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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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segunda-feira, 4 de maio de 2026

Cine Dica: Curso - Kleber Mendonça Filho

 INSCRIÇÕES ABERTAS

 Curso

KLEBER MENDONÇA FILHO: UMA ANÁLISE IDEOLÓGICA

de Lucas Vidal

* Datas: 16 e 17 / Maio (sábado e domingo)

* Local: Cinemateca Capitólio (Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro - Porto Alegre - RS)

* Horário: 14h30 às 17h30

Apresentação

Atuando como um filho do seu tempo, Kleber Mendonça Filho faz questão de abordar os acontecimentos da política brasileira a todo momento, através de metáforas, circunstâncias, homenagens e citações. Assim como Jean-Luc Godard, Kleber também tem origem na crítica cinematográfica. E também seguindo os passos do francês, o recifense faz crítica com a câmera, reescrevendo a história de atores e trazendo uma visão própria de clássicos brasileiros.

Objetivos

O curso KLEBER MENDONÇA FILHO: UMA ANÁLISE IDEOLÓGICA, de Lucas Vidal, busca situar o cineasta no contexto histórico do Brasil do século XXI e apresentar toda a riqueza dos filmes do célebre recifense. Será possível relacionar as criações nem tão fictícias assim com a realidade brasileira e também compreender a forma com que o cineasta faz esse trabalho, observando suas escolhas estéticas. Analisaremos de forma detalhada muitas cenas, comparando diálogos com acontecimentos reais e com as influências de Kleber, do faroeste ao terror, passando por filmes marcantes do Brasil. Dizendo muito em cada frame e em cada diálogo, Kleber faz dos seus filmes um grito ideológico. Estudaremos o que ele diz e por que ele diz.

Ministrante: Lucas Vidal

Graduado em Jornalismo pela PUC-RS, com passagem pelo jornal Zero Hora. Já ministrou aulas e conteúdos sobre Ingmar Bergman no curso de Jornalismo da UniRitter. Desenvolveu a monografia "A Representação dos Relacionamentos Amorosos em Godard: Uma Análise de Uma Mulher É Uma Mulher e Acossado", como trabalho de conclusão do curso de Jornalismo.


Informações / Inscrições

https://cinemacineum.blogspot.com/2026/04/kleber-mendonca-filho.html

domingo, 3 de maio de 2026

Cine Dica: Cinema da UFRGS apresenta mostras “Delírias” e “Cinema socioambiental”

Reunindo obras protagonizadas por mulheres, a Sala Redenção apresenta, de 4 a 13 de maio, a mostra “Delírias”. São sete filmes de diferentes gêneros que, em comum, encaram o onírico e o fantasioso como espaços de liberdade feminina.

A programação inicia no próximo dia 4 com dois longas-metragens que tematizam o luto: “Cleo” (2019), produção alemã que acompanha a trajetória de uma jovem marcada pela culpa após a morte do pai; e “Despedida” (2021), fantasia gaúcha protagonizada por uma menina de 11 anos que viaja ao interior do estado para o funeral da avó. Na mesma semana, a Sala Redenção exibe “O céu de Alice” (2020), primeiro longa-metragem da diretora francesa Chloé Mazlo. O filme mistura ficção, stop motion e animação para retratar a relação de Alice, recém-chegada no Líbano vinda da Suíça, e Joseph, um astrofísico excêntrico que tem o sonho de enviar ao espaço o primeiro libanês.

A mostra segue com dois musicais: “Orféa apaixonada” (2022), de Axel Ranisch, que acompanha o romance entre uma aspirante a cantora de ópera e um criminoso surdo; e “Anos dourados” (1986), de Chantal Ackerman, emblemático musical ambientado em um shopping center. “Delírias” encerra com as comédias “Franky Five Star” (2023), da alemã Birgit Möller; e “A bruxa do amor” (2016), da estadunidense Anna Biller.

Todas as sessões têm entrada franca e aberta à comunidade em geral. A Sala Redenção está localizada no campus centro da UFRGS, com acesso mais próximo pela Rua Eng. Luiz Englert, 333.

