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Sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Cine Clássicos: BEN-HUR

ÉPICO ROMANO DE 1959 AINDA EMOCIONA E POSSUI UMA DAS MELHORES CENAS DE AÇÃO DA HISTORIA DO CINEMA
Sinopse: Em Jerusalém no início do século I vive Judah Ben-Hur (Charlton Heston), um rico mercador judeu. Mas, com o retorno de Messala (Stephen Boyd), um amigo da juventude que agora é o chefe das legiões romanas na cidade, um desentendimento devido a visões políticas divergentes faz com que Messala condene Ben-Hur a viver como escravo em uma galera romana, mesmo sabendo da inocência do ex-amigo. Mas o destino vai dar a Ben-Hur uma oportunidade de vingança que ninguém poderia imaginar.

Superprodução épico-religioso da Metro, excelente exemplo de filme de aventura recordista de Oscars (ganhou 11 incluindo melhor filme). Rock Hudson, Marlon Brandon e Burt Lancaster recusaram o papel titulo que deu a Heston o oscar de melhor ator, o coadjuvante Griffith, o diretor Wyler, o fotografo Robert Surtees e o musico Miklos também receberam as estatuetas

Curiosidades: Gore Vidal declarou certa vez que o roteiro original previa um relacionamento homossexual entre Ben-Hur e Messala. Como o diretor William Wyler sabia que Charlton Heston nunca aceitaria interpretar um personagem com nuances homossexuais, Vidal instruiu Wyler a apenas contar a Stephen Boyd, intérprete de Messala, sobre este relacionamento. Este fato pode ser notado no próprio filme pelas diferenças no modo de falar de Ben-Hur e Messala.
Só a construção do circo para a corrida de quadrigas (na Cinecittà, em Roma) custou 1 milhão de dólares. Nessa sequência - dirigida em 94 dias por Andrew Marton, Mario Soldati e Yakima Canutt, especialista em cenas de perigo - , utilizaram-se cinco câmeras, 8.000 extras e 76 cavalos.

Um comentário:

As Tertulías disse...

Um alo de Viena! Adorei teu Blog e já vou me adicionar como seu seguidor. Em "Tertúlias" a sétima arte tem grande importancia... Que bom encontrar Blogs assim!!!!