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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Cine Dica: Em Cartaz: Documentários

Sala Redenção – Cinema Universitário, em parceria com Sesc/RS, apresenta quatro documentários, de diferentes partes do mundo, realizados entre 2010 e 2015. Últimas Conversas (2015), derradeiro longa de Eduardo Coutinho abre a programação. Neste último filme, o diretor se debruça sobre o universo de jovens entre 16 3 18 anos do ensino médio de escolas públicas do Rio de janeiro. Em função da trágica morte do realizador, o filme acabou sendo finalizado por dois de seus grandes colaboradores: João Moreira Salles e Jordana Berg. Também presente na programação, o média-metragem Jornada ao Oeste (2014), direção de Tsai Ming-liang, é mais um capítulo de uma série que o diretor realiza desde 2012, apresentando a performance de um monge tailandês que caminha pelas ruas de cidades movimentadas. Neste filme a cidade escolhida e Marseille, na França. Uma performance art sobre o encontro e o movimento de duas culturas com velocidades diferentes. Dois outros importantes documentários estão presentes na programação.
A caverna dos Sonhos esquecidos (2010) do realizador alemão Werner Herzog, e Nostalgia da Luz (2010) do diretor chileno Patrício Guzmán. O filme de Werzog nos brinda com a possibilidade de conhecer a caverna de Chauvet, descoberta em 1994 no sul da França, que esconde no seu interior um verdadeiro tesouro arqueológico quase intocado. Poucos pesquisadores têm permissão para visitar a caverna, algo que Herzog e sua equipe conseguiram. Impossível ficar indiferente à beleza dos desenhos e formas geológicas de mundo à parte e de um ambiente praticamente intocável por milhares de anos. Uma pena não ser possível a versão em 3D que, nesse caso, se justifica pela sensação dada ao espectador de participar ativamente da visita à caverna.
Nostalgia da luz fecha a programação. Neste filme, o realizador Patrício Gusman, importante diretor de vários documentários sobre a situação política do Chile (entre eles a trilogia A Batalha do Chile), vai até o deserto de Atacama para de lá desenterrar mais uma parte da história escondida da ditadura de Pinochet.
Tânia Cardoso de Cardoso
Coordenadora e curadora Sala Redenção – Cinema Universitário

O Quê: Em cartaz: Documentários
Quando: 01 a 13 de setembro
Onde: Sala Redenção – Cinema Universitário (Rua Eng. Luiz Englert, s/n., Campus Central UFRGS
Quanto: Entrada Franca
  
Últimas Conversas (Brasil, 2015, 87 min) Dir. Eduardo Coutinho

01 de setembro- quinta-feira - 16h
06 de setembro- terça-feira - 19h
08 de setembro- quinta-feira – 16h
13 de setembro- terça-feira - 19h

Entrevistas com estudantes do ensino médio público do Rio de Janeiro, com perguntas sobre suas vidas e expectativas para o futuro.

Jornada ao Oeste (Xi You, França/Taiwan, 2014, 56 min) Dir. Ming-liang Tsai   
01 de setembro- quinta-feira – 19h
02 de setembro- sexta-feira – 16h
08 de setembro- quinta-feira – 19h
09 de setembro- sexta-feira – 16h

Um monge vestido de vermelho caminha lentamente pelas ruas e praças de uma cidade.

Nostalgia da Luz (Nostalgia de la Luz, França/Chile/Alemanha/Espanha/Estados Unidos, 2010, 90 min) Dir. Patricio Guzmán

02 de setembro- sexta-feira – 19h
05 de setembro- segunda-feira – 16h
09 de setembro- sexta-feira – 19h
12 de setembro- segunda-feira – 16h

No deserto do Atacama, astrônomos de todo mundo observam as estrelas enquanto mulheres procuram seus parentes, desaparecidos na ditadura chilena.
 A Caverna dos Sonhos Esquecidos (Cave of Forgotten Dreams, Canadá/Estados Unidos/França/Alemanha/Reino Unido, 2010, 90 min) Dir. Werner Herzog
 
05 de setembro- segunda-feira – 19h
06 de setembro- terça-feira – 16h
12 de setembro- segunda-feira – 19h
13 de setembro- terça-feira – 16h
   
Filmagens do interior da caverna Chauvet, no sul da França, onde, em 1994, foram encontrados centenas de desenhos rupestres, datados de cerca de trinta mil anos atrás.
                                     
