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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Cine Dica: INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O IV FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA


Evento acontecerá na cidade de Bagé, interior do Rio Grande do Sul, entre os dias 20 e 25 de novembro

Estão abertas as inscrições para os interessados em participar do IV Festival Internacional de Cinema da Fronteira, previsto para acontecer de 20 a 25 de novembro de 2012 na cidade de Bagé, Rio Grande do Sul. A programação deste ano contará com duas mostras competitivas, uma regional e outra internacional, ambas de curtas-metragens. A seleção local envolverá produções das cidades de Bagé, Hulha Negra, Candiota, Aceguá, Caçapava do Sul, Dom Pedrito, Lavras do Sul, Pinheiro Machado, Alegrete, São Borja, Itaqui, Uruguaiana, São Gabriel, Jaguarão e Livramento. Mais detalhes sobre o regulamento e sobre como se inscrever podem ser conferidos no site oficial do evento, no endereço http://www.festivaldafronteira.com/inscricoes/.

Território de intercâmbio cultural, onde se visualiza uma identidade própria, observada nos ritos, nos mitos, na fala, nas festas populares, nas expressões corporais e na religiosidade, a cidade de Bagé, na fronteira Brasil – Uruguai, é palco anual do Festival Internacional de Cinema da Fronteira. O potencial econômico de um polo de cinema na região confirmou-se com a escolha da cidade como principal locação do longa-metragem O Tempo e o Vento, de Jayme Monjardim, promovendo uma movimentação econômica e turística sem precedentes na cidade. Em 2012 a Associação Pró-Santa Thereza assina a realização do evento ampliando e redimensionando as potencialidades do Festival.  
O Festival Internacional de Cinema da Fronteira destaca-se pelo forte caráter de formação do olhar e expressão audiovisual. Oficinas de cinema gratuitas são promovidas, ao longo do ano, pela Prefeitura Municipal de Bagé através do Programa Cinema da Fronteira e Projetos de Extensão das instituições de ensino apoiadoras, como a UNIPAMPA (Universidade Federal do Pampa) e o IFSul (Instituto Federal Sul-rio-grandense), fomentando, assim, a produção para a Mostra Competitiva Regional do Festival. No ano de 2012 o Festival congrega dois eventos acadêmicos dentro de sua programação: a I Jornada de Estudos de Cinema realizada pela UNIPAMPA e o Seminário Internacional de Cultura Visual promovido pelo IFSul, fomentando assim a formação acadêmica voltada para o cinema.
Pode-se dizer com isso que o Festival de Cinema da Fronteira é o ponto de conjunção dos trabalhos realizados nas oficinas de formação cinematográfica e dos projetos pedagógicos das instituições de ensino. É o momento em que os realizadores locais e demais apreciadores do cinema têm a oportunidade de compartilhar experiências com realizadores de outras regiões do país e estrangeiros, além de entrar em contato com a produção latino-americana e lusófona, ampliando assim o horizonte da linguagem audiovisual. No entanto, o caráter de formação do Festival abrange não apenas a formação do olhar audiovisual e a reflexão sobre o tema, mas também a própria forma de fazer um festival de cinema ao envolver a comunidade no processo de construção e organização do evento. Esse caráter experimental é a tônica do Festival Internacional de Cinema da Fronteira, um organismo vivo em processo contínuo de transformação.
Festival Internacional de Cinema da Fronteira
         Desde 2009 artistas, ativistas e amantes da sétima arte se encontram em Bagé, cidade do interior do Rio Grande do Sul e próxima à fronteira com o Uruguai. Nos dois primeiros anos foram realizadas mostras não competitivas de curtas-metragens, com o apoio da prefeitura municipal e de realizadores independentes. Desde 2011, no entanto, o evento se tornou maior e mais ousado, com duas mostras competitivas, uma regional e outra internacional. Todas as atividades são gratuitas e possuem uma proposta de incontestável relevância para toda a região Sul do país. O Festival Internacional de Cinema da Fronteira é uma promoção da Prefeitura Municipal de Bagé – Secretaria Municipal de Cultura, com produção da Primeiro Corte Produções. O apoio é da Unipampa, Ifsul, Urcamp e Cabanha da Maya.

