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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Cine Especial: O Cinema Surrealista de Luis Buñuel: Parte 4

 No dia 30 e 1º de Julho, estarei participando do curso O Cinema Surrealista de Luis Buñuel, criado pelo CENA UM e ministrado pelo critico e escritor Mário Alves Coutinho. E enquanto os dois dias não vêm, por aqui, estarei escrevendo um pouco sobre o que eu sei, desse corajoso cineasta, que batia de frente com a igreja católica e que se dizia ateu "graças a Deus".    

O Discreto Charme da Burguesia
  
Sinopse: Um jogo surrealista e cheio de arte. Seis pessoas de classe média se reúnem para jantar, mas são constantemente interrompidos, devido a estranhos acontecimentos. Mistura de situações reais da história com os sonhos e devaneios dos personagens, o filme se passa apenas durante uma tarde e é uma crítica feroz e feita com bastante humoràs situações e a hipocrisia da vida social burguesa, dirigido pelo mestre Luis Buñuel, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 1972

Buñuel brinca de sonhos dentro de sonhos no mundo da alta burguesia. O Discreto Charme da Burguesia é uma sátira surrealista do cineasta, construída sobre uma narrativa, que mistura as situações reais da história com os sonhos e devaneios dos personagens.  Uma crítica à classe privilegiada, satirizando as situações e a hipocrisia nos encontros sociais da burguesia. Vale nota os momentos em que o espectador é enganado em determinadas situações, que tudo não passava de um sonho, ou então quando um determinado personagem estava sonhando dentro de outro sonho de outra pessoa. Buñuel sem duvida foi um gênio que aqui soube criar humor, critica e surrealismo na medida certa.
  
Curiosidade: Prêmios: Academia de Hollywood - Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira.

O Fantasma da Liberdade

Sinopse: O filme critica padrões da sociedade através de uma série de situações surreais, como o homem que mostra fotos "pornográficas"' para duas crianças; o atirador que mata as pessoas do topo de um prédio; a falta de educação à mesa, os monges e sua sexualidade; e assim por diante.

Foi mais uma parceria de Buñuel com o roteirista Jean Claude Carriére. Trama surreal e livre, uma sátira onírica e nonsense na qual o diretor apela para a total inversão dos valores no ataque á religião, á pátria e a família. Com doses de humor negro e violência na medida certa.     

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Cine Dicas: Estréias no final de semana (22/06/12)



Chegamos a um final de semana, no qual estarei envolvido até o pescoço em atividades. Para começar, estarei no evento Multiverso da Comic Com, aqui na capital gaucha. Pela primeira vez na vida, estarei num lugar onde se encontrará em abundancia, a  minha segunda maior paixão, que é HQ, além de o evento trazer noticia com relacionada a filmes como O Espetacular Homem Aranha e o tão aguardado Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge. Se o evento não me prender muito por lá (por ser contagiante), estarei na P.F Gastal (Usina do Gasometro), para o lançamento da revista eletrônica de cinema Aurora e para desfrutar de uma sessão (com debate) do filme  Senhorita Oyu (1951).
Fora isso tudo, tentarei ver algumas das estréias abaixo, que chegam agora nas nossas salas. Para todos um ótimo final de semana e curtam ao máximo.    

 SOMBRAS DA NOITE

Sinopse: Adaptação do seriado norte-americano exibido entre 1966 e 1971, o filme traz Depp no papel de Barnabás, um playboy amaldiçoado e transformado em vampiro pela bruxa Angelique (Eva Green). O crime? ter machucado seu coração ao se apaixonar por outra. Enterrado vivo, Barnabás é resgatado 200 anos depois. Na nova realidade, ele conhece os membros remanescentes de sua família.


E ai, já comeu?

Sinopse: A trama acompanha três amigos de infância que tentam entender o papel do homem diante da nova mulher, cada um em um momento diferente da vida.
Fernando (Mazzeo) acaba de se divorciar e conhece uma adolescente linda, que foge clichê da ninfeta ingênua. Honório (Palmeira) é jornalista, um esquerdista à moda antiga, que suspeita que está sendo traído pela esposa. Já Fonsinho (Emilio) é um escritor e conquistador de mulheres, que nunca se casou nem conseguiu terminar um livro.

Americano

Sinopse: Martin vive em Paris com sua esposa, até que sua mãe morre na Califórnia e Martin precisa voltar à cidade de sua infância para lidar com as formalidades que envolvem sua herança. Em Los Angeles, ele é recebido por Linda, uma amiga da família que se oferece para ajudá-lo nesse momento de dificuldade. Ela o leva até o apartamento da mãe dele, numa região que ele conhecia bem quando moravam juntos. Imagens de sua infância ressurgem e perturbam. 

