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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Cine Dica: Clube de Cinema homenageia Wong Kar-Wai com sessão surpresa na Sala Redenção

 Exibição gratuita acontece em 1º de outubro e integra o ciclo “Nouvelle Vague e suas influências”, comentada por Giordano Gio

Sempre é bom revisitar Wong Kar-Wai. Melhor ainda é poder ver seus filmes na tela grande. No dia 1º de outubro, o Clube de Cinema de Porto Alegre homenageia o cineasta chinês com uma sessão surpresa na Sala Redenção. O título do filme será revelado apenas no momento da exibição.

Um dos realizadores mais inventivos de sua geração, Wong Kar-Wai fez da passagem do tempo, dos encontros e dos amores interrompidos temas centrais de sua obra. Em filmes como Amores Expressos, Anjos Caídos e Felizes Juntos, música, cor e montagem dão ritmo a histórias que acompanham personagens em busca de conexão nas grandes cidades. Sua linguagem marcou o cinema contemporâneo e segue influenciando realizadores ao redor do mundo.

O filme escolhido para a homenagem traz uma história sobre a proximidade entre duas pessoas e os sentimentos que permanecem por dizer. Após a exibição, o cineasta, roteirista e crítico da ACCIRS Giordano Gio conversa com o público sobre a obra e a trajetória do diretor.

O ciclo Nouvelle Vague e suas influências é uma ação de extensão da Sala Redenção (UFRGS) em parceria com o Clube de Cinema de Porto Alegre. Entre fevereiro e dezembro, o projeto reúne clássicos da Nouvelle Vague e filmes de diferentes nacionalidades que dialogam com seu legado, sempre acompanhados de apresentações e debates gratuitos, promovendo a formação de público e a reflexão sobre a história e a linguagem do cinema.

Serviço

O quê: Homenagem a Wong Kar-Wai com sessão surpresa e conversa com Giordano Gio  

Quando: 1º de outubro  

Onde: Sala Redenção/UFRGS - R. Eng. Luiz Englert, 333, Bairro Farroupilha

Entrada: Gratuita


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Cine Especial: Próximo Cine Debate – 'O Leitor'

 Sobre o Filme: 

Stephen Daldry tem predileção por tramas nas quais os personagens se veem envolvidos com o universo da literatura. Em "As Horas" (2002), por exemplo, os livros de Virginia Woolf conduzem personagens femininas a enfrentar certos dilemas e desejos reprimidos pela sociedade como um todo. Em "O Leitor" (2008), a literatura se torna peça primordial para conhecermos o lado mais obscuro do ser humano — e o modo como ele chega a esse ponto sem saber ao certo como lá aportou.

A trama se passa na Alemanha pós-Segunda Guerra Mundial, onde conhecemos o adolescente Michael Berg (David Kross), que se envolve, meio por acaso, com Hanna Schmitz (Kate Winslet), uma mulher mais velha do que ele. Os dois engatam um tórrido caso de amor, entrelaçado por sexo e leituras de diversos clássicos e contos que o jovem declama para ela. Repentinamente, Hanna desaparece, e Berg só volta a reencontrá-la anos mais tarde, quando ela é julgada por crimes cometidos a serviço do nazismo.

Stephen Daldry prefere não dar muitas explicações de imediato sobre as motivações dos protagonistas. O Michael Berg mais velho (Ralph Fiennes) revela, através de suas expressões, que carrega um peso enorme vindo do passado — algo que só compreendemos gradualmente através das lembranças projetadas na tela. Ao focar em um primeiro ato cuja dinâmica se passa majoritariamente em um apartamento, o filme me ressoou "Último Tango em Paris" (1972), de Bernardo Bertolucci, no qual dois desconhecidos se relacionam para preencher suas vidas vazias. No caso de "O Leitor", no entanto, não se trata apenas de preenchimento, mas também da tentativa de um dos personagens de não se esquecer de quem realmente é perante um passado que o assombra.

Dona de uma carreira exemplar desde "Almas Gêmeas" (1994), Kate Winslet se entrega a um dos papéis mais complexos de sua filmografia — performance que, curiosamente, possui um peso equivalente ao de "Foi Apenas um Sonho", lançado no mesmo ano. Sua personagem carrega uma raiva contida, voltada não exatamente para as pessoas ao seu redor, mas para si mesma, diante dos atos e das consequências de um passado sombrio pelo qual o mundo a julgará sem piedade. Se no primeiro ato não há pistas sobre quem ela é, o segundo escancara a trágica verdade.

