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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Cine Dica: Em Cartaz – 'Street Fighter'

Sinopse: Ambientada em 1993, a história acompanha os icônicos lutadores Ryu (Andrew Koji) e Ken Masters (Noah Centineo), que estão afastados dos combates. Eles são recrutados pela misteriosa Chun-Li (Callina Liang) para participar do Torneio do Guerreiro Global.

Foi precisamente no início dos anos 1990 que Hollywood decidiu investir pesado em adaptações de videogames para o cinema. O grande problema dessas produções era não saber transitar entre a linguagem cinematográfica e o universo dos jogos, rendendo pérolas duvidosas como "Super Mario Bros". (1993) e "Street Fighter: A Última Batalha" (1994). Com o sucesso recente do gênero, como visto no recente "Resident Evil" (2026), chega agora a mais nova versão de "Street Fighter" (2026) — um filme que até pode agradar aos fãs do jogo, mas deixa a nítida sensação de que algo importante ficou pelo caminho.

Dirigida por Kitao Sakurai, a trama se passa no ano de 1993 e reencontra Ryu (Andrew Koji) e Ken Masters (Noah Centineo) reunidos após anos de afastamento. Recrutados pela misteriosa Chun-Li (Callina Liang), os dois se preparam para o circuito Street Fighter. No entanto, o que não esperavam é que por trás do campeonato se esconde uma conspiração mortal orquestrada pelo vilão Bison (David Dastmalchian).

Para quem vive movido pela nostalgia, o longa tenta fisgar o espectador logo na abertura, feita em estilo anime japonês — uma clara referência ao clássico animado "Street Fighter II: O Filme" (1994), que permanece até hoje como a melhor adaptação da franquia. Curiosamente, diversos flashbacks surgem ao longo da narrativa nesse mesmo formato animado, tornando-se, disparado, os melhores momentos da produção. Quando nos damos conta disso, percebemos a gravidade dos problemas da versão em live-action.

Em termos de ritmo, o filme não perde tempo e se comporta como um verdadeiro produto à la videoclipe, repleto de elementos que nos remetem aos bons tempos da MTV. Não faltam sequer faixas lendárias da época, como "What's Up?", que serve como o elo emocional entre Ryu e Ken, além de outros ritmos que certamente farão muitos amantes de música pesquisarem a trilha sonora após a sessão.

Infelizmente, o longa falha no quesito mais primordial quando o assunto é Street Fighter: as lutas. Logicamente, as sequências são superiores às do filme protagonizado por Jean-Claude Van Damme, mas continuam breves demais. Os cortes rápidos mais atrapalham do que ajudam, perdendo de lavada na comparação com os combates dos animes mostrados nos flashbacks. O que dizer, por exemplo, da luta entre Guile e Vega? Ela acontece, mas só testemunhamos suas consequências, dando a entender que o embate em si ficou esquecido no chão da sala de edição.

Aliás, o filme ostenta com facilidade uma das piores edições do ano. A montagem frenética falha em esconder furos de roteiro bastante evidentes. A sensação é de ter perdido trechos cruciais no percurso, como se o apelo visual servisse de mera distração para que não notássemos os buracos da narrativa. Além disso, como os trailers já antecipavam, o CGI tropeça em momentos decisivos: Blanka (Jason Momoa) surge como um grande boneco digital sem peso ou presença física em cena.

Nem vale a pena se estender sobre os vilões, adaptados de forma caricata e incapazes de causar qualquer tensão. Bison, que assombrou toda uma geração que acompanhava a animação clássica exibida pelo SBT, é reduzido aqui ao clichê do vilão megalomaníaco que quer apenas sugar o poder de lutadores fortes. David Dastmalchian é um ótimo ator, mas acaba pagando aqui um dos maiores micos do ano.

Ao menos a amizade entre Ryu e Ken, somada ao desejo de vingança de Chun-Li, traz elementos familiares para quem conhece a mitologia do jogo e de suas várias adaptações para a TV e o cinema. No fim das contas, faltou um cuidado maior — ou até mesmo paixão — com o material de origem. O projeto acabou tratado como mero entretenimento descartável para atrair uma massa de fãs adormecida. Resta saber se haverá espaço para uma nova aventura dessa turma ou se a franquia nos cinemas já levou um definitivo Game Over.

