reforçam o clima romântico – mas por isso mesmo os personagens secundários, incluindo a formidável mãe de Yasmina e o temperamental chef de Nino, Chafic, são um ótimo contraponto, ilustrando uma tensão crescente”, destacou a Screen International. Já o francês Le Figaro cravou: “Evocando a memória do Líbano, outrora apelidado de ‘a Suíça do Oriente Médio’, o filme transita habilmente entre diferentes épocas, utilizando elipses e flashbacks com grande efeito, tecendo uma narrativa onde o pessoal se entrelaça com o coletivo – e se consolidando como uma joia do cinema libanês”.


ESTREIAS:


APENAS COISAS BOAS 

Brasil/Drama/2025/104’/ 18 anos

Direção: Daniel Nolasco

Sinopse: Catalão, interior de Goiás, 1984. A região rural da Batalha dos Neves é formada por grandes pastos de lavoura, algumas poucas fazendas e dividida ao meio pelo rio São Marcos. Antonio vive sozinho e isolado cuidando dos afazeres de sua pequena fazenda até o dia em que seu destino cruza com o de Marcelo, um motoqueiro solitário que sofre um acidente atravessando a região. Antonio cuida das feridas de Marcelo. Os dois se apaixonam e vivem uma história que transforma, desestabiliza e provoca rupturas em cada um deles.

Elenco: Lucas Drummond, Fernando Libonati, Liev Carlos, Renata Carvalho, Igor Leoni, Guilherme Théo, Norval Berbari, Lizz Miranda, Brenda Oliveira.


UM TRISTE E BELO MUNDO

Líbano / Estados Unidos / Alemanha / Arábia Saudita / Catar / Drama/2025/ 109 min.

Direção: Cyril Aris

Sinopse:  Em uma história de amor que se estende por três décadas, marcada por paixão, rupturas e esperança, Nino e Yasmina se veem atraídos por uma relação intensa e magnética. Diante disso, precisam decidir se querem construir uma família e trilhar um caminho rumo à felicidade, apesar das tensões do Líbano contemporâneo. 

Elenco: Mounia Akl, Hasan Akil, Julia Kassar, Camille Salameh, Tino Karam, Nadyn Chalhoub


EM CARTAZ:


QUINZE DIAS

Brasil/ Drama/ 2025/100min.

Direção: Daniel Lieff

Sinopse: Felipe é um garoto gordo e tímido que sofre bullying na escola. Ele aguarda pelas férias de julho desde o início das aulas. Afastado dos colegas que o maltratam, Felipe finalmente vai poder se dedicar somente ao que gosta: livros e séries. Mas as coisas fogem do controle quando sua mãe informa que concordou em hospedar o vizinho Caio por longos quinze dias, enquanto seus pais viajam. Felipe entra em desespero porque Caio foi sua primeira paixãozinha na infância (e talvez ainda seja). Inseguro, Felipe não sabe como interagir com o vizinho. Os dias que prometiam paz e tranquilidade acabam trazendo um turbilhão de sentimentos, fazendo Felipe mergulhar em todas suas questões e inseguranças. Apesar das diferenças, ou por causa delas, os dois acabam se reaproximando e vivendo uma jornada de autodescoberta mútua.

Elenco: Débora Falabella, Diego Lira, Miguel Lallo filme de diretor estreante em Cannes e do prêmio do público da Quinzena dos Cineastas, também em Cannes. Elenco: Baneen Ahmad Nayyef, Sajad Mohamad Qasem, Waheed Thabet Khreibat, Rahim AlHaj.


HORÁRIOS DE 25 DE JUNHO A 01 DE JULHO(não há sessões nas segundas):

15h: QUINZE DIAS

17h: UM TRISTE E BELO MUNDO

19h: APENAS COISAS BOAS

Ingressos: Os ingressos podem ser adquiridos a R$ 14,00 na bilheteria do CineBancários. Idosos (as), estudantes, bancários (as), jornalistas sindicalizados (as), portadores de ID Jovem e pessoas com deficiência pagam R$ 7,00. São aceitos PIX, cartões nas bandeiras Banricompras, Visa, MasterCard e Elo. Na quinta-feira, a meia-entrada é para todos e todas.


