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Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte.
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Segunda dia 9 de fevereiro, às 20h "Climas" (2014) de Enrica Pérez, um tríptico de mulheres de três regiões peruanos
Segunda dia 9 de fevereiro, às 20h, segue o ciclo com o filme peruano "Climas" (2014) de Enrica Pérez, um tríptico de mulheres de três regiões do país Latino-americano. Eva é uma jovem do Peru amazônico que está descobrindo a sua sexualidade. Victoria mora numa Lima, numa umidade fria e cinzenta do pacífico, perturbada por segredos do passado. Zoraida é uma idosa que leva a vida tranquilamente nos Andes. Três mulheres desconhecidas, influenciadas pelo clima do local que habitam, compartilham semelhanças e angústias, mesmo distantes geograficamente e socialmente.
"La selva que calienta, la costa que enfría y la sierra que abandona" (Cinencuentro)
A sessão será realizada na segunda-feira, dia 26 de janeiro, às 20h, na Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, na rua Pedro Cincinato Borges 420, contando para isso com a parceria e o patrocínio da Up Idiomas Torres.
Entrada franca até a lotação do espaço.
O Cineclube Torres é uma associação sem fins lucrativos, em atividade desde 2011; Ponto de Cultura certificado pela Lei Cultura Viva federal e estadual; Ponto de Memória pelo IBRAM; Sala de Espetáculos e Equipamento de Animação Turística certificada pelo Ministério do Turismo (Cadastur); Selo Destaque no Turismo da Georrota Cânions do Sul.
Serviço:
O que: Exibição do filme "Climas" de Enrica Pérez
Onde: Sala Audiovisual Gilda e Leonardo, junto à escola Up Idiomas, Rua Cincinato Borges 420, Torres
Quando: Segunda-feira, 9/2, às 20h
Ingressos: Entrada Franca, até lotação do local (aprox. 22 pessoas).
Cineclube Torres
Associação sem fins lucrativos
Ponto de Cultura – Lei Federal e Estadual Cultura Viva
Ponto de Memória – Instituto Brasileiro de Museus
Sala de Espetáculos e Equipamento de Animação Turística - Cadastur
CNPJ 15.324.175/0001-21
Registro ANCINE n. 33764
Produtor Cultural Estadual n. 4917
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte.
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No ano de 1927, a sétima arte conta com o surgimento do som. Houve diversas tentativas de unir som e imagem até o surgimento do Vitaphone. Três anos após, mais precisamente no dia 1o de abril de 1930, estreou o filme que tornaria Marlene Dietrich uma das maiores estrelas da época, "O Anjo Azul".
Adaptado do romance ´´Professor Unrat“ de Heinrich Mann, esse clássico do cinema alemão, que naquele tempo estava começando a dar Adeus ao expressionismo, narra a história de Immanuel Rath, interpretado por Emil Jannings, do clássico "A Última Gargalhada" (1924), um educado, porém, severo e conservador professor de inglês e literatura que irá atrás de seus alunos na casa de espetáculos Anjo Azul para repreendê-los. Lá conhece a cantora de cabaré Lola Lola (Dietrich) e, assim como os demais, acaba se apaixonando pela jovem.
Há considerações a serem feitas sobre o filme que, dentre elas, as características expressionistas encontradas principalmente em sua edição de arte e fotografia, que esbanjam contraste de luz e sombras. A elaboração dos personagens que surgem sutilmente ingênuos e solitários perante a femme fatale. Tanto Lola como Rath têm seus desejos, frustrações e orgulho e fazendo com isso obtenham certa afinidade entre os dois em diversos momentos da projeção.
Porém, isso aos poucos vai deixando de existir, pois essa harmonia não sustenta, já que Rath a tinha como objeto idealizado de contemplação e a vida ao lado de Lola em nada corresponde aos seus sonhos. Portanto, a degradação de Rath é anunciada antes mesmo que ela aconteça, com a presença da figura de um palhaço triste do grupo que é diversas vezes encarado pelo professor com olhar melancólico.
Uma vez que o próprio protagonista se torna o palhaço da história, o ápice da degradação e humilhação, em meio aos risos da platéia e uma suposta traição de Lola Lola, o professor tem um surto nervoso e é amarrado em dos momentos mais chocantes da história do cinema. Quando solto, retorna pelas mesmas ruas que chegará pela primeira vez na casa de espetáculos para a escola, onde, sentado em sua antiga mesa, parte desta vida. .Emil Jannings, talvez crie neste, "O Anjo Azul", um dos personagens mais trágicos personagens do cinema.