Hasta lá vista

Sinopse: Três jovens de vinte anos apaixonados por vinho, virgens e com os hormônios à flor da pele resolvem viajar para a espanha com a desculpa de conhecer a vinícolas, mas com outro objetivo principal: perder a virgindade.


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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Cine Especial: Historia do Cinema Brasileiro: EXTRA



Por falta de tempo, acabei não me lembrando de fazer uma matéria especial, sobre os 115 anos do cinema brasileiro, que foram completados neste mês de Junho. Mas por coincidência (ou não), a data consistiu com a minha participação, no curso sobre o cinema Brasileiro criado pelo CENA UM. Para aqueles que me acompanham por aqui, sabem muito bem que antes de participar de uma dessas atividades, sempre faço matérias especiais com relação ao assunto, e com esse não foi diferente.
Com relação ao curso, o jornalista Franthiesco Ballerini nos colocou numa viagem de altos e baixos sobre o nosso cinema, com uma analise profunda e critica, desde as raízes do nosso cinema mudo, até ao nosso cinema contemporâneo. Abaixo, segue todos os posts do especial que eu escrevi(antes do curso), mais uma analise pessoal que eu fiz sobre o cinema brasileiro atual. 



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Cine Especial: O Cinema Surrealista de Luis Buñuel: Parte 3


No dia 30 e 1º de Julho, estarei participando do curso O Cinema Surrealista de Luis Buñuel, criado pelo CENA UM e ministrado pelo critico e escritor Mário Alves Coutinho. E enquanto os dois dias não vêm, por aqui, estarei escrevendo um pouco sobre o que eu sei, desse corajoso cineasta, que batia de frente com a igreja católica e que se dizia ateu "graças a Deus".    

OS ESQUECIDOS

Sinopse: Retrata o cotidiano de um grupo de jovens delinqüentes, entre eles Jaibo, recém fugido do reformatório, e Pedro, um garoto rejeitado pela mãe que acaba se envolvendo em um assassinato.

Luis Buñuel cria aqui o verdadeiro retrato das classes pobres esquecidas pela civilização. Após a fase francesa (Cão Andaluz e A Era do Ouro) o diretor embarcou na sua melhor forma na sua fase mexicana. O diretor aqui cria um verdadeiro retrato de um mundo marginalizado e sem esperanças para um grupo de crianças que fazem de todo o possível para sobreviver nem que para isso custem suas vidas. Misturando momentos de realismo com surrealismo, o diretor da um verdadeiro soco no estomago para aqueles que esperam um final mais reconfortante.

Curiosidade: Os Esquecidos recebeu uma indicação ao BAFTA de melhor filme e deu a Buñuel o prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes, em 1951.


O ALUCINADO

Sinopse:Francisco mantém uma imagem de homem tranqüilo, conservador e religioso. Durante uma missa, conhece Glória, noiva de um amigo. Em pouco tempo, consegue separá-los e casar-se com a jovem. Depois do casamento, passa a ser um homem paranóico, ciumento e atormentado. Fascinante drama psicológico marcado por crítica feroz à burguesia e ao clericalismo.

Um retrato sobre os princípios rígidos, que podem levar um homem a loucura. Na sua fase no México, Buñuel sempre continuou firme e forte com seu lado autoral próprio e aqui neste filme não é diferente. O personagem Francisco, interpretado pelo inesquecível  Arturo de Córdova, nada mais é do que um homem preso pelos princípios do certo e errado, criados pela igreja, (ou seja, alfinetada do diretor perante a religião católica novamente) e com isso, começa a ter inúmeras paranóias com relação a sua esposa o que desencadeia inúmeros momentos de pura tensão (como da catedral por exemplo). Final pessimista, mas que da a que pensar.


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Cine Especial: A nova Hollywood: Parte 12


UM ESTRANHO NO NINHO

Sinopse: Randle Patrick McMurphy (Jack Nicholson), um prisioneiro, simula estar insano para não trabalhar e vai para uma instituição para doentes mentais, onde estimula os internos a se revoltarem contra as rígidas normas impostas pela enfermeira-chefe Ratched (Louise Fletcher). Mas ele não tem idéia do preço que irá pagar por desafiar uma clínica "especializada".
  