Confira a programação completa no site oficial da sala clicando aqui.

Sala Redenção estreia mostra “Cinema socioambiental”

Com nove produções brasileiras na programação, como Ilha das Flores (1989), “Xingu” (2011) e “Lixo extraordinário” (2010), a Sala Redenção convida o público a refletir sobre o cenário global de crise climática por meio da mostra “Cinema socioambiental”. A programação, realizada em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis do Rio Grande do Sul (Ibama/RS), acontece de 8 a 22 de maio com entrada franca.

A mostra inicia no dia 8, às 14h, com “Xingu” (2011), longa-metragem de Cao Hamburger que acompanha os irmãos Villas-Bôas na Expedição Roncador-Xingu, na década de 1940. No dia 14, no mesmo horário, “Lixo extraordinário” (2010) documenta o trabalho do artista visual Vik Muniz no Jardim Gramacho (RJ), maior aterro sanitário da América Latina. Ambas as sessões são seguidas de conversa com o setor Educativo do Ibama/RS.

Já no dia 15 de maio, às 14h, são exibidos os curta-metragens “O veneno está na mesa” (2011), “Ilha das Flores” (1989) e “Recife frio” (2009). Após a sessão, integrantes do G6+Direitos Humanos, grupo ligado ao Serviço de Assessoria Jurídica Universitária da UFRGS, conduzem um bate-papo sobre os filmes. Na noite do mesmo dia, às 19h, a programação segue com “Águas de maio” (2025), longa-metragem que registra o trabalho voluntário realizado pela Faculdade de Farmácia da UFRGS e por outras entidades farmacêuticas durante as enchentes de 2024 no estado. A exibição é seguida de conversa com o diretor Lucas Moraes.

No dia 21, às 19h, é a vez de “Comida de mentira” (2025), documentário sobre a indústria dos ultraprocessados cuja apresentação é acompanhada de conversa com as professoras Tatiana Camargo e Marilisa Hoffman, do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências (PPGECI), e com os mestrandos Edu Lopes e Julia Sokolovsky.

Para finalizar a mostra, no dia 22 de maio, a Sala Redenção exibe “25 anos da Feira do Menino Deus: a cidade encontra o campo” (2020) e “Mãos à terra” (2025), às 14h e às 16h, respectivamente. Ambas as sessões contam com bate-papo com as pessoas realizadoras.

“Cinema Socioambiental” tem apoio da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Casa de Cinema de Porto Alegre, Vitrine Filmes e ACT Promoção da Saúde.

Confira a programação completa no site oficial da sala clicando aqui. 

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Cine Especial: 'O Diabo Veste Prada - 20 Anos Depois'

O sucesso de um filme se deve a muitos fatores, mas, às vezes, é preciso uma dose de sorte vinda dos "deuses do cinema" para que os realizadores alcancem o êxito pretendido. Determinados temas são difíceis de prever, e o universo da moda é um desses casos. "O Diabo Veste Prada" (2006) é um exemplo de longa-metragem que conquistou o sorriso desses deuses, adquirindo o status de cult com o passar dos anos.

Dirigido por David Frankel e baseado no best-seller de Lauren Weisberger, o filme conta a história de Andrea Sachs (Anne Hathaway), uma jovem recém-formada em jornalismo que consegue um emprego na Runway Magazine, a mais importante revista de moda de Nova York. Ela passa a trabalhar como assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep), a principal executiva da publicação. Apesar da oportunidade com que muitos sonhariam, Andrea logo nota que lidar com Miranda não é uma tarefa simples.

Lauren Weisberger escreveu a obra baseada em sua própria experiência como assistente de Anna Wintour. Apesar do sucesso comercial, o livro não foi unanimidade entre a crítica especializada, que apontou o tom excessivamente queixoso da protagonista. Obviamente, a história não seria vista com bons olhos pelos detentores do poder no universo da moda — um mundo moldado pela estética, pelo vestuário e, acima de tudo, pelo poder. Trata-se de um ambiente regido pelo sistema capitalista, que vende sonhos para aqueles que desejam estar sob os holofotes.

