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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Cine Curiosidade: O QUE EU AINDA NÃO SABIA DE BERGMAN?


Terminou neste domingo o curso sobre Ingmar Bergman, criado pelo CENA UM e administrado pelo entendedor de Bergman, Jorge Roldán. Primeiramente, devo dizer que o curso (mesmo curto) foi ótimo, pois tocou em assuntos que eu mesmo desconhecia sobre o diretor sueco, como no caso de sua infância difícil e de ele sempre ter tido medo da morte. Esses problemas durante a vida acabou por, não só servir de base para a criação de suas principais obras, como também por exorcizar seus medos pessoais. Com isso, Bergman não deixou que seus problemas internos lhe prejudicassem, e seguiu fazendo obras primas até os seus últimos ano de vida.
De legado, deixou filmes que são maiores que a vida, onde cada um deles, poderia se criar um livro, como no caso das misteriosas cenas de Persona, ou da estranha interligação que ele criou entre Vergonha e Paixão de Ana, onde se podem tirar inúmeras interpretações, e que acabou se tornando um dos principais pontos de interroganção no curso, onde cada um tinha a sua interpretação (em breve, abordarei mais sobre esses dois filmes por aqui). O curso também serviu para realizar um pequeno desejo, (pessoal) de ver na tela grande, o belo rosto de Liv Ullmann o grande xodó de Bergman em seus filmes, que atualmente, é bem difícil imaginar a filmografia dele, sem a presença magnética dessa bela e grande atriz.
 E para terminar, fiquei perplexo sobre o poder que Bergman tinha dentro da TV Sueca, com seus tele filmes e mini series. Eu já tinha visto Retratos de um Casamento e sabia de todas as suas qualidades, mas foi só ver uma única cena do tele-filme criado por ele, A Flauta Mágica, que tive a absoluta certeza, que as limitações impostas pela TV não eram problema para Bergman, para criar um verdadeiro espetáculo de imagem e interpretação. Uma pena que nos não temos um Bergman para injetar um pouco de inteligência nessas novelas da Globo, que são uns verdadeiros nós na vida.
Finalizo dizendo, que espero poder retornar novamente ao universo de Bergman e conhecer as inúmeras camadas desconhecidas, seja da sua vida, seja de suas obras.


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