C i n e B a n c á r i o s 

Rua General Câmara, 424, Centro 

Porto Alegre - RS - CEP 90010-230 

Fone: 51- 30309405

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Cine Dica: PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS 18 A 23 DE JUNHO

 "Quinze dias”, adaptação de livro bestseller, estreia no CineBancários em 18 de junho ÀS 19h

A jornada de autodescoberta de Felipe, protagonista do fenômeno literário ‘Quinze Dias’, de Vitor Martins, ganhou adaptação para os cinemas, com estreia marcada para 18 de junho na sessão das 19h no CineBancários. Com direção de Daniel Lieff (“Tremembé, A Prisão dos Famosos”, "Alice & Só", “Últimas Férias”) e roteiro assinado por Ray Tavares (“De Volta aos 15”) e Vitor Brandt (“Caramelo”, “As Five”), o filme tem como fio condutor temas como aceitação, insegurança, gordofobia, homofobia e bullying.

“Quinze Dias” apresenta a premissa que cativou milhares de leitores do bestseller: o plano de férias perfeitas de Felipe, vivido pelo estreante Miguel Lallo, é interrompido quando sua mãe Rita (Débora Falabella) anuncia que o vizinho Caio (Diego Lira) passará 15 dias hospedado em sua casa. Completam o elenco Mariana Santos, Silvio Guindane, Olivia Araújo, Mika Soeiro, Bel Moreira, Fernando Caruso, Augusto Madeira, Márcio Vito, João Pedro Chaseliov, João Gabriel Marinho e Victor Galisteu.

Com uma narrativa que navega entre o drama dos conflitos internos de Felipe e o frescor de uma descoberta amorosa, “Quinze Dias” é produzido por Renata Brandão e Juliana Capelini, com produção da Conspiração e distribuição da Manequim Filmes.

Já na sessão das 17h,  permanece o filme iraquiano O BOLO DO PRESIDENTE  e ás 15h o nacional CRIADAS.


HORÁRIOS 18 a 24 de junho CINEBANCÁRIOS:


ESTREIA:

19h - QUINZE DIAS  (Não haverá sessão no dia 24/6, em função do jogo do Brasil na Copa do Mundo)

Brasil/Drama, Romance/2026/100 min.

Direção: Daniel Lieff

Sinopse: Felipe é um garoto gordo e tímido que sofre bullying na escola. Ele aguarda pelas férias de julho desde o início das aulas. Afastado dos colegas que o maltratam, Felipe finalmente vai poder se dedicar somente ao que gosta: livros e séries. Mas as coisas fogem do controle quando sua mãe informa que concordou em hospedar o vizinho Caio por longos quinze dias, enquanto seus pais viajam. Felipe entra em desespero porque Caio foi sua primeira paixãozinha na infância (e talvez ainda seja). Inseguro, Felipe não sabe como interagir com o vizinho. Os dias que prometiam paz e tranquilidade acabam trazendo um turbilhão de sentimentos, fazendo Felipe mergulhar em todas suas questões e inseguranças. Apesar das diferenças, ou por causa delas, os dois acabam se reaproximando e vivendo uma jornada de autodescoberta mútua.

Elenco: Miguel Lallo, Diego Lira, Débora Falabella, Mariana Santos, Silvio Guindane, Olívia Araújo, Mika Soeiro, Bel Moreira, Augusto Madeira, Fernando Caruso, Márcio Vito, João Gabriel Chaseliov,  João Gabriel Marinho, Victor Galisteu


EM CARTAZ:


15h: CRIADAS

Brasil/Drama/2025/105min

Direção: Carol Rodrigues

Sinopse: Sandra retorna à casa de sua prima Mariana em busca de uma foto de sua falecida mãe, que trabalhou ali como empregada residente para os pais de Mariana. Embora tenham sido criadas juntas, Sandra, negra de pele escura, e Mariana, negra de pele clara, viveram aquela casa de formas muito diferentes. Ao se reconectarem, memórias há muito enterradas tomam forma ao redor delas. Fantasmas da infância, da ancestralidade, de um amor que nunca foi embora completamente.

Elenco:Ana Flavia Cavalcanti, Mawusi Tulani, Sarito Rodrigues, Ivy Souza, Rudmira Fula


17h: O BOLO DO PRESIDENTE

Iraque/Drama/2025/105min.

Direção: Hasan Had

Sinopse:No Iraque dos anos 1990, em meio à guerra e à falta de comida, o presidente determina que todas as escolas do país façam um bolo em homenagem ao seu aniversário. Lamia, de apenas 9 anos, tenta escapar da tarefa, mas acaba sendo escolhida entre os colegas. A menina, então, precisa recorrer à sua criatividade para conseguir os ingredientes e cumprir a missão de preparar o bolo imposto pelas autoridades.

