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Sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Cine Curiosidades: PSICOSE: 50 ANOS DEPOIS (E 10 ANOS PARA MIM)

A MINHA PRIMEIRA VEZ COM UM CLÁSSICO
sinopse:Secretária (Janet Leigh) rouba 40 mil dólares para se casar. Durante a fuga, erra o caminho e chega em um velho motel, onde amavelmente atendida pelo dono (Anthony Perkins), mas escuta a voz da mãe do rapaz, dizendo, que não deseja a presença de uma estranha. Mas o que ouve na verdade algo tão bizarro, que ela não poderia imaginar que não viveria para ver o dia seguinte.
A primeira vez que eu vi Psicose foi a dez anos atraz eu acho, no Corujão. Sempre ouvia falar que o filme era um grande clássico e uma das melhores obras do diretor  Alfred Hitchcock. Naquela época, como era ainda tempo de VHS, gravei o filme obviamente, para então ver no outro dia, mas como estava muito ansioso esperei para ver madrugada adentro e não me arrependo, foi uma boa experiência. A sequência onde a trilha sonora ataca, (principalmente na cena do chuveiro) sempre me davam um pulo na cama, porque assustava mesmo e olha que era numa tv pequena com um som ruim, mas assustava, imagine na tela grande lançado naquele ano em 1960.
Outra coisa que me marcou é que foi o primeiro filme em preto e branco que eu assistia depois de muito, mas muito tempo. Naquele tempo eu ainda eu era mau acostumado com o cinema sempre em cores, mas foi apartir de de Psicose que comecei  a respeitar mais essas obras no tempo que eram somente preto e branco ou quando eram feitas em preto e branco, no caso de Psicose se encontra neste segundo plano, já que em 1960 já havia filmes a cores. Vendo Psicose da para entender porque filmes, desenhos e outras midias imitam e prestam homenagem a esse filme, tanto que  me lembro da novela da Globo "O MICO PRETO" em que uma determinada personagem é assassinada a facadas no chuveiro da mesma forma que aconteceu com a personagem de Janet Leigh mas claro sem o mesmo efeito. Enfim, isso foi a dez anos mas nunca me esqueço da boa sessão da madrugada no Corujão e da grande surpresa que presenciei no final do filme, não é a toa que  Anthony Perkins ficou marcado para sempre com o seu Norman Bates, só não compreendo até hoje como minha mãe adivinhou como era o fantastico final.
Houve sequências, até uma ruim refilmagem mas nada que tire brilho desse fantástico filme que Alfred Hitchcock deu uma verdadeira aula de como se faz um bom filme de suspense.    


curiosidades: Várias atrizes estiveram cotadas para o papel de Marion Crane: Eva Marie Saint, Piper Laurie, Martha Hyer, Hope Lange e Lana Turner.
Uma modelo nua foi utilizada por Hitchcock em algumas das cenas do chuveiro, na intenção de criar realismo.
O som ouvido do facão encravando no corpo de Marion na verdade o som de um facão encravando em um melão.
O sangue na cena do chuveiro na verdade calda de chocolate.
Psicose custou apenas US$ 800 mil e faturou mais de US$ 40 milhões nas bilheterias.
Para economizar nos custos de produção, Hitchcock resolveu por utilizar em  Psicose boa parte do elenco de sua série exibida na TV americana.
Alfred Hitchcock comprou anonimamente os direitos do livro de Robert Bloch, por apenas US$ 9 mil. Logo após distribuiu várias cópias do livro, mantendo sempre segredo sobre o final da história.
Psicose foi filmado em preto e branco por opção do próprio Alfred Hitchcock, que considerava que a cores o filme ficaria "ensanguentado" demais.

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