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Sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Cine Dicas: Em Cartaz: TOY STORY 3

A DESPEDIDA É SEMPRE DIFICIEL MAS A BRINCADEIRA CONTINUA
sinopse: Woody (Tom Hanks) Buzz (Tim Allen) e o resto da turma de brinquedos são despejados de sua casa quando o garoto Andy vai para a faculdade. Os brinquedos vão morar em uma creche onde conhecerão novos amigos e viverão novas aventuras.
Assistir Toy Story 1 e 2 sempre foi para mim rever meu passado, quando as coisas eram mais inocentes, quando eu vivia despreocupado com a vida e só passava o tempo brincando com os meus comandos em ação ou com os soldadinhos de plástico. Vendo Andy brincar despreocupado com a vida nos primeiros filmes é rever uma época mais nítida e cheia de luz, mas todo o começo tem um fim, e tanto para mim como para o personagem Andy, as brincadeiras cheias de imaginação chegam ao fim e precisamos seguir adiante, mas ao mesmo tempo jamais deixar de esquecer aquele lado inocente que tanto nos encheu de alegria. E é essa a mensagem final do filme Toy Story 3, uma continuação que não só fecha a trilogia como chave de ouro como também nos passa uma nostalgia em abundância capaz de agente querer, mesmo por alguns instantes, voltar no tempo e brincar com os velhos amigos do chão da sala.
O filme toca principalmente nas questões de despedida e amadurecimento e aceitar novos rumos, no caso de Wood, Buzz e os brinquedos restantes, eles terão que enfrentar vários problemas até se darem conta que a brincadeira precisa continuar, mesmo que para isso tenha que dizer Adeus a Andy, mas até lá os personagens sofrem maus bocados quando caem numa creche, nas mãos de crianças que não são de idades recomendadas a elas, isso graças a um vilão que visualmente parece meio difícil acreditar que venha tanta maldade nele, mas não se engane com as aparências.
A trama mistura momentos de pura tensão e momentos de humor, mas feitos na medida certa para chorar e rir ao mesmo tempo. De momentos emocionantes quando os protagonistas dão as mãos e olham uns aos outros e encarar o possível fim é de fazer escorrer lagrimas e se apertar na poltrona do cinema, para dai então nos imediatamente nos fazer criar um largo sorriso no rosto, mesmo com as lagrimas nos olhos. Os momentos engraçados ficam mais para a aparição de Ken fazendo (adivinhem!!) par com a boneca barb mas não escondendo que é um verdadeiro metrossexual, isso sem contar os momentos que Buzz volta ser um boneco que acredita ser realmente um super herói mas surpreendentemente de forma original e muito engraçada.
O ato final, aqui já digo, é um dos momentos mais emocionantes que o cinema proporcionou neste ano por enquanto e nos ensina a jamais desvalorizar uma época que passou. Podemos amadurecer e seguir novos rumos na vida mas jamais devemos esquecer de quem fomos um dia quando crianças e isso Andy nos passa e nos ensina com seus brinquedos que a vida continua, mas a brincadeira precisa continuar, Pixar não erra jamais.

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