Parábola ao mesmo tempo divertida e apavorante sobre as engrenagens de poder e marginalização, aliado a interpretações brilhantes de Jack Nicholson e Louise Flethcer nos papeis principais e direção perfeita de Milos Ferman, que só retornaria a fazer um feito parecido em Amadeus. O filme também marcaria o primeiro sucesso da carreira de Michael Douglas (que na época era mais conhecido como filho do lendário Kirk Douglas), sendo que aqui, estréia no cinema como produtor de produção. Assistindo atualmente, é de se espantar como o filme não envelheceu nenhum pouquinho, onde nem mesmo a estética e estilo dos anos 70 é muito sentida, fazendo parecer com que o filme tivesse sido feito nos dias de hoje. Se por um lado é dispensável dizer que Jack Nicholson está espetacular em seu papel, é preciso indispensavelmente lembrar sobre a assustadora atuação de Louise Flethcer, que muitos cinéfilos consideram a sua personagem (a enfermeira-chefe Ratched) como uma das melhores vilãs da historia do cinema, mas que infelizmente, a atriz jamais faria outro desempenho tão memorável como esse.
Estranho no Ninho também pertence a pequena lista (completada com Aconteceu Naquela Noite e Os Silencio dos Inocentes), de ter conseguido os cinco principais Oscars (melhor filme, diretor, roteiro, ator e atriz).
  
Curiosidade: Existem rumores de que Jack Nicholson sumiu dois meses antes do início das filmagens e só foi encontrado quando o elenco chegou ao hospital psiquiátrico onde o filme seria rodado. O ator se internou como se fosse um paciente com o intuito de se preparar para o personagem.

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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Cine Especial: O Cinema Surrealista de Luis Buñuel: Parte 2

No dia 30 e 1º de Julho, estarei participando do curso O Cinema Surrealista de Luis Buñuel, criado pelo CENA UM e ministrado pelo critico e escritor Mário Alves Coutinho. E enquanto os dois dias não vêm, por aqui, estarei escrevendo um pouco sobre o que eu sei, desse corajoso cineasta, que batia de frente com a igreja católica e que se dizia ateu "graças a Deus".    


VIRIDIANA

Sinopse: Pouco antes de ser ordenada freira, Viridiana faz uma visita ao seu solitário tio, que está à beira da morte. O homem, pervertido e obcecado pela sua beleza, tenta seduzi-la de todas as formas, antes de morrer repentinamente. Com a sua morte, acaba desistindo de ser freira, passando a morar na casa deixada pelo tio. Decide transformá-la em um albergue, movida pelo seu sentimento cristão de piedade e solidariedade, mas os mendigos que lá abriga, acabam lhe mostrando as verdadeiras facetas dos seres humanos.

Sempre dizendo que era ateu “graças a Deus" Buñuel não poupou em nada em escandalizar com esse filme na época. No governo Franco na Espanha, o filme foi proibido por vários anos, sendo somente exibido em 1977, dois anos após a morte de Franco. No geral, é um filme sobre a quebra de valores perante as tentativas frustradas, na ajuda ao próximo, que aqui na visão do diretor, não rende exatamente frutos, principalmente se seguindo as leis de Deus.
Apesar de tudo, a polêmica não foi o suficiente para o filme deixar de ser um grande sucesso de critica na época e ganhar a Palma de Ouro em Cannes naquele período. Destaco a ótimo desempenho de Silvia Pinal como Viridiana.


O Anjo Exterminador

Sinopse: Depois de uma festa, os convidados simplesmente não conseguem deixar o local, sem que haja uma explicação racional para isso. Conforme o tempo passa, as máscaras dos antes bem relacionados começam a cair e revelar suas verdadeiras e mais profundas facetas. 

Uma das mais estranhas e enigmáticas produções de todos os tempos. Difícil dizer qual a maior obra prima de Buñuel, mas se eu escolhesse uma, seria essa produção de 1962. O diretor cria um retrato da desagregação da alta classe por meio de uma simples situação: Os protagonistas simplesmente não saem do lugar e não sabem por quê. Ao longo do tempo, o filme se divide entre os motivos que levam essas pessoas a não saírem do lugar e ao mesmo tempo, as vemos chegando à beira da loucura. Anos se passam e inúmeras pessoas buscam símbolos e teorias escondidas neste enigmático filme.


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Cine Dica: Em Cartaz: PROMETHEUS



Eram os deuses os astronautas?

Sinopse: O filme une uma equipe de cientistas e exploradores em uma jornada que testará os limites físicos e mentais colocando-os em um mundo distante onde eles descobrirão as respostas para nossos dilemas mais profundos e para o grande mistério da vida.

