Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte.
Me acompanhem no meu:
Twitter: @cinemaanosluz
Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com
Segue em cartaz no
Cinebancários, até dia 24 de outubro, “Por que você partiu?”, do diretor
francês Eric Belhassen. O documentário reúne, pela primeira vez, seis dos mais
destacados Chefs franceses que atuam no Brasil: Erick Jacquin (La Brasserie
Erick Jacquin), Alain Uzan (Restaurante Avek), Emmanuel Bassoleil (Restaurante
Skye), Frédéric Monnier (Brasserie Rosário), Laurent Suaudeau (Escola de Arte
Culinária Laurent) e Roland Villard (Hotel Sofitel).
O filme tem sessões
às 15h, 17h e 19h, e ingressos a R$ 6,00, para o público geral e R$ 3,00 para
bancários e jornalistas sindicalizados, idosos, estudantes e clientes do
Banrisul.
Por que você partiu?
é a pergunta que permite ao diretor Eric Belhassen transformar os Chefs em
personagens. Para ir além das respostas “oficiais”, o realizador viaja até a
França em busca das origens de seus personagens e de respostas mais profundas.
Ele percorre mais de
2000 km em uma espécie de road movie pelas regiões mais gastronômicas da
França, onde reencontra os familiares e histórias do passado que ajudam a
entender as razões que levaram esses franceses a deixarem seu país em busca de
uma nova vida no Brasil.
Tanto para os chefs
que partiram quanto para as famílias que ficaram, a separação é tema central do
filme: a separação da família, da pátria e da sua cultura. As razões dos seus
exílios, mesmo se diferentes para cada um, se conectam todas ao exílio do
próprio autor do filme, que se questiona sobre seu próprio partir, e os motivos
que o levaram a deixar a França, 15 anos atrás.
Essa primeira obra do
diretor Eric Belhassen foi selecionada no Festival do Rio, na categoria
Panorama mundial, e foi convidada para abertura do 30th Miami International
Film Festival, na categoria culinária.
Ficha técnica: Por que você
partiu? | Brasil | Documentário | 94 min | Direção: Eric Belhassen | Elenco:
Emmanuel Bassoleil, Erick Jacquin, Laurent Suaudeau, Frédéric Monnier, Alain
Uzan, Roland Villard | Classificação: 10 anos.
Mais informações e horários
das sessões vocês conferem na pagina da sala clicando aqui.
Sinopse: Juan (Alexis
Díaz de Villegas) é um sujeito de 40 anos especializado na arte de não fazer
nada. Um dia, se depara com uma misteriosa infecção que está transformando os
habitantes de Havana em mortos-vivos famintos. Juan, como um bom cubano, decide
começar um negócio ao lado do amigo Lazaro (Jorge Molina) para tirar vantagem
da situação. Eles se especializam em assassinar zumbis e trabalham com o slogan
"Matamos seus entes queridos". O negócio acaba sendo afetado com o crescimento
constante do número de infectados.
Juan é um fracassado,
fica vagando pelas ruas de Havana, acompanhado do seu amigo Lázaro, não tem
emprego fixo, mas apesar de tudo isso, parece mais que não está nem ai. Segundo
suas próprias palavras é um sobrevivente, mas diz isso referente ao universo
cubano que ele vive. Mal ele sabe que a questão sobrevivência terá que ser
colocado á prova
A primeira vista,
Juan dos Mortos parece uma parodia do gênero que atualmente é inesgotável, mas
catalogá-lo assim seria mais do que ingênuo. Desde a Noite dos Mortos Vivos,
obra prima de George Romero, os filmes
de zumbi sempre foi muito além de provocar sustos no cinéfilo que assiste:
temáticas políticas e sociais, estão sempre presentes nestes filmes, seja em
maior e menor grau e essa produção Cubana não foge dessa velha, mas certeira
regra.
Apesar da situação
descontrolada que poderia gerar puro medo, o filme possui altas doses de humor,
o que faz dele um dos poucos filmes que me fez realmente rir neste ano. Como de
costume, a trama começa quando uma epidemia se alastra em questão de poucos
dias e afeta inúmeros cubanos. Se dando conta da situação pra lá de bizarra,
Juan cria um grupo de caçadores e monta sua própria empresa, para acabar com os
zumbis e conseguir alguns trocados pelos serviços prestados.
Sem papas na língua, Juan
dos mortos faz uma crítica ao povo e à política cubana durante toda a projeção,
de uma forma esperta e heróica, não poupando nem Fidel Castro nesta historia,
pois afinal de contas, o seu governo provocou sérias conseqüências durante
todos esses anos e somente um apocalipse poderia mudar as coisas. Quem já
assistiu, sabe que uma das melhores cenas é quando o protagonista vê uma rua
tomada por mortos vivos. Imediatamente ele se dirige a outro personagem e
pergunta o que ele vê: “para mim, está tudo normal”. Resposta hilária e que faz
pensar.