"Street Fighter" serve mais para despertar a nossa nostalgia dos tempos de fliperama do que para nos apresentar uma adaptação digna de nota.

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Cine Dica: Sala Redenção destaca cinema contemporâneo gaúcho

A fim de contribuir na difusão da produção cinematográfica regional, a Sala Redenção apresenta, de 21 a 23 de outubro, o Panorama Estadual da 9ª Mostra Sesc de Cinema. São 14 obras gaúchas contemporâneas, entre longas e curtas-metragens, distribuídas em seis sessões, todas com entrada gratuita e aberta à comunidade.

A mostra reúne filmes de variados gêneros e formatos, produzidos em diferentes municípios do estado, como Porto Alegre, Santa Maria, Rio Grande, Uruguaiana e Soledade. As produções foram selecionadas a partir de seus aspectos técnicos e narrativos e consideram a diversidade de gênero, raça e território das equipes realizadoras.

Alguns destaques da mostra são o documentário “Quando a gente menina cresce” (2025), de Neli Mombelli, que acompanha um grupo de meninas que vive a transição da infância para adolescência na periferia de Santa Maria; o curta-metragem ficcional “Zila” (2025), de Kaya Rodrigues, que retrata memória e esquecimento a partir de uma relação entre avó e neta; e “Manoel e Betinha” (2025), de Marta Haas, que conta a história do casal Manoel e Elizabeth Soares, perseguidos durante a ditadura civil-militar. O assassinato de Manoel, conhecido como o “Caso das mãos amarradas”, completou 60 anos em 2026.

A Sala Redenção está localizada no Campus Centro da UFRGS, com acesso mais próximo pela Eng. Luiz Englert, 333. Confira a programação completa no site oficial dala clicando aqui. 

domingo, 18 de outubro de 2026

Cine Especial: 'Mortal Kombat'

É preciso reconhecer que, no ano de 1995, Paul W.S. Anderson tirou leite de pedra ao adaptar "Mortal Kombat" para o cinema. Em uma década em que Hollywood tentou investir em adaptações de videogames gerando somente longas descartáveis, a produção estrelada por Christopher Lambert conquistou o seu devido respeito através do tempo. Infelizmente, o filme gerou continuações uma pior do que a outra, além de desenhos animados que ninguém lembra.

Por muito tempo, a ideia de levar de volta esse universo de lutas e magia ficou na geladeira. Porém, devido ao sucesso de outras adaptações, como "Sonic: O Filme" (2020), a New Line Cinema decidiu investir novamente nesta empreitada. O resultado foram "Mortal Kombat"(2021) e "Mortal Kombat 2" (2026), dois longas que são apontados como fiéis à sua fonte original. Mas ambos conseguiram o equilíbrio da adaptação?

Dirigido por Simon McQuoid, a trama tem início quando Shang Tsung, imperador da Exoterra, envia seu melhor guerreiro, Sub-Zero, para assassinar o jovem Cole Young. Temendo pela segurança da família, Cole vai em busca de Sonya Blade seguindo a indicação de Jax, um major das Forças Especiais que tem a mesma estranha marca de dragão com a qual Cole nasceu. Logo, ele se vê no templo do Lorde Raiden, um Deus Ancião e guardião do Plano Terreno que abriga todos os que possuem a marca. No templo, ele treina com os experientes guerreiros Liu Kang, Kung Lao e Kano enquanto se prepara para lutar contra os inimigos da Exoterra em uma batalha pelo universo. Será que Cole irá longe o suficiente para desbloquear sua arcana — o seu imenso poder?

Para começo de conversa, ambos os longas acertam em trazer finalmente a rivalidade entre Sub-Zero e Scorpion, inimigos mortais durante séculos, algo que a abertura do primeiro filme sintetiza muito bem. Por outro lado, os realizadores foram infelizes ao introduzir o personagem Cole Young, descendente de Scorpion que não acrescenta em nada à trama e sem o qual a história poderia facilmente prosseguir. Interpretado de forma canastrona pelo ator Lewis Tan, o personagem acabou sendo descartado em uma morte que com certeza os fãs raiz do jogo simplesmente adoraram.

