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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Cine Especial: "MARVEL - 15 ANOS DE AVENTURA NO CINEMA": Parte 9


Nos dias 13 e 14 de abril, estarei participando do curso  "MARVEL - 15 ANOS DE AVENTURA NO CINEMA" criado pelo Cena Um e ministrado pelo critico de cinema ROBERTO SADOVSKI. Enquanto os dias da atividade não chegam, por aqui, estarei postando sobre as quinze melhores adaptações da Marvel para o cinema (em ordem cronológica) nestes últimos quinze anos.

HOMEM DE FERRO 

Sinopse: Tony Stark (Robert Downey Jr.) é um industrial bilionário, que também é um brilhante inventor. Ao ser sequestrado ele é obrigado por terroristas a construir uma arma devastadora mas, ao invés disto, constrói uma armadura de alta tecnologia que permite que fuja de seu cativeiro. A partir de então ele passa a usá-la para combater o crime, sob o alter-ego do Homem de Ferro.

Rendendo mais de $315 milhões nas bilheterias americanas e com mais de 2,8 Milhões de público aos cinemas do Brasil, Homem de Ferro estréia com alta velocidade e ação nas alturas quando o genial magnata Tony Stark sobrevive a um ataque inesperado em território inimigo e escapa depois de construir uma armadura de alta tecnologia. Quando descobre um nefasto plano com implicações mundiais, ele veste sua poderosa armadura e jura proteger o mundo como o Homem de Ferro. Diretamente das páginas das lendárias histórias em quadrinhos, Homem de Ferro é um herói que não nasceu, foi criado para ser incomparável!
O DVD nacional possui menus caprichados, sendo que a edição traz dois discos. No primeiro além do filme, a onze minutos de cenas inéditas, um preview de uma nova versão animada do personagem, além de um easter egg divertidíssimo que mostra a gravação da ponta de Stan Lee no longa. Para ativá-lo, basta ir até o "material especial" e escolher a terceira opção (que é um pequeno logo acima do botão que volta para o menu principal), O segundo disco reúne uma quantidade de extras de proporções heróicas. Logo de cara, o especial "Eu sou o Homem de Ferro" revela todo o processo de criação do filme. Cm quase duas horas, ele é dividido sem sete capítulos que abordam diferentes momentos da produção. Há entrevistas, cenas de bastidores e ensaios. O item seguinte, "O Invencível Homem de Ferro", mostra as origens nos quadrinhos e também traz depoimentos de escritores e desenhistas. Os efeitos visuais são tema de um especial á parte bastante interessante. Faltou apenas uma faixa de comentários em áudio do diretor com o ator principal, mas fora isso é uma edição caprichada. para se ter na estante.
  
HOMEM DE FERRO 2 

Sinopse:  No filme 'HOMEM DE FERRO 2' o mundo já sabe que o inventor bilionário Tony Stark (Robert Downey Jr.) é o super-herói blindado Homem de Ferro. Sofrendo pressão do governo, da mídia e do público para compartilhar sua tecnologia com as forças armadas, Tony reluta em divulgar os segredos por trás da armadura do Homem de Ferro, temendo que as informações caíssem em mãos erradas. Tendo Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) e James "Rhodey" Rhodes (Don Cheadle) a seu lado, Tony estabelece novas alianças e enfrenta novas e poderosas forças.

Homem de ferro (2008) foi uma grata surpresa para inúmeros fãs de cinema e historia em quadrinhos. Foi uma ousadia, principalmente pelo fato de terem pegado um personagem não tão conhecido pelo publico em geral e lançar numa superprodução que abriria oficialmente os filmes da Marvel Estúdios, cujo grande interesse é criar filmes para os seus personagens, interligá-los um com o outro, para dai então, finalmente se reunirem todos na futura superprodução Vingadores.
 Mas talvez a maior bola dentro do filme foi realmente Robert Downey Jr: vindo de uma carreira difícil, graças ao vicio com drogas e álcool, ele viu na produção uma grande oportunidade de se reerguer das cinzas. Tanto o personagem como o ator em si são parecidos um com outro (nos quadrinhos Tony Stark sofria com a bebida), o que acabou colaborando para tudo se encaixar perfeitamente e o ator acabou criando talvez o melhor desempenho de sua carreira, ao fazer um homem de ferro excêntrico, narcisista, mas que acaba descobrindo algo melhor dentro de si. Mas e a seqüência??
Sem aquele ar de novidade, o diretor Jon Favreau se concentrou em todo o momento numa trama, que embora simples no decorrer da película, jamais cai no aborrecimento. Tudo isso, graças às ótimas piadas certeiras que ocorre durante toda a projeção, que aliados com uma ótima trilha sonora pesada, ótimas cenas de ação na medida certa e não um vídeo game ininterrupto como foi Transformes 2. Apesar de haver mais personagens e mais sub-tramas, o enredo jamais soa confuso, pois ele flui normalmente para melhor compreensão para espectador, que vai ao cinema unicamente para se divertir e o que não falta no filme é diversão.
 Ver cenas onde Tony Stark mostra toda a sua fragilidade como ser humano (num momento de pura bebedeira) faz nos identificar com o personagem, mostrar que é tão humano quanto qualquer um e sempre estará a mercê de cometer erros. Neste ponto, o filme faz uma leve reverencia a clássica HQ Demônio da garrafa, onde o personagem sofreu com o vicio da bebida e mesmo que no filme esse ponto tenha ficado amenizado, os fás logo irão se lembrar daquela historia. E os coadjuvantes é que fazem a festa: Mickey Rourke, que da um show fazendo o vilão durão e mal encarado em busca da pura e simples vingança contra Tony Stark. Gwyneth Paltrow tem um desempenho melhor como Pepper Potts, mas só um pouquinho (achava ela a única coisa negativa do filme anterior). Don Cheadle veio para ser o Rhodey Rhodes definitivo com seu alter ego Maquina de Combate. Sam Rockwell faz Justin Hammer uma espécie de versão de Tony Stark, se caso ele não tivesse obtido uma segunda chance na vida no primeiro filme.
 Contudo, a grande estrela dos coadjuvantes é Scarlett Johansson, fazendo a personagem agente Viúva Negra e nova assistente de Tony Stark. Apesar de eu achar Scarlett um tanto que inexpressiva, sua personagem séria e durona, caíram como uma luva para atriz e ela simplesmente não faz feio nas cenas de luta, principalmente onde suas pernas se tornam suas armas. Não posso esquecer claro da pequena, mas importante participação de Samuel L. Jackson como líder da agencia SHIELD, Nick Fury, que será o grande laço que irá reunir os principais heróis que foram já apresentados e que irão em breve aparecer no cinema. Apesar de o ato final ter sido um tanto que apressado e a parte que aparece o pai do Tony em vídeo não ter me convencido, Homem de Ferro 2 jamais ofende a inteligência do espectador e procura acima de tudo divertir e fazer criar um largo sorriso de satisfação, por unir aventura e humor na medida certa. 

