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Sendo frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 68 certificados),sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para beniciodeltoroster@gmail.com

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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Cine Dica: "São Paulo em Hi-Fi" estreia no CineBancários

O CineBancários estreia o premiado documentário “São Paulo em Hi-Fi, com roteiro, produção e direção de Lufe Stefen, no dia 11 de agosto. O longa-metragem será exibido nas sessões das 15h e 19h, dividindo a sala de cinema com “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert, que ficará no horário das 17h.
Os ingressos podem ser adquiridos no local a R$10,00. Estudantes, idosos, pessoas com deficiência, bancários sindicalizados e jornalistas sindicalizados pagam R$5,00. Aceitamos os cartões Vale Cultura do Banrisul, Banricompras, Visa e Mastercard.

SÃO PAULO EM HI-FI

    Documentário histórico que resgata a era de ouro da noite gay paulistana, fazendo uma viagem pelas décadas de 1960, 70 e 80 – a bordo das lembranças de testemunhas do período, trazendo à tona as casas noturnas que marcaram época, as estrelas, as transformistas, os heróis, e até os vilões: a ditadura militar e a explosão da AIDS.

    Ao longo das gravações, registradas em junho de 2013, a equipe entrevistou cerca de vinte pessoas, que revelaram suas memórias e experiências. O escritor João Silvério Trevisan, o jornalista Celso Curi – autor da pioneira “Coluna do Meio”, primeira coluna gay do jornalismo brasileiro, em 1976 –, o historiador norteamericano James Green e os jornalistas Leão Lobo e Mário Mendes, entre outros, dão seus depoimentos no filme.

    A empresária Elisa Mascaro é outro destaque. Ao lado do marido, Fernando Simões, ela foi proprietária de três casas noturnas que marcaram o cenário gay da cidade: o K-7, o Medieval e a Corintho.

    A transformista Miss Biá, que começou a carreira em 1960, a transexual Gretta Starr e a drag queen Kaká di Polly também comparecem com histórias pitorescas, emocionantes e inesquecíveis.

    Ao longo das entrevistas, diversas casas noturnas e bares foram relembrados, como a boate Homo Sapiens (a famosa “HS”, onde hoje funciona a boate gay Bailão), a danceteria Off, o “inferninho” Val Improviso e os bares lésbicos Ferro’s Bar, Moustache e Feitiço’s. Além, naturalmente, da boate Nostro Mondo, inaugurada em 1971 e que durou 42 anos.

    “São Paulo em Hi-Fi” foi exibido pela 1ª vez em novembro de 2013 no Festival Mix Brasil da Diversidade Sexual, em São Paulo. No fim de 2014, o projeto foi premiado pelo programa “Fomento ao Cinema Paulista” do ProAC – Governo do Estado de São Paulo, e recebeu apoio da Sabesp para ser finalizado. Assim, o filme ganhou nova mixagem de cor, de som, trilha sonora original, nova direção de arte e repaginação geral. Transformou-se num novo filme, a versão definitiva da obra – e é essa versão que finalmente estreia nos cinemas, em maio de 2016, pela 1ª vez em circuito.

    O filme ganhou prêmios em festivais nacionais e e internacionais, como o melhor documentário eleito pelo público no 18º Festival de Cinema Queer Lisboa, em Portugal, e o Troféu Ida Feldman no 21º Festival Mix Brasil da Diversidade Sexual. O filme também foi exibido em festivais importantes como a 4ª edição do Close (Festival da Diversidade Sexual de Porto Alegre), o 6º In-Edit Brasil (Festival Internacional do Documentário Musical, em São Paulo) e o 28º Mix Milano Festival, em Milão na Itália.



LUFE STEFEN

    Lufe Steffen é cineasta, roteirista, escritor e jornalista. “São Paulo em Hi-Fi” é o segundo longa-metragem dirigido por ele. O primeiro é “A Volta da Pauliceia Desvairada”, também documentário, rodado em 2012, focalizando a noite gay de São Paulo nos dias atuais.