SERVIÇO:
Inscrições abertas
IV Festival Internacional de Cinema da Fronteira
De 20 a 25 de novembro de 2012
Bagé – Rio Grande do Sul – Brasil


ASSESSORIA DE IMPRENSA:
Adriano Cescani e Robledo Milani
Phosphoros Novas Ideias
Porto Alegre – Rio Grande do Sul – Brasil
(51) 3012.6810 – (51) 8184.1561


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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Cine Especial: 50 ANOS DE JAMES BOND: Parte 4


Nos dias 25 e 26 de Outubro, haverá o curso sobre James Bond: 50 anos de Cinema, criado pelo CENA UM e ministrado pelo critico de cinema Roberto Sadovski (ex editor da saudosa SET). Enquanto os dois dias não chegam, vamos voltar no tempo e relembrar um pouco dos primeiros e últimos grandes filmes desse ícone da sétima arte.

Leia sobre os filmes Estrelados por Timothy Dalton clicando aqui.
Leia também: Dos filmes estrelados por Pierce Brosnan  clicando aqui.

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Cine Dica: Em DVD e Blu-Ray: Deus da Carnificina



Sinopse: 'Deus da Carnificina' é uma adaptação da peça teatral homônima de Yasmina Reza, ganhadora do Tony Awards, e acompanha a história de dois casais que se encontram depois de seus filhos se envolverem em uma briga na escola. O encontro é um desastre, mas serve para dar início a uma análise conjugal de ambos os casais.

Mesmo com os seus problemas na justiça, Roman Polanski parece que engatou uma boa fase na sua carreira que não se via já algum tempo. Após o ótimo O Escritor Fantasma, ele retorna a certos elementos que ele usava antigamente, como criar uma trama que se passa num apartamento, sendo algo que ele muito bem usou na famosa "trilogia do apartamento" (formada por Repulsa do Sexo, O Bebe de Rosemary e O Inquilino). Mas diferente daquela trilogia, a trama se passa totalmente dentro de um apartamento, onde um encontro de dois casais acontece, para resolver certo problema envolvendo os seus filhos, mas o que era para se resolver num dialogo formal, acaba se transformando numa verdadeira sessão de lavar a roupa suja.
Baseado na peça teatral de Yasmina Reza, o filme me lembrou o clássico Quem tem medo de Virginia Woolf?, mas  diferente daquele, aqui a espaço para momentos de humor imprevisíveis, devido a situação em que os quatro passam no decorrer da trama, onde as mascaras de cada um deles vão caindo no decorrer dos eventos. Embora seja num espaço pequeno, a câmera de Polanski esta sempre em movimento, onde busca focar ao máximo, a degradação psicológica e física dos personagens no decorrer da historia. Tudo funciona com precisão, não só graças a ótima direção, como também de um pequeno super elenco oscarisado. Jodie Foster, John C. Relly, Kate Winslet e Christopher Waltz, representam os dois lados da sociedade, que embora sejam de classes diferentes, ambos acabam sucumbindo a assuntos, que embora banais em alguns momentos, que os fazem caírem na degradação e ouvirem certas verdades que sempre se negam a ouvir.
Embora curto (pouco menos de uma hora e vinte), o filme levanta inúmeras questões atuais, como o retrato do casal de hoje e de como eles se comportam perante aos inúmeros obstáculos que a convivência de ambos acaba trazendo no decorrer dos anos. Uma terapia de casal mais do que deliciosa de se assistir.  

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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Cine Especial: 50 ANOS DE JAMES BOND: Parte 3


Nos dias 25 e 26 de Outubro, haverá o curso sobre James Bond: 50 anos de Cinema, criado pelo CENA UM e ministrado pelo critico de cinema Roberto Sadovski (ex editor da saudosa SET). Enquanto os dois dias não chegam, vamos voltar no tempo e relembrar um pouco dos primeiros e últimos grandes filmes desse ícone da sétima arte.
Leia sobre os filmes de 007 estrelados por Roger Moore clicando aqui e aqui. 