A protagonista Andrea funciona como uma representação do nosso olhar inocente perante esse glamour, inicialmente não enxergando conteúdo algum nele. É a partir do momento em que ela compreende que só sobreviverá ao emprego se decidir adentrar de fato nesse universo — não apenas na forma de se vestir, mas no "jogo de cintura" necessário — que a trama se aprofunda. Um de seus mentores acaba sendo Nigel (interpretado brilhantemente por Stanley Tucci), que lhe mostra como a vestimenta dita as regras em um ambiente onde a beleza é a moeda de troca.

Logicamente, este é um mundo onde, a qualquer momento, alguém pode lhe "puxar o tapete". É o caso de Emily (Emily Blunt), personagem que não esconde suas ambições e vê em Andrea um obstáculo inesperado. Emily Blunt obteve sua consagração na carreira ao interpretar uma mulher que transita entre o humor e o lado trágico de quem sucumbe à ideia de que, para ser alguém, é preciso driblar até mesmo os amigos e colegas.

Embora tenha chamado a atenção anteriormente em filmes como "O Diário da Princesa" (2001) e "O Segredo de Brokeback Mountain" (2005), foi em "O Diabo Veste Prada" que Anne Hathaway obteve o papel de sua vida, abrindo portas para grandes projetos futuros. Sua Andrea é uma personagem com quem nos identificamos facilmente: sua inocência pode ser um obstáculo, mas sua força de vontade em meio às adversidades a leva a cenários nunca antes vistos. O fato de ela não se deixar seduzir totalmente pelo poder talvez seja o principal motivo dessa identificação.

Mas, como não poderia deixar de ser, o filme pertence a Meryl Streep. Sua Miranda Priestly é a representação de uma líder que já não consegue enxergar as "pessoas normais", mas apenas aquelas que compreendem sua visão sobre o mundo da moda. Para ela, todas as suas assistentes são "Emilys" descartáveis, a menos que sucumbam à sua lógica de que o poder dita todas as regras.

É curioso observar como Streep constrói uma personagem não estereotipada, usando a arrogância para esconder uma faceta frágil. Talvez, no passado, Miranda não tenha sido tão diferente de Andrea, mas optou por se moldar ao sistema para sobreviver e dominar aqueles que queriam destruí-la. Sua humanidade existe, mas nem todos conseguem enxergá-la.

Com personagens tão ricos, o filme flui graças a uma edição dinâmica que combina com a correria do meio editorial. Além disso, a trilha sonora é marcante, incluindo sucessos como Crazy (Alanis Morissette), Vogue (Madonna) e Suddenly I See (KT Tunstall). Os figurinos, por sua vez, enchem os olhos e fazem o espectador se imaginar naquelas peças de alta-costura.

Com um orçamento de US$ 41 milhões, o filme faturou US$ 326 milhões mundialmente, recebendo o reconhecimento da crítica e diversas indicações a prêmios. É um caso raro de comédia refinada que não se entrega a fórmulas óbvias, arriscando-se em um cenário inédito para o gênero. Desde então, as bolsas Prada e o próprio filme passaram a sintetizar, com perfeição, o glamour superficial e o alto padrão da moda contemporânea.


Onde Assistir: Disney+

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Cine Dica: Clube de Cinema de Porto Alegre: "Disque M para Matar" (02/05) na Cinemateca Capitólio

Neste sábado, dia 2 de maio, às 10h15 da manhã, nos reunimos na Cinemateca Capitólio para assistir o clássico Disque M Para Matar, de Alfred Hitchcock.

Baseado em uma peça teatral de mesmo nome, o filme condensa sua ação em poucos espaços e personagens, seguindo a fórmula consolida pelo mestre do suspense: ao colocar o espectador a par do crime desde o início, Hitchcock desloca o nosso interesse para a execução minuciosa do plano e, sobretudo, para suas inevitáveis falhas, construindo um jogo de ironia e reviravoltas que nos mantém envolvidos na narrativa até o seu desfecho.