O grande ponto de ambos os filmes não é exagerar na adaptação, mas sim simplificá-la no que é a essência primordial do jogo: as lutas de corpo a corpo com seus poderes surpreendentes. O resultado é o uso de um CGI ora perfeito, ora ridículo, mas cumprindo o seu dever com certo êxito. Se no filme de 1995 faltava orçamento em relação aos fantásticos golpes, aqui os fãs não têm do que reclamar.E se alguns reclamaram da falta de personagens essenciais no primeiro filme, eis que surgem no segundo Kitana e Johnny Cage.

A primeira, por sua vez, é a real protagonista deste segundo longa, em que se une ao seu pior inimigo unicamente para enfrentá-lo em um duelo digno de nota no final do longa. Porém, o grande trunfo dessa segunda aventura acaba sendo Johnny Cage.Não é preciso ser gênio para adivinhar que os criadores do jogo elaboraram o personagem inspirado em Jean-Claude Van Damme, sendo que o seu maior clássico, "O Grande Dragão Branco" (1988), serviu também de inspiração para o jogo lançado em 1992.

Johnny Cage é o típico ator de filmes de ação dos anos noventa que possui talento nas artes marciais, mas nos transmite uma atuação canastrona do início ao fim.Se consagrando em filmes e séries de TV como The Boys, Karl Urban entrou fácil na brincadeira ao construir um personagem que ninguém leva a sério em relação às suas frases de efeito, mas provando o seu valor mesmo em situações que o deixam em maus lençóis. Se o primeiro filme já era divertido com algumas piadas, aqui o humor é aumentado em doses cavalares graças a esse personagem.Com dois filmes lançados, resta saber até onde a franquia manterá o seu fôlego. Elaborada com orçamentos modestos, a New Line Cinema só precisa manter a premissa essencial, sem inventar muito e, logicamente, sem criar outro Cole Young no decorrer do percurso. É errando que se aprende, e o estúdio, por enquanto, tem acertado de forma eficaz, diga-se de passagem.

"Mortal Kombat" e "Mortal Kombat 2" são dois filmes dignos de sua fonte e que agradarão até o fã mais exigente.


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Cine Dica: Cine Dica: Próximo Cineclube Torres - 'Fátima'

 Cineclube Torres apresenta o filme francês "Fátima" de Philippe Faucon, na quarta dia 21 de outubro, às 20h, na Sala Audiovisual Gilda e Leonardo.

Segue o ciclo de filmes sobre desafios de uma sociedade contemporânea, multiétnica e multicultural, na França.

Fatima é mãe solo, trabalhadora, que cria sozinha as duas filhas: Souad, de 15 anos, adolescente rebelde; e Nesrine, de 18 anos, começando os estudos de medicina. A comunicação com as filhas é complicada, pois mesmo morando na França ela não fala bem o francês, é no seu diario, em poesia e prosa, em árabe, que a mulher consegue se expressar livremente. O filme se consagrou em 2016 na cerimônia dos César  (o "Oscar" do cinema francês) com os prêmios de Melhor Filme, Melhor Atriz Revelação e Melhor Adaptação.

A sessão é realizada excepcionalmente numa QUARTA-FEIRA, na Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, na rua Pedro Cincinato Borges 420, em parceria com a Up Idiomas Torres e com entrada franca até a lotação do espaço. Cineclube Torres é uma associação sem fins lucrativos, em atividade desde agosto 2011; Ponto de Cultura certificado pela Lei Cultura Viva federal e estadual; Ponto de Memória pelo IBRAM; Biblioteca Comunitária no Mapa da Cultura, Sala de Espetáculos e Equipamento de Animação Turística certificada pelo Ministério do Turismo (Cadastur); Selo Destaque no Turismo da Georrota Cânions do Sul. 


Serviço:

O que: Exibição do filme "Fatima" (2015) de Philippe Faucon (França) 

Onde: Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, junto à escola Up Idiomas, Rua Cincinato Borges 420, Torres

Quando: Quarta-feira, 21/10, às 20h

Ingressos: Entrada Franca, até lotação do local (aprox. 22 pessoas).