A câmera se afastando e deixando-o sozinho diante de uma classe vazia com apenas alguns poucos livros sobre sua mesa não é um prenúncio de uma tragédia inevitável, mas sim uma lição de como jogar um personagem no fundo do poço. Curiosamente, eu vejo nesta cena a síntese do que a própria Alemanha enfrentaria, onde uma geração nova de rebeldes despreza o educador, deixando ele as traças e abraçando o fascismo que o país se tornaria. Para um olhar mais conservador tudo seria culpa de Lola, mas o problema talvez estivesse acontecendo mais embaixo naquela época.
Em "O Anjo Azul" Sternberg não só dá ao cinema uma de suas maiores musas do cinema, como nos brinda a todos com um longa que representa a autoestima de uma nação em quera.
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No sábado, dia 7 de fevereiro, nos reuniremos na Cinemateca Capitólio às 10h15 da manhã para assistir O açougueiro, de Claude Chabrol, mestre do suspense psicológico francês e figura central da Nouvelle Vague.
Inspirado pelo cinema de Alfred Hitchcock, o filme constrói o suspense não a partir do mistério, e sim da observação do comportamento humano. Em uma pequena cidade do interior da França, a relação ambígua entre uma professora e um açougueiro se desenvolve paralelamente a uma série de assassinatos, criando uma atmosfera de tensão constante, feita de silêncios, olhares e gestos cotidianos.
Confira os detalhes da sessão:
SESSÃO DE SÁBADO NO CLUBE DE CINEMA
📅 Data: Sábado, 07/02, às 10h15 da manhã
📍 Local: Cinemateca Capitólio
Rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico, Porto Alegre
O açougueiro (Le boucher)
França, 1970, 93 min, 16 anos
Direção: Claude Chabrol
Elenco: Stéphane Audran, Jean Yanne
Sinopse: Em um vilarejo do interior francês, o relacionamento entre uma professora e um açougueiro coincide com uma série de assassinatos brutais. À medida que a convivência se intensifica, o filme revela tensões morais e afetivas que transformam a aparente normalidade em um terreno de inquietação e suspense.
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Destruição Final 2
Sinopse: A família Garrity sobrevive a uma catástrofe e precisa deixar a segurança do bunker que estão abrigados para embarcar em uma jornada perigosa pela devastada e congelada paisagem da Europa.
(DES)CONTROLE
Sinopse: Kátia Klein é uma escritora bem-sucedida que enfrenta uma crise criativa às vésperas da entrega do seu novo livro, ao mesmo tempo em que descobre a falência do seu casamento e administra o acúmulo das demandas dos filhos e dos pais. Sobrecarregada e em busca de alívio, ela passa de uma simples taça de vinho ao total descontrole, sendo gradualmente engolida pelos excessos do vício.
O SOM DA MORTE
Sinopse: Um grupo de estudantes disfuncionais se depara com um Apito da Morte Asteca amaldiçoado. Logo eles descobrem que usar o objeto causa um som aterrorizante que prevê suas futuras mortes.
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ESTREIAS:
A QUEDA DO CÉU
Brasil/Documentário/2024 /110min
Direção: :Eryk Rocha, Gabriela Carneiro da Cunha
Sinopse: A partir do poderoso testemunho do xamã e líder Yanomami Davi Kopenawa, o filme “A Queda do Céu” acompanha o importante ritual, Reahu, que mobiliza a comunidade de Watorikɨ num esforço coletivo para segurar o céu. O filme faz uma contundente crítica xamânica sobre aqueles chamados por Davi de povo da mercadoria, assim como sobre o garimpo ilegal e a mistura mortal de epidemias trazidas por forasteiros que os Yanomami chamam de epidemias “xawara”, e traz em primeiro plano a beleza da cosmologia Yanomami, dos espíritos xapiri e sua força geopolítica que nos convida a sonhar longe.
Elenco: Davi Kopenawa, Justino Yanomami, Givaldo Yanomami, Raimundo Yanomami,Dinarte Yanomami, Guiomar Kopenawa, Roseane Yariana e comunidade de Watorikɨ
LIVING THE LAND
China/Drama/2025 /129 min
Direção: Huo Meng
Sinopse: Living the Land se passa no ano de 1991 numa pequena vila chinesa. Chuang é um jovem que vê uma forte transformação socioeconômica afetar o seu país, principalmente os camponeses de sua região, incluindo a própria família. Em determinado momento, os integrantes da Vila Bawangtai e de outras zonas rurais passam a se deslocar para a cidade grande. Com dificuldades para se acostumar com as novidades da tecnologia, o longa mostra as trajetórias de diversas gerações da família que precisam se adaptar.
Elenco: Wang Shang (Chuang), Zhang Yanrong (Bisavó) e Zhang Chuwen (Xiuying)
DOIS PROCURADORES
França / Alemanha / Países Baixos / Letônia / Romênia / Lituânia / Ucrânia /2025/117 min
Direção: Sergei Loznitsa
Sinopse: União Soviética, 1937. Milhares de cartas de detentos falsamente acusados pelo regime são queimadas em uma cela de prisão. Contra todas as probabilidades, uma delas chega a um recém-nomeado promotor local, Alexander Kornyev. Em busca de justiça, o jovem promotor se mobiliza para denunciar os métodos arbitrários de repressão praticados por agentes da polícia secreta, a NKVD.