Embora o filme tenha sido lançado em um período em que o Holocausto já havia sido abordado exaustivamente no cinema, é interessante notar como o tema ainda atrai o público, sobretudo quando envolve o campo de Auschwitz. Ainda que a história não seja baseada em fatos reais, mas sim na adaptação do romance de Bernhard Schlink, o peso do campo de concentração ressoa forte durante o julgamento de Hanna — que não se ilude com a possibilidade de ser absolvida. Pelo contrário: ela confessa seus crimes contra a humanidade, mesmo diante de uma redenção distante.

O papel da literatura se torna central no momento em que une os protagonistas através das páginas, despertando em ambos o que há de melhor no ser humano, mesmo quando corrompido por sombras profundas. O filme talvez não seja sobre a busca por redenção, mas sobre sintetizar o fato de que todos carregamos dois lados de uma mesma moeda, restando-nos compreender como não sucumbir ao vale das sombras. Ao final, a arte da leitura atribui algum significado a esses personagens perdidos, mesmo quando eles desejam, no fundo, que certos erros jamais tivessem sido cometidos.

"O Leitor" é um filme que merece ser redescoberto pelas novas plateias, no qual o papel da literatura dentro da narrativa se mostra cada vez mais envolvente à medida que o tempo passa.

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domingo, 27 de setembro de 2026

Cine Dica: Streaming – 'Batman: A Queda do Morcego – Parte 1'

Sinopse: O misterioso e poderoso vilão Bane liberta todos os criminosos do Asilo Arkham após destruí-lo. Com Gotham City tomada por bandidos, Batman corre contra o tempo para capturar seus inimigos.

Quando o assunto é animação, a Warner sempre nos brindou com incríveis longas e séries animadas — sendo a série do Batman do início dos anos 1990 apontada por muitos como a melhor adaptação do personagem fora das HQs. Porém, nos últimos dez anos, o estúdio falhou miseravelmente ao adaptar arcos clássicos sem alma alguma, como no caso do desastroso "Batman: A Piada Mortal" (2016). "Batman: A Queda do Morcego – Parte 1" (2026) surge como um sinal de esperança para quem aguarda adaptações com qualidade e respeito à essência primordial da obra.

Com direção de Jeff Wamester, o longa adapta o primeiro arco da grande saga A Queda do Morcego, trama que abalou as estruturas do Homem-Morcego em uma época na qual ele já se encontrava exausto após anos de combate ao crime. A situação piora quando um misterioso vilão chamado Bane surge das sombras e liberta diversos assassinos do Asilo Arkham, tudo para deixar o herói esgotado e transformar o Batman em uma presa fácil.

Embora muitos se lembrem dessa saga pelo fato de o herói ter sido praticamente quebrado ao meio, a HQ original sofria pelos excessos típicos dos anos 1990. Felizmente, os realizadores do longa animado adaptaram apenas o essencial, excluindo personagens e subtramas desnecessárias. Como acompanhei a saga do começo ao fim na época, devo reconhecer que essa "enxugada" melhorou bastante a narrativa, tornando-a convidativa para marinheiros de primeira viagem.

Logicamente, Bane se torna a peça primordial de toda a trama. Com uma origem fiel aos quadrinhos, o personagem passa por uma leve remodelagem: seu porte físico, alterado pelo veneno, o transforma quase em um monstro muscular em cena, convencendo o espectador de que o herói não terá a mínima chance. Além dele, outros personagens ganham espaço e recebem um merecido destaque.

Para muitos, Tim Drake é o melhor Robin de toda a história, e aqui ele finalmente ganha uma adaptação decente e digna de nota. Para minha surpresa, também adaptaram com eficiência a origem de Azrael — que, nas HQs, foi um dos muitos personagens exagerados criados nos anos 1990, mas que virou peça fundamental da saga. Na animação, deram uma simplificada em sua complexa origem, algo que certamente será mais explorado no próximo filme.

E sim, o filme termina de forma trágica. Para quem leu a HQ na época, posso dizer que a sensação de impotência é a mesma ao assistir a esta obra. No saldo geral, o longa é violento, sangrento e puramente gótico. Gotham City, por exemplo, nunca esteve tão ameaçadora, tornando-se um verdadeiro inferno na Terra a partir do momento em que o herói sofre sua terrível queda.

"Batman: A Queda do Morcego – Parte 1" é uma grata surpresa vinda da Warner após anos de animações irregulares, deixando a gente na torcida para que esse nível de qualidade se repita na sequência.


Onde Assistir: Prime Vídeo 

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Cine Dica: Próximo Cineclube Torres - "Tre Piani"

"Tre Piani" (2021) de Nanni Moretti vai ser exibido pelo Cineclube Torres na próxima segunda dia 28/9, às 20h, com entrada franca.

A sessão encerra a programação de setembro centrada na recente produção cinematográfica italiana na Sala Audiovisual Gilda e Leonardo. Três famílias, três andares. Em Roma, uma série de acontecimentos vai mudar radicalmente a vida dos moradores do prédio, revelando suas dificuldades em ser pais, irmãos ou vizinhos, em um mundo onde a convivência parece ser pautada pelo medo e pelo ressentimento.