O INCRÍVEL HULK 

Sinopse: Vivendo escondido e longe de Betty Ross (Liv Tyler), a mulher que ama, o cientista Bruce Banner (Edward Norton) busca um meio de retirar a radiação gama que está em seu sangue. Ao mesmo tempo ele precisa fugir da perseguição do general Ross (William Hurt), seu grande inimigo, e da máquina militar que tenta capturá-lo, na intenção de explorar o poder que faz com que Banner se transforme no Hulk.

Em 2003, a Universal investiu todas as suas fichas no filme do Hulk, nas mãos do diretor Oscarizado Ang Lee. A intenção (logicamente) era fazer uma franquia, assim como aconteceu com X-men e Homem Aranha, pegando na esteira os filmes da Marvel que estavam fazendo sucesso e como o personagem pertencia à editora, com certeza verdinha estavam vindo por ai. Mas não foi isso que aconteceu: Ang Lee é um diretor artístico, que mesmo fazendo ótimos filmes de ação como o Tigre e o Dragão, sempre deixou em primeiro plano a exploração do lado psicológico dos personagens e isso ele explorou bastante no filme. Resultado: O filme decepcionou muita gente que estavam esperando pancadaria do inicio ao fim. Em vez de um filme repleto de ação, vemos um drama carregado de choques traumáticos da infância do personagem e fez com que muitas pessoas ficassem afastadas dos cinemas.
Sempre gostei da versão de Ang Lee, mas o que ocorreu é que aquele filme estava à frente do seu tempo e o publico não estava preparado para ele. Com isso, a Marvel agora produzindo os seus filmes, investiu pesado de novo no personagem, passando a borracha com relação ao filme anterior. Desta vez foi o diretor Louis Leterrier (Cão de Briga) na direção: talentoso em filmes de pancadaria acabou escalando um elenco estelar, ao começar por Edward Norton (Clube da Luta) como Bruce Banner que se transforma no Hulk, Liv Taylor Willian Hurt e Tim Roth completam o elenco. Há historia começa num rápido flashback, contando rapidamente a origem do personagem, que imediatamente somos levados a favela da Rocinha do Rio de Janeiro (a cena que fazem uma panorâmica na favela, do inicio ao fim é espetacular) onde Bruce trabalha numa fabrica de refrigerante, que ao mesmo tempo, busca por uma cura.
Enquanto isso General Ross (Hurt) manda um combatente (Roth) ao encalço do personagem, que para isso, fará de tudo para capturá-lo, chegando a um ponto de se tornar o temível Abominável. Mesmo sendo os mesmos personagens, se compararmos com o filme de 2003, da para notar que são filmes completamente diferentes, sendo que esse é levado muito mais a ação, mas nunca deixando de lado a construção dos personagens. Edward Norton, como sempre, faz seu personagem com a maior competência, representando um homem que se sente preso a uma fera interior. Com relação ao resto de elenco tudo ok, muito embora pudessem ter sido melhores, especialmente Hot, que acho um excelente ator desde pulp fiction, mas também não faz feio.
Mas assim como o filme de 2003, esta nova versão de novo teve uma bilheteria relativamente baixa, principalmente se comparada a outras produções que teve em 2008, como o filme irmão Homem de Ferro. Parece que por mais que o filme seja bom, o publico não consegue se identificar com o personagem, sendo que outro ponto negativo é o próprio Hulk, um personagem, que por mais perfeito que seja, é um personagem digital e sinto que esse é um dos muitos motivos que o publico não se identifica. Contudo, torço para que o personagem volte para o cinema novamente, pelo menos no filme dos Vingadores que a Marvel está planejando e isso fica claro, pois tanto nesse filme como do Homem de Ferro, as pistas ficam evidentes, principalmente no Hulk, onde Tony Stark (Homem de Ferro) aparece em uma rápida ponta nos segundos finais do filme.
Por fim, O Incrível Hulk é entretenimento puro para aqueles que são tanto fãs dos quadrinhos, como fãs da série de TV, sendo que as referencias a aquela série clássica tem muitas, como uma ponta hilária de Lou Ferrigno como segurança e até a musica tema série (tan tan, tan tan). Ou seja, um filme para se assistir curtindo ele, sem exigir muito.

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Cine Curiosidade: "Godard, cinema, literatura" na CULT

De Mario Alves Coutinho:

  Caros amigos:

A revista CULT de abril deste ano, (com Rimbaud na capa...), número 178, na página 18, publicou uma resenha de página inteira do meu livro "Godard, cinema, literatura", muito simpática e cuidadosa. Aos meus amigos 
que ainda não leram a Cult deste mês, envio o arquivo com a resenha, caso 
quiiram ler.
Abração,
              Mário

Mostra Dias Andinos retrata cenas diárias e cotidianas



O SindBancários abre nesta quarta-feira, dia 10, às 19h, a exposição Dias Andinos, deBernardo Jardim Ribeiro. A mostra poderá ser visitada até 30 de abril, no Espaço Cultural, localizado no andar térreo da Casa dos Bancários.
A fotografia de Bernardo apresenta cenas diárias e cotidianas, testemunhando mais do que o dia a dia nos permite ver. O resultado, ainda que seja fruto do acaso, sugere à nossa reflexão valores maiores e universais do humano. São cenas voláteis que normalmente fogem a um olhar desatento.
“Dias Andinos” resume uma viagem de Bernardo ao Peru e à Bolívia em 2012 e 2013. Nesses países onde felizmente a cultura pré-colombiana subsiste até hoje, onde o quechua e a Pacha Mama são expressões contemporâneas e presentes, sentimos o grande valor da singularidade e da ancestralidade ameríndia. O mais impressionante é que neste ambiente estão cristalizados nos vivos personagens milenares, que assim como nós, estão agindo naturalmente em seus afazeres diários.

