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Sendo frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 68 certificados),sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para beniciodeltoroster@gmail.com

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domingo, 31 de janeiro de 2016

Cine Dica: Em Cartaz: JOY: O NOME DO SUCESSO


Sinopse: A inventora Joy Mangano (Jennifer Lawrence) é uma mãe solteira cheia de ideias criativas na cabeça. A sua primeira criação revoluciona o mercado com o Miracle Mop, um esfregão feito com um tecido propício para ser torcido, sem a pessoa molhar as mãos. A partir dessa invenção ela constrói seu negócio milionário.


Quando o cinema americano revela um jovem talento eles aproveitam ao máximo, ao ponto de não levarem em consideração  que, determinados personagens, não podem ser  interpretados por determinados atores. Jennifer Lawrence é talentosa, mas ao mesmo tempo adquiri personagens que desafiam até mesmo a própria lógica. Mas pelo visto o cineasta David O. Russel (O Lado Bom da Vida) não se interessa por esses detalhes e só assim para compreendemos o do porque ele ter escolhido a jovem atriz para interpretar uma mulher de 40 anos.
O filme é baseado em fatos verídicos, sobre a luta de uma mulher que, comanda uma família desajustada, mas ao mesmo tempo possui inúmeras ideias para serem tiradas do papel.  Num determinado momento da vida inventa um esfregão incomum, do qual ela acaba ganhando muito dinheiro, mas ao mesmo tempo conhecendo o lado feio dos negócios. É  a  velha história da luta em alcançar os seus objetivos, onde aqui funciona de uma forma satisfatória, mas até certo ponto.
Para começar o filme possui uma linguagem novelesca, talvez por fazer referência não somente a mãe da protagonista (Virginia Madsen), que vive assistindo novela dentro do quarto, como também ao próprio universo feminino, já que houve um tempo que esse era o principal entretenimento delas. Se por um lado isso serve como um retrato de uma geração presa à televisão, por outro, esse artifício faz com que o longa soe artificial em alguns momentos e beirando para um lado surreal involuntário. Seria algo que funcionária muito bem no teatro, mas não numa tela de cinema.
Se há uma energia positiva, da qual nos faz assistir o filme  até o fim, isso se deve muito a própria Jennifer Lawrence: colecionando sucessos, prêmios e elogios da critica, Lawrence chegou a um patamar em que, o desempenho de um terminado filme, pesa como um todo nas costas da atriz, pois todos se voltam ao seu desempenho em cena e isso faz com que ela de tudo de si. Aqui, Lawrence dá o seu melhor como atriz profissional, mesmo quando a produção nem se preocupa em deixa-la mais velha, enquanto outros personagens, principalmente nos minutos finais do longa, dão sinais de que o tempo passou, mas para a sua personagem não.
Sendo assim, fica muito difícil defender um filme, do qual foi desenhado para colecionar indicações para prêmios, mas não adianta se preocupar com o reconhecimento enquanto tudo fica numa espécie de controle remoto.  David O. Russel já deu provas que é um bom diretor, mas parece que aqui o seu lado pretensioso lhe saiu do controle e dando sinais de cansaço do uso de sua própria formula de sucesso. Cabe agora se inovar ou ficar pelo meio do caminho. 
Joy: O Nome do Sucesso é o típico filme que nasce para ser o favorito, mas se esquece de que quanto maior for a sua sede pelo sucesso pior será a sua queda para o fracasso.  


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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Cine Dica: Em Blu-Ray, DVD, Netflix e locação via TV a Cabo: O Homem Irracional

Em seu mais novo filme anual, Woody Allen desvenda um pouco do seu lado sombrio.


Leia a minha crítica já publicada clicando aqui.
 
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Cine Dicas: Estreias do final de semana (28/01/16)