Após a sessão do dia 05 de Setembro, segunda-feira, às 19h, debate com Luis Edegar, professor de História da Arte do Instituto de Artes da UFRGS.

 
Tânia Cardoso de Cardoso
Departamento de Difusão Cultural
Coordenadora e curadora da Sala Redenção - Cinema Universitário
tania.cardoso@difusaocultural.ufrgs.br

www.difusaocultural.ufrgs.br
www.salaredencao.com

(51) 3308-3933

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Cine Dica: Em Cartaz: A MORTE DE J.P. CUENCA



Sinopse: Baseado em fatos reais, o filme narra o suspense envolvendo um escritor e um anônimo que se utiliza do nome e da identidade do autor para morrer. Se passando em 2008 no Rio de Janeiro durante um período de reformas urbanas, acompanhamos a investigação desse duplo anônimo que foi encontrado morto em um edifício ocupado no centro da cidade.

O subgênero ficção/documentário tem criado força no cinema nacional, onde criatividade e realismo se unem para se criar algo genuinamente tentador. Filmes como Castanha e Branco Sai, Preto Fica são exemplos onde a ficção é apenas o estopim, mas o realismo e a naturalidade de seus protagonistas é que moldam as obras como um todo.  A Morte de J.P Cuenca é o mais novo exemplo dessa leva, onde um simples caso de policia gera inúmeras interpretações e criando uma ficção onde tudo pode acontecer.
Dirigido pelo estreante João Paulo Cuenca, acompanhamos a história dele mesmo, onde ele procura pistas de uma pessoa que morreu, mas que utilizava documentação e seu próprio nome. Durante a sua cruzada, acontecem as reformas das quais o RJ passou a partir de 2008, como se as pistas ficassem em meio ao entulho e escondesse a verdade. A verdade, aliás, talvez nunca seja algo realmente esclarecedor para o protagonista.
Escritor na época, João Paulo Cuenca decidiu escrever um livro sobre o caso que até hoje não encontra uma solução definitiva. Estreando como cineasta, se percebe que possui uma mão até firme na direção, principalmente em momentos dos quais exigem que a trama faça nos convencer a querer embarcar nessa curiosa situação da qual ele se envolveu. O primeiro ato é movido por um humor negro ácido, onde o protagonista ri da própria situação da qual se encontra e fazendo com que compremos a idéia.
Com um elenco em parte formado por não atores, a investigação se torna uma espécie de documentário, principalmente no segundo ato, onde o protagonista entrevista figuras das quais tinha certa ligação com o homem morto. É um dos melhores momentos da obra, pois nas entrevistas as pessoas se apresentam na frente da câmera de uma forma natural e chegando a ser tão carismáticos quanto aquele que surge na frente da tela interpretando. Das poucas pessoas que surgem na tela que, estão realmente interpretando personagens, uma é vivida pela atriz Ana Claudia Cavalcanti, cuja sua entrada na trama faz com que o filme se envereda para momentos sombrios e de pouca explicação sobre o que acontece em cena.
O ato final é movido pelo personagem de Ana, onde há poucas palavras, mas muita atuação em cena. João Paulo Cuenca acaba então absorvido nesse mundo estranho, do qual faz com que se torne objeto das intenções pessoas e inconclusivas da personagem feminina: a cena de sexo entre ambos com certeza gera um contraste se comparado ao lado mais bem humorado apresentado no início da trama.
Com um final que gera mais duvidas do que respostas, A Morte de J.P Cuenca é um filme sobre começos e fins, sobre a perda da identidade e na tentativa de buscá-la em meio a um mundo cheio de mudanças desenfreadas das quais a sociedade como um todo ainda não percebeu ainda. 


