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Sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Cine Especial: O melhor de 2001 a 2010: Réquiem para um Sonho

Uma descida ao inferno do mundo das drogas
Sinopse: Uma visão frenética, perturbada e única sobre pessoas que vivem em desespero e ao mesmo tempo cheio de sonhos. Harry Goldfarb (Jared Leto) e Marion Silver (Jennifer Connelly) formam um casal apaixonado, que tem como sonho montar um pequeno negócio e viverem felizes para sempre. Porém, ambos são viciados em heroína, o que faz com que repetidamente Harry penhore a televisão de sua mãe (Ellen Burstyn), para conseguir dinheiro. Já Sara, mãe de Harry, viciada em assistir programas de TV. Até que um dia recebe um convite para participar do seu show favorito, o "Tappy Tibbons Show", que transmitido para todo o país. Para poder vestir seu vestido predileto, Sara começa a tomar pílulas de emagrecimento, receitadas por seu médico. Só que, aos poucos, Sara começa a tomar cada vez mais pílulas até se tornar uma viciada neste medicamento.
Esse filme é desaconselhável para pessoas sensíveis. Na época, esse filme foi o segundo trabalho do diretor Aronofsky (que anteriormente havia feito o elogiado PI) é uma incomoda decida ao inferno da dependência química. O longa faz bom uso da tecnologia digital para criar imagens que traduzem tanto a sensação de euforia como também a angustia do consumo de narcóticos pesados. Quase um filme realista de terror, a obra parte do romance de Hubert Selby Jr (de Noites Violentas no Brooklin) e é uma inquietante investigação sobre a decadência moral e social dos EUA, com trilha sonora escolhida a dedo e um constante clima de pesadelo. Aronofsky extraiu a melhor interpretação em anos da veterana atriz Ellen Burstyn (O Exorcista) e que acabou sendo indicada ao Oscar.

Curiosidades: A maioria dos filmes contém entre 600 e 700 cortes. Réquiem para um Sonho possui mais de 2000 cortes;
Esta é a segunda vez em que o livro "Last Exit to Brooklin", escrito por Hubert Selby Jr., é adaptado para o cinema. A primeira foi em 1989 e recebeu o nome de Noites Violentas no Brooklyn;

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