Casa dos Bancários
(51) 34331204 / 34331205
www.sindbancarios.org.br

terça-feira, 9 de abril de 2013

Cine Especial: "MARVEL - 15 ANOS DE AVENTURA NO CINEMA": Parte 8

Nos dias 13 e 14 de abril, estarei participando do curso  "MARVEL - 15 ANOS DE AVENTURA NO CINEMA" criado pelo Cena Um e ministrado pelo critico de cinema ROBERTO SADOVSKI. Enquanto os dias da atividade não chegam, por aqui, estarei postando sobre as quinze melhores adaptações da Marvel para o cinema (em ordem cronológica) nestes últimos quinze anos.

QUARTETO FANTÁSTICO

Sinopse: Quatro astronautas ganham poderes especiais após sofrerem um grave acidente espacial. Juntos eles são... O Quarteto Fantástico! Só que há um homem com planos bastante duvidosos que irá confrontar nossos heróis, um tal de Doutor Destino.

Não faltaram pessoas que malharam contra essa adaptação, sobre um dos grupos de maior sucesso da editora Marvel, mas existe uma razão para tudo: para começar, o publico já estava mais do que acostumado a assistir super produções de qualidade baseado em HQ (na época, a ultima foi Homem Aranha 2), mas quando deram de cara com Quarteto Fantástico, viram uma produção pra lá de simples, que embora aja algumas cenas de ação e efeitos visuais, o filme vai mais para o lado do humor inocente. Se por um lado o estúdio frustrou as expectativas do publico, por outro respeitou um dos maiores charmes desses personagens, que era os conflitos familiares que eles passam nas HQ, com algumas pitadas de humor pastelão.
A quem acredite que o filme era para ser algo completamente diferente do que foi apresentado para o publico, pois houve um boato na época que após o sucesso de Os Incríveis da Pixar em 2004 (que por ventura existe vários pontos semelhantes da família Marvel) fez com que o estúdio Fox mandasse os produtores e diretor (Tim Story), fazer algo completamente diferente. Se a versão anterior seria melhor ou pior, nos nunca iremos saber, mas no final das contas, Quarteto Fantástico resgata um pouco do tempo que os super heróis não precisavam ser levados tão a sério. Quem assiste hoje, curte na boa numa sessão da tarde da vida e se diverti com as situações que os personagens se metem ao tentarem se acostumarem com os seus novos poderes que adquiriram.
Do elenco, se destaca Michael Chiklis, que ao interpretar Bem Grimm (o Coisa) consegue ser fiel as raízes do personagem, que sempre sofreu complexo devido a sua forma rochosa e que vira sempre alvo de gozação Johnny Storm (Chris Evans), o Tocha Humana. Em contra partida, Ioan Gruffudd e Jessica Alba (Sr e Sra. Fantástico) fazem apenas um trabalho mediano em seus respectivos papeis, sendo que Gruffudd alias, não faz nenhum esforço para passar para o publico, que o seu Sr Fantástico é um verdadeiro gênio da ciência. Para piorar, Julian McMahon, que embora seja um ótimo ator, seu desempenho ao interpretar Victor Von Doom, O Doutor Destino, não é nenhum pouco diferente do que foi visto no seu personagem narcisista e mulherengo Christian Troy em  Nip/Tuck (Estética).
Embora com esses altos e baixos, Quarteto Fantástico conseguiu-se pagar e rendeu uma seqüência, que infelizmente rendeu muito menos para o estúdio. Visto hoje, talvez ele seja o melhor do grupo de filmes medianos da Marvel, que se encontram obras bem piores como Demolidor, Electra, Justiceiro, Homem Coisa e Wolverine: Origens. 

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Cine Curiosidade: HERÓIS NA MÍDIA


ATIVIDADE PARA O PRÓXIMO FINAL DE SEMANA FOI DESTAQUE NO JORNAL DO COMÉRCIO DE HOJE. 

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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Cine Especial: "MARVEL - 15 ANOS DE AVENTURA NO CINEMA": Parte 7


Nos dias 13 e 14 de abril, estarei participando do curso  "MARVEL - 15 ANOS DE AVENTURA NO CINEMA" criado pelo Cena Um e ministrado pelo critico de cinema ROBERTO SADOVSKI. Enquanto os dias da atividade não chegam, por aqui, estarei postando sobre as quinze melhores adaptações da Marvel para o cinema (em ordem cronológica) nestes últimos quinze anos.

Homem Aranha 2 

Sinopse:Após derrotar o Duende Verde a vida de Peter Parker (Tobey Maguire) muda por completo. Temendo que Mary Jane (Kirsten Dunst) sofra algum risco por ser ele o Homem-Aranha, Peter continua escondendo o amor que sente e se mantém longe dela. Ao mesmo tempo precisa lidar com Harry (James Franco), seu melhor amigo, cuja raiva pelo Homem-Aranha aumenta cada vez mais por considerá-lo como sendo o assassino de seu pai. Além disso sua tia May (Rosemary Harris) passa por uma fase difícil após a morte de seu tio Ben, estranhando também o comportamento do sobrinho. Enquanto precisa lidar com seus problemas particulares Peter recebe ainda uma má notícia: o surgimento do Dr. Octopus (Alfred Molina), um homem que possui tentáculos presos ao corpo.