    Em 2016, lançou seu segundo livro: “O Cinema que Ousa Dizer Seu Nome” ( Editora Giostri ), coletânea de entrevistas com 24 cineastas brasileiros cujos filmes abordam o universo LGBT – entre eles, o autor entrevistou a si próprio.

    Em 2008, ele havia lançado o livro “Tragam os Cavalos Dançantes”, pela Dynamite Produções. A obra é um livro-reportagem sobre os dez anos de existência da festa Grind, sediada na casa noturna paulistana A Lôca.

    Como jornalista, atuou como repórter, redator e fotógrafo para veículos LGBT (site Mix Brasil, revista G Magazine, revista e site A Capa) e de cultura geral (sites Virgula e iG), além de apresentar programas de TV via internet, como “Boa Noite Bee” (2008), “Direto da Redação” (2011) e “Tricotando Lurex” (2014).



PRÊMIOS

Prêmio do Público: Melhor Documentário – 18º Queer Lisboa / Lisboa, Portugal

3º Prêmio Papo Mix da Diversidade – Categoria Cultura LGBT

Prêmio Câmara Municipal de São Paulo – Dia Municipal de Combate à Homofobia

Troféu Ida Feldman – 21º Festival Mix Brasil da Diversidade Sexual



FESTIVAIS

21º Festival Mix Brasil da Diversidade Sexual / São Paulo, SP / Rio de Janeiro,

RJ / 2013

4º Close – Festival da Diversidade Sexual / Porto Alegre, RS / 2013

6º In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical / São Paulo,

SP / 2014

3ª Sansex – Mostra de Cinema da Diversidade / Santos, SP / 2014

28º Mix Milano Festival / Milão, Itália / 2014

4º Rio Festival Gay de Cinema / Rio de Jneiro, RJ / 2014

18º Queer Lisboa / Lisboa, Portugal / 2014

7ª Mostra Possíveis Sexualidades / Salvador, BA / 2014

4ª Mostra Interiores de Cinema da Diversidade Sexual / Rio Preto, SP / 2014

2º Recifest / Recife, PE / 2014

14º For Rainbow / Fortaleza, CE / 2014


FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO EM HI-FI

Brasil / Cor / Documentário / 2016 / 101 minutos

Roteiro, produção e direção: Lufe Steffen

Produção executiva: Taís Nardi

Direção de produção: Edu Lima

Direção de fotografia e câmera: Thaisa Oliveira

Som direto: Tomás Franco e Guilherme Assis

Montagem: José Motta e Lufe Steffen

Pordução: Cigano Filmes



GRADE DE HORÁRIOS

2 de agosto (terça-feira)

15h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

17h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

19h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert



3 de agosto (quarta-feira)

15h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

17h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

19h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert



4 de agosto (quinta-feira)

15h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

17h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

19h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert



5 de agosto (sexta-feira)

15h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

17h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

19h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert



6 de agosto (sábado)

15h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

17h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

19h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert



7 de agosto (domingo)

15h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

17h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

19h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert



9 de agosto (terça-feira)

15h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

17h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

19h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert



10 de agosto (quarta-feira)

15h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

17h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

19h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert



11 de agosto (quinta-feira)

15h – São Paulo em Hi-Fi, de Lufe Stefen

17h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

19h – São Paulo em Hi-Fi, de Lufe Stefen



12 de agosto (sexta-feira)

15h – São Paulo em Hi-Fi, de Lufe Stefen

17h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

19h – São Paulo em Hi-Fi, de Lufe Stefen



13 de agosto (sábado)

15h – São Paulo em Hi-Fi, de Lufe Stefen

17h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

19h – São Paulo em Hi-Fi, de Lufe Stefen



14 de agosto (domingo)

15h – São Paulo em Hi-Fi, de Lufe Stefen

17h – Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert

19h – São Paulo em Hi-Fi, de Lufe Stefen

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