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Cine Dica: Em Cartaz: Hotel Transilvânia



Sinopse: O Hotel Transilvânia é um resort cinco estrelas que serve de refúgio para que os monstros possam descansar do árduo trabalho de perseguir e assustar os humanos. O local é comandado pelo Conde Drácula (Adam Sandler), que resolve convidar os amigos para comemorar, ao longo de um fim de semana, o 118º aniversário de sua filha Mavis (Selena Gomez). O que ele não esperava era que Jonathan (Adam Samberg), um humano sem noção, fosse aparecer no local justo quando o hotel está repleto de convidados e, ainda por cima, se apaixonasse por Mavis.

A idéia não é nova, principalmente para as pessoas mais velhas que cresceram vendo o clássico A Festa do Monstro Maluco e que imediatamente se tornou um clássico instantâneo nos anos seguintes. A animação dos anos 60 servia para prestar uma homenagem aos monstros clássicos da Universal, sendo que aqui não é diferente, mas usando elementos típicos das animações recentes, desde a uma produção caprichada, para típica lição de moral previsível. Não que o mais novo filme de  Genndy Tartakovsky (Meninas Super Poderosas) seja uma produção descartável, pois ela empolga em alguns momentos, graças ao fato de sempre algo está acontecendo e tudo de uma forma bem cartunesca e agilizada.
O problema esta no fato das piadas funcionarem mais para as crianças do que para os adultos, contudo devo reconhecer que a dublagem brasileira caprichou bastante, ao inserir certas gírias que só brasileiro entende e que em minha opinião casou bem com a animação. No saldo geral, começa bem, se arrasta lá pela metade, e chega ao ato final meio que satisfatoriamente, mas não sem as típicas lições de moral semelhantes a já vistas em outros filmes como Procurando Nemo e até mesmo Entrando Numa Fria. Mas é preciso dar palmas para uma rápida piada que tira sarro da Saga Crepúsculo, que embora rápida seja mais do que eficaz.      

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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Cine Especial: 50 ANOS DE JAMES BOND: Parte 2


 Nos dias 25 e 26 de Outubro, haverá o curso sobre James Bond: 50 anos de Cinema, criado pelo CENA UM e ministrado pelo critico de cinema Roberto Sadovski (ex editor da saudosa SET). Enquanto os dois dias não chegam, vamos voltar no tempo e relembrar um pouco dos primeiros e últimos grandes filmes desse ícone da sétima arte.

Leia sobre os últimos filmes de 007 estrelados por Sean Connery clicando aqui.
Leia também: Sobre 007 A Serviço de sua Majestade estrelado pela primeira e ultima vez por  George Lazenby clicando aqui.

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Cine Dica: Em DVD e Blu-Ray:SOMBRAS DA NOITE


Leia minha critica já publicada clicando aqui. 


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Sete coisas sobre mim.



Recebi do meu amigo Gilberto, dono do blog Gilberto Cinema, o selo Versatile Blogger e fico muito feliz por ele ter escolhido o meu blog para ganhar o selinho.
Gilberto pediu que eu falasse sete coisas sobre mim para ser merecedor do selo. Portanto lá vão elas: 

Sou cinéfilo
Sou fominha por cinema, tanto que não teve outra, decidi ver e escrever sobre filmes que  irei assistir. Desde então sou um critico de cinema, muito embora não tenha ganhado nenhum centavo com isso hehehe.

Sou nerd
Além de cinéfilo sou nerd, lendo sempre livros, HQ e desenhos animados.

“Não” noveleiro
Enquanto o Brasil todo fica hipnotizado por uma novela, que todo mundo já sabe como irá terminar, eu vou contra a maré e sempre com os pés no chão.

Sou Capricorniano
Não sei se todos desse signo são iguais uns aos outros, mas uma coisa que reparei, é que todos nos temos uma opinião própria e que vai contra a opinião dos outros.  

Não sou torcedor
Aprecio futebol, mas não sou de time nenhum. Não vejo com bons olhos tratar esse esporte como uma religião doentia.

Sou Católico
Acredito em Deus, mas sou aberto a diversas teorias sobre o mundo que vivemos. Pode existir céu e inferno, mas não significa que não possam existir outros mundos, pois gosto de ter uma mente aberta a diversos assuntos.