Com o sucesso estrondoso do primeiro filme, Sam Raimi teve total liberdade criativa para a criação dessa seqüência. Com a origem já contada, o filme explora outros pontos da vida do personagem, como se dividir nos estudos, trabalho e na vida de super herói. Isso acaba gerando um estresse psicológico no personagem, rendendo momentos antológicos, em que ele perde os poderes e rendendo situações constrangedoras (a cena do elevador é hilária). Além do já habitual "chove e não molha" da relação de Peter e Mary Jane, temos o nascimento de um novo vilão, o Doutor Octopus, brilhantemente interpretado por Alfred Molina (Frida).
E se muitos sentiam falta da total liberdade criativa do diretor no filme anterior, aqui Raimi soltas as amarras, e trás a tona o que sabe fazer de melhor com a câmera, desde zooms rápidos há giros da câmera vertiginosos. Bom exemplo disso, é na seqüência em que Octopus está na mesa de cirurgia de um hospital, e que acaba matando todos os médicos, numa cena, que imediatamente nos faz agente se lembrar dos melhores momentos da trilogia Uma Noite Alucinante. Com cenas fantásticas de ação (a do trem está entre as melhores cenas de ação da historia), e um ato final que nos brinda com um verdadeiro gancho para derradeira terceira parte, Homem Aranha 2 até hoje é a melhor aventura do herói no cinema, por ser feita com coração e de uma forma bem pensada.   

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Cine Dica: CineBancários estreia o elogiado Rânia, drama que aborda adolescência e exploração sexual


CineBancários estreia o elogiado Rânia, drama que aborda adolescência e exploração sexual 

O CineBancários lança, com exclusividade, em 9 de abril, o longa nacional Rânia, de Roberta Marques, elogiado drama que aborda com sensibilidade as inquietações da adolescência, ao mesmo tempo que toca em um tema controverso, o turismo sexual na região Nordeste do Brasil.
O filme tem sessões de pré-estreia na sexta, dia 5, e no sábado, 6, às 21h. Permanece em cartaz de 9 a 14 nas sessões das 15h30, 17h30 e 19h30. Nos dias 16, 17 e 18 o filme será exibido somente às 17h30 e 19h30.
Ingressos a R$ 6,00 para o público em geral e R$ 3,00 para bancários e jornalistas sindicalizados, estudantes, idosos e clientes do Banrisul.
Assinado pela diretora cearense Roberta Marques, Rânia tem sua trama ambientada em Fortaleza, no Ceará. A protagonista do filme é a adolescente Rânia (Graziela Felix), que passa seus dias entre a escola municipal, os afazeres domésticos e o trabalho em uma barraca. Seu sonho, no entanto, é ser bailarina. Sua amiga inseparável, Zizi (Nataly Rocha), a introduz no Sereia da Noite, local de boemia, onde a dança, a orgia e o dinheiro se combinam, confundem e agitam a madrugada. Quando conhece a coreógrafa Estela (Mariana Lima), Rânia se vê dividida entre a farra e a disciplina da dança, entre a facilidade de ganhar dinh eiro na noite e o sonho de dançar e ser artista. Ela vai seguindo seus próprios passos dia após dia, vivenciando um acúmulo de interferências, misturas e possibilidades.
 Além de participar da competição oficial do festival de Roterdã em 2012, Rânia foi o vencedor da Première Brasil - "Novos Rumos" no Festival do Rio, em 2011, e vem colhendo boas críticas desde suas primeiras exibições. As boas atuações de seu elenco, em que se destacam as estreantes Graziela Felix e Nataly Rocha e a sempre excelente Mariana Lima, chama a atenção a sutileza com que a diretora Roberta Marques – em sua estreia no longa-metragem de ficção – conduz a narrativa, que guarda semelhanças com outra produção recente também vinda do Nordeste, Deserto Feliz, de Paulo Caldas.

Informações e horários das sessões, vocês conferem na pagina da sala clicando aqui.

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domingo, 7 de abril de 2013

Cine Especial: "MARVEL - 15 ANOS DE AVENTURA NO CINEMA": Parte 6


Nos dias 13 e 14 de abril, estarei participando do curso  "MARVEL - 15 ANOS DE AVENTURA NO CINEMA"   criado pelo Cena Um e ministrado pelo critico de cinema ROBERTO SADOVSKI. Enquanto os dias da atividade não chegam, por aqui, estarei postando sobre as quinze melhores adaptações da Marvel para o cinema (em ordem cronológica) nestes últimos quinze anos.

HULK

Sinopse: O Cientista  Bruce Banner (Eric Bana) tem dificuldades em lidar com a sua ira. Sua vida tranquila de brilhante ciêntista que trabalha com a ex-namorada Betty Ross (Jennifer Connely) esconde um passado doloroso. Um acidente de laboratório revela os heróicos impulsos de Bruce mas também liberta seus demônios. E ele se torna o mais poderoso ser na face da terra. Um super-herói e um monstro.