Vencedor do prêmio Caméra d’Or para melhor filme de diretor estreante em Cannes e do prêmio do público da Quinzena dos Cineastas, também em Cannes. Elenco: Baneen Ahmad Nayyef, Sajad Mohamad Qasem, Waheed Thabet Khreibat, Rahim AlHaj


Ingressos: Os ingressos podem ser adquiridos a R$ 14,00 na bilheteria do CineBancários. Idosos (as), estudantes, bancários (as), jornalistas sindicalizados (as), portadores de ID Jovem e pessoas com deficiência pagam R$ 7,00. São aceitos PIX, cartões nas bandeiras Banricompras, Visa, MasterCard e Elo. Na quinta-feira, a meia-entrada é para todos e todas.


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Mais informações pelo telefone (51) 3030.9405 ou pelo e-mail cinebancarios@sindbancarios.org.br


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quarta-feira, 10 de junho de 2026

Cine Dica: PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS 11 A 17 DE JUNHO

 "Tatame”, drama ambientado em Campeonato Mundial de Judô no Irã, e “Criadas”, da brasileira Carol Rodrigues, são as estreias de 11 de junho no CineBancários

Drama esportivo que acompanha atleta iraniana pressionada a abandonar a competição por razões políticas divide a programação com longa nacional que expõe traumas provocados por resquício escravocrata. O CineBancários exibe, na cinesemana de 11 a 17 de junho, os filmes “Tatame”, drama esportivo e político ambientado em campeonato mundial de judô, e “Criadas”, trama dirigida por Carol Rodrigues que perpassa dores comungadas por pessoas negras no Brasil. O iraniano “O Bolo do Presidente” segue em cartaz na sala da Casa dos Bancários.

TATAME

Inspirado em tensões reais da geopolítica contemporânea e exibido no 80º Festival de Veneza, “Tatame” é apresentado como o primeiro longa-metragem codirigido por um israelsense (Guy Nattiv, vencedor do Oscar de curta-metragem por “Skin”, de 2018) e uma iraniana (Zar Amir Ebrahimi, melhor atriz no Festival de Cannes por “Holy Spider”, de 2022).

Durante o Mundial de Judô, a atleta iraniana Leila  (Arienne Mandi)  enfrenta um dilema político e moral: o regime de seu país exige que ela abandone a competição ou simule uma lesão para evitar um possível confronto com uma judoca israelense. Sob pressão da treinadora Maryam (Zar Amir) que viveu traumas semelhantes no passado, Leila se recusa a ceder. O que começa como uma ordem burocrática escala rapidamente para ameaças diretas à segurança e às famílias de ambas, transformando a busca pela medalha em uma luta desesperada por liberdade e integridade própria e de seus familiares em Teerã.

Assim, Tatame articula com eficiência a tensão de uma competição esportiva com o suspense de um thriller político, explorando os limites da autonomia individual diante de estruturas de poder. O dilema central — seguir competindo ou ceder à coerção — não é tratado apenas como um recurso dramático, mas como um impasse ético que atravessa toda a narrativa.

Fotografado em preto e branco, com câmera móvel e próxima aos corpos das atletas, o longa transforma as lutas em cenas de alta tensão cinematográfica, evitando o registro meramente documental. O longa recebeu o Brian Award, prêmio especial do Festival de Veneza concedido a longas que promovem valores como direitos humanos, democracia e liberdade de consciência sem distinção de gênero ou posições religiosas. Em 2024, a mesma distinção foi para “O Quarto ao Lado”, de Pedro Almodóvar.


CRIADAS

É com a imagem de “A Redenção de Cam”, do artista espanhol Modesto Brocos, símbolo maior do mito da democracia racial brasileira, em chamas, que “Criadas”, primeiro longa-metragem de Carol Rodrigues, começa. Mas o efeito reverse motion (de reversão), com o fogo reconstituindo o quadro, indica que o reencontro das primas Sandra (Mawusi Tulani), negra retinta, e Mariana (Ana Flavia Cavalcanti), negra de pele clara não obedecerá às linearidades. Como engenheira, a primeira retorna à casa em que foi criada junto da prima, hoje uma chef de cozinha, à procura de fotos de sua mãe Ivone (Ivy Souza), então empregada na residência da prima Olívia (Sarito Rodrigues), durante a infância delas.

Esse é o fio condutor da trama que perpassa dores comungadas por pessoas negras no Brasil, em maior ou menor escala, graças ao colorismo e aos resquícios do sistema escravocrata tão presentes nas relações estabelecidas entre patroas x funcionárias do lar. E, no filme, com o agravante de que elas pertencem ao mesmo núcleo familiar.

Em meio ao acerto de contas com as feridas racistas de seu passado, as primas Sandra e Mariana começam a conviver, na casa onde cresceram, com forças sobrenaturais resistentes às suas novas posições sociais. As duas também são visitadas por suas versões ainda criança, interpretadas, respectivamente, por Vitória Marques Rodrigues e Alice de Jesus Feitosa. Com expressões infantis marcantes, ora de frustração, ora de descontentamento, elas delimitam os lugares sociais que cada uma podia ocupar naquele período.