Confira os detalhes da sessão:


SESSÃO DE SÁBADO NO CLUBE DE CINEMA

📅 Data: Sábado, 02/05, às 10h15 da manhã

📍 Local: Cinemateca Capitólio

Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico, Porto Alegre

Disque M para Matar (Dial M for Murder)

EUA, 1954, 105min

Direção: Alfred Hitchcock

Roteiro: Frederick Knott

Elenco: Ray Milland, Grace Kelly, Robert Cummings, Anthony Dawson

Sinopse: Ao descobrir a traição da esposa, um ex-tenista elabora um plano meticuloso para assassiná-la e garantir sua herança. Quando o crime não ocorre como previsto, ele precisa improvisar uma nova estratégia, manipulando evidências e circunstâncias para incriminá-la.

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quinta-feira, 30 de abril de 2026

Cine Dica: Cinesemana de 30 de abril a 6 de maio de 2026

A primeira cinesemana de maio reúne quatro novos filmes na nossa programação, incluindo três estreias brasileiras. Uma delas é A FÚRIA, o longa mais recente do veterano cineasta Ruy Guerra, que chega aos 95 anos em 2026; da seleção de Gramado do ano passado estreamos PAPAGAIOS, que rendeu ao talentoso Gero Camilo o Kikito de melhor ator; e O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA, mostrando o quanto a Covid-19 impactou uma das principais festas brasileiras. A quarta novidade é A SOMBRA DO MEU PAI, elogiado filme nigeriano que estreou no Festival de Cannes.

O público lotou as sessões da primeira semana e segue pedindo para ver BETTY BLUE, drama erótico francês que voltou aos cinemas para comemorar seus 40 anos de lançamento. Seguem em cartaz filmes elogiados pela crítica e prestigiados pelo público, com destaque para PAI MÃE IRMÃ IRMÃO, vencedor do Festival de Veneza, e O ESTRANGEIRO, baseado na obra de Albert Camus, A CRONOLOGIA DA ÁGUA, com a atriz Imogen Poots dando vida às memórias da escritora Lidia Yuknavitch.

Esta é última semana para conferir CASO 137, filme que rendeu a Léa Drucker o prêmio César de melhor atriz, e CINCO TIPOS DE MEDO, o longa vencedor dos Kikitos de melhor filme e roteiro no Festival de Gramado de 2025.

Confira a programação completa no site oficial da sala clicando aqui. 

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Cine Dica: Em Cartaz – "Zico: O Samurai de Quintino"

Sinopse: Documentário que desvenda os primórdios da era de ouro de um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro.


Vivemos tempos em que o futebol brasileiro virou moeda de troca. Um jogador se destaca brevemente e logo é vendido para o exterior, pelo valor mais alto. O resultado é a escassez de atletas com amor à camisa; em campo, vemos "bonecos articulados" facilmente substituíveis, fazendo do esporte um grande negócio, e não mais uma paixão. A era de ouro parece ter ficado para trás, e as gerações mais novas talvez não compreendam esse sentimento, a menos que se dediquem a ler um bom livro de história esportiva ou a assistir a produções como esta.

Para quem se dispõe a ver documentários, surge ao menos uma noção de como eram esses tempos dourados. É inegável que Pelé permanece no topo, mas figuras como Zico garantiram seu lugar na história por meio de ações que definiram seu caráter. "Zico: O Samurai de Quintino" (2026) revela não apenas o craque, mas o homem que se tornou peça primordial para o esporte.

Sob a direção de João Wainer, acompanhamos a trajetória do maior ídolo da história do Flamengo, desde a infância no subúrbio carioca até sua ascensão como lenda global. O filme resgata a história de Arthur Antunes Coimbra com um acervo precioso: objetos históricos, vídeos em Super-8, imagens raras e entrevistas inéditas que fazem jus ao seu legado.