Tem certas sessões de filmes que nunca me esqueço e a sessão que eu assisti ao filme Hulk (2003) era uma delas. Fui assistir no saudoso cinema Imperial de Porto Alegre e na minha frente estava um pai e o seu filho, sendo que esse ultimo estava muito eufórico para ver o Hulk na tela grande. Mas depois de quase uma hora de filme (legendado) e sem o gigante esmeralda aparecer, a criança não agüentava mais e queria logo ir embora, mas quando ia fazer isso, o personagem surge finalmente na tela, muito embora o estrago já estivesse mais do que feito.
Esse pequeno exemplo que estava na minha frente na sessão, sintetizou o que foi para o publico ao assistir a primeira adaptação do cinema para o gigante esmeralda: muitos amaram, outros (como o pequeno na frente) odiaram, mas visto hoje, podemos ter absoluta certeza, que foi realmente uma adaptação de HQ a frente daquele tempo e muito se deve ao diretor que estava no comando, Ang Lee. O recém premiado com sua obra prima O Tigre e o Dragão, Lee optou em deixar as cenas de ação em segundo plano e decidindo então explorar o lado psicológico dos personagens, mais precisamente uma trama que escava os conflitos familiares e as conseqüências que isso gera. Por eu ser um colecionador de HQ, percebi imediatamente, que Ang Lee se baseou bastante na fase em que o roteirista Peter David injetou novas idéias e significados sobre a origem do monstro, como o fato de Bruce Banner quando pequeno ter visto o seu próprio pai matar a sua mãe quando a estava defendendo dele.
Essa passagem da historia do personagem nas HQ, serviu de ponta pé inicial para a criação da historia para o personagem no cinema, mas diferente da HQ, o pai do protagonista teria um papel essencial, não somente por ter causado um trauma na vida dele, como na sua própria criação. Nick Nolte é sem sombra de duvida o melhor interprete da produção, ao interpretar o pai e cientista louco responsável pela criação do monstro, que se escondia dentro do seu filho Bruce (Eric Bana).  Sempre quando surge, Nolte da um show de interpretação e seu desabafo sobre o dia fatídico que acabou provocando a morte da sua esposa, é sem sombra de duvida a melhor parte do filme. Já Eric Bana tem uma interpretação pra lá de competente, ao passar para o espectador que assiste, todo lado de conflito interior que o personagem tem, dando a sensação de que a qualquer momento ele irá explodir.
Mas não é só isso: o filme ainda nos brinda com a relação conflituosa entre Betty Ross (Jennifer Connelly) e Bruce, sendo que antes namorados do passado, ambos se separaram devido a medos desconhecidos. O motivo da não união dos dois, esta precisamente num sonho em que Betty era assombrada, no qual ela pequena, é abandonada pelo pai General Ross (Sam Eliott), para logo em seguida ser morta pelo próprio Bruce. Esse sonho não só representava a relação difícil de Betty com o seu pai, como também levantava duvidas sobre as origens do casal da trama, mas que acredito que seria mais explorado, caso houvesse uma seqüência dessa versão.    
Mas com tudo isso que eu já disse como fica o Hulk em si e as cenas de ação que ele protagoniza? Quando a criatura surge nas suas duas primeiras transformações, infelizmente é de noite, o que dificulta um pouco em ver o que estava acontecendo na tela (principalmente na sala Imperial que era muito escura). Contudo, Ang Lee foi sábio em jogar a criatura no decerto e na luz do dia, onde ele enfrenta o exercito de Ross e sintetiza o verdadeiro “Hulk esmaga” das HQ. Nesta parte, os fãs não têm o que reclamar, pois Hulk, ruge, salta (mais do que o normal) e trata os soldados como não se fosse nada. Tudo embalado com uma impressionante trilha sonora composta pelo compositor Danny Elfman (Batman) e com uma impressionante edição, que faz com que as tão lembradas montagens de câmera de Brian de Palma dos seus filmes, se parecerem nada.
Tai uma coisa que nunca irei entender como o fato dos membros da academia do Oscar não ter indicado o filme nesta parte técnica (montagem), pois Ang Lee cria uma verdadeira HQ em movimento na tela, jogando inúmeros quadros, onde cada um deles mostra um ângulo diferente de determinada situação que esta acontecendo na tela. Na época, eu ainda não era familiarizado com as famosas imagens de inúmeros ângulos diferentes que o diretor Brian de Palma criava, mas pelo visto, Ang Lee se sobressaiu, atingindo patamares nunca antes alcançados por De Palma neste quesito. Uma pena, portanto que muita porcaria havia sido escrita sobre o filme na época, pois além do fato de alguns não terem compreendido a proposta do diretor, essa edição quase nunca era lembrada, sendo reconhecida um tanto que tardiamente.
Tendo apenas obtido um relativo sucesso nos cinemas, a versão  Hulk de Ang Lee jamais teve seqüência, mas sempre foi defendida por aqueles que viam algo além do que uma mera adaptação de HQ. Hulk voltaria novamente em mais duas tentativas para o cinema, mas isso é uma outra historia.  

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sábado, 6 de abril de 2013

Cine Dica: Em Cartaz:: Jack - O Caçador de Gigantes



Sinopse: 'Jack - O Caçador de Gigantes' conta da história de uma guerra antiga que se reinicia quando um jovem trabalhador do campo abre inconscientemente um portal entre o nosso mundo e uma raça de gigantes apavorantes.

Assim como as adaptações de HQ, os filmes baseados em contos de fadas se tornaram a mais nova pipita de ouro que os estúdios americanos almejam sugar até á ultima gota, mas se é essa a intenção, tem que pelo menos ser bem executada. Existe bons exemplos de filmes bem sucedidos desse gênero atualmente: Alice no País das Maravilhas, Branca de Neve e o Caçador e recentemente OZ: O Mágico Poderoso são exemplos, que embora aja uma gordura lá e aqui, acabaram tendo um resultado mais do que satisfatório. Porém, sempre há um bastardo na família e João e Maria: Caçadores de Bruxas é o típico exemplo de filme muito mal executado, mas que curiosamente, está ganhando o titulo de “bom filme ruim”.
Com tudo isso que eu já disse, chegamos a Jack - O Caçador de Gigantes e onde ele se encaixa nisso tudo? Para começar, o filme não possui ambição nenhuma de mudar a vida de ninguém, tão pouco fazer reflexões ou algo do gênero, mas sim ele existe para entreter e nesse caso até que consegue, mesmo que em muitos momentos tenha sido mal executado e pecado nas suas sofríveis escolhas. O filme pode soar ainda mais decepcionante, principalmente se esperarmos demais dele, tudo porque é dirigido por Brian Singer, o cara que deu o ponta pé inicial na onda do sucesso das adaptações  das HQ, a partir do filme X-Men. Aqui, Singer não cria nada de novo, tão pouco inventa muita coisa no famoso conto do pé de feijão, sendo que somente há ali e aqui uma readaptação para o publico melhor se identificar.
No caso de readaptação, o filme cai na previsibilidade de formulas bem manjada, para o nosso herói Jack (Nicholas Hoult), por exemplo, se apaixonar pela princesa local (Eleanor Tomlinson), para então somente se separarem durante a aparição do pé de feijão gigante e fazer o mocinho subir até o desconhecido para salva-la.
Neste ponto, o mocinho ganha ajuda de um grupo de guerreiros da guarda real, para unicamente serem dispensados logo em seguida, sendo que somente o chefe da guarda que se destaca, mas que poderia facilmente ser interpretado por qualquer outro ator, mas coube ao ótimo interprete Ewan McGregor pagar o mico da vez. O que me vinha na cabeça era: como ele pode aceitar um papel desses? Talvez esse seja o típico exemplo de que o dinheiro e desespero por um sucesso falem mais alto. O mesmo vale para o vilão  Roderick, interpretado de uma das formas mais canastronas que eu já vi, pelo ator Stanley Tucci, cujo o seu personagem poderia ter sido facilmente limado do roteiro. E para completar a cereja do bolo, o talentoso ator Ian McShane (Branca de Neve e o Caçador), interpreta um verdadeiro rei amalfadinha, que não desperta interesse nenhum com o espectador.
Com todos esses deslizes na estrutura e do elenco, como ficam então os gigantes? Eles estão lá há todo o momento e quando eles surgem e atacam os humanos (principalmente no ato final da trama), até que impressiona, mas em alguns momentos nos incomodamos pelo fato que a computação gráfica que criaram para dar vida a eles deixa e muito a desejar, já que ficamos mal acostumados com universos de seres muito bem feitos como da trilogia do Senhor dos Anéis. Com todos esses pontos negativos, vale à pena assistir na tela grande? Por incrível que pareça sim, porque eu acredito que a proposta (se é que existe) que o filme queria passar, era de entreter dentro do possível e mesmo com todos esses pesares, consegue esse efeito no final da sessão. Assim como João e Maria: Caçadores de Bruxas, Jack - O Caçador de Gigantes, talvez venha a ser um “bom filme ruim”, para ser visto e revisto com o cérebro desligado.  