Cineclube Torres

Associação sem fins lucrativos

Ponto de Cultura – Lei Federal e Estadual Cultura Viva

Ponto de Memória – Instituto Brasileiro de Museus

Sala de Espetáculos e Equipamento de Animação Turística - Cadastur


CNPJ 15.324.175/0001-21

Registro ANCINE n. 33764

Produtor Cultural Estadual n. 4917

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Cine Especial: Revisitando 'Street Fighter II: O Filme'

Era início dos anos noventa e eu ainda era um moleque que curtia jogos de videogame no Atari. O cenário mudou quando os fliperamas começaram a invadir o bairro Cohab de Guaíba, onde eu morava, e foi por lá que conheci o popular jogo de luta "Street Fighter II", desenvolvido pela Capcom. Nem é preciso dizer que, por um bom tempo, eu gastava minha mesada em fichas para jogar à tarde, logo após o sinal da escola.

Saltando para os anos de 1994 e 1995, eu era leitor assíduo da revista semanal Herói, que na época era a principal fonte de informação para quem curtia o melhor da cultura pop. Naqueles tempos, eu acompanhava o anime "Os Cavaleiros do Zodíaco" e comprava a publicação principalmente por causa da obra de Masami Kurumada. Porém, foi por meio dela que obtive as primeiras notícias sobre o longa de animação "Street Fighter II: O Filme" (1994).

Nunca vou me esquecer da verdadeira novela que foi a chegada desse longa ao Brasil. Semanalmente, a revista trazia diversas informações — algumas com fundamento, outras absurdas, para dizer o mínimo. Talvez a polêmica mais famosa tenha sido a cena do banho da Chun-Li, que gerou cortes nos EUA. Obviamente, era de se esperar que esses reajustes da censura chegassem por aqui também.

Curiosamente, o filme desembarcou no país em um momento em que a série "Street Fighter II: V" (1995) já havia se tornado um grande sucesso ao ser exibida aos domingos pelo SBT. Um dos grandes trunfos dessa série foi a impecável dublagem comandada por Nelson Machado, que conferiu um charme especial à atração em terras brasileiras. Quando o longa chegou aos cinemas, a dublagem inicial deixou bastante a desejar, mas, felizmente, o filme ganhou uma redublagem de respeito graças ao próprio Nelson Machado quando foi exibido na televisão pelo SBT.

Dirigido por Gisaburo Sugii, o filme acompanha Bison, o líder terrorista da organização Shadaloo (Shadowlaw), que busca os melhores lutadores do mundo para servirem aos seus planos de dominação. No seu radar está Ryu, um jovem andarilho que nunca permanece no mesmo lugar por tempo suficiente para ser capturado. Ele acaba reencontrando Ken Masters, campeão americano de artes marciais que treinou com ele na infância sob o mesmo mestre. Paralelamente, o Major Guile, do Exército dos EUA, é forçado a unir forças com a agente Chun-Li, da China, na esperança de prender Bison.

Produzida pelo estúdio japonês Group TAC em parceira com a própria Capcom, a animação teve o mérito de dar origem e motivações sólidas aos personagens centrais — algo que não era aprofundado no jogo clássico. Com isso, Ryu e Ken assumem com propriedade o protagonismo da trama: dois amigos de infância que trilham caminhos opostos, mas alimentam o desejo de descobrir quem é o melhor em combate. Enquanto isso, Chun-Li e Guile desempenham papéis fundamentais de coadjuvantes, com a lutadora chinesa roubando a cena em sequências de ação memoráveis.

Em termos técnicos, o filme representa o que havia de melhor na animação tradicional em uma época em que o CGI engatinhava. Com uma animação fluida e expressiva, o longa impressiona pela precisão dos movimentos e pelas coreografias de luta extremamente bem executadas, agradando em cheio aos fãs do jogo. O embate entre Chun-Li e Vega, por sinal, figura até hoje como uma das melhores lutas da história dos animes.

Durante muitos anos, diferentes edições do longa circularam pelo mundo, muitas delas censuradas pelas restrições locais. No Brasil, o anime ganhou uma dublagem marcante na época do VHS, mantendo a trilha sonora norte-americana, mas sofrendo com os cortes. Anos mais tarde, o filme finalmente ganhou edições integrais e sem cortes, permitindo ao público conferir a obra em sua concepção original.

