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Sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Cine Dica: Durante a Quarentena Assista: 'A Química que Há Entre Nós'

Sinopse: Henry é um adolescente no último ano do Ensino Médio que sonha em ser escritor e faz parte do jornal de sua escola. Após Grace recusar fazer parte do jornal, ela e Henry começam a se conhecer melhor. 

Em meio as adaptações de HQ, os engravatados dos estúdios haviam descoberto já algum tempo outra pepita de ouro, que eram as adaptações de romances protagonizado por adolescentes e cuja as histórias atraiam muitos jovens leitores. "A Culpa é Das Estrelas" se tornou um marco de vendas e não demorou muito para que a mesma ganhasse uma adaptação para o cinema, assim como também outros livros que vieram em seguida e ganharam as suas versões cinematográficas. "A Química que Há Entre Nós" é o próximo da fila, mas se enveredando mais para o drama e sobre os dilemas da difícil fase da adolescência.

Dirigido por Richard Tanne, e baseado no livro “Our Chemical Hearts”, escrito por Krystal Sutherland, o filme conta a história de Henry Page (Austin Abrams), um garoto focado em sua vida escolar e profissional. Porém, ele conhecer Grace Town (Lili Reinhart), a nova aluna que entra para o jornal da escola logo no primeiro dia do ano letivo. Agora, o jovem vive as experiências de seu primeiro amor e sente tudo mudar.

Assim como já citado "Escrito nas Estrelas", o filme se envereda mais para o lado dramático em alguns momentos, principalmente quando começamos a conhecer melhor Grace e os motivos que a levaram a ser uma pessoa fechada perante a sua realidade em volta. Em meio a isso, gradualmente, a relação entre ela e Henry vai crescendo naturalmente, mas logo percebemos que ambos terão muitos percalços pelo caminho pela frente, já que o passado da garota é recheado de tragédias. Vale destacar a boa atuação de Lili Reichart, da qual a sua personagem transita entre ambiguidade para logo explicitar os seus reais sentimentos para Henry, mesmo que isso acarrete consequências irreversíveis.

Tecnicamente, o filme possui uma bela fotografia e da qual sintetiza a melancolia que, por vezes, muitos adolescentes sentem nesta época de descobertas. O filme toca em assuntos delicados, que vai desde ao suicídio, culpa e sobre um passado que machuca, mas do qual é preciso curar antes que seja tarde demais. O final pode até ser previsível, mas não foge da mensagem positiva que passa para todos os jovens que enfrentam por grandes dilemas.

"A Química que Há Entre Nós" segue a regra básica de um bom romance, mas alinhado com assuntos sobre a juventude e dos quais, na maioria das vezes, é bastante desafiadora. 

Onde Assistir: Amazon Prime. 

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