Elenco: ALEKSANDR KUZNETSOV, ALEXANDER FILIPPENKO,ANATOLI BELIY
HORÁRIOS 05 A 11 DE FEVEREIRO (não há sessões nas segundas):
15h: A QUEDA DO CÉU
17h: LIVING THE LAND
19h20: DOIS PROCURADORES
Ingressos: Os ingressos podem ser adquiridos a R$ 14,00 na bilheteria do CineBancários. Idosos (as), estudantes, bancários (as), jornalistas sindicalizados (as), portadores de ID Jovem e pessoas com deficiência pagam R$ 7,00. São aceitos PIX, cartões nas bandeiras Banricompras, Visa, MasterCard e Elo. Na quinta-feira, a meia-entrada é para todos e todas.
EM TODAS AS QUINTAS TEMOS A PROMOÇÃO QUE REDUZ O VALOR DO INGRESSO PARA TODOS E EM TODAS AS SESSÕES PARA R$ 7,00.
C i n e B a n c á r i o s
Rua General Câmara, 424, Centro
Porto Alegre - RS - CEP 90010-230
Fone: 51- 30309405
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Sinopse: Impulsionada por garra, determinação feroz e um desejo inabalável de vencer, Christy Martin surge no mundo do boxe sob a tutela de seu treinador e empresário, Jim.
Sempre quando é lançado um filme baseado em fatos reais sobre um grande talento é quase praxe já termos uma noção de como começa e como termina o enredo. Há sempre a consagração, para então ocorrer o declínio e, por fim, a redenção. "Christy: Um Novo Round" (2025) é um desses casos de filmes que nasceu até mesmo para ser indicado há vários prêmios, mas faltou alguns detalhes durante o trajeto.
Dirigido por David Michôd Christy, o filme conta a história da pioneira boxeadora Christy Martin (Sidney Sweeney) que deseja ser muitas coisas na vida, mas jamais imaginaria que o seu maior talento fosse dentro dos ringues de boxe. Se tornando uma das primeiras grandes lutadoras do boxe feminino, Christy conheceu o seu auge, mas também o lado sombrio do sucesso através do seu empresário, treinador e marido Jim Martin (Ben Foster). Christy precisará passar por um verdadeiro inferno e enfrentar o seu pior temor em vida.
Visualmente o filme é caprichado em termos de reconstituição de época, principalmente ao revelar tempos de mudança, ou mais precisamente a transição dos anos oitenta para os noventa. O filme não esconde um teor mais conservador daqueles tempos, onde ser diferente era decretar ser perseguido e isso a protagonista sente dentro de sua própria família. Por mais mórbido que seja, ao menos o filme acerta sobre o quanto a comunidade LGBT lutava para ser feliz em uma época de muito preconceito e intolerância.
É bem verdade que Chisty foi obrigada a ser moldada a ser algo que no fundo jamais queria, mas não escondendo o seu desejo pelo sucesso, mas mal sabendo o preço que iria pagar. Em uma carreira que transita entre sucessos e fracassos é preciso reconhecer que Sydney Sweeney se esforçou ao dar corpo e alma para essa personagem e não se limitando em cenas que exigem força física nas cenas de luta. Embora não tenha uma boa direção vinda do diretor, é preciso reconhecer que as cenas destes momentos simbolizam a entrega da atriz, mesmo com os passos em falso da produção.
Talvez um dos passos em falso da produção mais nítida seja justamente a passagem de tempo inverossímil retratada no longa, sendo que a protagonista quase não envelhece, mesmo sendo a reconstituição de um período de sua vida que cobre em torno de quase vinte anos. Outro fator negativo é justamente Ben Foster, onde ele cria um Jim Martin que faz a gente odiá-lo mas de uma forma errada, já que a sua atuação é sonolenta, como se o intérprete estivesse se perguntando porque ele está ali naquele momento. Ao menos ele seria um bom Donald Trump caso houvesse uma nova adaptação sobre a vida do Presidente, pois a sua caracterização aqui lembra muito o chefão da Casa Branca.
Se por um lado o filme fracassa nestes pontos, ao menos o terceiro ato final nos brinda com momentos de pura tensão e angústia, principalmente quando a protagonista decide enfrentar os seus piores temores de frente. Um final digno de nota, mas cujo os desdobramentos que antecipam esse momento prejudicam o resultado final do longa. "Christy: Um Novo Round" é aquele filme que tinha todos os ingredientes para ser candidato ao Oscar, mas não fizeram com o exato carinho que merecia.
Onde Assistir: Apple TV.
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