A separação da ilha com
relação ao resto do mundo fica mais do que explicito, quando os protagonistas
tentam enfrentar um zumbi usando estacas e exorcismos. Vampiros ou demônios é
assunto velho por lá, mas parece que a mania zumbi pouco eles entendem. Com um
elenco praticamente desconhecido por aqui, os interpretes de Juan dos Mortos
entrega um trabalho perfeito, que aliado a uma ótima trama, faz do filme uma
sessão pra lá de indispensável. Destaque para o desempenho de Alexis Díaz de
Villegas que entrega um Juan sem nenhum preparo físico, mas que da conta muito
bem contra o fim do mundo. Já Jorge Molina, interpretando Lázaro, é responsável
pelas tiradas mais engraçadas da historia, sendo que a sua melhor cena, é
quando ele faz um ultimo pedido para Juan, pois (aparentemente) ele foi
mordido.
Entre os dias 18 e 20
de outubro, a Sala P.F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) faz uma pequena
homenagem a Norma Bengell, uma das atrizes definitivas do cinema moderno
brasileiro, morta na última semana, com a exibição de três importantes filmes
do início de sua trajetória.
Chanchada crepuscular de Carlos Manga, O Homem
do Sputnik (1959) é a primeira participação de Bengell no cinema, encarnando
uma versão ainda mais voluptuosa de Brigitte Bardot. Em 1962, a atriz ganha
destaque ao estrelar Os Cafajestes, de Ruy Guerra, que trazia sopros da
Nouvelle Vague para um Cinema Novo ainda em gestação. No mesmo ano, interpreta
a prostituta Marly no clássico O Pagador de Promessas, de Anselmo Duarte, único
filme brasileiro a ganhar a Palma de Ouro em Cannes.
Na sexta-feira, às 20h, o Projeto Raros exibe
O Planeta dos Vampiros, ficção-científica do mestre Mario Bava, uma das
produções italianas das quais Norma Bengell participou em meados da década de
1960, após a repercussão internacional de O Pagador de Promessas. No filme, um
grupo de astronautas começa a perder a razão durante uma investigação num
planeta hostil, em trama que influenciou o roteiro de Alien, o 8º Passageiro,
de Ridley Scott. Após a sessão, haverá um debate com o crítico Carlos Thomaz
Albornoz. O filme será exibido em DVD, com legendas em espanhol.
A homenagem a Norma
Bengell tem o apoio da Programadora Brasil, projeto do Ministério da Cultura
destinado à difusão do cinema brasileiro.
GRADE DE PROGRAMAÇÃO
18 a 20 de outubro
O Homem do Sputnik,
de Carlos Manga (Brasil, 1959, 98 minutos)
Um estranho objeto
parecido com o famoso Sputnik cai no quintal de Anastácio (Oscarito), matando
suas galinhas de estimação. Ele tenta negociar o suposto satélite para
recuperar o prejuízo, mas fato chama a atenção de espiões internacionais, que
transformam a vida do pacato Anastácio e de sua esposa Cleci (Zezé Macedo) num
completo caos. Exibição em DVD.
Os Cafajestes, de Ruy
Guerra (Brasil, 1962, 85 minutos)
Jandir (Jece Valadão)
e seu amigo Vavá (Daniel Filho), um playboy, vivem no mundo das drogas e sexo
de Copacabana. Só que a situação de Vavá não é boa, já que seu pai corre o
risco de perder tudo o que tem. É quando a dupla tem a ideia de tirar fotos
comprometedoras de Leda (Norma Bengell), a amante do tio de Vavá, no intuito de
chantageá-lo. Eles a levam a uma praia deserta e, após tirarem as fotos, a
estupram. Exibição em DVD.
O Pagador de
Promessas, de Anselmo Duarte (Brasil, 1962, 90 minutos)
Zé do Burro (Leonardo
Villar) e sua mulher Rosa (Glória Menezes) vivem em uma pequena propriedade a
42 quilômetros de Salvador. Um dia, o burro de estimação de Zé é atingido por
um raio e ele acaba indo a um terreiro de candomblé, onde faz uma promessa a
Santa Bárbara para salvar o animal. Com o restabelecimento do bicho, Zé põe-se
a cumprir a promessa e doa metade de seu sítio, para depois começar uma
caminhada rumo a Salvador, carregando nas costas uma imensa cruz de madeira.
Mas a via crucis de Zé ainda se torna mais angustiante ao ver sua mulher se
engraçar com o cafetão Bonitão (Geraldo Del Rey) e ao encontrar a resistência
ferrenha do padre Olavo (Dionísio Azevedo) a negar-lhe a entrada em sua igreja,
pela razão de Zé haver feito sua promessa em um terreiro de macumba. Exibição
em DVD.
