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Sendo frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 70 certificados),sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para beniciodeltoroster@gmail.com

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sábado, 2 de março de 2013

Cine Dica:Mostra Grandes Personagens Femininos da História do Cinema


Grandes Personagens Femininos da
História do Cinema
 5 a 10 de março de 2013
Entrada Franca
Como vem fazendo todos os anos, desde a sua inauguração, o CineBancários realiza na semana em que se celebra o Dia Internacional da Mulher uma mostra dedicada ao universo feminino. Em 2013, o foco escolhido para essa já tradicional programação é a representação da mulher pelo cinema ao longo de sua história.
Intitulada Grandes Personagens Femininos da História do Cinema, a mostra preparada pelo CineBancários promove um vôo panorâmico ao longo dos últimos 90 anos de produção cinematográfica, elegendo um título emblemático para cada década. Os títulos selecionados começam nos anos 20, com a obra-prima do cinema mudo A Paixão de Joana d’Arc, de Carl Theodor Dreyer, sobre a trágica heroína francesa, e estendem-se até os anos 2000, representados pela comédia O Diabo Veste Prada, de David Frankel, que mostra de maneira bem humorada as dificuldades da mulher contemporânea para equilibrar o sucesso no mercado de trabalho e a vida familiar. Desta forma, o público terá acesso não apenas a momentos mem oráveis da história do cinema, como também poderá acompanhar as mudanças sociais e de comportamento que possibilitaram à mulher ocupar um papel cada vez mais livre e independente na sociedade.
  
PROGRAMAÇÃO
  
ANOS 20

A Paixão de Joana d’Arc (La Passion de Jeanne d’Arc), de Carl Theodor Dreyer (França, 1928, 110 minutos)
A jovem camponesa Joana D'Arc (Maria Falconetti) é condenada à morte por ter liderado o povo francês contra o exército invasor inglês, dizendo que foi inspirada por Jesus e São Miguel. Após ser capturada pelos ingleses, é levada à prisão, torturada, vai à julgamento por heresia e por fim é executada. Durante todo esse tempo, ela sofre por causa das acusações e também devido ao abandono da Igreja Católica e dos seus compatriotas franceses. Considerado um dos maiores filmes da história do cinema, com atuação antológica de Maria Falconetti e a participação no elenco de Antonin Artaud.
  
ANOS 30

O Anjo Azul (Der Blaue Engel), de Joseph von Sternberg (Alemanha, 1930, 100 minutos)
Immanuel Rath (Emil Jannings) é um severo mas respeitado professor, que vê alguns dos alunos passando cartões postais que mostram uma sensual cantora de cabaré (Marlene Dietrich), que se apresenta em um clube local. Certa noite, pensando em flagrar alguns dos seus estudantes, Rath vai ao cabaré, mas é envolvido pela selvagem atmosfera do local quando a sedutora Lola (Marlene Dietrich) entra em cena. Após a apresentação, Rath descobre onde é o camarim de Lola e imediatamente se encanta com ela. Obcecado pela mulher, irá se submeter a todos os seus desejos, sucumbindo a uma paixão que destruirá sua vida. Inspirado no clássico romance de Heinrich Mann, foi o filme que lançou a atriz alemã Marlene Dietrich ao estrelato internacional.
  
ANOS 40

Laura (Laura), de Otto Preminger (EUA, 1944, 87 minutos)
Investigando a morte da diretora de uma agência de propaganda, Laura Hunt (Gene Tierney), que teve o rosto destruído por tiros de espingarda, o detetive Mark McPherson (Dana Andrews) interroga Waldo Lydecker (Clifton Webb), seu mentor e um influente jornalista, que considerava Laura não apenas sua maior "criação" mas também sua propriedade pessoal. Laura estava noiva de Shelby Carpenter (Vincent Price), um playboy, para desgosto de Lydecker e da tia de Laura, Ann Treadwell (Judith Anderson), uma mulher rica que era apaixonada por Carpenter. Enquanto a investigação evolui McPherson sente-se atraído pela vítima e, ao ir ao apartamento dela em busca de provas, contempla uma pintura de Laura pendurada na parede. Repentinamente acontece o inesperado, pois Laura surge na sua frente viva e com o rosto sem nenhum ferimento. Um clássico do cinema “noir”, em que a atriz Gene Tierney cria uma das grandes mulheres fatais do cinema.
  
