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Sendo frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 69 certificados),sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para beniciodeltoroster@gmail.com

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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Cine Dica: Em Cartaz: JOVEM E BELA


Sinopse: Durante uma viagem de verão com a família, a jovem Isabelle (Marine Vacth) vive a sua primeira experiência sexual. Ao voltar para casa, ela divide o seu tempo entre a escola e o novo trabalho, como prostituta de luxo. A adolescente explora a sua sexualidade e logo começa a ganhar dinheiro com os seus clientes, mas um incidente irá fazer com que a sua mãe, Sylvie (Géraldine Pailhas), descubra as suas atividades secretas. Ao longo das quatro estações do ano, Isabelle irá viver diversas experiências, passando por altos e baixos.

De uns tempos para cá, o cinema vem provando que o sexo não precisa ser um assunto delicado para não ser ouvido, pois ele é algo que existe no dia a dia de todos e, portanto se deve ser tratado como algo comum para não dizer banal. Até recentemente, as telas tem explorado o sexo com amor (Azul é a cor mais quente) sexo por prazer (Ninfomaníaca), sexo por esporte (O Lobo de Wall Street) e agora em Jovem e Bela, se o sexo não passa nenhuma coisa nem outra, então que se invente, para então se tirar algo de diferente.     
A jovem Isabelle (Marine Vacth) perde a virgindade com um rapaz que ela se interessou, mas ele não há fez gozar e tão pouco deu a ela algum  prazer. Mas uma vez perdendo a inocência, ela decide então usar sua beleza e juventude, para atrair os homens desesperados, para então dar a eles algumas horas de sexo e assim então ganhar alguns trocados. Isabelle  trata o sexo como algo banal, frio, mas que pelo menos lhe traz algum lucro.
É claro que esse universo livre e sem preconceito de Isabelle, da de encontro com o bom senso vindo de sua mãe (Géraldine Pailhas), que por sua vez possui os seus próprios segredos. Ao vermos a mãe repreendendo a filha, percebemos o quanto hipócrita é aquele mundo em que a jovem vive, onde tudo é sustentado pelas aparências, mas que no fundo todos possuem um esqueleto no armário: do irmão mais jovem que vai descobrindo o mundo do sexo a partir das experiências da sua Irmã, como o padrasto que silenciosamente enfrenta seus desejos que sente pela enteada.   
Mas o filme não dita por completo que você “deite e role” com relação ao sexo, pois há sempre um, porém com relação a tudo. Nisso, Isabelle aprende que há certo limites, mas que não faz com que ela mude o fato dela saber o que realmente quer daqui para frente. O final representa muito bem isso, principalmente com a participação especial da atriz Charlotte Rampling (Eu, Anna) que da um verdadeiro show de interpretação mesmo em poucos minutos e criando assim um novo passo para ser dado pela protagonista.  
Jovem e bela pode ser interpretado de diversas formas, como uma representação da frieza que podemos chegar com relação a certos assuntos espinhosos, ou simplesmente levarmos em conta sobre esses assuntos e sem preconceito nenhum. Se o sexo é errado, então estamos todos queimando no inferno.     


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2 comentários:

LEO disse...

A trama pode até ser manjada... já vimos trocentos filmes do tipo (Bela da Tarde, Bruna Surfistinha, Serviço Completo, Client List, etc).... mas é sempre atual e interessante!

com certeza verei esse tbm... e o título faz jus ao nome (bela atriz mesmo)!!!

Abs!

Marcelo Castro Moraes disse...

Assista que vale a pena Leo