Sou Solteiro
Pois é, enquanto as mulheres não aceitarem o fato do cinema ser minha amante, prefiro somente “ficar” quando dá.     

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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Cine Especial: 50 ANOS DE JAMES BOND: Parte 1



Nos dias 25 e 26 de Outubro, haverá o curso sobre James Bond: 50 anos de Cinema, criado pelo CENA UM e ministrado pelo critico de cinema Roberto Sadovski (ex editor da saudosa SET). Enquanto os dois dias não chegam, vamos voltar no tempo e relembrar um pouco dos primeiros e últimos grandes filmes desse ícone da sétima arte.

Leia sobre os três primeiros filmes de 007 clicando aqui.

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Cine Dica: Em DVD e Blu-Ray:13 Assassinos


SINOPSE: Na trama, ambientada no Japão feudal, um senhor assassina e estupra inocentes protegido pela lei. Para impedi-lo surge a força secreta dos misteriosos 13 assassinos, cada um com uma habilidade singular, dispostos a uma missão suicida para acabar com o mal.

Para aqueles que estão acostumados com os filmes de máfia do cineasta Takashi Miike, pode estranhar por um momento o primeiro ato de 13 assassinos, que começa sem pressa, mas que não esconde o pior que estará por vir. Com momentos de tranqüilidade, o cineasta dedica os primeiros minutos da trama, aos costumes samurais, sendo que um deles decide reunir um grupo que enfrentara um exercito liderado por um lorde completamente enlouquecido. Essa forma de apresentar a trama serve para nos termos tempo, para simpatizarmos com cada um do grupo, mesmo sendo tantos personagens reunidos, mas que cada um tem o seu espaço e os motivos que os levam a uma missão suicidada.
Com elementos clássicos que lembram a obra prima Os Sete Samurais, o filme se transforma numa verdadeira montanha russa de ação e sangue, quando os dois lados opostos se enfrentam numa vila abandona. Apartir daí, não espere por soluções fáceis, muito menos por piedade de ambos os lados, sendo Miike entrega o melhor que esse gênero pode oferecer, com muitas cenas imprevisíveis e sangue jorrando para todos os lados. Um conselho: coloque um balde embaixo da TV para o sangue pingar.    

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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Cine Dicas: Estreias no final de semana (18/10/12)


Boa tarde a todos, e como estão? Espero que estejam todos bem, que como eu, estejam  curtindo inúmeras sessões de cinema. Ultimamente tenho me envolvido em muitas atividades, como os cursos criados pelo Cena Um. Se vocês me acompanharam nas ultimas semanas, sabem que me envolvi sobre o Cinema Alemão e o Cinema Americano do final dos anos 60.  Na próxima semana, irei participar do curso sobre 007, que embora não será algo tão importante, será uma forma divertida para pegar o embalo com a chegada do mais novo filme de James Bond.
Com relação às estréias desse final de semana, destaco o elogiado As Vantagens de Ser Invisível, que vem provar que Emma Watson não irá querer viver sempre lembrada como Ermione. Atividade Paranormal chega para encher os cofres, mas pelas criticas que eu andei lendo, desta vez os produtores não capricharam direito. Confiram abaixo o restante das estréias e para todos um ótimo final de semana e boas sessões.       

 As Vantagens de Ser Invisível

Sinopse: Em 'As Vantagens de Ser Invisível', Charlie (Logan Lerman) é um estranho simpático e ingênuo, que enfrenta o delicado momento de lidar com o primeiro amor (Emma Watson), o suicídio de seu melhor amigo, e sua própria doença mental enquanto juntos lutam para encontrar um grupo de pessoas com qual ele pertença. O calouro introvertido é tomado sob as asas de Sam e Patrick, que recebe-o ao mundo real.


Atividade Paranormal 4
Sinopse: 'Atividade Paranormal 4' se passa em 2011, cinco anos depois de Katie matar seu namorado Micah, sua irmã Kristi e seu marido Daniel e levar seu bebê, Hunter. A história centra-se em Alice (Kathryn Newton) e sua mãe, experimentando atividades estranhas quando os novos vizinhos mudam-se para a casa ao lado.


