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Quem sou eu
- Marcelo Castro Moraes
- Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
- Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para marcelojs1@outlook.com ou beniciodeltoroster@gmail.com
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segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Cine Dica: Em DVD e Blu-Ray: Homens de Preto 3
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte.
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domingo, 23 de setembro de 2012
NOTA: BREVE NO MEU BLOG.....
Sócio e divulgador do Clube de Cinema de Porto Alegre, frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já mais de 100 certificados) e ministrante do curso Christopher Nolan - A Representação da Realidade. Já fui colaborador de sites como A Hora do Cinema, Cinema Sem Frescura, Cinema e Movimento, Cinesofia e Teoria Geek. Sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte.
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sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Cine Dicas: Estreias no final de semana (21/09/12)
Um final de semana de
muitas estréias, e que justiça seja feita para Febre do Rato. Depois de
várias semanas intermináveis de pré-estréia, e de ter estreado num distante
cinema da capital, o filme finalmente ganha um lugar de respeito no centro de
Porto Alegre, mais precisamente em uma das salas da Casa de Cultura Mario
Quintana, o grande salvador da pátria para o filme de Cláudio Assis (Amarelo Manga).
Falando em justiça,
depois de ter tido uma adaptação horrorosa em 1995, Dredd parece que finalmente ganhou
uma adaptação de respeito, numa produção inglesa e comandada pelo diretor Peter Travis (Ponto de Vista). Apesar
do atraso, é imperdível ver no cinema TED, a nova comedia politicamente
incorreta, que a primeira vista pode enganar muito bem os pais, que já vou
avisando para não levar os seus filhos para o cinema, pois esse ursinho é um
tarado e um tremendo boca suja.
No embalo dos Intocáveis,
novos títulos franceses desembarcam na capital gaucha como Elles (Juliete Binoche não pensa em parar de trabalhar), e Os Infiéis, que tem dividido bastante a opinião da
critica. Enfim, confiram abaixo todas as estreias e desejo um ótimo final de
semana e com boas sessões de cinema para todos.
Febre do Rato
Sinopse: Zizo
(Irandhir Santos) é um poeta inconformado e anarquista, que banca a publicação
de seu tablóide. Em seu mundo próprio, onde o sexo é algo tão corriqueiro
quanto fumar maconha, ele conhece Eneida (Nanda Costa). Zizo logo sente um
forte desejo por Eneida, mas, apesar de seus constantes pedidos, ela se recusa
a ter relações sexuais com ele. Isto transtorna a vida do poeta, que passa a
sentir falta de algo que jamais teve.
Dredd
Sinopse: Nas ruas de
Mega City One, o oásis da civilização na Terra Maldita, Judge Dredd é o mais
temido dos juízes, com poder de fazer infratores cumprirem a lei e executá-los
se necessário.
TED
Sinopse: História de John Bennett (Mark
Wahlberg), um homem adulto que tem que lidar com seu estimado ursinho de
pelúcia que ganhou vida como resultado de um desejo de infância…e que se recusa
a deixá-lo desde então.
Elles
Sinopse: Anne
(Juliette Binoche) é uma jornalista de uma revista feminina de grande sucesso,
que precisa escrever um artigo sobre jovens estudantes universitárias que se
prostituem para pagar os estudos. Durante sua pesquisa, conhece Alicja (Joanna
Kulig) e Charlotte (Anaïs Demoustier), estudantes em Paris que lhe revelam seus
segredos e aventuras e mexem com sua vida.
MOACIR
Sinopse: Moacir Dos
Santos veio do Brasil há quase três décadas; depois de tanto tempo já é
"brasileiro e argentino", como ele mesmo diz para um (quase)
conterrâneo na embaixada de Buenos Aires.Entretanto, melhor
não nos anteciparmos, pois para mover-se dentro da elite, Moacir teve que
enfrentar um longo calvário.