ANOS 50

A Malvada (All About Eve), de Joseph L. Mankiewicz (EUA, 1950, 138 minutos)
Na noite de entrega de um grande prêmio teatral, todas as atenções se voltam para a atriz Eve Harrington (Anne Baxter). Utilizando o flashback, a vida de Eve é revelada, desde quando conheceu e foi contratada como secretária de Margo Channing (Bette Davis), uma grande estrela da Broadway, até ela mesma alcançar o estrelato. Obra-prima de Mankiewicz, tido como o melhor filme já realizado sobre os bastidores do mundo teatral.
  
ANOS 60

Todas as Mulheres do Mundo, de Domingos Oliveira (Brasil, 1967, 92 minutos)
Longa de estreia de Domingos Oliveira, é um dos filmes mais marcantes e emblemáticos dos anos 1960 no Brasil. Ao narrar a trajetória de um Don Juan (Paulo José) domado por sua musa maior (Leila Diniz), o filme transcende os limites da comédia romântica de costumes para sintetizar as inquietações existenciais e os dilemas morais de toda uma geração. Com inspirada fotografia em preto e branco de Mário Carneiro, o filme é de uma inventividade estética inesgotável, lançando mão de uma montagem descontínua e de procedimentos do documentário para aumentar a sua força expressiva e o seu impacto sobre o espectador. Mais de quatro décadas depois de seu lançamento, mantém intactos o frescor e a vitalidade.
  
ANOS 70

Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall), de Woody Allen (EUA, 1977, 93 minutos)
Alvy Singer (Woody Allen), um humorista judeu e divorciado que faz análise há 15 anos, acaba se apaixonando por Annie Hall (Diane Keaton), uma cantora em início de carreira com uma cabeça um pouco complicada. Em um curto espaço de tempo eles estão morando juntos, mas depois de um certo período crises conjugais começam a se fazer sentir entre os dois. O filme que consagrou Woody Allen em Hollywood, vencedor de vários prêmios Oscar, incluindo melhor filme e melhor atriz para Diane Keaton.
  
ANOS 80

Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (Mujeres al Borde de un Ataque de Niervos), de Pedro Almodóvar (Espanha, 1988, 89 minutos)
Em Madri, Pepa Marcos (Carmen Maura), uma atriz que está grávida, é abandonada por Ivan (Fernando Guillén), seu amante, e se desespera tentando encontrá-lo, pois deseja que ele lhe explique por qual motivo a deixou. Enquanto tenta falar com ele recebe a visita de Candela (María Barranco), uma amiga que se apaixonou por um desconhecido e agora que descobriu que ele é um terrorista xiita teme ser presa. Mais tarde chega ao apartamento Carlos (Antonio Banderas), o filho de Ivan, acompanhado de Marisa (Rossy de Palma), sua noiva, pois os dois estão procurando um imóvel para alugar. Hilariante comédia de erros, que marca o momento de maturidade do cinema do diretor espanhol Pedro Almodóvar.
  
ANOS 90

Corra Lola, Corra (Lola Rennt), de Tom Tykwer (Alemanha, 1999, 81 minutos)
Manni (Moritz Bleibtreu), o coletor de uma quadrilha de contrabandistas, esquece no metrô uma sacola com 100.000 marcos. Ele só tem 20 minutos para recuperar o dinheiro ou irá confrontar a ira do seu chefe, Ronnie, um perigoso criminoso. Desesperado, Ronni telefona para Lola (Franka Potente), sua namorada, que vê como única solução pedir ajuda para seu pai (Herbert Knaup), que é presidente de um banco. Assim, Lola corre através das ruas de Berlim, sendo apresentados três possíveis finais da louca corrida de Lola para salvar o namorado. Um dos filmes de culto dos anos 90, que usa recursos de animação e a linguagem dos videogames para conquistar os espectadores jovens.
  
ANOS 00

O Diabo Veste Prada (The Devil Wears Prada), de David Frankel (EUA, 2006, 109 minutos)
Andrea Sachs (Anne Hathaway) é uma jovem que conseguiu um emprego na mais importante revista de moda de Nova York. Ela passa a trabalhar como assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep), principal executiva da revista. Apesar da chance que muitos sonhariam em conseguir, logo Andrea nota que trabalhar com Miranda não é tão simples assim. Meryl Sreep cria uma personagem inesquecível, a despótica Miranda Priestly, que precisa endurecer para sobreviver no competitivo mercado de trabalho novaiorquino.

Mais informações e horários das sessões, vocês conferem na pagina da sala clicando aqui. 

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2 comentários:

disse...

Que programação sensacional! Adoraria ver alguns desses filmes que são inéditos parea mim, em especial A paixão de Joana D' Arc.
Abraços!

Marcelo C,M disse...

Na tela grande é fantastico