  
Os Candidatos

Sinopse: Em 'Os Candidatos', quando o experiente congressista Cam Brady (Ferrell) comete uma grande gafe pública antes do início de um período eleitoral, um grupo de CEOs ultrarricos projeta um candidato rival para ganhar influência em seu distrito, a Carolina do Norte. O escolhido é o ingênuo Marty Huggins (Galifianakis), diretor do Centro de Turismo local. À primeira vista, Marty parece ser a escolha mais improvável, mas com a ajuda de seus novos benfeitores, um competitivo gerente de campanha e as ligações políticas de sua família, ele logo se torna um candidato com quem o carismático Cam precisa se preocupar. Com o dia da eleição se aproximando, os dois se veem em um beco sem saída, com insultos crescendo rapidamente para ofensas, até que tudo com que eles se importam é acabar com o outro, nesta suja, traiçoeira e destruidora batalha que conduz o circo político atual. Porque mesmo quando você acha que a ética em uma campanha atingiu o fundo do poço, há sempre espaço para ir mais fundo.


Relação Explosiva

Sinopse: Do mesmo produtor de Penetras Bons de Bico, 'Relação Explosiva' conta a história de Charlie Bronson (Dax Shepard), um ex-piloto de fuga, que vive sob o programa de proteção à testemunha, e põe sua liberdade em risco para ajudar sua namorada a chegar a Los Angeles. Sua viagem é ameaçada quando seus antigos parceiros - um grupo de gângsteres liderado por Bradley Cooper (Se Beber, Não Case!) - e a Polícia Federal o descobrem e começam a caçá-lo pela estrada.


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Cine Dica: CineBancários inaugura sistema digital com estreia de premiada produção uruguaia


Inaugurando seu sistema de projeção digital, o CineBancários estreia, na terça-feira,23 de outubro, a elogiada produção uruguaia A Vida Útil, de Federico Veiroj.
Rodado em preto e branco, o filme foi grande vencedor do Festival de Havana em 2010 e tem como protagonistas dois atores não profissionais: o crítico de cinema Jorge Jellinek e o também crítico e ex-diretor da Cinemateca Uruguaia, Manuel Martínez Carril (conhecidos dos gaúchos por suas frequentes participações no Festival de Gramado).
A Vida Útil tem como cenário principal a própria Cinemateca Uruguaia, uma das mais antigas e completas da América Latina, com um enorme acervo de filmes e mais de meio século de existência.
 No filme, a Cinemateca passa por um período de crise, enfrentando a falta de público e de recursos para manter suas atividades. Ninguém mais parece se interessar por sua programação (uma mostra de cinema uruguaio contemporâneo e uma retrospectiva dedicada ao diretor português Manoel de Oliveira).
 As salas são ocupadas por gatos pingados e a instituição já não consegue nem mesmo pagar o aluguel. Para completar, uma fundação patrocinadora anuncia sua saída, pois não pode investir dinheiro em uma instituição deficitária.
Uma situação que reflete a crise da cinefilia contemporânea, em que as salas do chamado circuito alternativo, ou de arte, lutam para manter suas portas abertas e atrair a atenção do público.
 Com um tom melancólico e quase documental, A Vida Útil seduz os espectadores por fazer um elogio ao exercício da cinefilia e pela qualidade de seu roteiro, alinhando-se a outras produções uruguaias recentes de prestígio, como Whisky e O Banheiro do Papa.
 Informações e horários das sessões, vocês conferem na pagina da sala clicando aqui.

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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Cine Especial: O HORROR AO VIVO: FINAL


[REC]

Sinopse: Ángela Vidal (Manuela Velasco) é uma jornalista que, juntamente com seu operador de câmera Pablo (Pablo Rosso), faz uma reportagem em um quartel do Corpo de Bombeiros, na intenção de mostrar seu cotidiano. Porém o que aparentemente seria uma saída noturna rotineira de resgate logo se transforma em um grande pesadelo. Presos em um edifício, a equipe de filmagens e os bombeiros enfrentam uma situação desconhecida e letal.
  