Antes de qualquer coisa, gostaria de esclarecer que sou uma pessoa católica, mas ao mesmo tempo tenho a mente aberta e sou livre a ver e ouvir diversos assuntos e opiniões diferentes. Não tenho preconceito de nenhuma das adaptações bíblicas, pois ao longo de nossa história houve inúmeras super produções que merecem o meu respeito. Porém, jamais vou aceitar a forma como foi lançado essa versão dos Dez Mandamentos: O Filme para o cinema.
Antes mesmo de o filme ser lançado ele já havia vendido mais de dois milhões de ingressos antecipados, sendo um verdadeiro recorde, mas não devido ao sucesso que a novela havia obtido na Rede Record, mas sim graças à propaganda maciça através da igreja universal, com o direito de pastores dizendo aos seus seguidores em comprarem o ingresso para ter o direito de ir ao paraíso. Além disso, aconteceu de inúmeros pastores e crentes comprarem inúmeros ingressos, para vender aos fies para irem aos cinemas, deles colocarem o pôster de divulgação nas igrejas e, claro, enchendo o bolso com isso.
Sou completamente contra em usar religião como comércio ou de forma política, mas que infelizmente isso já é uma coisa antiga, mas que hoje está cada vez mais forte e preocupante. O pior de tudo é ver essas pessoas irem ao cinema, para assistir basicamente uma novela que eles já haviam assistido na tv e sendo editado para se tornar um filme de apenas duas horas. Vai fazer um tremendo sucesso isso eu não duvido, mas não merecerá o meu respeito. Prefiro muito mais apertar a mão de cineastas, roteiristas e produtores brasileiros que, dão o sangue para lançarem os seus pequenos filmes e que, mesmo arrecadando pouco nas bilheterias, obtém o sucesso de crítica merecido tanto por aqui como lá fora em outros países e obtendo inúmeros prêmios merecidos.
Atualmente o nosso cinema brasileiro possui ótimos filmes, principalmente aqueles que vêm de Pernambuco, onde pérolas de filmes como O Som ao Redor entram facilmente na lista dos melhores dos últimos anos. O problema é que, ganha prestigio através da crítica, mas não é um grande sucesso de bilheteria e muito disso se deve a falta de mais divulgação através da imprensa. Com os Dez Mandamentos: O Filme isso foi fácil, mas gostaria de ver fazerem o mesmo tratamento para os pequenos filmes nacionais que realmente merecem serem conferidos, pois como diz o ditado, os melhores perfumes estão nos menores frascos.
Por fim, deixo abaixo a lista de estreias de outros filmes que chegam aos nossos cinemas brasileiros e que, alguns deles, merecem sim uma conferida na tela grande.


Anomalisa


Sinopse: Michael é um palestrante motivacional em crise existencial. Todos ao seu redor têm a mesma voz e isso o incomoda profundamente. Até o dia em que conhece Bella, uma mulher misteriosa de voz sensual, fazendo Michael pensar seriamente em abandonar a esposa.



Caçadores de Emoção - Além do Limite


Sinopse: O jovem agente do FBI Johnny Utah (Luke Bracey) é recrutado para se infiltrar num grupo de surfistas. A suspeita é que os esportistas formam uma organização criminosa que rouba bancos. O problema é que Utah se envolve demais, se tornando amigo do líder da gangue, Bodhi (Édgar Ramírez), e se apaixonando pela ex-namorada dele.




O Novíssimo Testamento


Sinopse: Deus (Benoît Poelvoorde) está vivo, é casado, tem uma filha e se diverte na hora de criar as formas como as pessoas vão morrer. Ele é ríspido com a família e cansada da forma com o pai lhe trata, a menina toma uma atitude drástica. Ela invade o computador de Deus e envia SMS para todas as pessoas da Terra com a data de morte delas, gerando um caos e muitas dúvidas ao redor do mundo.





Pai em Dose Dupla


Sinopse: Uma mulher (Linda Cardellini) se separou do marido (Mark Wahlberg) e engata um casamento com outro homem (Will Ferrell). O problema é que o ex não aceita bem a situação e começa a competir pela atenção de seus filhos com o padrasto que chegou.






Suíte Francesa


Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial, na França, Lucile Angellier (Michelle Williams) passa seus dias junto com a sogra esperando a volta do marido, um prisioneiro de guerra. De repente, o vilarejo onde Lucile vive começa a ser invadido por soldados alemães, incluindo o refinado Bruno von Falk (Matthias Schoenaearts). Apesar de resistir aos flertes do soldado, Lucile acaba cedendo e começa uma relação amorosa com ele.




Trumbo: Lista Negra


Sinopse: O roteirista Dalton Trumbo (Bryan Cranston) e outros colegas não negam suas crenças políticas. Em 1947, quando Trumbo se recusa a delatar os comunistas que atuam na indústria do entretenimento americano, ele entra para a lista negra dos profissionais proibidos de trabalharem em Hollywood.

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