O Planeta dos
Vampiros, de Mario Bava (Itália, 1965, 86 minutos)
Num futuro próximo, as
espaçonaves Argos e Galliot são enviadas ao espaço para investigar o misterioso
planeta Aura. Assim que a Galliot pousa no planeta, seus tripulantes tornam-se
hostis uns aos outros devido a uma estranha energia liberada pelo planeta, com
uma diabólica forma de vida alienígena invadindo suas mentes e lutando para se
apossar de seus corpos. Exibição em DVD com legendas em espanhol.
GRADE DE HORÁRIOS
18 a 20 de outubro
18 de outubro (sexta-feira)
15:00 – O Homem do Sputnik
17:00 – O Pagador de Promessas
20:00 – Raros Especial: O Planeta dos
Vampiros, de Mario Bava
19 de outubro (sábado)
15:00 – Sessão História no Cinema
(Terra Estrangeira, de Walter Salles e Daniella Thomas)
19:00 – Sessão Plataforma (The
Invader, de Nicolas Provost)
20 de outubro (domingo)
15:00 – O Homem do Sputnik
17:00 – Os Cafajestes
19:00 – Sessão CEN + Bienal
(MM, de William Raban e Mirante 7 e ½ em processo, de Rodrigo John).
A Coordenação de
Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria da Cultura de Porto Alegre, em
parceria com as produtoras Tokyo Filmes e Livre Associação, apresenta dia 15 de
outubro, às 20h45, na Sala P. F Gastal da Usina do Gasômetro, o Especial
Nicolas Provost, dentro do projeto Sessão Plataforma, com reprise no sábado, 19
de outubro, às 17h.
A programação
especial apresenta dois títulos. No primeiro deles, The Invader, seu primeiro
longa-metragem, Provost levanta um tema tão desgastadamente europeu: o
estrangeiro, o outro. Aqui os contrastes óbvios do tema já esfolados pelo tempo
se transformam em um estranho flerte. Cruamente, Provost nos joga em uma
Bruxelas labiríntica e neon, onde a vingança irremediável do invasor e a culpa
européia se misturam com uma identificação entre a distância e a diferença.
Como a sequência de abertura já anuncia, um filme sobre aproximação hipnótica,
paradoxal e amarga entre corpos de dois mundos tão distantes. Um filme sobre a
ruína da culpa e do fetiche europeu. Sobre a atração trágica do africano por um
mundo de exploração e revanchismo. Dois mundos fadados ao mesmo fracasso.
Antecedendo o
longa-metragem, será exibido Moving Stories, décimo quarto curta-metragem de
Provost, que maximiza a sensação cinematográfica do espectador ao acompanhar
uma simples jornada de um casal rumo ao desconhecido a 30.000 pés de altura.
THE INVADER
Direção: Nicolas Provost, 95min, BEL, 2011
- Horizons – 68th Venice Film Festival
- Bright Future - 41th Rotterdam Film Festival
- Discovery – 36th Toronto International Film Festival
- 59th San Sebastian International Film Festival
Exibição em bluray
com legendas em português.
MOVING STORIES
Direção: Nicolas Provost, 7min, BEL, 2011
- 68th Venice Film Festival
- 41th Rotterdam Film Festival
- 34th Clermont Ferrand International Shortfilm Festival
- Sundance
International Film Festival 2012
Exibição em bluray
com legendas em português.
MAIS SOBRE NICOLAS
PROVOST
O trabalho de Nicolas
Provost reflete sobre a gramática cinematográfica, a condição humana inserida
em nossa memória fílmica coletiva e na relação entre artes visuais e experência
cinematográfica. Seus filmes provocam tanto reconhecimento quanto alienação e
pescam nossas expectativas em um jogo de mistério e abstração. A partir de
manipulações do tempo, códigos e formas, linguagens cinematográficas e
narrativas são esculpidas em novas histórias.
Em 2003, Nicolas
Provost retornou à Bélgica, sua terra natal, depois de 10 anos morando na
Noruega. Atualmente, Provost vive e trabalha em Nova Iorque. Suas exibições
solo passaram por museus como The Seattle Art Museum, Musée d’art moderne et
contemporain Strasbourg, France, Muziekgebouw Amsterdam, Tim Van Laere Gallery,
Antwerp and Haunch of Venison London e Berlin. Seu trabalho já foi adquirido
por grandes museus como Birmingham Museum, SMAK Gent e Royal Museum of Fine
Arst Belgium. Seu trabalho também carrega uma longa lista de prêmios e exibições
nos mais prestigiosos festivais entre eles Sundance Film Festival, Venice Film
Festival, Berlinale, San Sebastian Film Festival e Locarno Film Festival. The
Invader, primeiro longa-metragem e aclamado pela crítica, teve sua première
mundial na competitiva do 68º Festival de Veneza em 2011.