Desde já, um dos melhores filmes de terror dos últimos anos. Os diretores Paco Plaza e Jaume Balagueró realizam aqui uma verdadeira aula de como se faz um filme de horror decente. Ouviu-se falar muito que o filme é para muitos "o inferno ao vivo" o que não deixa de ter razão, pois em forma de um falso documentário, vemos um grupo de pessoas de um apartamento sendo contaminadas por um estranho vírus através da mordida de um infectado, e apartir daí é uma luta para se salvar. No meio disso está Ângela Vidal (Manuela Velasco, um verdadeiro achado) e seu câmera Pablo, que registram  o horror aumentando  a cada momento e o final é angustiante e perturbador.
Da realmente uma sensação de que tudo aquilo esta realmente acontecendo, sendo que essa sensação, eu somente senti no filme A Bruxa de Blair. Repito:  REC é uma verdadeira aula de como se faz um  filme de terror, sendo que com a câmera tremida o tempo todo em movimento, e com atores desconhecidos, o filme transmite uma verdadeira realidade claustrofóbica  transmitida ao vivo.
Em tempos de renovação com a volta do cinema 3D e sala IMAX, Paco Plaza e Jaume Balagueró provaram que não precisam de muita tecnologia para contar uma ótima historia de terror, basta uma boa ideia e saber orquestrá-la.  
  
Cloverfield - Monstro

Sinopse: O filme será um blockbuster sobre o ataque de um monstro gigante em Nova York, visto e filmado pela perspectiva das pessoas comuns, rodado totalmente com câmeras caseiras. A trama começa com a festa de despedida de Rob, de mudança para o Japão. Mas a festa acaba virando uma noite de terror.

Nos anos 50, Godzilla havia surgido no cinema japonês, como uma espécie de metáfora sobre o temor que os orientais tinham de uma possível guerra nuclear. O filme se tornou um gigantesco sucesso, gerando inúmeras sequencias e criando uma versão americana dispensável em 1998. O caso que aquela refilmagem, nada mais era do que um verdadeiro caça níquel, sendo que não funcionava nada ali, principalmente pelo fato  que aquele mostro em si não era uma metáfora de nada.
Mas então ocorreram os eventos do 11 de setembro, e o americano sentiu no couro o que é ser impotente perante algo inexplicável e destruidor. Mesmo após vários anos, as cenas de destruição nas ruas de Nova York ainda assombraram os americanos, e com isso, o produtor J.J. Abrams (Lost) teve uma brilhante ideia de se criar um filme sobre um monstro destruidor e que passasse uma metáfora de grande proporção sobre aquele fatídico dia. Para passar um grande realismo, tanto Abrams, como cineasta Matt Reeves, decidem criar uma espécie de falso documentário, em que a trama do mocinho, na tentativa de salvar sua namorada em perigo, serve apenas como desculpa para apresentar cenas que passam uma verossimilhança incrivelmente competente.
O monstro em si, só fica aparecendo rapidamente e nunca por inteiro. Mas ele da às caras somente no ato final da trama, que mesmo assim não da muitas explicações de sua origem, tornando a criatura um verdadeiro mistério. A quem diga que os criadores do filme se inspiraram nos seres fantásticos vistos nas obras de H.P. Lovecraft, que por sua vez já teve suas obras adaptadas para o cinema, sendo que a mais conhecida é  Re-Animator. Essa teoria se fortaleceu ainda mais recentemente, com o lançamento do encadernado "Neonomicon", que é escrito pelo mago das HQ Alam Moore, sendo que durante a trama (fortíssima), surge uma criatura, que embora menor, é bem semelhante ao monstro visto em Cloverfield.
Teorias a parte, o filme é um verdadeiro show de realismo, misturado com efeitos especiais grandiosos e muito competentes.   