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Cine Dica: Em Cartaz: G.I. Joe : Retaliação



Sinopse: Em 'G.I. JOE: RETALIAÇÃO', a equipe não está lutando conta apenas seu inimigo mortal, COBRA, mas eles são forçados a enfrentar ameaças de dentro do governo, que põem em risco sua própria existência.

Normalmente para se criar uma franquia cinematográfica, é preciso obrigatoriamente o primeiro filme fazer sucesso para então ter continuações, o que não é o caso de G.I Joe: A Origem do Cobra: sendo apenas um relativo sucesso de publico e critica, o filme era bem bobinho, mas não era pelo fato de ser baseado numa famosa coleção de brinquedos dos anos 80, mas sim porque os produtores não souberam se dirigir a qual publico, se era essa nova geração ou aqueles que cresceram brincando com os bonecos no quintal.  Mas devido aos milhões que a franquia irmã havia ganhado (Transformes), a Paramount decidiu não desistir da saga e inventou  então um reinício, mas não começando do zero.
A trama em si pode ser muito bem compreendida, principalmente para aqueles que esnobaram o filme anterior e foca no que é essencial: os heróis sofrem um atentado do seu arquiinimigo e os poucos sobreviventes se unem para enfrentá-lo. Não há muito segredo e tão pouca invencionice, já que não se pode inventar muito nesse tipo de filme e tão pouco se levar a sério, já que é direcionado para todas as idades e que querem ir ao cinema somente para se divertir. Com isso, o filme acerta em focar personagens que o publico se amarra, como no caso dos ninjas Snake Eyes (Ray Park) e Storm Shadow (Lee Byung-hum) que nos brinda que belas e fantásticas cenas de luta e incríveis cenas de ação (a cena dos ninjas da montanha é espetacular).
Outro acerto foi trazer dois astros dos filmes de ação para fortalecer a franquia: Bruce Willis (Duro de Matar) vive o General Joe Colton, homem que deu origem ao codinome G.I. JoeThe Rock (A Múmia 2) vive o líder do grupo Roadblock. Se o primeiro está presente apenas para vender o seu peixe (e a do filme), o segundo se tornou o salvador da pátria das franquias recentes (como Velozes e Furiosos), graças ao seu visual típico de super herói de filmes de ação e por possuir um ar carismático que é pouco visto em outros astros desse gênero. Curiosamente, embora o filme tenha nascido somente para entreter, ainda assim consegue ter tempo para fazer uma acida e divertida critica aos lideres das nações, que usam seus poderes bélicos de uma forma tão fácil, mas que não pensam nas conseqüências que podem causar. Portanto não deixa de ser irônico existir essa cena, principalmente no momento que o ocidente vive em conflito com a Coréia do Sul no mundo real.   
Com começo, meio e fim bem amarradinhos, mas (logicamente) com uma pequena ponta solta para dar passagem para uma inevitável seqüência, G.I. Joe : Retaliação, nasceu somente para entreter e não se levar em nenhum momento a sério, mas se for levar por esse ultimo caminho, achará então que perdeu seu tempo.     

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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Cine Especial: "MARVEL - 15 ANOS DE AVENTURA NO CINEMA": Parte 5


Nos dias 13 e 14 de abril, estarei participando do curso  "MARVEL - 15 ANOS DE AVENTURA NO CINEMA"   criado pelo Cena Um e ministrado pelo critico de cinema ROBERTO SADOVSKI. Enquanto os dias da atividade não chegam, por aqui, estarei postando sobre as quinze melhores adaptações da Marvel para o cinema (em ordem cronológica) nestes últimos quinze anos.

 X-MEN 2 

Sinopse: Ainda vivendo em um mundo que os odeia, os mutantes passam a sofrer uma discriminação ainda maior quando um novo mutante provoca um ataque ao Presidente dos Estados Unidos, quase matando-o. A notícia faz com que a sociedade se manifeste ainda mais contra os mutantes, fazendo com que ganhe força o projeto do registro de mutantes. William Stryker (Brian Cox), um militar que tem experiência em lidar com mutantes e uma ligação com o passado de Wolverine (Hugh Jackman), torna-se um dos porta-vozes deste pedido, além de se tornar o responsável por um plano que tem por meta erradicar de uma vez por todas os mutantes. Com a autorização do Presidente, Stryker inicia uma grande ofensiva contra os mutantes, invadindo a mansão do Professor Charles Xavier (Patrick Stewart) e forçando que Magneto (Ian McKellen), que fugiu da prisão, se una aos X-Men para combater Stryker.

