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Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com

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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Cine Dica: Sala P. F. Gastal Comemora 15 Anos de Existência

SALA P. F. GASTAL COMEMORA
15 ANOS COM SESSÕES ESPECIAIS
 

A programação comemorativa dos 15 anos da Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) exibe, ao longo de todo o mês de maio, uma série de sessões especiais, desde filmes estrangeiros inéditos na cidade, a brasileiros que se destacaram recentemente no circuito de festivais, passando por clássicos restaurados e filmes importantes que também celebram aniversário. A entrada para toda a programação é gratuita.
A Sala
Inaugurada em 25 de maio de 1999, a Sala P. F. Gastal comemora no mês de maio seus 15 anos de existência. Primeiro cinema municipal da cidade, construído e mantido com recursos da Prefeitura de Porto Alegre, desde o início de sua trajetória a sala da Usina do Gasômetro vem oferecendo aos porto-alegrenses uma programação diversificada, que procura resgatar o espírito da experiência cineclubista, tão marcante em nosso Estado. Inspirada pela figura do crítico de cinema Paulo Fontoura Gastal, que lhe empresta o nome, a Sala P. F. Gastal se consagrou como um tradicional espaço de divulgação do cinema brasileiro, das produções independentes, dos filmes clássicos, das cinematografias emergentes, do cinema europeu e latino-americano.
Cada vez mais contrariando as previsões pessimistas de que as salas de exibição já não estão entre as prioridades dos espectadores de cinema, a Sala P. F. Gastal chega ao seu 15º aniversário em um momento bastante especial da cinefilia porto-alegrense, sendo um dos espaços mais queridos do público cativo da sala escura.
A Programação de Aniversário
Entre os destaques nacionais programados, está a exibição da cópia restaurada de Copacabana Mon Amour, de Rogério Sganzerla, com a presença da atriz e companheira de vida do cineasta, Helena Ignez, que inaugurou a programação comemorativa na última terça-feira, dia 13. Melhor filme do Festival de Brasília de 2013, Exilados do Vulcão ganha sessão com a presença da diretora Paula Gaitán. A produtora e montadora Cristina Amaral também vem a Porto Alegre para comentar a sessão de Já Visto Jamais Visto, novo filme de Andrea Tonacci
Dois marcos distintos do cinema moderno norte-americano que completam 40 anos em 2014 também fazem parte da programação de aniversário da Sala: a intensidade realista de Uma Mulher Sob Influência, de John Cassavetes, e a colagem musical de O Fantasma do Paraíso, de Brian De Palma.
Sempre atenta à produção do Rio Grande do Sul, a Sala P. F. Gastal também promove duas sessões significativas durante o mês: a comemoração do 30º  aniversário de lançamento do filme Verdes Anos, de Carlos Gerbase e Giba Assis Brasil, em exibição com a presença da equipe (no dia 27 de maio); e a exibição de Errante, novo filme de Gustavo Spolidoro, no domingo, 18 de maio, às 19h.
Filmes celebrados do cenário contemporâneo internacional também estarão presentes. A Sessão Plataforma exibe A Gatinha Esquisita, de Ramon Zürcher, um dos filmes mais elogiados do jovem cinema alemão. A Sessão Aurora, por sua vez, exibe A Garota de Lugar Nenhum, último filme do francês Jean-Claude Brisseau, vencedor do Festival de Locarno de 2012.
A programação ainda conta com o lançamento do Cine Esquema Novo 2014, com o filme Pierrot Lunaire, de Bruce LaBruce, uma edição especial do Projeto Raros, que exibe uma cópia nova em 35mm de Orgia ou O Homem que Deu Cria, único longa-metragem do escritor João Silvério Trevisan – que participará de um debate após a projeção –, e um coquetel, seguido de sessão surpresa no dia 25, para celebrar o dia de aniversário da Sala P. F. Gastal, com a exibição de uma nova cópia em 35mm de um raro filme de um importante cineasta brasileiro.


GRADE DE PROGRAMAÇÃO

A Gatinha Esquisita 
(Das Merkwürdige Kätzchen)
Direção: Ramon Zürcher (Alemanha/2013/72 minutos)

Poderia ser um sitcom americano, não fosse tudo tão surreal. Em um apartamento em Berlim, uma família se reúne para uma tarde de rituais prosaicos: uma conversa em torno da mesa de jantar, o conserto de uma máquina de lavar ou pequenos reparos, como pregar um botão que foi deliberadamente arrancado. Em uma cadeia de ações e reações cuidadosamente encenada, os mais simples gestos familiares ganham aos poucos contornos absurdos, em que até animais e objetos desempenham novos papéis. Uma espirituosa fábula sobre os encantos que a rotina pode reservar. Exibição em blu-ray. 