Os Infieis
Sinopse: Dividido em esquetes, o longa é
composto de diversas situações cômicas que retratam a infidelidade masculina
pela perspectiva de sete realizadores: Jean Dujardi, Gilles Lellouche,
Emmanuelle Bercot, Fred Cavayé, Eric Lartigau, Alexandre Courtès e Michel
Hazanavicius.
Poder Paranormal
Sinopse: Dois
investigadores de boatos paranormais, a veterana Dra. Margaret Matheson e seu
jovem assistente, Tom Buckley, estudam os mais variados fenômenos metafísicos
com o objetivo de provar suas origens fraudulentas.
Referendo
Sinopse: Documentário
sobre a questão do desarmamento em nosso país, um tema polêmico por tocar em
questões muito delicadas. No dia 23 de outubro de 2005, o Brasil votou em uma
eleição incomum. Não se tratava de eleger partidos ou representantes para
cargos legislativos ou executivos. A questão era responder "sim" ou
"não" a uma única pergunta: “O comércio de armas e munição deve ser
proibido no Brasil?” A discussão, que teve início na época, perdura até hoje.
Tinker Bell - O
Segredo das Fadas
Sinopse: Tinker Bell (Mae
Whitman), Periwinkle (Lucy Hale) e seus amigos se aventuram no mundo mágico e
proibido do Misterioso Bosque do Inverno, no qual a curiosidade os levam a uma
maravilhosa descoberta que irá mudar suas vidas para sempre e unirá,
finalmente, o Refúgio das Fadas.
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Cine Dicas: Em DVD e Blu-Ray (21/09/12)
Tucker e Dale Contra
o Mal
Sinopse:Tucker & Dale
estão de férias em sua cabana em ruínas na montanha quando são atacados por um
grupo de estudantes que os confundem com assassinos seriais. Agora as férias
desses 2 que deveria ser apenas com cerveja, pescaria e bons momentos se
transforma numa perseguição sangrenta.
A trama de um grupo de
jovens sem noção, que são atacados um por um por um assassino psicopata, já foi
usado tantas, mas tantas vezes que virou piada no gênero. Filmes como a cine série Sexta
Feira 13, é exemplo de como a formula se tornou saturada, mas nunca é tarde
para, não só fazer piada desse gênero, como também homenageá-lo e criar uma boa
trama inusitada.
No seu primeira longa
metragem, Eli Craig pega todas essas formulas conhecidas e as inverte, como o
fato dos supostos assassinos (Alan Tudyk e Tyler Labine) serem na verdade
pessoas bacanas, mas devido as suas aparências rústicas, acabam sendo tachados
de forma errada, por um grupo de jovens sem noção, paranóicos e liderados por
um jovem (Jesse Moss) com um passado nebuloso. A trama em si, é uma mera
desculpa, para acontecer momentos inusitados, onde cada jovem sofre acidentalmente
uma morte absurda, para somente aumentar mais a paranóia do restante do grupo
com relação a dupla central de pescadores.
Não faltam momentos em que o
filme homenageia Sexta feira 13, O Massacre da Serra Elétrica, A Morte do demônio
e até mesmo com relação aos filmes de terror atualmente, em que usam o artifício
de falso documentário, como a cine serie Atividade Paranormal. Uma pequena jóia
do gênero “terrir” que merece uma conferida.
A
Delicadeza do Amor
Sinopse:Nathalie
(Audrey Tautou) é jovem, bonita, tem um casamento perfeito e leva uma vida
tranquila, com tudo no lugar. Contudo, quando seu marido vem a falecer após uma
acidente, seu mundo vira de cabeça para baixo. Para superar os momentos
tristes, ela decide focar no trabalho e deixa de lado seus sentimentos. Até o
dia em que ela, sem mais nem menos, tasca um beijo em Markus (François
Damiens), seu colega de trabalho e os dois acabam embarcando numa jornada
emocional não programada, revelando uma série de questões até então
despercebida por ambos, o que os leva a fugir para redescobrir o prazer de
viver e entender melhor esse amor récem-descoberto.
