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Sócio do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 98 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento e Cinesofia. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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segunda-feira, 27 de julho de 2020

LUTO: Olivia de Havilland (1916 - 2020)


Dame Olivia Mary de Havilland nasceu em Tóquio em 1 de Julho de 1916, filha da também atriz Lillian Fontaine e irmã de Joan de Havilland, conhecida pelo nome artístico de Joan Fontaine, que a exemplo de Olivia, tornou-se uma das mais admiradas estrelas do cinema, ambas permanecendo até a presente data como as únicas irmãs a terem sido premiadas com o Oscar de melhor atriz.
De Havilland ficou conhecida pela parceria com o astro Errol Flynn, co-estrelando com ele oito filmes, sendo o mais notório 'As aventuras de Robin Hood' (The Adventures of Robin Hood, 1938), tido como um dos maiores clássicos dentre os filmes de aventura. Mas foi sua performance indicada ao Oscar como Melanie Hamilton Wilkes no épico ...'E o vento levou' (Gone with the Wind,1939) que a colocou nos anais da história do cinema, fazendo com que a atriz ficasse marcada como o símbolo da doçura nos filmes americanos ao atribuir-lhe uma imagem da qual ela própria tentou se desvincular na esperança de obter papéis mais desafiadores e assim provar que a sua capacidade artística lhe permitia ir além - fato este confirmado na década de 1940 em seus desempenhos subsequentes, que, por sua vez, acabaram rendendo-lhe dois Oscars de melhor atriz, pelos filmes 'Só resta uma lágrima' ("To Each His Own", 1946) e 'Tarde demais' ("The Heiress", 1949), além de ter sido indicada ao prêmio também por A porta de ouro ("Hold Back the Dawn", 1941) e A cova da serpente ("The Snake Pit", 1948, tido pela atriz como o filme favorito de sua carreira).
Dentre as honrarias a ela concedidas também incluem-se a estrela na Calçada da Fama de Hollywood, que recebeu em 1960 graças a sua contribuição à indústria cinematográfica, a Medalha Nacional das Artes, concedida pelo presidente americano George W. Bush em 2008, a Ordem Nacional da Legião de Honra, com a qual foi condecorada pelo presidente francês Nicolas Sarkozy em 2010, e a Excelentíssima Ordem do Império Britânico, sendo condecorada com o título de Dama do Império Britânico em 2017 por serviços prestados às artes, tornando-se, então, aos quase 101 anos, a mais velha mulher a receber esta condecoração.
Olivia também tornou-se defensora dos direitos de atores e atrizes, tendo sido criada, por sua iniciativa, uma lei que leva o seu nome, validada com o objetivo de assegurar aos mesmos importantes direitos que estes devem ter como garantia. Em 1999 ela foi nomeada uma das 500 grandes lendas do cinema pelo American Film Institute.
Morreu enquanto dormia  aos 104 anos, em Paris.


Fontes: Wikipédia, Cinema Clássico.

Também se foi John Saxon (1936 - 2020)


Filho de imigrantes italianos nos Estados Unidos, Saxon nasceu em 5 de agosto de 1936 em Nova York. Teve uma carreira que durou 60 anos e atuou em filmes de grande sucesso como 'A Hora do Pesadelo' (1984) e Operação Dragão (1973), clássico de Bruce Lee, que trouxe filmes de artes marciais para o mainstream. Antes, Saxon era conhecido por ser ídolo teen, estrelando filmes ao lado de Esther Williams, Mamie Van Doren e Sandra Dee.
Em 1967, ele foi indicado ao Globo de Ouro por sua interpretação em ‘Sangue em Sonora’, ao lado de Marlon Brando. Mais recentemente, atuava na série ‘Dinastia’.

Fontes (com modificações): Claúdia e Isto é.

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