A Garota de Lugar Nenhum
(La Fille de Nulle Part)
Direção: Jean-Claude Brisseau (França/2012/91 minutos)

Michel, um professor de matemática aposentado, vive sozinho desde que sua esposa faleceu e passa o tempo escrevendo um ensaio sobre as ilusões humanas. Certo dia, Michel se depara com Dora, uma jovem que aparece ferida em sua porta, e a acolhe até que ela se recupere. Sua presença traz algo de novo para a vida de Michel e, aos poucos, o apartamento torna-se um local de acontecimentos misteriosos. Exibição em HD. 

Já Visto Jamais Visto 
Direção: Andrea Tonacci (Brasil/2013/54 minutos)

Um diálogo entre as memórias de um autor e as imagens que filmou e guardou ao longo de sua atividade cinematográfica. Segmentos de vida nunca exibidos, nunca revistos e nunca editados. Uma reflexão sobre imagens que permaneceram à margem da memória, e de memórias à beira do esquecimento, fragmentos impermanentes na mente e na matéria, que constituem a narrativa passional da momentânea invenção progressiva que temos de solidez do ser e do mundo. Exibição em blu-ray. 

Exilados do Vulcão
Direção: Paula Gaitán (Brasil/2013/125 minutos)

Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Exibição em blu-ray. 

Verdes Anos
Direção: Carlos Gerbase e Giba Assis Brasil (Brasil/1984/91 minutos)

Três dias na vida de uma turma de colégio, em 1972. Nando namora Soninha, que dá bola pra todo mundo. Robertão apresenta o baile de escolha da Rainha. Teco se interessa por Rita. Dudu edita um jornalzinho de fofocas. Pedro é o goleiro do time da aula, e está apaixonado pela professora. Quanto tempo se leva para passar da adolescência à maturidade? Um fim-de-semana, alguns anos ou a vida inteira? Exibição em 35mm. 

Copacabana Mon Amour 
Direção: Rogério Sganzerla (Brasil/1970/85 minutos)

Copacabana Mon Amour apresenta parte da mística do submundo do bairro de Copacabana ao modo de uma chanchada tropical. Helena Ignez é a protagonista Sônia Silk, a “Fera Oxigenada”, sempre à sombra do poder do patrão do seu irmão, este, interpretado por Otoniel Serra. A trilha sonora original é de Gilberto Gil. Exibição em 35mm.

Uma Mulher Sob Influência
(A Woman Under the Influence)
Direção: John Cassavetes (Estados Unidos/1974/155 minutos)

Nick Longhetti (Peter Falk) está sobrecarregado, devido ao seu trabalho em um estaleiro. Sua esposa Mabel (Gena Rowlands) passa por uma fase difícil, vivendo em constante desequilíbrio emocional, o que a leva à depressão. Exibição em 35mm.

Orgia ou O Homem que deu Cria
Direção: João Silvério Trevisan (Brasil/1970/90 minutos)

No único longa-metragem de Trevisan, acompanhamos a formação de um grupo de pessoas que busca seu país. De forma carnavalesca, com personagens alegóricos, ligado às lições tropicalistas, o filme aborda tanto a reorientação ideológica do cinema novo em sua aproximação com o Estado autoritário quanto o ambiente de asfixia (censura, repressão) e breve euforia (milagre econômico, Copa do Mundo) que dominava o Brasil da época. Exibição em 35mm.

O Fantasma do Paraíso
(The Phantom of Paradise)

Direção: Brian De Palma (Estados Unidos/1974/93 minutos)

Swan (Paul Williams) é um famoso produtor de discos que rouba de Winslow Leach (William Finley), um desconhecido compositor, uma cantata que retrata a trajetória de Fausto, o lendário mago que vendeu sua alma ao diabo. Exibição em HD. 
Errante – Um Filme de Encontros
Direção: Gustavo Spolidoro (Brasil/2014/70 minutos)

Sozinhos, o diretor e sua câmera partem em busca do inesperado. O filme acompanha, de forma espontânea, cinco dias do carnaval de 2011, aonde o diretor, trabalhando sozinho, munido de uma câmera, dois microfones e um carro, perambulou por Porto Alegre, interior do RS e Rio de Janeiro, filmando as conexões mentais que os seres/objetos/lugares lhe apresentavam. O filme é apresentado aqui "in process", visto não estar finalizado e, por isso mesmo, podendo contar com as opiniões dos espectadores para chegar ao seu corte final. Exibição digital.