Ainda hoje, todo mundo se lembra
de Audrey Tautou pelo seu desempenho em Amélie Poulan, e com isso, é
interessante reparar como ela se encaixa em personagens inusitados, em
situações inusitadas, mas que beira ao realismo. Em suas estréias na direção, os
irmãos David e Stéphane Foenkinos, usam e abusa da forma de se fazer cinema,
para contar uma trama pé no chão, mas com ingredientes para tornar a trama mágica,
apartir do encontro inusitado do casal central.
Tudo é construído de uma
forma delicada, que beira do pastelão, para o lírico, mas de uma forma que façamos
crer que poderíamos participar também de uma situação parecida. Embora simples em
alguns momentos, o filme nos brinda com uma trama romântica, que jamais deixa decair no lugar comum. Muito diferente das comedias românticas descartáveis americanas hoje
em dia.
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Cine Curiosidade: Ministério da Cultura tenta se redimir
A Secretaria do Audiovisual do
Ministério da Cultura já cometeu inúmeros erros nos anos anteriores, escolhendo
filmes errados para tentar ser um dos finalistas para Oscar de melhor filme
estrangeiro (Lula: O Filho do Brasil foi uma delas), mas quando acerta se torna
uma escolha pelo menos coerente. O Palhaço não é nenhuma maravilha do mundo,
mas é cinema, o nosso cinema com qualidade, comandado de cabo a rabo e com
estilo pelo nosso Selton Mello.
Se for indicado entre os cinco, e
ganhar, isso é outros quinhentos, mas que isso se torne o inicio, para escolhas
mais pensadas vindo de um Ministério, que tem muito que aprender sobre o que é o
nosso cinema brasileiro.
O PALHAÇO
Sinopse: Benjamim (Selton Mello)
trabalha no Circo Esperança junto com seu pai Valdemar (Paulo José). Juntos,
eles formam a dupla de palhaços Pangaré & Puro Sangue e fazem a alegria da
plateia. Mas a vida anda sem graça para Benjamin, que passa por uma crise
existencial e assim, volta e meia, pensa em abandonar Lola
(Giselle Mota), a mulher que cospe fogo, os irmãos Lorotta (Álamo Facó e Hossen
Minussi), Dona Zaira (Teuda Bara) e o resto dos amigos da trupe. Seu pai e
amigos lamentam o que está acontecendo com o companheiro, mas entendem que ele
precisa encontrar seu caminho por conta própria.
Feliz Natal foi a primeira
experiência de Selton Mello como diretor, mas é nesse, O Palhaço, que ele prova
que nasceu, não só para ser um dos melhores interpretes do cinema brasileiro
atual, como também prova ter talento atrás das câmeras. Além de dirigir o
filme, ele também atua na historia o que já é um grande desafio que não é para
muitos cineastas que existem por ai, portanto merece todo o credito. O seu
personagem Benjamin pode tranquilamente figurar entre os melhores personagens
que ele atuou na telona (ao lado do protagonista de Cheiro do Ralo) onde ele
consegue passar para o espectador toda sua insegurança sobre que realmente quer
da vida, e com isso, solta a triste e certeira frase: “eu faço as pessoas
rirem, mas quem me faz rir?”.
Apesar da crise existencial do
protagonista, o filme não cai no drama facilmente e oscila tranqüilamente com
momentos de humor, por vezes pastelão, por vezes num estilo de humor
inteligente visto nos filmes antigos como do Mazzaropi, que convenhamos, faz falta
no cinema brasileiro atual. Um dos pontos, particularmente meus favoritos da
trama, são as aparições hilárias de personagens excêntricos, que por mais
estranhos que sejam, divertem pelas suas palavras incrivelmente engraçadas,
como no caso do delegado que surge em certo ponto da historia. São
participações pequenas, mas jamais vazias, pois elas estão ali por um
significado, mas nunca para somente encher a linguiça. Vale destacar a
fantástica fotografia em cor pastel, dando a entender que a trama se passa em
um tempo passado distante, onde tudo era mais colorido, apesar das dificuldades
do dia a dia do circo.