"Nos três andares de Tre Piani, podemos encontrar todo um universo de relações sociais e afetivas." (Paulo Camargo, Escotilha). "Nanni Moretti declarou recentemente que, diante do cinema atual, sentia-se um velho. Bendita velhice, quando acompanhada assim de sabedoria e sensibilidade." (José Geraldo Couto, Blog do Cinema). A sessão é realizada na Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, na rua Pedro Cincinato Borges 420, em parceria com a Up Idiomas Torres e com entrada franca até a lotação do espaço.

O Cineclube Torres é uma associação sem fins lucrativos, em atividade desde agosto 2011; Ponto de Cultura certificado pela Lei Cultura Viva federal e estadual; Ponto de Memória pelo IBRAM; Biblioteca Comunitária no Mapa da Cultura, Sala de Espetáculos e Equipamento de Animação Turística certificada pelo Ministério do Turismo (Cadastur); Selo Destaque no Turismo da Georrota Cânions do Sul.

Serviço:

O que: Exibição do filme "Tre Piani" (2022) de Nanni Moretti (Itália) 

Onde: Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, junto à escola Up Idiomas, Rua Cincinato Borges 420, Torres

Quando: Segunda-feira, 28/9, às 20h

Ingressos: Entrada Franca, até lotação do local (aprox. 22 pessoas).


Cineclube Torres

Associação sem fins lucrativos

Ponto de Cultura – Lei Federal e Estadual Cultura Viva

Ponto de Memória – Instituto Brasileiro de Museus

Sala de Espetáculos e Equipamento de Animação Turística - Cadastur


CNPJ 15.324.175/0001-21

Registro ANCINE n. 33764

Produtor Cultural Estadual n. 4917

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Cine Especial: Conhecendo "Escravos do Desejo"

Baseado no clássico literário "Servidão Humana" (1915), de W. Somerset Maugham, o filme apresenta dois personagens extremamente interessantes que sintetizam a discussão proposta pela narrativa. De um lado, temos Philip (Leslie Howard), um estudante de medicina com uma deficiência no pé, que se torna constantemente alvo de preconceito em uma época em que o termo bullying sequer existia. Do outro lado, está Mildred (Bette Davis), uma garçonete ambiciosa e ciente do fascínio que exerce sobre os homens — incluindo Philip —, cujo desdém inicial não passa de uma tentativa de fingir distanciamento.

No início dos anos 1930, Bette Davis era contratada da Warner Bros., mas acabou emprestada para a Radio-Keith-Orpheum (RKO). Foi sob a tutela da RKO, por conta desse filme, que Davis se consagrou como um grande astro. Segundo a própria atriz, aquela personagem havia sido feita sob medida para ela, e ninguém ousou discordar — exceto a Academia, que não a indicou formalmente, deixando-a de fora da lista oficial de nomeadas, que incluía Grace Moore, Norma Shearer e Claudette Colbert. Esta última, inclusive, nem sequer acreditava na própria vitória justamente por conta do enorme impacto e do sucesso estrondoso de Davis naquele ano.

Mildred Rogers parece, de fato, ter sido feita para Bette Davis. Hoje em dia, é até difícil distinguir se a personagem moldou a persona debochada da atriz ou se a atriz é quem esculpiu a personagem — afinal, Rogers e Davis tinham muito em comum. A garçonete olha os outros de cima, com um olhar que esquadrinha o ambiente em busca de oportunidades, sendo cruamente verdadeira em cada palavra. Philip chega a lhe pedir que não repita “eu não me importo” com tanta frequência nem com aquele tom que ele sabe ser genuíno — pois nada é mais autêntico do que a absoluta indiferença de Mildred. Ela precisa de alguém que a sustente e lhe entregue o que deseja. Para Mildred, esse "alguém" poderia ser qualquer um, mas especialmente Philip, um homem que ela sabia que estaria sempre ali para servi-la — eis a servidão humana. Para Bette Davis, esse "alguém" de quem ela necessitava era a mídia, a crítica, o público e o reconhecimento de seu talento natural para o desprezo, algo que a atriz desempenhou com maestria não só neste longa, mas ao longo de toda a sua carreira e de sua vida.

Oficialmente, a primeira lembrança de Bette Davis no Oscar se deu por meio de uma votação write-in, um feito surpreendente. A Academia, temendo a pressão dos atores revoltados com a ausência do nome de Davis entre as finalistas, decidiu flexibilizar o pleito: permitiu-se que qualquer um votasse em quem quisesse, bastando escrever o nome na cédula. Assim, a interpretação avassaladora de Mildred Rogers rendeu à atriz essa menção histórica por write-in, embora a Academia só tenha começado a contabilizar oficialmente suas indicações a partir do ano seguinte, quando ela concorreu — e venceu — por "Perigosa" (1935).