Revisto hoje, é seguro dizer que esta continua sendo a adaptação definitiva da franquia, oferecendo espaço e relevância a praticamente todo o elenco de lutadores. Algo bem distante do fracasso do live-action "Street Fighter: A Última Batalha" (1994) — que inexplicavelmente excluiu o personagem Fei Long e cuja produção estrelada por Jean-Claude Van Damme ficou famosa pelo caos nos bastidores. Ao contrário do filme americano, este anime tornou-se uma obra cult, sempre revisitada por quem busca não apenas uma excelente animação dos anos 90, mas também um modelo de como adaptar videogames para o cinema.

Lançado em DVD em uma edição caprichada pelo selo Obras-Primas do Cinema, "Street Fighter II: O Filme" é um exemplar de adaptação respeitosa, eficiente e muito à frente do seu tempo.

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Cine Dicas: Estreias do Final de Semana (16/10/26)

 DENTRO DA BALEIA

Sinopse: Segue um mergulhador que, enquanto procura os restos mortais de seu pai, é engolido por um cachalote de 80 pés e 60 toneladas e tem apenas uma hora para sair antes que seu oxigênio acabe.


SACRIFÍCIO

Sinopse: Em Sacrifice, um evento beneficente repleto de celebridades é ofuscado quando um grupo de ambientalistas radicais invade o local, liderado por Joan (Taylor Joy), um sequestro é realizado. No mesmo local, está Mike Tyler (Chris Evans), um astro de cinema que sonha em voltar aos holofotes após uma série de colapsos nervosos, ele se junta a outra mulher e ao homem mais rico do mundo como vítimas do sequestro.


SE EU FOSSE VOCÊ 3

Sinopse: Duas décadas depois da última troca de corpos, Cláudio e Helena vivem uma nova fase da vida ao lado da filha Bia, agora adulta e casada. Tudo parece em equilíbrio até que uma situação inesperada abala a dinâmica da família e coloca as relações à prova.


ALWAYS LALISA

Sinopse: Always Lalisa é um documentário em longa-metragem que acompanha a superestrela mundial LISA durante um ano transformador afastada do Blackpink, o fenômeno do K-pop que a transformou em uma das artistas mais reconhecidas do mundo.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Cine Dica: Clube de Cinema: "Nosso Segredo" (17/10) no Cine Bancários

Neste sábado (17/10), às 10h15 da manhã, o Clube de Cinema de Porto Alegre se reúne no Cine Bancários para uma sessão do filme Nosso Segredo, de Grace Passô.

Vencedor de três Kikitos no Festival de Gramado, incluindo o de Melhor Longa-Metragem Brasileiro, o filme marca a estreia de Grace Passô como diretora. Já reconhecida por seu trabalho como atriz, com destaque para os filmes mineiros Temporada e O Dia Que Te Conheci, ambos dirigidos por André Novais Oliveira, Passô constrói uma narrativa sobre luto, afeto e negritude. Silêncios, gestos cotidianos e acontecimentos fantásticos dão forma às tensões de uma família que tenta seguir em frente após uma perda, enquanto o racismo se faz presente mesmo quando não é explicitamente nomeado.


Confira os detalhes da sessão:


SESSÃO DE SÁBADO NO CLUBE DE CINEMA

📅 Data: Sábado, 17/10, às 10h15 da manhã

📍 Local: Cine Bancários

Rua General Câmara, 424 – Centro Histórico – Porto Alegre


Nosso Segredo

Brasil, 2026, 108min

Direção e roteiro: Grace Passô

Elenco: Ju Colombo, Robert Frank, Marisa Revert, Jessica Gaspar, Efraim Santos, Flip, Juan Queiroz, Gláucia Vandeveld e Matheus Aleluia.

Sinopse: Após a morte do pai, uma família formada por uma mãe e seus quatro filhos tenta reorganizar a vida em comum. Enquanto cada um enfrenta a perda à sua maneira, o caçula, Tutu, guarda um segredo. Ao mesmo tempo, um fenômeno estranho começa a se manifestar na casa, tornando cada vez mais difícil ignorar aquilo que permanece sem explicação.

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