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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Cine Dica: Em Cartaz: ÁGUAS RASAS



Sinopse:Nancy (Blake Lively) é uma jovem médica que está tendo de lidar com a recente perda da mãe. Seguindo uma dica sua, ela vai surfar em uma paradisíaca praia isolada, onde acaba sendo atacada por um enorme tubarão. Desesperada e ferida, ela consegue se proteger temporariamente em um recife de corais, mas precisa encontrar logo uma maneira de sair da água.

O clássico Tubarão de 1975, mexeu tanto com os alicerces do cinema americano naquele tempo, que não demorou muito para que houvesse continuações e imitações uma pior do que a outra ao longo dos anos. Nos anos 90 e 2000 não foi muito diferente e tivemos inúmeras outras pérolas bem beirando ao trash, como no caso do inacreditável Tornado de Tubarões. Quando parecia que o subgênero cairia no esquecimento ou no ridículo total, eis que surge Águas Rasas, um pequeno, mas eficiente filme de suspense.
Dirigido pelo espanhol Jaume Collet-Serra (A Órfã) acompanhamos a viagem de Nancy (Blake Lively) para uma praia paradisíaca onde sua mãe já falecida esteve lá um dia. Ao chegar ao local, ela começa a curtir as ondas perigosas que o mar lhe trás. Porém, um tubarão branco começa a transformar o dia da garota num verdadeiro inferno e faz com que ela fique ilhada numa pedra e distante da beira da praia.
É basicamente isso o filme, onde tudo se concentra na presença de sua protagonista e as suas motivações que a levam aquele lugar para tirar umas férias e que acaba dando tudo errado. Talvez alguns até se incomodem do pequeno drama inserido na trama, por exemplo, de ela ter perdido a mãe na luta contra o câncer e que pode soar um tanto que artificial demais em alguns momentos. Porém, isso serve para humanizar e simpatizarmos com a personagem, pois só colocá-la na água e encarar a fera, talvez isso não fosse o suficiente para torcemos por ela em sobreviver até o final.
O genial do filme está na construção do cenário de terror que irá dominar aquele paraíso. Gradualmente a personagem se dá conta que não está sozinha num momento de calmaria e é ai que ela precisa agir para sobreviver. Com a perna mordida, e poucos recursos de sobrevivência, Nancy usa os conhecimentos que possui para agir contra o tempo, pois por alguma razão (magia de cinema?) o tubarão jamais sai de perto onde ela se encontra. Tem se então um verdadeiro cruzamento entre 127 horas com Tubarão e dessa mistura se cria um verdadeiro duelo de ser humano contra a natureza implacável.
O cineasta foi também habilidoso nas montagens de cena, onde em um único momento presenciamos três quadros em um, para assim então termos uma total plenitude do ponto dos acontecimentos. O ápice desses momentos é quando a protagonista calcula com o seu relógio  a aproximação e afastamento do tubarão enquanto ela encontra uma maneira de obter recursos para sobreviver, desde em pegar um pedaço de prancha, como também uma câmera digital boiando na água. São momentos como esse em que a montagem e ângulos fora do padrão que fazem do filme tão envolvente.
O filme somente peca um pouco em seu ato final, onde a protagonista fará de tudo para sobreviver, nem que para isso quebre certas leis da realidade do lado de cá. Claro que estamos falando de um filme de suspense com umas pitadas de ação, mas ao mesmo tempo sempre exigimos certo grau de verossimilhança nas cenas apresentadas de determinados filmes. Os minutos finais só não são ruins, pois existem coisas piores no mundo cinematográfico, como os finais medonhos das continuações de Tubarão que ganham de disparado em termos de ruindade. 
Apesar dos pesares, Águas rasas é eficiente em entreter e fazer com que pulemos das cadeiras em momentos chaves. Um exemplo de pequeno filme, mas que tem muito a oferecer em pouco mais de uma hora de sessão.  