"Escravos do Desejo" é um clássico de tempos mais corajosos do cinema americano onde toca em assuntos espinhosos e que consagraria a talentosa Bette Davis em definitivo. 

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Cine Dica: Sessão dupla no Clube de Cinema: "Três Veteranos" (26/09) + "Roma" (27/09)

 Neste final de semana, teremos sessão dupla no Clube de Cinema de Porto Alegre!

No sábado (26/09), às 10h da manhã, nos reunimos na Cinemateca Capitólio para assistir o filme Três Veteranos, de Oldřich Lipský. Misturando conto de fadas, comédia e aventura, o filme acompanha três ex-soldados que recebem objetos mágicos capazes de realizar desejos e acabam envolvidos em uma série de situações absurdas, enquanto a história conduz os personagens a uma reflexão sobre os conflitos e a guerra. A sessão integra a mostra Literakino: Entre palavras e imagens da Tchecoslováquia, promovida pela Cinemateca Capitólio, que traz ao público uma seleção de filmes tchecoslovacos adaptados a partir da literatura.

No domingo (27/09), nosso encontro é às 10h15 na sala Eduardo Hirtz da Cinemateca Paulo Amorim, onde nos reunimos para uma sessão do clássico Roma, de Federico Fellini. O filme apresenta uma visão fragmentada e pessoal da cidade, reunindo lembranças da juventude do diretor, cenas de caráter documental e situações encenadas. Sem um protagonista único, Fellini transforma Roma no centro da narrativa e percorre seus diferentes espaços, personagens e rituais, entre a vida cotidiana, a memória e a imaginação.


Confira os detalhes da programação:


SÁBADO (26/09, 10h)

Três Veteranos (Tři veteráni)

Tchecoslováquia, 1983, 93min

Direção: Oldřich Lipský

Roteiro: Zdeněk Svěrák

Elenco: Rudolf Hrušínsky, Petr Čepek, Josef Somr, Zdeněk Svěrák

Sinopse: Depois de deixarem o exército, os veteranos Pankrác, Bimbác e Servác recebem de três duendes objetos mágicos com diferentes poderes. Ao viajar por países vizinhos e terem seus presentes roubados, os três acabam envolvidos em uma série de aventuras que mistura fantasia, humor e sátira.

📍 Local: Cinemateca Capitólio – Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico, Porto Alegre



DOMINGO (27/09, 10h15)

Roma

Itália e França, 1972, 128min

Direção: Federico Fellini

Roteiro: Federico Fellini, Bernardino Zapponi

Elenco: Peter Gonzales Falcon, Fiona Florence, Britta Barnes, Pia De Doses, Marne Maitland, Renato Giovannoli, Elisa Mainardi, Stefano Mayore, Galliano Sbarra, Anna Magnani, Ginette Marcelle Bron, Gore Vidal

Sinopse: A partir de lembranças de sua juventude e de cenas ambientadas na Roma contemporânea, Federico Fellini constrói um retrato fragmentado da cidade onde viveu desde os 17 anos. Entre ruas, bairros, festas, manifestações, igrejas e outros espaços da cidade, personagens de diferentes origens compõem um mosaico da vida romana.

📍 Local: Cinemateca Paulo Amorim, Sala Eduardo Hirtz – Casa de Cultura Mário Quintana – Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre.


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quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Cine Dicas: Estreias do Final de Semana (24/09/26)

 CORAÇÃO SELVAGEM

Sinopse: Um ex-soldado ferido e seu cão de guerra aposentado lutam para sobreviver na região do Alasca e encontrar o caminho de volta para casa após um acidente.


PRECISAMOS FALAR

Sinopse: Após um ataque brutal cometido por seus filhos adolescentes contra uma mulher em situação de rua, dois casais veem suas vidas desmoronarem.


MARIDO DE ALUGUEL

Sinopse: Alice (Mariana Xavier) está falida, endividada e sem condições de manter a casa em pé. Sem grana e sem sossego, ela já tinha perdido as esperanças, até que Vadeco (Maurício Manfrini) aparece: um marido de aluguel de boa lábia, jeito excêntrico e solução pra (quase) tudo, por um preço camarada.


APAYA

Sinopse: Apaixonada pela ideia de voar, uma pequena semente de mamão precisa continuar se movendo para evitar enraizar-se. Perseverante, ela descobre o poder de suas raízes, que conectam a vida por caminhos profundos e misteriosos, e desencadeia uma grande revolução, transformando seu ambiente e realizando seu sonho da forma mais inusitada.


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