Por fim, O
Palhaço é uma obra obrigatória, na qual nos diverti e nos faz pensar sobre do
porque estamos aqui nesta vida. Uma dose reflexão, mas muito divertida e
colorida.
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quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Cine Especial: A nova Hollywood: Parte 18
O
COMEÇO DO FIM
Muitos consideram o cinema
americano dos anos 70 (ou nova Hollywood se preferirem), como o melhor período do
cinema americano de todos os tempos. Isso graças a uma nova leva de jovens
cineastas que surgiram, e que decidirão injetar uma nova forma de se fazer
cinema, onde na maioria dos seus filmes, apresentavam uma realidade mais crua e
bem diferente que o cinema convencional apresentava durante os anos 60. Mas nem
tudo foram flores, porque ao mesmo tempo em que surgiam filmes originais e
desafiadores, já se fazia um bom tempo que não havia um filme que arrastasse milhões
de pessoas de todas as idades, sendo que isso acontecia normalmente, com filmes
de ação e aventura que atraia um grande publico.
Coube então, uma dupla de
jovens diretores cheios de imaginação (mais um jovem Richard Donner vindo do
sucesso A Profecia), para esse quadro mudar para sempre. Com seus filmes, se
criou o termo “blockbuster”, mais precisamente os arrasa quarteirões, que
fizeram multidões lotarem os cinemas e que isso se sente até hoje. Alguns (para
não dizer muitos) críticos acusam esses jovens diretores de ter matado um
cinema intelectual, para dar lugar a um cinema de entretenimento de altos e baixos, mas que
a meu ver, para o bem ou para o mal, foi uma forma do cinema continuar vivo até
hoje para o publico em geral que busca se entreter durante duas horas numa sala
escura de cinema.
Segue abaixo, os três filmes
essenciais que mudaram esse quadro do cinema norte americano naquele período.
TUBARÃO
Sinopse: Um terrível
ataque a banhistas é o sinal de que a praia da pequena cidade de Amity virou
refeitório de um gigantesco tubarão branco, que começa a se alimentar dos
turistas. Embora o prefeito queira esconder os fatos da mídia, o xerife local
(Roy Scheider) pede ajuda a um ictiologista (Richard Dreyfuss) e a um pescador
veterano (Robert Shaw) para caçar o animal. Mas a missão vai ser mais
complicada do que eles imaginavam.
Depois desse filme, o
cinema jamais foi o mesmo. Primeiro grande sucesso de Spielberg no cinema, que
inaugurou o termo “blockbuster” e primeiro filme da historia a chegar à cifra
de R$ 100 milhões somente nos EUA. Teve três seqüências e inúmeras imitações,
mas nenhuma claro capaz de repetir o êxito do original. Baseado em romance de
Peter Benchley, é uma aula de suspense moderno, com ótima trilha sonora de John
Willians (que o próprio Spielberg satirizou em 1941). É bem da verdade, que
muito do sucesso do filme, se deve a trilha sonora composta pelo mestre, já que
além de criar um clima de suspense, se torna também um sinal de alerta para
quando o tubarão está por perto. Se o famigerado TAM, TAM, TAM, TAM começa a
tocar, é porque o bicho vai atacar. Assistindo o filme atualmente, com suas
qualidades e tudo mais, é de se espantar o quanto foi complicado para a trama
ser filmada. Um dos principais problemas foi o próprio tubarão mecânico que
simplesmente não funcionava na hora que deveria funcionar. Com isso, as
filmagens ficaram atrasadas, os ânimos diminuíram cada vez mais, isso fora o
fato o atrito dos atores Robert Shaw, Richard Dreyfuss. Mas os produtores David
Brown e Richard D. Zanuck tinham fé naquele jovem diretor, mesmo tendo apenas
um filme no currículo (Encurralado), e com isso, as gravações prosseguiam, os
problemas foram diminuindo e o filme por fim foi finalizado, estreando e
entrando para historia do cinema. Difícil dizer qual é a minha cena preferida,
mas me arrisco a dizer que não foi com nenhuma cena com o tubarão em si, mas
uma seqüência fantástica, onde Quint (Robert Shaw) conta uma sombria historia,
dos seus dias como naufrago do navio USS Indianápolis, onde teve que passar
horrores em auto mar perante inúmeros tubarões famintos. É uma cena simples,
mas eficaz, onde realmente vemos as imagens, dentro de nossas mentes, que o
personagem de Robert Shaw conta. Anos mais tarde, Steven Spielberg diz que essa
foi uma de suas melhores cenas que ele filmou para o filme, e não é para menos.