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Cine Dica: "Aquarius", de Kleber Mendonça Filho, no CineBancários

O CineBancários exibirá um dos filmes brasileiros mais aguardados do ano. “Aquarius”, do premiado diretor Kleber Mendonça Filho, estreia no dia 1º de setembro. O longa-metragem ficará em cartaz nas três sessões diárias (15h, 17h30 e 20h).
“Aquarius” foi ovacionado na sua primeira exibição no Brasil e concorreu à Palma de Ouro do 69º Festival de Cinema de Cannes, um dos prêmios mais cobiçados do circuito de cinema. O filme ganhou grande repercurssão no festival de cinema francês e no mundo quando os atores e o diretor da obra realizaram um protesto, durante a sessão de gala, contra o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, chamando a atenção da mídia internacional para a situação política do Brasil.
 Os ingressos podem ser adquiridos no local a R$10,00. Estudantes, idosos, pessoas com deficiência, bancários sindicalizados e jornalistas sindicalizados pagam R$5,00. Aceitamos os cartões Vale Cultura do Banrisul, Banricompras, Visa e Mastercard.
 
AQUARIUS
Clara (interpretada por Sonia Braga) mora de frente para o mar no Aquarius, último prédio de estilo antigo da Av. Boa Viagem, no Recife. Jornalista aposentada e escritora, viúva com três filhos adultos e dona de um aconchegante apartamento repleto de discos e livros, ela irá enfrentar as investidas de uma construtora que tem outros planos para aquele terreno: demolir o Aquarius e dar lugar a um novo empreendimento.
"Aquarius" teve sua estreia mundial na França, como parte da seleção oficial competitiva do Festival de Cannes e ganhou o prêmio de melhor filme no Festival de Cinema de Sydney. O longa também participou do Festival de Karlovy Vary, na República Tcheca, do Festival Internacional de Cinema da Nova Zelândia, do Festival Internacional de Cinema de Melbourne; do Festival de Sarajevo, na Bósnia, e acaba de ser selecionado para o Festival de Cinema de Nova York.
Em Cannes, "Aquarius" ficou também marcado pelo protesto contra o impeachment de Dilma Rousseff que o diretor e o elenco fizeram no tapete vermelho. "Um golpe ocorreu no Brasil", "Resistiremos" e "Brasil não é mais uma democracia" eram alguns dos cartazes que o cineasta e sua equipe seguravam no tapete vermelho, antes de voltar a se manifestar ao grito "Fora!" na sala do Grande Teatro Lumiere, minutos antes da projeção.
 Além disso, o filme agradou a crítica, tendo sido aplaudido por vários minutos após o fim da sessão. O jornal britânico "Daily Telegraph" deu o seguinte título à resenha: "'Aquarius' vai fazer você querer morar no Brasil". Ainda no festival francês, a atuação de Sonia Braga no papel de uma mulher que se recusa a deixar de viver do modo como deseja, recebeu muitos elogios.



"'Aquarius' é uma meditação perspicaz sobre a transitoriedade desnecessária de um local e como o espaço físico suprime nossa identidade"
Jay Weissberg, da revista "Variety"

"O filme não termina da maneira esperada e talvez nem termine de fato. É um retrato de densa observação e o retrato soberbamente interpretado de uma mulher de uma certa idade."
Peter Bradshaw, do The Guardian

"Braga foi uma escolha perfeita para interpretar alguém presa ao passado (especialmente a uma coleção de LP de hits da músicas brasileiras e internacionais) e a um desejo de se manter corporalmente ativa"
Jordan Mintzer, do Hollywood Reporter
 