O chamado de volta ao presente é feito no filme pela personagem Raquel, vivida pela angolana Rudimira Fula, então responsável pela limpeza da casa de Mariana. O retorno afrodiaspórico, por se tratar de uma imigrante, serve um outro ponto de vista territorial. Mulher sábia, ciente da dicotomia vivida naquele espaço pelas duas primas, faz de tudo para fazer seu trabalho e entrar e sair de lá sem sofrer qualquer tipo de prejuízo financeiro.

Diferentes camadas de luta encampadas por pessoas negras também atravessam as personagens em pautas como a invisibilidade no mercado de trabalho, a apropriação intelectual de quem não ocupa cargos de chefia, mesmo tendo competência e superformação para tal e recorrência de que duas pessoas negras ou mais raramente integram uma equipe, em ambientes corporativos montados no limite da cota racial. Subjetividades como a responsabilidade quase universal de honrar os antepassados, em geral, mães e avós, também são trazidas e é um sentimento compartilhado por Carol Rodrigues, que fez do filme uma declaração de amor a própria avó, Esméria, que partiu dessa dimensão 16 dias antes dela começar a rodar.


PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS DE 11 A 17 DE JUNHO


ESTREIAS:

TATAME

EUA-Israel-Georgia-Inglaterra/Drama/2023/105min

Direção: Zar Amir Ebrahimmi e Guy Nativv

Sinopse: durante o mundial de judô, uma judoca iranaiana é ameaçada pelo comitê do próprio país, que quer que ela abandone a competição para não enfrentar uma atleta israelense. Sua permanência no troneio coloca em risco tambem sua família e a de sua treinadora, Maryam, uma ex-atleta.

Elenco: Arienne Mandi, Zar Amir Ebrahimi, Jaime Ray Newman, Nadine Marshall, Lir Katz, Ash Goldeh.

CRIADAS

Brasil/Drama/2025/105min

Direção: Carol Rodrigues

Sinopse: Sandra retorna à casa de sua prima Mariana em busca de uma foto de sua falecida mãe, que trabalhou ali como empregada residente para os pais de Mariana. Embora tenham sido criadas juntas, Sandra, negra de pele escura, e Mariana, negra de pele clara, viveram aquela casa de formas muito diferentes. Ao se reconectarem, memórias há muito enterradas tomam forma ao redor delas. Fantasmas da infância, da ancestralidade, de um amor que nunca foi embora completamente.

Elenco: Ana Flavia Cavalcanti, Mawusi Tulani, Sarito Rodrigues, Ivy Souza, Rudmira Fula


EM CARTAZ:


O BOLO DO PRESIDENTE

Iraque/Drama/2025/105min.

Direção: Hasan Had

Sinopse: No Iraque dos anos 1990, em meio à guerra e à falta de comida, o presidente determina que todas as escolas do país façam um bolo em homenagem ao seu aniversário. Lamia, de apenas 9 anos, tenta escapar da tarefa, mas acaba sendo escolhida entre os colegas. A menina, então, precisa recorrer à sua criatividade para conseguir os ingredientes e cumprir a missão de preparar o bolo imposto pelas autoridades.

Vencedor do prêmio Caméra d’Or para melhor filme de diretor estreante em Cannes e do prêmio do público da Quinzena dos Cineastas, também em Cannes.

Elenco: Baneen Ahmad Nayyef, Sajad Mohamad Qasem, Waheed Thabet Khreibat, Rahim AlHaj



HORÁRIOS DE 11 A 17 DE JUNHO

(não há sessões nas segundas)

15h: O BOLO DO PRESIDENTE

17h: CRIADAS

19h: TATAME (NO DIA 13/6, SÁBADO, NÃO HAVERÁ SESSÃO DE TATAME EM FUNÇÃO DO JOGO DO BRASIL NA COPA DO MUNDO)


Ingressos

Os ingressos podem ser adquiridos a R$ 14 na bilheteria do CineBancários. Idosos (as), estudantes, bancários (as), jornalistas sindicalizados (as), portadores de ID Jovem e pessoas com deficiência pagam R$ 7. São aceitos cartões nas bandeiras Banricompras, Visa, MasterCard e Elo. Nas quintas-feiras, a meia-entrada (R$ 7) é para todos e todas.


CineBancários

Rua General Câmara, 424 – Centro – Porto Alegre

Mais informações pelo telefone (51) 3030.9405 ou pelo e-mail cinebancarios@sindbancarios.org.br

Amanda Zulke 

CineBancários | SindBancários 

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