Curiosidade: Na cena
do início do filme em que foi atacada por um tubarão, Susan Backlinie estava
presa a correntes e mergulhadores a puxavam para baixo para dar a exata
impressão de que um tubarão estava atacando.
STAR WARS: EPISÓDIO IV:
UMA NOVA ESPERANÇA
Sinopse:HÁ MUITO
TEMPO, NUMA GALÁXIA MUITO, MUITO DISTANTE...Os Cavaleiros Jedi foram
exterminados e o Império comanda a galáxia com punho de ferro. Um pequeno grupo
de Rebeldes ousou desafiar a potência roubando os planos secretos da mais
poderosa arma do Império, a Estrela da Morte. O servo de maior confiança do
Imperador, Darth Vader, precisa encontrar os planos e localizar o esconderijo
dos Rebeldes. Aprisionada, a líder dos Rebeldes, Princesa Leia, envia um pedido
de socorro que é interceptado por um simples fazendeiro, Luke Skywalker.
Seguindo seu destino, Luke aceita o desafio de resgatar a princesa e ajudar a
Rebelião a enfrentar o Império, contando com alguns aliados inesquecíveis como
o sábio Obi-Wan Kenobi, o presunçoso Han Solo, o fiel Chewbacca e os dróides
R2-D2 e C-3PO.
E lá se vão 35 anos
desde que no dia 25 de maio de 1977 que Star Wars (ou guerra nas estrelas para
os mais íntimos) estreou nas nossas terras, depois disso o mundo do
entretenimento jamais foi o mesmo. E pensar que infelizmente não tive o
privilegio de ver esses filmes no cinema pois eu era muito pequeno e o ultimo
da trilogia original que estreou no cinema foi em 83 (Retorno De jedi), tinha
apenas três anos. Fui assistir somente na telinha, e cada vez que o filme era
exibido era sempre com enorme empolgação de assistir.
Usando a idéia
simples, das antigas aventuras matines de ficção cientifica, George Lucas criou
um universo tão rico de personagens e detalhes que não coube somente em seis
filmes que formam as duas trilogias. A saga da família Skywalker e companhia
viraram séries, desenhos, livros, gibis, jogos e por ai foi e por conseqüência
acabou por influenciar os outros estúdios a
fazer outros filmes de ficção como foi no caso do retorno de Star Trek
nos cinemas em 79.
Mesmo que a nova
trilogia terminada em 2005 não chegue a perfeição da original, Star Wars jamais
perdeu o brilho e tão cedo jamais deixara de ser lembrada como o pai das super
produções atuais que sempre chegam no verão americano.
SUPERMAN: O FILME
sinopse:Jor-El
(Marlon Brando), um renomado cientista, prevê a destruição do seu planeta e
alerta o governo, que não lhe dá credito. Assim, decide salvar seu filho,
mandando-o para a Terra, onde terá superpoderes. Na Terra, ele usa o nome de
Clark Kent (Christopher Reeve) e já adulto e trabalhando como repórter em um
jornal, não demonstra ter superpoderes. Mas quando uma situação inesperada põe
em risco a vida de Lois Lane (Margot Kidder), uma colega de trabalho, ele
obrigado a se revelar para o público, ficando conhecido popularmente como Superman.