 
KLEBER MENDONÇA FILHO
Kleber Mendonça Filho nasceu no Recife, em 1968. Formado em jornalismo pela UniversidadeFederal de Pernambuco, tem um trabalho abrangente como crítico e responsável pelo setor de cinema da Fundação Joaquim Nabuco já há 18 anos. Escreveu para o Jornal do Commercio, no Recife, seu site CinemaScópio, Revistas Continente, Cinética e o jornal Folha de S. Paulo. É também diretor artístico do Janela Internacional de Cinema do Recife, que terá sua 9ª edição em novembro 2016. Como realizador, migrou do vídeo nos anos 90, quando experimentou com ficção, documentário e videoclipes para o digital e o 35mm na década de 2000, seus filmes receberam mais de 120 prêmios no Brasil e no exterior. Sua primeira experiência no longa metragem é o documentário Crítico (2008), realizado ao longo de nove anos. O Som ao Redor (2012) foi seu primeiro longa-metragem de ficção, exibido em mais de 100 festivais internacionais, lançado comercialmente em 14 países, o filme foi o representante brasileiro no Oscar 2014 e considerado “Um dos 10 Melhores Filmes do ano” pelo jornal The New York Times.

SONIA BRAGA
 A atriz Sonia Braga é um ícone do Cinema. Teve seu primeiro sucesso internacional com Dona Flor e Seus Dois Maridos (Bruno Barreto, 1976), que vendeu mais de 11 milhões de ingressos no país, um recorde histórico. Sucessos equivalentes na televisão com as novelas Gabriela (1975) e Dancing’ Days (1978) confirmaram sua popularidade fenomenal, seguida de outros sucessos de bilheteria com seu nome no topo das marquises dos cinemas em A Dama do Lotação (Neville D’Almeida, 1978) e Eu Te Amo (Arnaldo Jabor, 1981). Teve participação marcante no vencedor do Oscar O Beijo da Mulher Aranha (Hector Babenco, 1984) e participou de filmes em Hollywood como Luar Sobre Parador (Paul Mazursky, 1988) e Rebelião em Milagro (Robert Redford, 1988). Sonia Braga foi indicada para três Globos de Ouro e um prêmio Emmy. Seus trabalhos mais recentes na televisão incluem Alias, American Family e a série da Netflix Luke Cage.

FICHA TÉCNICA
AQUARIUS
2016 / Brasil – França / Ficção / 141 minutos
Diretor e roteirista: Kleber Mendonça Filho
Elenco: Sonia Braga, Humberto Carrão, Maeve Jinkings,
Irandhir Santos e Carla Ribas
Produtora: Emile Lesclaux
Produtores: Said Ben Said e Michel Merkt
Coprodutor: Walter Sales
Produtor Associado: Carlos Diegues
Produtora Executiva: Dora Amorin
Direção de Fotografia: Pedro Soteiro e Fabricio Tadeu
Direção de Arte: Juliano Dornelles e Thales Junqueira
Edição: Eduardo Serrano
Edição e Mixagem: Ricardo Cutz
Som Direto: Nicolas Hallet
1º Assistente de Direção: Milena Times
Produtores Executivos: Tiago Melo e Kika Latache
Casting: Marcelo Caetano
Preparação de Elenco: Amanda Gabriel e Leonardo Lacca
Maquiagem: Tayce Vale
Figurino: Rita Azevedo

GRADE DE HORÁRIOS
30 de agosto (terça-feira)
15h – A Morte de J.P. Cuenca, de João Paulo Cuenca
17h - São Paulo em Hi-Fi, de Lufe Steffen
19h - A Morte de J.P. Cuenca, de João Paulo Cuenca

31 de agosto (quarta-feira)
15h – A Morte de J.P. Cuenca, de João Paulo Cuenca
17h - São Paulo em Hi-Fi, de Lufe Steffen
19h - A Morte de J.P. Cuenca, de João Paulo Cuenca

1º de setembro (quinta-feira)
15h – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho
17h30 – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho
20h – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho

2 de setembro (sexta-feira)
15h – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho
17h30 – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho
20h – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho

3 de setembro (sábado)
15h – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho
17h30 – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho
20h – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho

4 de setembro (domingo)
15h – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho
17h30 – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho
20h – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho

6 de setembro (terça-feira)
15h – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho
17h30 – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho
20h – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho

7 de setembro (quarta-feira)
15h – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho
17h30 – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho
20h – Aquarius, de Kleber Mendonça Filho