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Cine Especial: Cinema dos Anos 60: Modulo 3: FINAL



Meses atrás, eu havia participado do curso sobre Martin Scorsese: Cinema, Fé e Violência, criado pelo Cena Um e ministrado pelo crítico Rodrigo Fonseca. Curiosamente na primeira aula, Fonseca não só comentou sobre os primeiros filmes de Scorsese, como também deu muito destaque sobre a era de ouro do cinema americano, que foi considerado o Novo Cinema Americano, ou para alguns (como eu), intitularam a Nova Hollywood.
Fascinado como eu fiquei durante a aula, ao longo dos meses desse ano fui vendo e revendo esse ótimo período, que começou mais especificamente após as avassaladoras estréias de Sem Destino e Uma Rajada de Balas em 1968. Ao longo desse período, fui escrevendo e postando um pouco aqui o meu conhecimento sobre essa época, que para a minha alegria, o curso de hoje criado pelo Cena Um e ministrado pelo jornalista Leonardo Bomfim irá dissecar todo esse período. 
 Portanto, abaixo revejam as primeiras postagens que eu escrevi sobre esse incrível período do cinema americano.

Cine Especial: A  Nova Hollywood: Partes 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17,18 e 19.  


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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Cine Especial: O HORROR AO VIVO: Parte 1



Com a chegada de Atividade Paranormal 4 nesta sexta-feira, decidi olhar um pouco para traz e me dar por conta de como existe vários filmes mockumentary (do inglês, a união da palavra mock, que quer dizer falso, com documentary, que significa documentário). Esse ano, por exemplo, foram lançados dois filmes desse formato em um curto espaço de tempo que foram Projeto X e Poder Sem limites, sendo que esse ultimo, mesmo com um orçamento apertado, mostrou para o mundo como se poderia fazer uma adaptação para o cinema do clássico manga Akira.
Mas mockumentary ganhou terreno mesmo no gênero de terror, sendo que existem muitos fatores que contribuem para isso. Se formos analisar mais para traz, já na década de 70 o publico cinéfilo já estava mais do que cansado de ver filmes de terror muito fora do chão, sendo que o publico já daquele tempo, estava mais do que desgastado e saturado em assistir formulas desgastadas. Coube então a chegada de O Exorcista para mudar esse quadro.
Embora seja um filme que envolva assuntos sobrenaturais, é de se tirar o chapéu para o cineasta William Friedkin, que soube dosar momentos fantásticos com o mais puro realismo. Não é um filme com casa mal assombrada, onde você encontra teias ou morcegos ao redor, muito menos os tão conhecidos monstros do cinema antigo, mas sim uma trama que se passe em nosso mundo real, com pessoas reais e que elas acabam dando de encontro com uma situação inusitada na qual testa as crenças e a sanidade. Isso tudo foi o suficiente para agradar o publico e tornar o filme um sucesso de bilheteria. Após isso, o cinema de terror dos anos 70 entraria num território mais cru, e muito mais próximo da realidade, mesmo alguns possuindo ingredientes do gênero fantástico.  
Embora os anos 80 e 90 tenham proliferado muito os filmes de terror do gênero “terrir”, e de mascarados assassinos sempre perseguido uma garota, houve casos isolados, em que novamente o gênero se casou mais com a realidade, nascendo então o mockumentary. Embora os dois exemplos que eu irei citar abaixo, estejam muito separados na linha do tempo, foi o suficiente para plantar a semente e ter fortalecido essa nova forma de se contar uma historia de terror e de sentir medo ao assisti-la na tela grande.

Holocausto Canibal

Sinopse: Professor da Universidade de Nova York vai atrás de uns documentaristas perdidos, quando esses saíram para filmar na Amazônia. Lá chegando, ele descobre os horrores que eles passaram nas mãos de canibais.