MAIS SOBRE A SESSÃO
PLATAFORMA
Realizada mensalmente
na Sala P. F. Gastal a Sessão Plataforma exibe filmes de produção recente, de
diferentes nacionalidades, com caráter predominantemente independente e sem distribuição
comercial garantida no Brasil.
Com curadoria de Davi
Pretto e Giovani Borba, e produção de Paola Wink, a Sessão Plataforma já exibiu
Room 237, de Rodney Ascher e Bestiaire, de Denis Cote e tem confirmada, para os
próximos meses, a exibição de outros importantes filmes que circularam nos
principais festivais do mundo todo e que,
no Brasil, passaram apenas pela Mostra de Cinema de São Paulo ou pelo
Festival do Rio. O próximo filme será
Leviathan, de Lucien Castaing-Taylor e Verena Paravel. A cada sessão, a
Plataforma vai anunciar o filme seguinte da programação, em um trabalho que
procura difundir um novo cinema e uma busca de realizadores com outros olhares,
aproximando Porto Alegre do circuito de exibição do centro do país, do qual
atualmente a capital gaúcha se vê ainda muito distante. A Sessão vai produzir
conteúdo sobre os filmes e os realizadores, partilhando nas redes e no seu
site, entre eles, vídeos com os realizadores, artigos e entrevistas.
SESSÃO PLATAFORMA #
03
ESPECIAL NICOLAS PROVOST
Dia 15 de Outubro às
20:45
Sala P. F. Gastal
Av. Pres. João
Goulart, 551 – 3º andar
Fone 3289 8137
www.salapfgastal.blogspot.com
www.facebook.com/sessaoplataforma
www.plataformacinema.com
www.tokyofilmes.com
www.livreassociacao.com.br
Contato
Paola Wink
paolawt@gmail.com
51-8541.3204
Curadoria
Davi Pretto e Giovani
Borba
Produção
Paola Wink
Realização
Tokyo Filmes, Livre
Associação
e Coordenação de
Cinema e Vídeo
da Secretaria
Municipal de Cultura de Porto Alegre
Sessão especial de
aniversário no dia 14 de outubro às 18h30, com a presença dos cineastas Ricardo
Casas, Giba Assis Brasil e o jornalista e crítico de cinema Marcelo Perrone.
Para comemorar cinco
anos de programação, o CineBancários traz a Porto Alegre o filme uruguaio “El
padre de Gardel”, de Ricardo Casas. A sessão conta com a presença do diretor em
um bate-papo com o cineasta Giba Assis Brasil e o jornalista e crítico de
cinema Marcelo Perrone.
Programação:
segunda-feira, 14/10
18h30: retirada de
senhas
19h: coquetel
19h30: exibição do
filme
20h45: debate
ENTRADA FRANCA
El padre de Gardel,
de Ricardo Casas ( Uruguai / Brasil, 2013, documentário, 75 minutos)
Carlos Escayola
dominou a vida política e cultural de Tacuarembó, no interior do Uruguai, entre
1860 e 1890. Foi fazendeiro e chefe político, construiu um teatro, conquistou
muitas mulheres e deixou um grande segredo – um escândalo familiar que até hoje
a cidade se recusa a comentar.
Trilha sonora
original / Compositor: Carlos da Silveira
Atores: Vozes de
Cesar Troncoso e Roberto Fontana
Som direto: Pablo
Benedetto
Edição de som e
mixagem: Kiko Ferraz Studios
Finalização de
imagem: Letícia Birck
FESTIVAIS:
- Selecionado para a
Mostra Competitiva de Longas-Metragens Estrangeiros no 41º Festival de Gramado
(2013).
DIRETOR:
Ricardo Casas estudou
cinema no Uruguai (Cinemateca Uruguaya) e exterior (Brasil, Suíça, Argentina)
entre 1974 e 1982. Foi coordenador da Cinemateca Uruguaya de 1998 a 2004.
Realizou diversos curtas, e o longa documental "Palabras verdaderas"
(2004), sobre o escritor Mario Benedetti, prêmio de melhor documentário
uruguaio do ano e vencedor do Festival de Lleida, na Espanha.
Entre 2005 e 2006
dirigiu um programa semanal na TV Uruguaia, "La Banda", premiado como
melhor programa infantil do país. Desde 1992 dirige o Divercine, Festival
Internacional de Cinema para Crianças e Jovens, apresentado em Montevidéu e
diversas cidades latinoamericanas (inclusive Porto Alegre). Desde 2007 programa
Atlantidoc, Festival Internacional de Cinema Documental em Atlântida, Uruguai.
Atividade criada pelo
site Hora do Cinema, sofreu algumas
atualizações com relação ao regulamento para aqueles que querem se inscreverem
para apresentar os seus curtas na mostra. Segue abaixo o regulamento atualizado: