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Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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sexta-feira, 20 de março de 2026

Cine Especial: Sessão de sábado no Clube de Cinema: "Amadeus" (21/03) na Cinemateca Paulo Amorim


No sábado, dia 21 de março, às 10h da manhã, nos reunimos na sala Eduardo Hirtz da Cinemateca Paulo Amorim para a exibição do clássico Amadeus, de Milos Forman.

Inspirado na peça de Peter Shaffer, o filme toma como ponto de partida a relação entre Wolfgang Amadeus Mozart e o compositor italiano Antonio Salieri, construindo um poderoso drama sobre talento, inveja e reconhecimento. Mais do que uma reconstituição histórica rigorosa, Amadeus se afirma como uma obra de grande força dramática e estética, que utiliza a figura de Mozart para explorar questões universais sobre genialidade e mediocridade.

No sábado, dia 21 de março, às 10h da manhã, nos reunimos na sala Eduardo Hirtz da Cinemateca Paulo Amorim para a exibição do clássico Amadeus, de Milos Forman.

Inspirado na peça de Peter Shaffer, o filme toma como ponto de partida a relação entre Wolfgang Amadeus Mozart e o compositor italiano Antonio Salieri, construindo um poderoso drama sobre talento, inveja e reconhecimento. Mais do que uma reconstituição histórica rigorosa, Amadeus se afirma como uma obra de grande força dramática e estética, que utiliza a figura de Mozart para explorar questões universais sobre genialidade e mediocridade.

Além disso, reforçamos que também já temos uma sessão especial programada para o próximo sábado, dia 28, na Sala Redenção da UFRGS: exibiremos o filme Notas sobre um desterro, documentário brasileiro dirigido por Gustavo Castro. A sessão é aberta e promovida em parceria com a 1º Conferência Internacional Antifascista. Após a exibição do filme, haverá um bate-papo com o diretor e com Ualid Rabah, presidente da Federação Árabe Palestina do Brasil.


Confira os detalhes da sessão:

SESSÃO DE SÁBADO NO CLUBE DE CINEMA

📅 Data: Sábado, 21/03, às 10h da manhã

📍 Local: Cinemateca Paulo Amorim, sala Eduardo Hirtz

Casa de Cultura Mário Quintana – Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre


Amadeus

EUA, 1984, 160 min

Direção: Milos Forman

Roteiro: Peter Shaffer (baseado em sua própria peça)

Elenco: F. Murray Abraham, Tom Hulce, Elizabeth Berridge, Roy Dotrice, Simon Callow, Christine Ebersole, Jeffrey Jones, Charles Kay, Kenny Baker, Lisbeth Bartlett

Sinopse: Internado em um hospício, o compositor Antonio Salieri relembra sua relação com Wolfgang Amadeus Mozart, cuja genialidade ele admira e inveja profundamente. Ao narrar essa história, o filme constrói um retrato intenso sobre ambição, talento e ressentimento.

Sobre o filme: Em muitos casos, grandes talentos nascem e morrem sem ao menos o povo conhecer, mas fica fragmentos de sua pessoa ao longo da história. Por trás de um mito que entrou para história sempre haverá um homem ou mulher por detrás das cortinas. Talentos que lutaram pelo reconhecimento, mas que viveram na sombra de outros.

Grandes talentos que morrem precocemente, mas que entram para o imaginário das pessoas por toda a eternidade. Talentos que nunca são realmente reconhecidos da maneira que mereciam e morrem esquecidos ao longo do tempo. O clássico "Amadeus" (1984) é sobre talento e obsessão, inveja e admiração, culpa e redenção.

Dirigido por Milos Forman, do filme "Um Estranho no Ninho" (1975), o filme conta a história de Salieri (F. Murray Abraham), que após tentar se suicidar  confessa a um padre que foi o responsável pela morte de Mozart (Tom Hulce). Ele relata como conheceu, conviveu e passou a odiar Mozart, que era um jovem irreverente, mas compunha como se sua música tivesse sido abençoada por Deus. As consequências acabam sendo devastadoras.

Confira a minha crítica sobre o clássico já publicada clicando aqui. 


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