Um dos filmes mais repugnantes e violentos da historia do cinema. Após assisti-lo, devo reconhecer que o filme é sim bastante violento e doentio, mais precisamente ao retratar os documentaristas, gananciosos, e sem menor noção com o que realmente estão lidando na selva e acreditando que acharam o seu parque de diversões. Ao terem o seu primeiro contato com os nativos, os protagonistas começam a agir de uma maneira tão ensandecida, que nem sentimos muita pena com relação aos seus destinos, pois eles procuraram por isso.
Se nos sentimos realmente repugnados por determinadas cenas, são justamente pelas mortes dos animais que ocorrem na trama, como de um gambá, e principalmente de uma tartaruga gigante, que é totalmente estripada por alguns minutos, mas o suficiente para serem intermináveis. É nestas sequencias, que eu acredito que o diretor Ruggero Deodato procurou o maior realismo possível, e com êxito, embora reprove por completo qualquer mau trato imposto em animais, e atualmente com certeza não creio que aja um cineasta que tenha coragem de fazer o que Deodato fez. Mas para que tanto realismo e violência? Eu acredito que o diretor queria fazer um retrato sombrio do ser humano inconsequente e da hipocrisia da sociedade sobre certos limites étnicos. Durante os anos 70, o povo norte americano perdeu completamente a sua inocência, devido a diversos fatos da época, e com isso, qualquer tentativa de se esconder embaixo de uma mascara, ocultando o lado feio da coisa, é mero artifício obsoleto. Bom exemplo disso é a cena em que um dos documentaristas está achando graça de um cadáver de uma das nativas, empalada em um tronco, para então depois fingir na frente da câmera que se sente horrorizado.
Por algum tempo, Ruggero Deodato chegou até mesmo ser acusado pela criação do filme, pois certas autoridades achavam as cenas realistas demais e exigiram que o diretor provasse que os atores estivessem realmente vivos. Tudo isso se deve a vertiginosa seqüência final, onde o historiador e outras pessoas testemunharam as imagens na tela, dos rolos perdidos dos documentaristas da trama. A seqüência em si é realmente realista e muito violenta, mas o que tiver o olho mais atento percebera que existem muitos truques de câmera e perceberam os momentos de quando são os atores atuando, e quando são já bonecos, representando eles sendo mortos. Deodato sem sombra de duvida estava com a sua mente mais a frente do seu tempo, pois a forma que é criada a produção, em parte como um possível e real documentário, é algo que o publico veria mais tarde  nos anos seguintes.  
Não é um filme que se tornou, e muito pouco se tornara favorito para muitos, mas é uma produção, que a pós a exibição, nos perguntamos quem eram realmente os vilões dessa trama e quem eram os heróis? Ou melhor, dizendo (como o historiador fala no final) quem eram ali os verdadeiros canibais? Nem tudo da natureza do ser humano pode ser respondida! 
A Bruxa de Blair

Sinopse: Três estudantes de cinema embrenham-se nas matas do estado de Maryland para fazer um documentário sobre a lenda da bruxa de Blair e desaparecem misteriosamente. Um ano depois, uma sacola cheia de rolos de filmes e fitas de vídeo é encontrada na mata. As imagens registradas pelo trio dão algumas pistas sobre seu macabro destino.

Um dos filmes mais comentados do ano de 1999. Curiosamente foi vitima da própria fama, caso não tivesse sido exposto tanto pela mídia. A Bruxa de Blair poderia ter pegado mais pessoas desprevenidas como seu tom documental. Mesmo assim, não foram poucos na época que acreditaram na veracidade da historia. A genial e muito bem estudada campanha de divulgação pela internet (algo comum atualmente) gerou o sucesso do filme e fez que os diretores novatos Edward Sanchez e Daniel Miyrick o centro das atenções.
Junto com outros títulos como Nosferatu, e O Exorcista, com certeza A Bruxa de Blair seja um dos filmes de terror mais realistas da historia do cinema e pioneiro em divulgação de filmes pela internet.

Curiosidades: Durante a realização das filmagens, os diretores Daniel Myrick e Eduardo Sánchez utilizaram um método incomum: deram o mínimo de material para os atores e os deixaram na mata, cada um com uma câmera de vídeo. A produção do filme apenas entrava em contato com os atores ocasionalmente e através de bilhetes que diziam o que cada um devia fazer. A intenção para utilizar este método era transmitir o máximo de veracidade possível, já que nem os atores sabiam direito qual era o enredo do filme e o que aconteceria com eles.Para manter o máximo de veracidade, os atores concordaram em ceder seus próprios nomes para os personagens que estavam interpretando.
O filme é o recordista absoluto de lucro nas bilheterias. Tendo custado apenas 50 mil dólares, o filme arrecadou, nas bilheterias mundias, cerca de 202 milhões de dólares.
 Amanhã, volto com mais alguns títulos  mockumentary que merecem uma conferida.


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