Descontente com o surgimento de um super-herói na cidade, Lex Luthor (Gene
Hackman), um gênio do mal, o obriga a se desdobrar para evitar a morte de
milhões de pessoas.
Filme que arrastou
multidões em todo o mundo na época. e não é pra menos. Foi na verdade a
primeira superprodução baseada numa HQ a ser levada a sério do começo ao fim,
isso graças a Richard Donner (A Profecia) que sempre via no projeto algo para
ser feito no modo verossimilhança. É difícil dizer qual a melhor parte, o
inicio em Kripton onde Marlon Brando da seu show de interpretação, a chegada do
seu filho a terra, a descoberta da fortaleza da solidão, o passeio de vôo do
casal e o ato final que termina num clímax angustiante e fantástico. Tanto
Christopher Reeve (Superman) como Margot Kidder (Lois Lane) ficaram marcados
para sempre com seus respectivos personagens e até hoje Christopher se tornou o
melhor interprete do ícone dos quadrinhos. Atenção para O ótimo desempenho de
Gene Hackman (no auge da carreira) interpretando o vilão Lex Luthor, da magistral trilha sonora de John Willians que da vida a cada cena do
filme e dos impressionantes efeitos visuais, que mesmo de 1978, convencem até
hoje e provou que um homem poderia voar.
Curiosidades: Para conseguir uma musculatura convincente para ser nas telas Superman, o ator Christopher Reeve fez um trabalho especial supervisionado por David Prowse, o ator que interpretou Darth Vader em Guerra nas Estrelas;- Para aparecer por apenas 10 minutos em Superman - O Filme, o ator Marlon Brando recebeu um cachê de US$ 4 milhões;- O cabelo de Clark Kent e de Superman são repartidos para lados diferentes.
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terça-feira, 18 de setembro de 2012
Cine Dica: Em DVD e Blu-Ray; Piratas Pirados
Sinopse: O Capitão Pirata (Hugh
Grant) é um dos mais trapalhões piratas dos sete mares e sua maré de azar anda
incomodando. O pior é que ele é louco para derrotar seus rivais Black Bellamy
(Jeremy Piven) e Cutlass Liz (Salma Hayek) na premiação Piratas do Ano, mas sua
tripulação pra lá de doida atrapalha mais do que ajuda. Para completar, o
capitão vai ter que encarar uma enfezada Rainha Victoria (Imelda Staunton) na
companhia do famoso pesquisador Charles Darwin (David Tennant).
É uma delicia assistir essa
nova animação dos estúdios Aardman, que mesmo num mundo atual cheio de animações
digitais, sempre consegue lançar um longa de coração. Os produtores dos já clássicos
a Fuga das Galinhas e Wallace e Gromit, criam a boa e velha formula de filmes
de aventura com piratas, mas tudo de uma forma bem pastelão e caricata. Com um
humor redondinho, a comedia só aumenta graças ao seu protagonista, um
verdadeiro pirata trapalhão, que busca ser o melhor dos melhores, nos mares
comandados pela mão de ferro Rainha Vitoria.
Embora não pertencente
exatamente a mesma época, a participação especial do evolucionista Charles
Darwin, também nos proporciona momentos hilários, isso graças a sua
caracterização ingênua e cartunesca. Embora não seja superior aos antecessores,
Piratas Pirados é aquele tipo de animação que agrada em cheio, tanto as
crianças como os adultos, que alias esses últimos irão se divertir mais ainda
com o filme, se optar em assistir a versão legendada, pois Hugh Grant
surpreende do começo ao fim, ao dublar a voz do protagonista.
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