Pierrot Lunaire 
Direção: Bruce La Bruce (2014, Alemanha/Canadá, 51 minutos)

Em 1912, Arnold Schönberg compôs Pierrot Lunaire a partir da colecção de poemas com o mesmo nome, escritos pelo belga Albert Giraud; em 2011, o maestro Premil Petrovic convidou Bruce LaBruce para dirigir uma versão teatral de Pierrot Lunaire baseada na noção de cabaret do compositor austríaco; em 2013, Bruce LaBruce leva Pierrot Lunaire para as ruas de Berlim e, ao som da interpretação que Petrovic faz da música de Schönberg, filma uma história de desejo, amor e transgressão, em que uma mulher vestida de homem seduz uma jovem rapariga que não imagina que o amante é na verdade uma amante. Exibição digital.


DIAS E HORÁRIOS
 
13 de maio (terça-feira)

20:00 - Sessão de Copacabana Mon Amour, de Rogério Sganzerla, com cópia restaurada em 35mm. Debate com a atriz Helena Ignez.
 
18 de maio (domingo)

19:30 - Errante - Um Filme de Encontros (in process), de Gustavo Spolidoro, com a presença do diretor. 
 
17 de maio (sábado)
19:00 - Sessão de 40 anos de Uma Mulher Sob Influência, de John Cassavetes, com cópia em 35mm.
 
20 de maio (terça-feira)
20:30 - Sessão Plataforma com A Gatinha Esquisita, de Ramon Zürcher. Exibição em blu-ray.  
 
21 de maio (quarta-feira)

20:00 - Lançamento do Cine Esquema Novo 2014 com o filme Pierrot Lunaire, de Bruce LaBruce. Exibição em blu-ray.
 
23 de maio (sexta-feira)
20:00 - Sessão de Já Visto Jamais Visto, de Andrea Tonacci, em blu-ray, seguida de debate com a produtora e montadora Cristina Amaral.
 
24 de maio (sábado)

20:00 - Raros Especial com a exibição da nova cópia em 35mm do clássico Orgia ou O Homem que deu Cria, de João Silvério Trevisan, seguida de debate com o diretor.
 
25 de maio (domingo)

20:00 – Coquetel e Sessão Surpresa especial de aniversário
 
27 de maio (terça-feira)

20:00 - Sessão de 30 anos de lançamento do filme  Verdes Anos, de Carlos Gerbase e Giba Assis Brasil, em presença da equipe
 
29 de maio (quinta-feira)

20:00 - Sessão de Exilados do Vulcão, vencedor do último Festival de Brasília, seguido de debate com a diretora Paula Gaitán.
 
30 de maio (sexta-feira)

20:00 - Sessão de 40 anos de lançamento de O Fantasma do Paraíso, de Brian DePalma, seguida de debate com Milton do Prado.
 
31 de maio (sábado)
19:00 - Sessão Aurora, com A Garota de Lugar Nenhum, de Jean-Claude Brisseau.


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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Cine Especial: GODZILLA (1954)




60 ANOS DEPOIS E COM UMA NOVA VERSÃO CHEGANDO AOS CINEMAS, GODZILLA DE 1954 CONTINUA SENDO UMA OBRA PRIMA DO CINEMA JAPONÊS. 



Sinopse: Um gigantesco réptil mutante surge em virtude de testes nucleares. A monstruosa criatura cria um rastro de destruição no seu caminho até Tóquio, que corre o risco de ser totalmente destruída se o dinossauro não for detido.

 