Por melhor que fosse o primeiro filme, muitos fãs reclamaram que o diretor estava muito tímido em fazer cenas de ação mais elaboradas. Mas qualquer duvida que tenham foi completamente dissipada já no inicio do segundo filme, quando um dos meus personagens mais queridos, “Noturno”, interpretado pelo ator Alan Cumming da um verdadeiro show de malabarismo e efeitos especiais onde dribla todos os seguranças da Casa branca.
A fantástica abertura serve como dica do que estava por vir no decorrer do filme: a temática adulta ainda estava lá, mas desta vez, o casamento das cenas de ação com uma ótima trama adulta flui muito melhor do que no filme anterior. Apesar de ainda centrar em seu astro Wolverine, a historia da espaço para os outros personagens como a sempre competentes cenas entre Patrick Stewart e Ian McKellen, Tempestade (Halle Berry) adquire mais espaço e Jean Grey (Famke Janssen) protagoniza momentos emocionantes no ato final.
Com começo e meio e fim, o filme funciona muito bem sozinho, mas a grande surpresa ficou para os segundos finais e deu uma grande dica do que estaria por vir numa eventual seqüência.

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Cine Dicas: Estreias no final de semana (05/04/13)


MAMA 

Sinopse: Há cinco anos, as irmãs Victoria (Megan Charpentier) e Lilly (Isabelle Nélisse) desapareceram da sua vizinhança sem deixar vestígios. Desde então, seu tio Lucas (Nikolaj Coster-Waldau) e sua namorada Annabel (Jessica Chastain) têm procurado por elas.
Mas quando, incrivelmente, as crianças são encontradas vivas em uma decrépita cabana, o casal se pergunta se as meninas são os únicos hóspedes que eles receberam em sua casa. À medida que Annabel tenta apresentar às crianças uma vida normal, ela começa a se convencer que existe uma presença maligna em sua casa.


UMA HISTÓRIA DE AMOR E FÚRIA 

Sinopse:“Uma História de Amor e Fúria” é um filme de animação que retrata o amor entre um herói imortal e Janaína, a mulher por quem é apaixonado há 600 anos. Como pano de fundo do romance, o longa de Luiz Bolognesi ressalta quatro fases da história do Brasil: a colonização, a escravidão, o Regime Militar e o futuro, em 2096, quando haverá guerra pela água.


INVASÃO À CASA BRANCA 

Sinopse:Mike Banning (Gerard Butler) é um ex-oficial do serviço secreto com um passado sujo, que tem a chance de se redimir ao se tornar a única esperança dos EUA contra terroristas que tomam o controle da residência oficial do presidente americano, a Casa Branca. 

THERESE D. 

Sinopse:Em 1926, Thérèse Larroque (Audrey Tautou), filha de um rico proprietário de terras, casa com Bernard Desqueyoux (Gilles Lellouche), filho de outro proprietário. De espírito livre, ela acha que o casamento a livrará de sua vida entediante e das prisões sociais.Feliz após a noite de núpcias, pouco depois Thérèse fica grávida e descobre, porém, o bebê é mais importante para seu marido do que ela.

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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Cine Especial: "MARVEL - 15 ANOS DE AVENTURA NO CINEMA": Parte 4


Nos dias 13 e 14 de abril, estarei participando do curso  "MARVEL - 15 ANOS DE AVENTURA NO CINEMA"   criado pelo Cena Um e ministrado pelo critico de cinema ROBERTO SADOVSKI. Enquanto os dias da atividade não chegam, por aqui, estarei postando sobre as quinze melhores adaptações da Marvel para o cinema (em ordem cronológica) nestes últimos quinze anos.
  
BLADE 2 

Sinopse: Blade (Wesley Snipes), uma criatura metade-homem e metade-vampiro, é consumido pelo desejo de vingança contra aquele que o transformou no que ele é ao atacar sua mãe antes mesmo de ele nascer. Assim, o herói assumiu a missão de salvar a raça humana de um Armagedon banhado em sangue. Nesta nova aventura, entretanto, Blade terá de se aliar a Damaskinos, seu inimigo declarado, e aos poderosos vampiros do chamado Conselho das Sombras, a fim de derrotar o Anjo da Morte, um mal maior do que jamais teve de enfrentar. 
Se o primeiro era legal, esse é tudo de bom. Blade 2 melhora em tudo nessa seqüência, em que já começa com herói massacrando inúmeros vampiros, para assim conseguir encontrar o seu mentor desaparecido (Kris Kristofferson). Tudo orquestrado de uma forma vertiginosa, contagiante, juntando o melhor das técnicas de efeitos especiais que se oferecia na época (ainda na febre Matrix) e orquestrado por uma mão autoral que é de Guillermo del Toro.
Diretor de prestigio na Espanha, Del Toro construiu uma carreira elogiada, com filmes de terror engenhosos (como a Espinha do Diabo) e que davam de dez a zero para qualquer filme americano do gênero. No universo de Blade, ele aprofundou ainda mais esse mundo dos sangues sugas, explorando inúmeros patamares jamais pensados em outros filmes e criando uma nova raça de seres que tanto ameaça os seres humanos, como também os próprios vampiros.
Como sempre, Wesley Snipes está mais do que a vontade no papel do anti-herói, nos brindando com inúmeras cenas de luta, em que ele não deveria nada a Bruce Lee. O ato final nos reserva momentos de pura adrenalina e emoção e que nos faz a gente lamentar ainda mais o fato de Guillermo del Toro não ter retornado no terceiro filme e que acabou se tornando dispensável. 

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Cine Dica: Em DVD e Blu-Ray: A BEIRA DO CAMINHO




Sinopse: João é um homem que encontra na estrada uma saída para esquecer os dramas de seu passado. Por acaso ou sorte, seu caminho se cruza com o de um menino em busca do pai que nunca conheceu. A partir desse encontro, nasce uma bela relação que movimentará o delicado equilíbrio construído por João para enfrentar seus fantasmas.
  