Se atualmente não se consegue mais criar tramas originais no cinema, então não custa retornar ao passado e ver se ainda há algo para ser explorado. Quando foi anunciado que Ridley Scott retornaria ao universo Alien, muitos acreditaram que seria uma continuação ou até mesmo um reboot do primeiro filme. Nenhum dos dois, pois Prometheus está mais para um prequel e para a surpresa de todos, Scott cria uma historia, a partir de algo que ficou no ar no primeiro filme. Pois até hoje, muitos se perguntam o que era aquele alienígena fossilizado numa cadeira, dentro daquela nave espacial?
Com esse ponto de interrogação, o clássico Alien que todos nos conhecemos, fica de lado na trama, para então o diretor explorar as origens daquele alienígena abandonado. E para a surpresa de todos, o cineasta usa isso como desculpa, para explorar as possíveis origens da humanidade, que podem ter sido criadas a partir do envolvimento de seres alienígenas (denominados aqui como  os engenheiros). Os primeiros minutos do filme são de um espetáculo aparte, pois graças a imagens panorâmicas da natureza e auxiliada com indispensável 3D, que nos faz entrar na seqüência, o cineasta escancara uma pequena homenagem ao clássico 2001: Uma Odisséia no Espaço, que embora curta, se assemelha com a idéia central do clássico filme de Kubrick: Seriam as nossas origens vindas de outro planeta?
Estabelecido o tema central, a trama nos apresenta o grupo de personagens, cuja missão é encontrar respostas para essa pergunta. Liderados pelo casal  Elizabeth Shaw (Rapace) e Charlie Holloway (Marshall-Green), a trupe vai para o planeta, onde lá, a trama se encarregara de criar o cenário, onde anos mais tarde, será encontrado pela nave Nostromo em Alien: O 8º Passageiro. Adianto que boa parte desse grupo de personagens apresentados aqui é dispensável, sendo que nenhum deles consegue fazer com que nos sintamos algum apego.  Portanto, quando as mortes começam a acontecer, elas simplesmente acontecem e não sentimos falta de nenhum deles, sendo diferente do que nos sentíamos, com relação aos personagens do clássico de 79. Felizmente, pelo menos três personagens se sobressaem, ao começar por Elizabeth, que embora não possua mesma força e autoridade de nossa velha amiga Ripley, nos simpatizamos com sua força de vontade, em sua busca por respostas, mesmo que algumas delas possam mudar as suas crenças, pois a personagem se mostra uma católica fervorosa, mesmo sendo uma cientista. Só mesmo uma boa atriz para convencer nessa mistura e Naomi Rapace (Os Homens que não Amavam as Mulheres) cumpre essa missão, que embora ainda não seja seu papel definitivo em território americano, ela consegue passar toda a dor que a personagem passa em sua jornada para o desconhecido, com o direito a uma seqüência arrepiante de uma cirurgia em que ela é submetida. Charlize Theron, por sua vez, cria uma curiosa personalidade, onde mistura força e certa dose de loucura disfarçada de sua personagem, em que acabamos não tendo, aparentemente no inicio, uma base de suas intenções. Mas se ficamos em duvida com relação a ela, o que dizer do andróide David, que é magistralmente interpretado por Michael Fassbender? Visto recentemente em Shame, Fassbender novamente constrói um personagem diferente dos seus anteriores, que embora possa lembrar outros andróides dos filmes anteriores da franquia, o seu desempenho faz com que o personagem David fale por si, demonstrando inúmeras camadas de sua personalidade a ser destrinchadas. Visto a primeira vez como um ser fiel as suas tarefas na nave (e um apego incondicional ao filme Laurence da Arábia), gradualmente percebemos que o personagem tem outros planos dentro da missão, onde facilmente percebemos suas ações, de acordo com cada mudança de expressão do seu rosto de uma forma eficaz e convincente. Novamente, Fassbender acerta em seu desempenho e mais cedo ou mais tarde terá que ser reconhecido pela academia.    
Mas convenhamos que o que mais chama atenção na trama, sejam mesmo as inúmeras perguntas que surgem no decorrer do filme. E se algumas delas são facilmente respondidas (mesmo que forçadamente), outras novas são levantadas, mas sem se dar o trabalho de alguém responde-las. Seria a intenção de o diretor voltar numa possível seqüência, para então preenche-las? Em termos comerciais do cinema hoje em dia, isso soaria lógico, mas para uma apreciação isolada, Prometheus pode decepcionar alguns, principalmente aqueles que esperavam algo tão bom, quanto o clássico Alien de 79 ou até mesmo sua obra prima Blade Runner.  
E caso não aja seqüência, seria muito cedo dizer se Prometheus irá se sustentar sozinho ao longo do tempo, mas já adianto que está anos luz a frente, em termos de qualidade, se comparado a obras dispensáveis como Alien x Predador. É um filme que você sai do cinema e fica com o filme ainda na cabeça, muito embora sinta um leve gosto que faltou algo na mistura. Seria a intenção de Scott fazer agente voltar à sala e analisarmos de novo? Não sei se funcionara para todos, mas já vale o esforço!

NOTA: Assisti ao filme em 3D e já adianto que a ferramenta aqui funciona como uma beleza (principalmente nos primeiros minutos), algo que não se via desde A Invenção de Hugo Cabret.

Leia também: Quadrilogia Alien: Parte 1 e 2.


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