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Sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Cine Especial: Clássicos Disney: Branca de Neve e os Sete Anões

Dia oito de dezembro chega as lojas a versão em DVD e Blu-Ray da edição especial de Fantasia a obra máxima de Al Disney. E enquanto o filme não vem, publico curte aqui, matérias de cada um dos clássicos que surgiram ao longo dos anos no estúdio.
sinopse: Uma rainha má e bela (que também é bruxa) resolve, por inveja e vaidade, mandar matar sua enteada, Branca de Neve, a mais linda de todas. Mas o carrasco que deveria assassiná-la a deixa partir e, durante sua fuga pela floresta, encontra a cabana dos sete anões, que trabalham em uma mina e passam a protegê-la. Algum tempo depois, quando descobre que Branca de Neve continua viva, a Bruxa Má disfarça-se e vai atrás da moça com uma maçã envenenada, que faz com que Branca de Neve caia em um sono profundo por toda a eternidade.
Louco, é como os críticos chamavam Al Disney na época, pelo fato da intenção dele de levar para o cinema, o primeiro longa metragem de animação nas telas em 1937. Até aquele tempo, as animações eram somente curtas metragens exibidos no cinema, por vezes, exibidos antes do filme principal (algo que a Pixar faz sempre) mas Disney queria levar a coisa mais longe, então decidiu pegar o conto clássico dos irmãos Green para o cinema de uma forma jamais vista. Mas não foi fácil, ao começar pelo orçamento, de R$ 150 mil dólares, o filme passou de R$ 1 Milão de dólares, para época, foi algo bombástico e os chefões do estúdio na época queriam era a cabeça de Disney caso a produção fracassasse.
Mas tudo deu certo, o filme é de uma beleza espetacular, para época deve ter sido algo assustador ver uma animação de mais de uma nora de duração com cores tão vivas e impressionantes. Uma animação bem cuidada onde soube aproveitar a profundidade dos cenários e cada detalhe explorado. Mas o filme nada seria sem os personagens magistrais, ao começar pela Rainha má, talvez a personagem mais assustadora do estúdio onde não da um passo a traz em desejar a morte imediata de Branca de Neve por ser mais bonita do que ela e sua transformação de rainha para uma velha bruxa malvada ainda impressiona, tanto que os momentos mais sombrios são todos protagonizados por ela. Quanto Branca de Neve é de uma doçura única mas apenas isso e o príncipe encantado esta ali apenas para cumprir seu papel no final clímax da trama. Talvez os maiores astros do filme sejam realmente os sete anões que cada um ganhou uma personalidade própria e cativante, principalmente o zangado que (quase) nunca da braço a torcer para Branca de neve e desde já meu personagem preferido.
Um filme histórico do estúdio e que sempre figura, não só entre os melhores filmes de animação de todos os tempos como também entre os demais clássicos da sétima arte.
 
Curiosidades: O Oscar honorário ganho por Walt Disney pelo seu trabalho como produtor de
Branca de Neve e os Sete Anões na verdade consistiu em uma estatueta em tamanho normal e outras sete miniaturas, representando os personagens principais do filme.
Foi relançado nos cinemas norte-americanos em 1993, desta vez sob distribuição da Buena Vista Pictures.






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