O clássico do cinema japonês criado por Ishirô Honda merece ser redescoberto por essa nova geração cinéfila. Quando eu conheci Godzilla, foi somente quando eu vi as suas continuações que reprisava alguns anos atrás no SBT, mas eu não tinha nenhum contato com o primeiro filme e nem ao menos interesse em ir atrás. Talvez isso se deva de eu ter me acostumado a continuações tão medíocres e uma versão americana de 1998 mais medíocre ainda e com isso, esperava algo parecido no primeiro filme, que foi um grande engano da minha parte. Redescobrindo o clássico de 1954, percebemos como a idéia da criação da criatura foi de um momento mais que propicio, que infelizmente acabou sendo que banalizada nas continuações. Na época que a produção foi lançada, á recém se fazia dez anos que o Japão sofreu um golpe duro pelas costas, que foi a bomba de Hiroshima e ao mesmo tempo  o mundo vivia com medo com relação às bombas atômicas.
O monstro em si, é uma metáfora desse medo em que os japoneses estavam vivendo, como também representava a força da natureza incontrolável e que nada pode ser feita contra ela. Algo parecido no que se vê até hoje, para quem mora no Japão, depois de desastres como terremotos e tsunamis. Em contrapartida, a trama representa muito bem a força e a união do povo japonês perante as dificuldades, em cenas em que mostra a dor, mas a perseverança e coragem desse povo. Não é a toa que o filme fez um tremendo sucesso de publico e critica, gerou varias continuações (tendo sido criado uma versão americana dois anos depois) e ter gerado a mania de monstros de seriados japoneses.
Do elenco, destaque para o veterano Takashi Shimura, figura bastante conhecida nos clássicos filmes de Akira Kurosawa (Viver). Embora o filme tenha envelhecido em alguns aspectos, deve-se notar que é uma produção muito bem cuidada e bem pensada, tanto na fotografia, como em efeitos especiais que se tinha há oferecer na época, mas é na trilha sonora em que a parte técnica realmente se destaca. Criada pelo compositor Akira Ifukube, a trilha possui seis temas, sendo que, “Main Title’’ é a melodia que personificaria a lembrança do Godzilla ao público em geral. Basta ouvir os primeiros acordes do tema inicial, que associação ao mostro é imediata, sendo que ela voltaria em todas as continuações do personagem. 
Revendo esse clássico, não é a toa que até hoje Godzilla é considerado o rei dos monstros e que serviu de fonte para a criação de outros filmes (como o medo pós "11 de setembro" usado como metáfora no filme Cloverfield).


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Cine Dica: OBRA-PRIMA DE JOHN CASSAVETES COMEMORA 40 ANOS NA SALA P. F. GASTAL




No sábado, 17 de maio, às 19h, a Sala P. F. Gastal exibe Uma Mulher Sob Influência, clássico de John Cassavetes que comemora 40 anos em 2014. Com entrada gratuita e projeção em 35mm, a sessão faz parte da programação especial de aniversário do cinema da Usina do Gasômetro (3º andar) e será comentada pelo cineasta, crítico e professor Fabiano de Souza.
Idealizado inicialmente como uma peça de teatro, Uma Mulher Sob Influência retrata um drama familiar com uma intensidade poucas vezes vista no cinema norte-americano. Nick Longhetti (Peter Falk) está sobrecarregado, devido ao seu trabalho em um estaleiro. Sua esposa, Mabel (Gena Rowlands), passa por uma fase difícil, vivendo em constante desequilíbrio emocional, o que a leva à depressão. Os atritos entre os dois acabam afetando a família de forma incontornável.
Com duas indicações ao Oscar – melhor atriz e melhor diretor –, o sétimo longa-metragem do autor de Faces (1968) e Noite de Estreia (1977) tornou-se rapidamente um marco de sua filmografia. Produzido de forma independente, e inicialmente recusado por diversos distribuidores, o filme ganhou sobrevida com o apoio do jovem Martin Scorsese – discípulo assumido de Cassavetes – que naquele momento ganhava os holofotes com os sucessos iniciais nos anos 1970.
 
Uma Mulher Sob Influência
de John Cassavetes
Direção: John Cassavetes
Elenco: Gena Rowlands, Peter Falk , Matthew Cassel
155 min.
EUA, 1974



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quinta-feira, 15 de maio de 2014

Cine Especial: FANTASPOA X: THE DIRTIES


Sinopse: Os melhores amigos estão filmando uma comédia sobre a obtenção de vingança contra os agressores em sua escola , mas um deles não está brincando.

O temor dos pais em todo o mundo : o que são os seus filhos quando estão em seu tempo livre?

Junto com seu melhor amigo Owen, Matt decide fazer um filme sobre jovens que sofrem na mãos de valentões , sendo  uma farsa de ação épica sem orçamento feito para sua aula de cinema de  escola. Uma fantasia de vingança à lá Tarantino, embalado até a borda com referências cinematográficas e filmado clandestinamente.
 Claro, não saem como planejado ( a realidade deles aumenta com o bullying ) e Matt surge com a idéia de fazer o filme de novo , desta vez como um documentário , que testa Matt e amizade de Owen, e traz à tona como distante da realidade Matt se tornou.
Vencedor de vários prêmios em festivais de filmes independentes americanos, incluindo o principal prêmio no Slamdance, The Dirties é uma comédia desenfreada , sem dúvida , mas é acelerado e editado de uma forma tão deslumbrante que sua gravidade temática vem através , deixando um gosto ruim em sua boca sobre os perigos da cinefilia, quando levada ao extremo. 


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