Lembro-me de, quando pequeno, assistir a uma notícia sobre um garoto acidentado que era fã do Galinho. Zico fez questão de ir ao hospital presenteá-lo com a mística camisa dez, transmitindo uma sensação de total humildade. Talvez essa mesma postura tenha sido o combustível para sua jornada no Japão, onde se tornou o símbolo máximo do futebol no "País do Sol Nascente". Em um cenário onde o beisebol reinava absoluto, Zico fez a diferença, cultivando no povo japonês uma paixão genuína pelo futebol.

O documentário destrincha com equilíbrio a vida pessoal e a profissional: os primeiros passos no Flamengo, a consagração na Seleção Brasileira, o casamento e a construção da família. Há momentos de puro deleite, como ver o Rei Pelé ao lado de Zico em registros de tempos longínquos. Wainer capricha ao trazer arquivos de jogos históricos, cujas imagens, saturadas pelo calor do Super-8, sintetizam uma estética nostálgica e vibrante.

Ao assistir ao longa, constato que vivemos um presente que pouco olha para o passado e raramente extrai dele o seu melhor. Zico representa um tipo de atleta em extinção, que se entregava à profissão por amor, e não pelas cifras futuras. No passado, havia jogadores de quilate; hoje, infelizmente, sobram aqueles que jogam pelo lance mais alto.

"Zico: O Samurai de Quintino" não é apenas sobre um grande jogador; é o retrato de uma época em que o futebol brasileiro era, verdadeiramente, a nossa principal paixão.

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Cine Dica: PROGRAMAÇÃO CINEBANCÁRIOS DE 30 DE ABRIL A 06 DE MAIO

 ESTREIAS:

O RISO E A FACA

Portugal / Brasil / Romênia / França, Ficção, 2025, 212 min.

Direção:Pedro Pinho

Sinopse:Sérgio viaja para uma metrópole da África Ocidental. Vai trabalhar como engenheiro ambiental para uma ONG, na construção de uma estrada entre o deserto e a selva. Ali, envolve-se numa relação íntima mas desequilibrada com dois habitantes da cidade, Diára e Gui. À medida que adentra nas dinâmicas neocoloniais da comunidade de expatriados, esse laço frágil torna-se o seu último refúgio perante a solidão ou a barbárie.

Elenco: Sérgio Coragem | Sérgio ,Cleo Diára | Diára, Jonathan Guilherme | Gui ,Renato Sztutman | ele mesmo ,Jorge Biague | Borjan , Nástio Mosquito | Horatio ,Bruno Zhuody McCree Everton Dalman

MÃE E FILHO

Irã, Drama, 2025, 133min

Direção: SAEED ROUSTAEE

Sinopse: Mahnaz, uma enfermeira viúva de 40 anos, luta com seu filho rebelde, Aliyar, que foi suspenso da escola. As tensões familiares atingem o auge durante a cerimônia de noivado com seu novo namorado, Hamid, e um trágico acidente ocorre. Como consequência, Mahnaz será forçada a confrontar a traição e a perda, e a embarcar em uma busca por justiça.

Elenco: Parinaz Izadyar, Payman Maadi, Soha Niasti



HORÁRIOS SESSÕES DE 30 DE ABRIL A O6 DE MAIO (não há sessões nas segundas):

16h: MÃE E FILHO

18h30: O RISO E A FACA

Ingressos: Os ingressos podem ser adquiridos a R$ 14,00 na bilheteria do CineBancários. Idosos (as), estudantes, bancários (as), jornalistas sindicalizados (as), portadores de ID Jovem e pessoas com deficiência pagam R$ 7,00. São aceitos PIX, cartões nas bandeiras Banricompras, Visa, MasterCard e Elo. Na quinta-feira, a meia-entrada é para todos e todas. EM TODAS AS QUINTAS TEMOS A PROMOÇÃO QUE REDUZ O VALOR 


C i n e B a n c á r i o s 

Rua General Câmara, 424, Centro 

Porto Alegre - RS - CEP 90010-230 

Fone: 51- 30309405