Breno Silveira criou uma espécie de trilogia do universo musical brasileiro com Dois Filhos de Francisco, Gonzaga e agora esse A Beira do Caminho. Mas diferente dos filmes anteriores em que retratavam ídolos populares, aqui a musica (clássicos de Roberto Carlos), se tornam somente pano de fundo, mas que ao mesmo tempo representam o estado de espírito do protagonista e o que faz sempre voltar a um  passado de boas e más lembranças. João (ótimo João Migue), vive carregando a cruz de um passado nebuloso, mas tudo isso muda quando durante a viagem, ele cruza com o menino Duda (Vinicius Nascimento), que vive na busca pelo seu pai desconhecido.
Ok, talvez neste ponto vocês já tenham visto algo parecido em outro lugar (em Central do Brasil?), mas o filme ganha pela química da dupla e o roteiro faz com que ambos, embora com passados diferentes, faça com que se ajudem no decorrer da historia e proporcionando momentos animados durante a viagem na estrada. Embora com um final previsível, o filme é um ótimo road movie e como todo filme de estrada que se preze, os protagonistas se reencontram consigo próprios e indo para novos caminhos da estrada da vida. 

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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Cine Especial: "MARVEL - 15 ANOS DE AVENTURA NO CINEMA": Parte 3


Nos dias 13 e 14 de abril, estarei participando do curso  "MARVEL - 15 ANOS DE AVENTURA NO CINEMA"   criado pelo Cena Um e ministrado pelo critico de cinema ROBERTO SADOVSKI. Enquanto os dias da atividade não chegam, por aqui, estarei postando sobre as quinze melhores adaptações da Marvel para o cinema (em ordem cronológica) nestes últimos quinze anos.

Homem Aranha

Sinopse: Durante a visita a um laboratório, Peter é acidentalmente picado por uma aranha geneticamente modificada. Nos dias que se seguem, percebe que desenvolveu reflexos, músculos e que tem a capacidade de lançar teias. As dificuldades para se adaptar a este novo mundo são muitas, mas logo ele percebe o potencial que tem para ajudar as pessoas, especialmente depois que seu tio é morto por criminosos.
  
Durante muitos anos, foi um verdadeiro parto levar as aventuras do popular herói Marvel para o cinema, mas graças ao sucesso de Blade e o primeiro filme dos X-Men, produtores da Sony viram o potencial desses heróis no cinema, o que levou então a produzirem adaptação que  seria o inicio da era de ouro das adaptações do inicio do século 21. Com a direção de Sam Raimi, acompanhamos o nascimento do herói gradualmente e sem pressa, para termos total simpatia por ele e compreender as suas motivações. Há primeira hora é a montagem do palco, para a criação tanto do herói como do vilão, que aqui é o Duende Verde, interpretado por competência habitual de Willem Dafoe.
O filme se divide na ação, com o amadurecimento do personagem perante as adversidades trágicas que o fazem a se tornar um herói, com o amor impossível que ele sente pela personagem Mary Jane (Kisten Dunst). Embora seja um filme que possua ótimas cenas de ação, e efeitos especiais caprichados, os fãs habituais de Raimi podem se sentir um tanto que desapontados, por não enxergarem em nenhum momento do filme as marcas registradas habituais do cineasta, como movimento vertiginoso da câmera tão usado na trilogia Uma Noite Alucinante. Mas nada que comprometa o resultado final, que acabou se tornando tanto um sucesso de critica, como de publico e que alavancou a grande leva de super heróis para o cinema.     

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Cine Dica: Em DVD e Blu-Ray: As Aventuras de PI


Leia a minha critica já publicada clicando aqui.

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terça-feira, 2 de abril de 2013

Cine Especial: "MARVEL - 15 ANOS DE AVENTURA NO CINEMA": Parte 2


Nos dias 13 e 14 de abril, estarei participando do curso  "MARVEL - 15 ANOS DE AVENTURA NO CINEMA"   criado pelo Cena Um e ministrado pelo critico de cinema ROBERTO SADOVSKI. Enquanto os dias da atividade não chegam, por aqui, estarei postando sobre as quinze melhores adaptações da Marvel para o cinema (em ordem cronológica) nestes últimos quinze anos. 

X-MEN: O FILME 

Sinopse: Sob a orientação do professor Charles Xavier, seres humanos que sofreram mutações genéticas aprendem a direcionar seus poderes especiais para o bem da humanidade, tendo de lidar com o traiçoeiro Magneto que prepara um plano sinistro, por acreditar que humanos e mutantes não devam coexistir.

Mesmo com baixo orçamento e com cronograma apertado, Brian Singer fez na época um filme que, não só soube respeitar a mentalidade dos fãs das HQ, como também soube atrair pessoas que nunca na vida leram uma HQ antes na vida. A grande sacada do roteiro foi tratar o assunto com pé no chão (algo que Richard Donner fez muito bem em Superman em 1978), ser levado mais para o lado da ficção cientifica e ao mesmo tempo em que toca em assuntos espinhosos como o preconceito.
Apesar de um elenco semi desconhecido, cada um ficou muito bem encaixado em seus respectivos personagens, como no caso da dupla de veteranos Patrick Stewart e Ian McKellen, respectivos Charles Xavier e Magneto, amigos de longa data, mas que se tornaram inimigos devido suas idéias diferentes quanto ao futuro da raça mutante. As cenas em que ambos contracenam estão entre as melhores do filme.
Contudo, o grande astro da trama fica mesmo nas costas de Hugh Jackman que parece que nasceu para ser o tão popular Wolverine: de um completo desconhecido na época, o ator virou astro da noite para o dia. Isso devido ao fato de, não interpretar somente um personagem tão querido pelo publico, mas porque também soube tirar o melhor proveito de cada momento que esta em cena, principalmente das cenas de ação em que participa.
Visto hoje, o filme é uma espécie de prólogo do que estaria por vir.

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